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sábado, 4 de abril de 2026

O Brasil entra na corrida mundial de microchips

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Um projeto pioneiro da Universidade de São Paulo (USP) está criando fábricas modulares de microchips, conhecidas como “pocket fabs”
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Por https://projetobrasil.jornalggn.com.br/
Postado em 04 de Abril de 2.026 às 11h00m

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Um projeto pioneiro da Universidade de São Paulo (USP) está criando fábricas modulares de microchips, conhecidas como pocket fabs, visando reduzir a vulnerabilidade e dependência tecnológica brasileira. O tema foi debatido no Projeto Brasil pelo professor Marcelo Zuffo, da Escola Politécnica da USP e diretor do InovaUSP, que expôs como o Brasil despertou para a capacidade de produção de chips e de se posicionar com autonomia econômica e geopolítica no assunto.

Em entrevista no YouTube da TVGGN, contou com a participação dos jornalistas Luis Nassif e Sergio Leo e da economista Carla Beni, Zuffo apresentou a iniciativa da USP, que utiliza manufatura avançada, robótica e inteligência artificial para atender demandas específicas de setores como o automotivo e o aeroespacial.

O pesquisador detalhou o projeto das Pocket FABs (fábricas de bolso) liderado pela USP. Seus principais pontos incluem uma mudança de paradigma, com o  conceito de downsizing ou right sizing, criando fábricas modulares, portáteis e sustentáveis em vez das tradicionaisMegafabs que custam bilhões de dólares, descentralizando a produção com custos menores, contrapondo-se ao modelo global de megasfábricas dominado por cartéis internacionais.

Zuffo explicou que o custo por milímetro quadrado do chip é o mesmo, independentemente do tamanho da fábrica, o que justifica o modelo de menor escala para atender demandas específicas, como a indústria automotiva.

Os participantes explicaram a importância de o Brasil se posicionar estrategicamente com independência no setor, uma vez que os semicondutores impactam 40% do PIB mundial e que o Brasil está vulnerável a chantagens geopolíticas por depender de importações.  

A economista Carla Beni expressou preocupação com o baixo investimento histórico do Brasil em Ciência e Tecnologia (apenas 0,02% do orçamento executado), e apontou a necessidade de se atingir investimentos como o sucesso da China, que investiu 2,5% ao ano do PIB por décadas.

Marcelo Zuffo narrou 

que a USP busca projetar e fabricar chips quânticos e de Inteligência Artificial, utilizando altos níveis de robótica e automação para compensar a falta de mão de obra disposta a regimes de trabalho extremos, como os de Taiwan.   

Além de focar na sustentabilidade e na soberania nacional, o projeto conta com parcerias entre academia, governo e setor industrial para reverter o déficit comercial de eletrônicos. O convidado destacou o apoio da FIESP, SENAI, MCTI e das Forças Armadas no desenvolvimento desse ecossistema.

O jornalista Luis Nassif defendeu que o Brasil tem capacidade técnica e massa crítica para inovar, combatendo o viralatismo na indústria e economia mundial.

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Robotáxis sofrem pane, param no meio da rua e obrigam motoristas a desviar em cidade na China

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Cerca de 100 veículos autônomos do modelo Apollo Go pararam subitamente e bloquearam ruas. Passageiros não se feriram, mas alguns ficaram dentro dos carros por até duas horas, segundo autoridades locais.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 04 de Abril de 2.026 às 06h00m
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Robotáxis ficam parados no meio da rua após pane na China
Robotáxis ficam parados no meio da rua após pane na China

Diversos robotáxis ficaram parados e atrapalharam o trânsito na cidade de Wuhan, no centro da China, na última terça-feira (31), segundo autoridades locais. A pane teria sido causada por uma falha no sistema dos modelos Apollo Go, da Baidu.

A polícia recebeu relatos de que vários carros Apollo Go pararam no meio das ruas e não conseguiam se mover, segundo comunicado oficial.

Os passageiros conseguiram sair dos veículos em segurança, e não houve feridos, informou a polícia. A causa do incidente ainda está sob investigação.

Pelo menos 100 veículos do Apollo Go foram afetados, disse um policial de trânsito em vídeo publicado pelo The Paper, de Xangai.

Robotáxi Apollo Go, da Baidu, disponível na China — Foto: PEDRO PARDO / AFP
Robotáxi Apollo Go, da Baidu, disponível na China — Foto: PEDRO PARDO / AFP

O policial acrescentou que, embora as portas dos carros pudessem ser abertas, alguns passageiros hesitaram em sair por causa do tráfego intenso e chamaram a polícia para pedir ajuda.

Um vídeo verificado pela Reuters e publicado na versão chinesa do TikTok, o Douyin, mostrou veículos parados em ruas movimentadas, obstruindo o trânsito. A mídia local informou que alguns passageiros ficaram presos nos veículos por quase duas horas.

A Baidu não respondeu ao pedido de comentário.

O incidente reacendeu discussões nas redes sociais chinesas sobre a segurança e a confiabilidade dos robotáxis.

Um robotáxi Apollo Go que transportava um passageiro caiu em uma vala de obra em Chongqing, em agosto. Três meses antes, um dos carros operados pela Pony.ai pegou fogo em uma rua de Pequim. Não houve feridos em nenhum dos casos.

Uma queda de energia generalizada em São Francisco, no fim do ano passado, também fez com que robotáxis da Waymo parassem e causassem congestionamento.

A Baidu é uma das maiores operadoras de frotas de direção autônoma da China, ao lado da Pony.ai e da WeRide. As empresas lançaram serviços comerciais de robotáxis em grandes cidades chinesas e expandiram as operações para mercados internacionais, incluindo o Oriente Médio.

Pane faz diversos robotáxis Apollo Go ficarem parados no meio da rua em Wuhan, na China — Foto: SOCIAL MEDIA via REUTERS
Pane faz diversos robotáxis Apollo Go ficarem parados no meio da rua em Wuhan, na China — Foto: SOCIAL MEDIA via REUTERS

China

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