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sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Cristiano Amon: quem é o brasileiro eleito entre os 100 líderes mais influentes em IA pela revista Time

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Amon é CEO e presidente da Qualcomm, fabricante americana de chips e processadores para smartphones.
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Por Redação g1

Postado em 29 de Agosto de 2.025 às 06h00m

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Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, anuncia fábrica de chips em Campinas — Foto: Marcelo Brandt/g1
Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, anuncia fábrica de chips em Campinas — Foto: Marcelo Brandt/g1

A revista Time incluiu o brasileiro Cristiano Amon na lista das 100 pessoas mais influentes da inteligência artificial em 2025.

O executivo aparece na principal categoria da publicação, "líderes", ao lado de nomes como Elon Musk (X, Tesla e SpaceX), Sam Altman (OpenAI) e Mark Zuckerberg (Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp).

O reconhecimento da revista é dividido em quatro categorias: "líderes", "inovadores", "moldadores" e "pensadores".

Amon ocupa os cargos de CEO e presidente da Qualcomm, fabricante americana de processadores para smartphones e redes de telecomunicações.

A publicação destaca que, "sob a liderança de Cristiano Amon, a Qualcomm investiu pesadamente em pesquisa e desenvolvimento de IA" e lembra que a empresa é responsável pelo processador Snapdragon, presente em smartphones Android de grandes marcas globais.

Além dele, outros dois brasileiros também entraram na lista: Mike Krieger, cofundador do Instagram e atual diretor de produtos da Anthropic, criadora da IA Claude, e Ana Helena Ulbrich, CEO da No.Harm. Na Time, eles são um dos destaques na categoria "inovadores" (saiba mais abaixo).

Quem é Cristiano Amon

Cristiano R. Amon, presidente da Qualcomm, na revista Time — Foto: Reprodução/Revista Time
Cristiano R. Amon, presidente da Qualcomm, na revista Time — Foto: Reprodução/Revista Time

Cristiano R. Amon é doutor em engenharia elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde ingressou em 1988 e se formou em 1992, segundo a própria universidade.

Ele entrou na Qualcomm em 1995 como engenheiro. Antes, trabalhou na Ericsson e na Vésper. Em 2018, assumiu o cargo de presidente da empresa, no mesmo ano em que a Qualcomm anunciou a abertura de uma fábrica de chips para smartphones e internet das coisas no Brasil.

Em 2021, foi promovido e passou a acumular também o cargo de CEO.

Atualmente, Amon é responsável pela operação global da companhia e pela unidade de semicondutores, que engloba chips para celulares, produtos de radiofrequência, soluções automotivas e de internet das coisas.

Entre os produtos mais conhecidos da empresa estão os processadores Snapdragon, usados em celulares da Samsung, Xiaomi e Motorola, por exemplo.

Cristiano Amon, CEO da Qualcomm. — Foto: Marcelo Brandt/G1
Cristiano Amon, CEO da Qualcomm. — Foto: Marcelo Brandt/G1

Sob sua gestão, a Qualcomm liderou a estratégia do 5G e expandiu sua atuação para áreas como computação, setor automotivo, realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR). O executivo também teve participação no desenvolvimento das tecnologias 3G e 4G.

Em 2019, recebeu da Unicamp o título de Doutor Honoris Causa, concedido a pessoas que prestam contribuições relevantes às ciências, letras, artes ou à sociedade. Na cerimônia, o pai do executivo, Salvador Amon, lembrou da dedicação do filho nos estudos.

"Não é porque é meu filho, mas o Cristiano sempre foi um menino fora de série. Muito estudioso. Quando ele entrou na faculdade, ele tinha uma característica: não anotava nada. Eu comprava os livros e ele estudava por lá. Isso fez ele se tornar autodidata", disse.

Em publicação no LinkedIn, Amon afirmou estar "incrivelmente orgulhoso" e disse que o título concedido pela Time "reflete o incrível trabalho da Qualcomm para levar a IA ao limite, onde ela pode ter um impacto profundo".

Outros brasileiros na lista

Ana Helena Ulrich e Mike Krieger — Foto: Reprodução/Time
Ana Helena Ulrich e Mike Krieger — Foto: Reprodução/Time

Na categoria "inovadores", outros dois brasileiros também foram reconhecidos: Mike Krieger, cofundador do Instagram e atual diretor da Anthropic, e Ana Helena Ulrich, CEO da No.Harm.

Com apenas 24 anos, Mike Krieger ajudou a fundar o Instagram. Em 2024, passou a integrar a Anthropic como diretor de produtos, com foco em melhorar a experiência de uso da plataforma. Nascido em São Paulo, viveu a maior parte de sua vida na cidade antes de se mudar para os EUA em 2004, onde estudou na Universidade Stanford.

Já Ana Helena Ulrich é farmacêutica e dirige a No.Harm, empresa que desenvolveu um sistema de inteligência artificial para gestão de farmácias clínicas. A tecnologia auxilia na organização de medicamentos, revisão de receitas e alerta sobre possíveis riscos aos pacientes, ajudando a evitar desperdícios e erros de dosagem.


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quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Nvidia: o boom de IA ​​que impulsiona empresa mais valiosa do mundo apesar de tensões entre EUA e China

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Empresa divulgou um aumento de 56% na receita do 1º trimestre em relação ao mesmo período de 2024, mas tem sido pressionada no meio de uma guerra comercial entre os EUA e a China.
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TOPO
Por BBC

Postado em 28 de Agosto de 2.025 às 13h00m

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O diretor-executivo da Nvidia, Jensen Huang, em um discurso de abertura na Consumer Electronics Show (CES) em Las Vegas, Nevada, em 6 de janeiro de 2025 — Foto: Getty Images
O diretor-executivo da Nvidia, Jensen Huang, em um discurso de abertura na Consumer Electronics Show (CES) em Las Vegas, Nevada, em 6 de janeiro de 2025 — Foto: Getty Images

A fabricante de chips de computador Nvidia foi impulsionada por grandes empresas de tecnologia interessadas em expandir suas capacidades em inteligência artificial, apesar das tensões entre os EUA e a China.

Na quarta-feira, a empresa divulgou uma receita de US$ 46,7 bilhões (cerca R$ 247,5 bilhões) no segundo trimestre do ano, um aumento de 56% em relação ao mesmo período de 2024.

No entanto, a Nvidia, que tem sido pega no meio de uma guerra comercial entre os EUA e a China, afirmou que "continuou a lidar com questões geopolíticas", e suas ações caíram no pregão após o fechamento.

A empresa, que se consolidou como a companhia mais valiosa do mundo, precisou navegar pelas políticas em constante mudança da administração Trump, voltadas a garantir que os EUA mantenham a liderança no desenvolvimento de IA.

Um boom contínuo de IA

Os chips sofisticados da Nvidia têm sido uma parte importante do boom de inteligência artificial.

Na quarta-feira, a empresa afirmou que a demanda por seus produtos continua forte, especialmente de grandes empresas de tecnologia, incluindo a Meta, dona do Instagram, e a OpenAI, criadora do ChatGPT, enquanto competem para expandir suas capacidades em IA.

"A corrida da IA começou de fato", disse o chefe da Nvidia, Jensen Huang, em uma teleconferência com analistas após a divulgação do relatório, afirmando que os gastos de quatro grandes empresas de tecnologia dobraram, chegando a US$ 600 bilhões por ano (cerca de R$ 3,2 trilhões).

"Com o tempo, você pensaria que a inteligência artificial… aceleraria o crescimento do PIB", disse Huang. "Nossa contribuição para isso é uma grande parte da infraestrutura de IA."

Colleen McHugh, diretora de investimentos da empresa Wealthify, disse ao programa Today da BBC que a Nvidia está "no centro desse boom de IA".

"Ela é praticamente incontestável no mercado de chips para IA", acrescentou.

Ela também afirmou que a empresa é "muito dependente" das gigantes de tecnologia para gerar receita e que a continuidade dos gastos com seus chips faria com que os "retornos e o preço das ações da Nvidia continuassem subindo".

A receita da empresa proveniente de data centers subiu 56%, para US$ 41,1 bilhões (cerca de R$ 218,2 bilhões), mesmo ficando ligeiramente abaixo das expectativas dos analistas.

Eileen Burbridge, investidora e sócia-fundadora da Passion Capital, disse que a oscilação no preço das ações foi resultado da divisão de data centers "não ter apresentado resultados tão fortes quanto esperava".

No entanto, ela afirmou que a empresa teve um crescimento "inacreditável".

"Claramente, muito capital entrou, e não acho injusto dizer que houve talvez um pouco de euforia ou até uma pequena bolha", acrescentou.

Em julho, a Nvidia se tornou a primeira empresa do mundo avaliada em US$ 4 trilhões (cerca de R$ 21,2 trilhões).

A fabricante de chips de IA, com sede em Santa Clara, Califórnia, disse que a receita no trimestre atual provavelmente chegará a US$ 54 bilhões (aproximadamente R$ 286,2 bilhões), superando as expectativas dos analistas de Wall Street.

Questões Geopolíticas

A Nvidia continua exposta às tensões geopolíticas entre os EUA e a China. A empresa anunciou em julho que retomaria as vendas de seus chips de inteligência artificial de alta performance para a China.

A medida ocorreu após o CEO Jensen Huang conseguir convencer o governo Trump a reverter a proibição da venda dos chips H20 da empresa, desenvolvidos especificamente para o mercado chinês.

O governo havia imposto a proibição devido a preocupações de que os chips pudessem beneficiar não apenas desenvolvedores de IA chineses, mas também o Exército da China. Na quarta-feira, executivos afirmaram que, no final de julho, o governo dos EUA começou a revisar licenças para a venda de chips H20 destinados especificamente a clientes chineses.

A empresa acrescentou que não havia enviado nenhum H20, apesar de alguns clientes baseados na China terem recebido essas licenças nas últimas semanas. O governo dos EUA espera receber 15% da receita gerada com as vendas licenciadas dos chips H20.

A Nvidia não incluiu os H20 em suas projeções para o trimestre atual e afirmou que também está fazendo lobby junto ao governo dos EUA para aprovar a venda de seus chips Blackwell para a China, que continua sendo o maior mercado de seus chips.

Enquanto isso, analistas observam que a China está estimulando a competição no setor que a Nvidia atualmente domina. "As restrições de exportação dos EUA estão fomentando a fabricação doméstica de chips na China", disse o analista da Emarketer, Jacob Bourne, após a divulgação do relatório. Ele acrescentou que a questão agora é se o "mergulho da Nvidia em robótica" ajudará a empresa a manter seu papel como "indicadora da economia de IA".

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quarta-feira, 27 de agosto de 2025

DTV+: o que é TV 3.0, que oferece melhor qualidade de imagem, som de cinema e recursos interativos

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assina nesta quarta-feira (27) decreto que nova geração de TVs que promete melhor qualidade de imagem e interatividade.
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Por Darlan Helder, g1

Postado em 27 de Agosto de 2.025 às 10h10m

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DTV+: o que é TV 3.0, que oferece melhor qualidade de imagem e recursos interativos
DTV+: o que é TV 3.0, que oferece melhor qualidade de imagem e recursos interativos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve assinar nesta quarta-feira (27) um decreto que oficializa a TV 3.0, também conhecida como DTV+ no Brasil. A nova geração de TVs promete melhor qualidade de imagem, som envolvente e interatividade, mantendo a TV aberta de graça.

O decreto deve estabelecer o padrão tecnológico que será adotado.

O mercado espera que os primeiros usuários possam aproveitar essa inovação já durante a Copa do Mundo de 2026. Segundo o Ministério das Comunicações, dependendo da preparação das emissoras, a nova tecnologia poderá estar em vigor antes mesmo de 2026. Além do Brasil, outros países têm se preparado para adotá-la.

A DTV+ é o novo padrão da televisão digital, que tornará o sistema da TV mais inteligente e personalizado, além de melhorar imagem e som. Inicialmente, para usufruir da nova geração, será necessário adquirir uma caixinha.

No entanto, o objetivo é que, no futuro, os novos televisores já saiam de fábrica com toda essa tecnologia integrada.

Nesta reportagem, você saberá:

A primeira televisão, analógica e com imagens em preto e branco, ficou conhecida como 1.0. Anos depois, surgiu a TV 2.0, com imagens em cores e conectividade à internet.

Agora, a TV 3.0 representa o próximo patamar da televisão digital e, segundo especialistas, entregará mais interatividade, personalização e qualidade de imagem e som (entenda mais abaixo).

Em agosto de 2024, o Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre anunciou o novo nome da TV 3.0 no país, que passou a se chamar Digital Television+ (DTV+).

As vantagens da DTV+ (TV 3.0)

  • 🖼️ Melhores imagens: o usuário poderá assistir a conteúdos da TV aberta com mais definição, brilho e contraste, em qualidade 4K e até 8K.
  • 📺 Canais: a tecnologia permite que os canais de TV sejam semelhantes a aplicativos. "Em vez de ficar passando de canal em canal, você terá o aplicativo de cada emissora, algo mais próximo do que já vemos hoje nas Smart TVs", diz Wilson Diniz, secretário de Comunicação Social Eletrônica do Ministério das Comunicações.
  • 🔈Som imersivo: a nova tecnologia oferece uma experiência sonora envolvente, com qualidade de cinema, de acordo com especialistas.
  • 📣 Personalização da publicidade: assim como já acontece nas redes sociais, as emissoras poderão segmentar ainda mais os anúncios, entregando opções personalizadas. "Se a pessoa quer trocar de carro, será possível exibir propagandas que falem diretamente com quem está em busca de um novo veículo," explica Leonora Bardini, diretora de programação da TV Globo.
  • Interatividade: o público poderá interagir com conteúdos da TV aberta, como votar em enquetes e até comprar produtos exibidos ao vivo.

"Assim que ligar e se logar, a TV já vai te conhecer, saber seus gostos e oferecer uma combinação de conteúdo e publicidade. É uma TV personalizada, feita exclusivamente para cada pessoa", diz Leonora Bardini.
Depende de internet?

Não será necessária conexão à internet para usufruir das vantagens da TV 3.0, explica Wilson Diniz. "A qualidade de imagem 4K, 8K e o som imersivo estarão disponíveis, mesmo que o usuário não tenha conexão", garante.

No entanto, conectar a TV à internet permite uma experiência mais completa, ampliando as possibilidades de interatividade e personalização, segundo especialistas.

Por exemplo, será possível comprar a mesma roupa que o ator usa na novela ou o bolo que acabou de aparecer no programa de culinária. Além disso, você poderá votar para eliminar um participante de um reality show — tudo diretamente pela televisão.

"Em um jogo entre Brasil e Argentina, a TV já saberá que você é torcedor do Brasil e proporcionará uma experiência completa que dialoga com a sua seleção ou time do coração," exemplifica Leonora.

"Isso será possível porque você já informou o seu time ao acessar o ge.globo, por exemplo. Tudo estará sincronizado," completa a executiva.

Preciso trocar de televisão?

Assim como ocorreu na transição do sinal de TV analógico para o digital, inicialmente será necessário adquirir um conversor para usufruir da experiência da DTV+. A expectativa é que, no futuro, os novos televisores já venham de fábrica com suporte à nova tecnologia.

Wilson Diniz afirma que as fabricantes fazem parte do Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre e estão envolvidas nas discussões da DTV+ desde o início, justamente para preparar o mercado.

"Estamos estudando formas de incentivar a adoção da tecnologia, inclusive com incentivos fiscais para os fabricantes que já adotarem a TV 3.0", completou.

Quanto vai custar o conversor?

Por enquanto, existem apenas protótipos dos conversores de TV 3.0, por isso ainda não é possível definir os preços para o consumidor, conforme explicou o Ministério das Comunicações ao g1.

O governo ainda não confirmou se os equipamentos serão distribuídos, mas há discussões sobre a possibilidade de entrega gratuita para famílias de baixa renda, similar ao que ocorreu na expansão do sinal digital.

Enquanto isso, a Globo está realizando testes, exibindo alguns recursos da DTV+ em regiões específicas, tanto em aparelhos conectados ao sinal broadcast (antena) quanto no Globoplay.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Como funciona um data center? E por que ele pode consumir tanta energia e água?

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Local voltado para armazenar e processar informações tem o consumo elevado se for destinado ao treinamento de modelos de inteligência artificial.
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Por Victor Hugo Silva, g1
25/08/2025 00h45 
Postado em 25 de Agosto de 2.025 às 07h45m

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Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas
Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas

Operar um data center exige uma estrutura complexa de energia para que todos os equipamentos funcionem e sejam refrigerados de forma adequada.

Como podem ser usados por milhões de pessoas, esses espaços devem funcionar 24 horas por dia. Para garantir isso, as empresas adotam geradores e até suas próprias subestações de energia (veja abaixo como eles funcionam).

 Um data center ("centro de dados", em inglês) é um local que armazena e processa informações. Ele pode ser dividido em dois tipos: nuvem (cloud), para operar serviços na internet, e IA, para treinar modelos de linguagem complexos.

O treinamento dos modelos de IA mais conhecidos envolve um enorme volume de dados e só pode ser feito com chips de processamento modernos, que exigem mais energia e, por isso, esquentam mais.

Com equipamentos mais quentes, a única forma de controlar a temperatura é adotar um sistema de resfriamento líquido, por água ou óleo – data centers de nuvem podem ser refrigerados a ar porque consomem menos energia.

Data centers refrigerados a água preocupam por conta do alto consumo. Fazer até 50 perguntas para o ChatGPT pode consumir meio litro de água, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, em Riverside.

O Brasil tem cerca de 180 data centers em funcionamento. Nenhum deles é voltado para inteligência artificial, mas quatro projetos desse tipo já foram anunciados no país. Eles poderão ter consumo de energia equivalente ao de 16,4 milhões de casas – saiba mais sobre os projetos.

Como funciona um data center por dentro — Foto: Dhara Assis e Gui Sousa/g1
Como funciona um data center por dentro — Foto: Dhara Assis e Gui Sousa/g1

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