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Tribunal estadual concluiu que citações inexistentes foram usadas em documento que embasou decisão judicial. Caso levou à suspensão de promotora e à exigência de treinamento em ética e uso de IA no sistema de Justiça. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Reuters Postado em 05 de Maio de 2.026 às 17h30m . #.*Post. - Nº.\ 5.420*.# .
A Suprema Corte do estado da Geórgia puniu, na terça-feira, uma
promotora ao concluir que o uso incorreto de ferramentas de inteligência
artificial levou à inclusão de citações falsas e enganosas em uma
decisão ligada a um caso de assassinato.
O tribunal proibiu Deborah Leslie, promotora assistente do condado de
Clayton, de atuar perante os juízes por seis meses e determinou que ela
passe por um treinamento adicional sobre ética, redação de documentos
jurídicos e uso correto de IA.
Segundo a Corte, “numerosas citações fictícias ou atribuídas
erroneamente” apareceram em uma decisão de 2025 de um tribunal inferior,
que havia negado o pedido de novo julgamento feito por um réu acusado
de assassinato.
“Citar
casos que não existem ou que não sustentam a tese para a qual são
citados é uma violação das normas deste tribunal e está muito aquém da
conduta que esperamos dos advogados da Geórgia”, escreveu o juiz
Benjamin Land.
O caso chama atenção porque tribunais nos Estados Unidos têm aplicado
punições a advogados que usam ferramentas de IA para pesquisas e textos
jurídicos sem conferir se as informações estão corretas. Aqui, porém, o
erro partiu de uma promotora e acabou incorporado a uma decisão
judicial.
Leslie pediu desculpas em um documento anterior, afirmando que não
verificou de forma independente as citações geradas pela ferramenta de
inteligência artificial. Nem ela nem a promotoria do condado de Clayton
responderam aos pedidos de comentário.
A sanção está ligada ao processo de Hannah Payne, condenada à prisão
perpétua mais 13 anos por assassinato e cárcere privado de Kenneth
Herring.
As citações incorretas foram incluídas em uma minuta de decisão
preparada por Leslie, que recomendava a rejeição do pedido de novo
julgamento. O juiz do caso acatou parte desse texto, incluindo as
referências falsas, ao negar o pedido.
Após a identificação do problema, a Suprema Corte anulou a decisão
anterior e determinou que uma nova sentença seja elaborada sem as
informações incorretas.
Em manifestação, o advogado de Payne, Andrew Fleischman, afirmou que o
caso foi prejudicado pelos erros. Segundo ele, “Hannah Payne tem
argumentos sólidos para apelação. É lamentável que a má conduta do
Estado esteja agora atrasando sua oportunidade de ter essas questões
decididas”.
Habilidades como inteligência artificial, análise de dados e negociação
estratégica serão diferenciais no mercado. — Foto: Freepik/ Reprodução
Julgamento nos EUA coloca Musk contra Sam Altman, CEO da OpenAI, e envolve críticas à mudança de estrutura da dona do ChatGPT. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Redação g1 01/05/2026 12h01 Atualizado há 2 dias Postado em 03 de Maio de 2.026 às 08h00m . #.*Post. - Nº.\ 5.419*.# .
Elon Musk é interrogado por Russell Cohen, advogado da Microsoft,
durante o processo de Musk sobre a conversão da OpenAI para lucro em um
tribunal federal em Oakland, Califórnia, EUA, em 30 de abril de 2026, em
um retrato no tribunal. — Foto: REUTERS/Vicki Behringer
O bilionário Elon Musk confirmou nesta quinta-feira (30) que sua empresa de inteligência artificial, a xAI, usou tecnologias do ChatGPT para melhorar o próprio sistema, o Grok. A declaração foi feita em tribunal na Califórnia, onde Musk e a OpenAIse enfrentam desde segunda-feira.
➡️ A disputa judicial, iniciada por Musk em 2024, gira em torno da alegação de que a organização teria traído sua missão original de atuar como entidade sem fins lucrativos(entenda mais abaixo).
Ao ser questionado por William Savitt, advogado da OpenAI, sobre o que é
destilação de modelos, técnica que usa um modelo maior de IA para
treinar outro menor, Musk demonstrou conhecimento. Em seguida, foi
perguntado se a xAI havia usado essa técnica com tecnologia da OpenAI.
Musk inicialmente evitou responder e afirmou que "geralmente todas as empresas de IA fazem isso". Pressionado, admitiu: "Em parte, [usou modelos de IA da OpenAI]".
"É prática comum usar outras IAs para validar sua IA", acrescentou durante o depoimento.
Entenda a treta
Elon Musk reage em um tribunal federal durante um intervalo do
julgamento em seu processo sobre a conversão da OpenAI para lucro e
conversão com fins lucrativos, em Oakland, Califórnia. — Foto:
REUTERS/Manuel Orbegozo
Um dos cofundadores originais da OpenAI, Musk afirma que a empresa, liderada por Sam Altman e Greg Brockman, abandonou o foco no benefício da humanidade para se tornar uma "máquina de riqueza".
Musk pede US$ 150 bilhões em danos da OpenAI e da Microsoft. Segundo pessoas ligadas ao caso, o valor seria destinado ao braço filantrópico da OpenAI.
Além do valor financeiro, o bilionário quer que a OpenAI volte a ser estritamente sem fins lucrativos e que Altman e Brockman sejam removidos de seus cargos executivos.
O empresário sustenta que foi mantido no escuro sobre a criação de uma
estrutura comercial em 2019 e que seu nome e apoio financeiro foram
usados indevidamente para atrair investidores. Musk investiu cerca de US$ 38 milhões na OpenAI entre 2016 e 2020.
A defesa da OpenAI
Sam Altman, CEO da OpenAI — Foto: Yuichi YAMAZAKI / AFP
Os advogados da OpenAI rebatem as acusações afirmando que Musk é
motivado pelo desejo de controle e pelo interesse em impulsionar sua
própria empresa de inteligência artificial, a xAI, fundada por ele em
2023.
A empresa afirma que Musk participou das discussões para a mudança de estrutura e que ele mesmo exigiu ser o CEO na época. A
Microsoft, também ré no processo, nega qualquer conspiração e afirma
que sua parceria com a OpenAI só ocorreu após a saída de Musk do
conselho da empresa.
Em comunicado intitulado "A verdade sobre Elon Musk e a OpenAI",
divulgado nesta segunda (27), a OpenAI contra-atacou. No texto, a
empresa afirma que as ações do bilionário são motivadas por "ciúmes, arrependimento por ter abandonado a OpenAI e desejo de descarrilar uma concorrente".
"Elon passou anos assediando a OpenAI por meio de processos infundados e
ataques públicos. Ele está usando seu processo para atacar a fundação
sem fins lucrativos OpenAI, que é focada em trabalhos em áreas como
ciências da vida e na cura de doenças para o benefício de todos", diz o
comunicado.
De 'Projeto Manhattan' a disputa de egos
Logo da OpenAI, dona do ChatGPT — Foto: AP Photo/Michael Dwyer
Documentos internos revelados no processo oferecem detalhes sobre a
evolução da empresa, que nasceu em um laboratório de pesquisa no
apartamento de Greg Brockman e hoje é avaliada em mais de US$ 850
bilhões.
Altman apresentou a ideia a Musk em 2015, descrevendo-a como o "Projeto Manhattan da IA". O apoio de Musk foi fundamental para atrair cientistas de elite.
Em 2017, tensões surgiram quando Musk questionou a viabilidade do
projeto e tentou assumir o controle como CEO. Na mesma época, anotações
do diário de Brockman revelavam o desejo de "se livrar" de Musk,
chamando-o de "líder glorioso" de forma irônica.
O desfecho do caso ocorre em um momento crítico. A OpenAI prepara uma
possível abertura de capital que pode elevar seu valor de mercado para
US$ 1 trilhão.
Do outro lado, a xAI de Musk tenta diminuir a distância tecnológica
para o ChatGPT, enquanto a SpaceX também planeja seu IPO (oferta pública
de ações).
O próspero país nórdico tem uma das redes de energia menos poluentes do mundo, mas ganha muito dinheiro com a exportação de combustíveis fósseis. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por BBC 02/05/2026 04h00 Atualizado há 04 horas Postado em 02 de Maio de 2.026 às 08h00m . #.*Post. - Nº.\ 5.418*.# .
A Noruega produz e exporta petróleo e gás, mas seu consumo interno é
baseado principalmente na energia limpa. — Foto: GETTY IMAGES
A Noruegaé considerada um dos países mais verdes do mundo.
As bicicletas são onipresentes nas suas cidades, 98% da sua
eletricidade provém de fontes renováveis e nove em cada 10 carros novos
vendidos em 2024 foram veículos elétricos.
A Noruega
é também o país membro da Agência Internacional de Energia em que a
eletricidade representa a maior proporção do consumo total de energia. E
foi um dos primeiros a criar impostos sobre as emissões de carbono.
Mas, ao mesmo tempo, o país não deixa de aumentar sua produção de gás e
petróleo e exportar massivamente os combustíveis fósseis contaminantes.
Esses recursos representam a maior fonte de receita do Estado norueguês
e formam o pilar do famoso fundo soberano, o chamado "Fundo do
Petróleo", que garante a solvência do generoso sistema de aposentadorias
e bem-estar do país.
Essa contradição entre a descarbonização interna e seu papel como
grande exportador global de combustíveis fósseis é conhecida como
"paradoxo norueguês" e gera, há anos, um intenso debate político e
social.
De um lado, grupos ambientalistas e jovens ativistas exigem
compromissos concretos e um calendário para reduzir a atividade
petrolífera. Do outro, o setor do petróleo e gás defende sua importância
para a economia e as centenas de milhares de empregos gerados por ele.
A guerra no Oriente Médio e o aumento dos preços globais do petróleo e
gás causado pelo bloqueio do estratégico Estreito de Ormuz geraram
enormes e inesperados benefícios para a Noruega, mas também reabriram um dos seus debates internos mais incômodos.
"Para um ambientalista norueguês como eu, é claro que essa é uma
situação vergonhosa", declarou à BBC News Mundo (o serviço em espanhol
da BBC) o presidente da associação ecologista Amigos da Terra Noruega, Truls Gulowsen.
Importância estratégica
A Noruega
é um dos países mais desenvolvidos do mundo, segundo o Índice de
Desenvolvimento Humano das Nações Unidas. E o setor de energia é a sua
principal fonte de riqueza.
As exportações do setor representam mais de 60% do total dos produtos
vendidos para o exterior e somam mais de 20% do Produto Interno Bruto
(PIB) nacional.
O Estado mantém participação majoritária no conglomerado Equinor, o
principal operador da plataforma continental norueguesa, e destina a
maior parte dos seus benefícios ao fundo soberano.
No final de 2025, o fundo contava com ativos no valor estimado de US$
1,9 trilhão (cerca de R$ 9,4 trilhões), o equivalente a US$ 350 mil (R$
1,7 milhão) por cidadão do país.
As exportações de petróleo e gás desempenham papel fundamental na
economia da próspera Noruega — Foto: KRISTIAN HELGESEN/GETTY IMAGES
No contexto atual de 2026, as tensões no Oriente Médio indicam que esses números continuarão aumentando.
O Estado norueguês recebeu US$ 5 bilhões (cerca de R$ 24,7 bilhões) a
mais desde o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. E
a Bolsa de Valores da capital norueguesa, Oslo, bateu recordes graças
às companhias locais do setor de energia.
O governo trabalhista tentou neutralizar a ideia de que o país que
concede o Prêmio Nobel da Paz vem enriquecendo com os transtornos da
guerra.
O ministro das Finanças norueguês e ex-secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, destacou que esse é um paradoxo, já que a Noruega"se beneficia mais da paz".
Mas, como afirmou a colunista da rede pública norueguesa de rádio e
televisão NRK, Cecilie Langum Becker, "a dura realidade é que, quando o
mundo está em chamas, o dinheiro flui para o nosso orçamento estatal".
Essa dinâmica já havia ficado clara em 2022, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia reduziu drasticamente as exportações de Moscou para a Europa. Desde então, a Noruega surgiu como o último fornecedor confiável de um continente assolado pela crise energética.
"Fornecemos, hoje, cerca de 30% do gás e 15% do petróleo que é
consumido na Europa, para onde enviamos 90% das nossas exportações",
explica à BBC a analista Thina Saltvedt, da empresa financeira Nordea.
O debate sobre as exportações de combustíveis fósseis está presente na Noruega há anos. — Foto: PAUL S. AMUNDSEN/GETTY IMAGES
A descarbonização
Apesar das suas jazidas petrolíferas, a Noruega possui, há décadas, uma das infraestruturas mais limpas da Europa, graças à sua rede hidrelétrica.
Em 1991, o governo norueguês criou um imposto ao carbono, para promover
a energia limpa. Em 2005, incentivos transformaram o país no líder
mundial em carros elétricos. E, em 2017, o Parlamento daNoruegaaprovou a Lei do Clima, para reduzir as emissões em 50% até 2030.
Mas o atual contexto internacional parece ter freado esta tendência.
Os conflitos na Ucrânia e no Irã obrigaram até mesmo os partidos mais
"verdes" a aceitar que o gás norueguês é um "mal necessário" para a
segurança energética da Europa.
Para Gulowsen, a narrativa dominante, agora, é que a instabilidade global justifica a aposta nos hidrocarbonetos.
"Fala-se em abrir áreas em águas profundas do Ártico, que são ambientes
vulneráveis onde não deveria haver exploração, em nenhuma hipótese."
O governo norueguês quer continuar desenvolvendo a indústria
petrolífera e aprovou novas licenças de exploração. — Foto: CHRIS
RATCLIFFE/GETTY IMAGES
O que acontecerá agora?
O governo do primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, ofereceu recentemente 57 novas licenças de exploração.
"Continuaremos buscando mais petróleo para fornecer à Europa, prometeu
Støre. Ele aposta no "desenvolvimento" da indústria, em vez de
estabelecer "fases de saída".
Apesar da pressão dos setores mais jovens do seu partido, Støre não tem
intenção de defender um calendário de abandono. Pelo contrário, ele
aposta na zona menos explorada do país (o mar de Barents) para compensar
a queda das jazidas atuais.
Frode Alfheim, do sindicato Industri Energi, relembrou à BBC News Mundo a importância social do setor.
"Estamos falando de mais de 200 mil postos de trabalho diretos",
destaca ele. "Não é o momento de deixar a Europa sem fornecimento."
Já Saltvedt conclui com uma advertência.
"Cada vez mais pessoas se dão conta de que há um pôr do sol no horizonte. Mas será doloroso."