Total de visualizações de página

sábado, 22 de agosto de 2026

Robô chinês bate o recorde mundial de Usain Bolt nos 100 metros em teste

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


O robô, apelidado de Lightning, correu 100 metros em 9,32 segundos - 26 a menos que campeão jamaicano - e atingiu uma velocidade máxima de 14,5 metros por segundo.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Por Redação g1

Postado em 22 de Agosto de 2.026 às 08h50m

. #.* $    Post. - Nº.\  5.511   $ *.#.

Um robô humanoide Honor Lightning corre após cruzar a linha de chegada durante a segunda Meia Maratona E-Town de Pequim e Meia Maratona de Robôs Humanoides em Pequim, China, em 19 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Maxim Shemetov
Um robô humanoide Honor Lightning corre após cruzar a linha de chegada durante a segunda Meia Maratona E-Town de Pequim e Meia Maratona de Robôs Humanoides em Pequim, China, em 19 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Maxim Shemetov

Um robô humanoide, desenvolvido pela fabricante chinesa de smartphones Honor, correu 100 metros em 9,32 segundos, 26 segundos abaixo do recorde mundial de atletismo, pertencente ao jamaicano Usain Bolt, informou a emissora estatal chinesa neste sábado (22).

O robô, apelidado de Lightning, atingiu uma velocidade máxima de 14,5 metros por segundo durante um evento de teste preparatório para a segunda edição dos Jogos Mundiais de Robôs Humanoides.

O desempenho superou o recorde mundial masculino da prova dos 100 metros, de 9,58 segundos, estabelecido por Bolt no Campeonato Mundial de Atletismo em Berlim, em 2009.

Lightning também venceu a meia maratona de Pequim, de 21 km, em abril, com o tempo de 50 minutos e 26 segundos, mais rápido que o recorde mundial masculino de elite.

O robô tinha 169 cm de altura e pernas de 95 cm na meia maratona. Desde então, os pesquisadores alongaram suas pernas em 10 cm, para 1,05 metros, antes dos Jogos Mundiais de Robôs Humanoides, informou a Televisão Central da China.

A China tem promovido robôs humanoides como uma indústria emergente estratégica, com formuladores de políticas e empresas apostando que os avanços em IA e hardware acelerarão sua implantação em aplicações de manufatura, logística e consumo.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

ANPD inicia monitoramento de redes sociais e ferramentas de IA para avaliar proteção de crianças e mulheres

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Facebook, Instagram, WhatsApp, TikTok, YouTube, ChatGPT e Gemini estão entre os serviços que terão de prestar informações à ANPD.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Por Redação g1, g1 — São Paulo

Postado em 21 de Agosto de 2.026 às 18h10m

. #.* $    Post. - Nº.\  5.510   $ *.#.

Criança no celular — Foto: Canva
Criança no celular — Foto: Canva

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) abriu, nesta sexta-feira (21), duas ações de fiscalização que envolvem 22 serviços digitais, entre eles redes sociais, plataformas de inteligência artificial e lojas de aplicativos.

As empresas terão de informar quais providências já adotaram ou estão desenvolvendo para cumprir as novas regras de proteção dos usuários na internet, focando em crianças, adolescentes e mulheres no ambiente digital.

As companhias começaram a ser notificadas nesta sexta-feira e terão dez dias úteis, contados a partir do recebimento oficial da notificação, para responder aos questionamentos da agência reguladora.

Estas são as empresas monitoradas na primeira fase da fiscalização:

  • Redes sociais:
    Instagram
    Facebook
    WhatsApp (em relação à funcionalidade pública Canais)
    Telegram (em relação às funcionalidades Canais públicos e Grupos públicos)
    Tiktok
    X
    Discord
    Youtube
    Kwai
    Linkedin
    Snapchat
    Pinterest
    Reddit
Lojas e ferramentas de IA aparecem na segunda fase:

  • Lojas de aplicativos:
    App Store
    Google Play Store

  • Ferramentas de IA:
    Gemini
    Copilot
    Claude
    Deepseek
    ChatGPT
    Meta AI
    Perplexity

A seleção considerou fatores como o alcance dos serviços no mercado brasileiro, sua relevância para os usuários e os possíveis riscos relacionados à circulação de conteúdo publicado por terceiros.

O órgão regulador ressaltou que as investigações não abrangem comunicações privadas em aplicativos de mensagens ou serviços de e-mail, em respeito ao sigilo de dados garantido por lei.

No caso de aplicativos como WhatsApp e Telegram, a fiscalização se limitará às ferramentas públicas de compartilhamento e distribuição de conteúdo, como canais e grupos abertos.

O que a ANPD está monitorando

"Nesta primeira fase, as plataformas e lojas de aplicativo terão que responder sobre a existência e efetividade de estruturas de governança, mecanismos de transparência, sistemas de gestão e mitigação de riscos, procedimentos de moderação de conteúdo, canais de denúncia, medidas de proteção de usuários, entre outros pontos que as permitam cumprir as leis e normas brasileiras", diz a ANPD em nota.

Nas redes sociais, a ANPD monitora os mecanismos de proteção voltados a impedir o impulsionamento de conteúdos criminosos ou ilegais, especialmente quando podem atingir crianças, adolescentes e mulheres. A existência de canais de denúncia para esse tipo de publicação também está entre os pontos fiscalizados.

No caso das lojas de aplicativos, a fiscalização vai verificar se as plataformas contam com mecanismos capazes de impedir a criação e a disseminação desse tipo de conteúdo.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Nova lei faz Google, Meta e TikTok pagarem por notícias; entenda

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Nova lei australiana prevê que plataformas desembolsem 2,5% da receita publicitária se não fecharem acordos com veículos de imprensa.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
TOPO
Por Reuters

Postado em 20 de Agosto de 2.026 às 11h50m

. #.* $    Post. - Nº.\  5.509   $ *.#.

Governo estabelece novas regras para big techs atuarem no Brasil; veja principais pontos
Governo estabelece novas regras para big techs atuarem no Brasil; veja principais pontos

A Austrália aprovou nesta quinta-feira (20) uma lei que pode obrigar grandes empresas de tecnologia a pagar milhões de dólares australianos a veículos de imprensa do país caso não façam acordos comerciais para financiar a produção de notícias.

A chamada News Bargaining Incentive prevê uma cobrança equivalente a 2,5% da receita de publicidade das plataformas que se enquadrarem na regra e não cumprirem as exigências previstas na legislação.

A medida vale para empresas com serviços relevantes de busca ou redes sociais na Austrália e receita anual de publicidade no país superior a 250 milhões de dólares australianos (cerca de US$ 178 milhões),

Google, Meta, TikTok e LinkedIn estão entre os alvos

A cobrança poderá atingir empresas como Google, da Alphabet, Meta, TikTok e LinkedIn, da Microsoft.

O dinheiro arrecadado será destinado a veículos de imprensa australianos. O governo argumenta que as plataformas se beneficiam do conteúdo jornalístico ao utilizá-lo para aumentar o engajamento dos usuários e, consequentemente, a receita publicitária.

Marco civil da internet: como EUA e Europa tratam as 'big techs' — Foto: BBC/Getty Images
Marco civil da internet: como EUA e Europa tratam as 'big techs' — Foto: BBC/Getty Images

As empresas, porém, podem evitar a cobrança se fecharem acordos comerciais com veículos de comunicação.

Empresas terão de fechar acordos com ao menos 8 veículos

Para escapar da cobrança, as plataformas deverão firmar acordos com pelo menos oito diferentes empresas de mídia até o fim de seu período de prestação de contas.

Os contratos precisam financiar a produção de notícias ou estar relacionados à disponibilização de conteúdo jornalístico produzido pelos veículos nas plataformas.

O valor pago nos acordos será descontado da quantia que a empresa teria de pagar como cobrança.

A legislação ainda estabelece incentivos diferentes de acordo com o tamanho do veículo: gastos com grandes empresas de mídia terão um abatimento de 150%, enquanto acordos com veículos pequenos e médios terão abatimento de 200%.

Cada contrato individual, porém, poderá representar no máximo 25% do valor total da cobrança à qual a plataforma estaria sujeita.

Austrália já havia criado regras para plataformas

A nova legislação amplia a pressão da Austrália sobre as grandes empresas de tecnologia para que compartilhem parte da receita gerada com a distribuição de conteúdo jornalístico.

O governo australiano afirmou que a aprovação da lei deixa claro para as plataformas que elas devem buscar acordos comerciais com os veículos de imprensa.

A medida foi aprovada um dia depois de o Parlamento australiano também aprovar restrições à publicidade de apostas.