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segunda-feira, 15 de junho de 2026

OpenAI derrota ação da xAI sobre suposto roubo de segredos comerciais

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Juíza concluiu que a empresa de Elon Musk não apresentou provas de que a OpenAI obteve informações confidenciais de forma indevida durante o recrutamento de um ex-engenheiro da rival.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 15 de Junho de 2.026 às 17h10m
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Uma juíza federal dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira uma ação movida pela xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, que acusava a OpenAI, de Sam Altman, de se apropriar de segredos comerciais da companhia.

A juíza Rita Lin, de São Francisco, afirmou que a xAI não conseguiu comprovar que a OpenAI incentivou o ex-engenheiro da empresa Xuechen Li a obter informações confidenciais de forma indevida.

Segundo a magistrada, também não há evidências de que Li tenha revelado segredos comerciais da xAI durante uma apresentação feita enquanto participava de um processo de recrutamento da OpenAI.

Lin encerrou o processo de forma definitiva, afirmando que seria "inútil" permitir que a xAI continuasse com a ação. Em fevereiro, ela já havia rejeitado uma versão anterior do processo.

Apresentada originalmente em setembro do ano passado, a ação alegava que ex-funcionários da xAI levaram informações confidenciais da empresa, incluindo códigos-fonte relacionados ao chatbot Grok, ao deixarem seus cargos para trabalhar na OpenAI.

A decisão de segunda-feira (15) representa a segunda derrota judicial de Musk contra a OpenAI em quatro semanas.

Em 18 de maio, um júri federal decidiu contra o homem mais rico do mundo em seu processo de US$ 150 bilhões, no qual acusava a OpenAI e Altman de "roubarem uma instituição de caridade" ao traírem a missão original da empresa como uma organização sem fins lucrativos para enriquecerem a si mesmos.

A xAI integra o grupo SpaceX, controlado por Elon Musk e com atuação nas áreas espacial, de satélites e de inteligência artificial.

Os advogados da xAI não responderam imediatamente aos pedidos de comentário. A OpenAI e seus advogados também não responderam imediatamente a pedidos semelhantes.

O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT — Foto: AP/Michael Dwyer, Arquivo
O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT — Foto: AP/Michael Dwyer, Arquivo

Rotina de trabalho

A ação da xAI se baseava em uma apresentação feita por Li antes de ser recrutado pela OpenAI.

A empresa de Musk afirmou que a OpenAI tentou obter segredos relacionados ao lançamento do Grok 4, previsto para julho de 2025.

Segundo a acusação, a empresa sabia que uma futura atualização do ChatGPT não conseguiria competir em raciocínio complexo e estaria atrasada em técnicas como aprendizado por reforço e pós-treinamento, nas quais Li teria expertise.

A juíza, porém, afirmou que é rotina pedir a candidatos que discutam experiências profissionais anteriores e que não há evidências de que a OpenAI tenha pressionado Li a revelar informações confidenciais.

Sustentar o contrário poderia expor empregadores a responsabilidades legais sempre que questionassem o histórico profissional de um candidato, escreveu o juiz Lin.

A OpenAI afirmou que Li nunca trabalhou para a empresa e que jamais obteve segredos da xAI.

Ao pedir o arquivamento do processo, os advogados da OpenAI afirmaram: A OpenAI não precisa nem quer segredos comerciais de ninguém, especialmente da xAI, que está fracassando no mercado e perdendo talentos em ritmo acelerado.

Li é processado separadamente pela xAI e nega qualquer irregularidade.

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Fox compra Roku por US$ 22 bilhões

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Empresa resultante da fusão terá um dos maiores negócios de streaming dos Estados Unidos, incluindo Tubi e The Roku Channel.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 15 de Junho de 2.026 às 16h40m
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Fachada da Roku em um prédio no Texas, nos EUA. — Foto: Mike Blake/Reuters
Fachada da Roku em um prédio no Texas, nos EUA. — Foto: Mike Blake/Reuters

A Fox Corporation anunciou nesta segunda-feira (15) que firmou um acordo para a compra da Roku, plataforma e sistema operacional de televisões, voltada a facilitar o acesso a serviços de streaming.

A aquisição será feita por meio de uma combinação de dinheiro e ações ordinárias (com direito a voto), em um negócio de aproximadamente US$ 22 bilhões (R$ 111,8 bilhões). O preço pago por ação será de US$ 160 (R$ 813,23).

A transação combina o conteúdo de esportes, notícias e entretenimento da Fox e o serviço Tubi com a plataforma de streaming, o The Roku Channel, dados primários da companhia e relacionamento direto com mais de 100 milhões de lares.

A empresa resultante da fusão se tornará a terceira maior do setor de televisão dos EUA em termos de participação de audiência, informaram as empresas.

"Juntas, Fox e Roku criarão uma empresa de mídia e tecnologia de última geração em grande escala, posicionada na interseção de duas das forças mais importantes que estão remodelando o consumo de vídeo: a primazia duradoura dos esportes e notícias ao vivo e o crescimento contínuo do streaming", afirmou a empresa em comunicado feito ao mercado.

A Roku é uma das primeiras empresas a levar plataformas de streaming como Netflix e YouTube para a televisão por meio de dispositivos conectados e smart TVs.

Seus negócios são impulsionados principalmente pela receita de publicidade e assinaturas de aplicativos de streaming em sua plataforma. A publicidade é o maior componente, com receita de US$ 613 milhões (R$ 3,1 bilhões) no primeiro trimestre — um aumento de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Após a conclusão, os atuais acionistas da Fox deverão deter cerca de 73% da empresa resultante da fusão e os acionistas da Roku, cerca de 27%. A expectativa é que o negócio seja concluído no primeiro semestre de 2027.

Segundo o presidente-executivo e diretor-executivo da Fox Corporation, Lachlan Murdoch, a combinação "transformará o escopo" da empresa e deve trazer uma mudança "significativa" no perfil de crescimento.

"Executamos essa aquisição a partir de uma posição de solidez financeira — mantendo nosso balanço patrimonial com grau de investimento, enquanto oferecemos aos nossos acionistas um programa ininterrupto de retorno de capital na forma de recompra de ações e dividendos", afirmou em nota.

Ainda de acordo com a empresa, a expectativa é que a transação acelere a estratégia digital da Fox, contribua para o aumento do fluxo de caixa. A empresa espera economizar cerca de US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) por ano com redução de custos, além de ter a chance de aumentar suas receitas.

*Com informações da agência de notícias Reuters.

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Jogador da Espanha não toca na bola nos primeiros 30 minutos e quebra recorde que durava 60 anos

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Centroavante da La Roja, Mikel Oyarzabal foi chamado de "fantasma" por jornal espanhol

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Por Redação do ge — Atlanta, EUA

Postado em 15 de Junho de 2.026 às 15h25m
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Até os 30 min do 1º tempo - Espanha não assusta Cabo Verde
Até os 30 min do 1º tempo - Espanha não assusta Cabo Verde

Mikel Oyarzabal quebrou um recorde nada satisfatório na partida entre Espanha e Cabo Verde. Segundo o site estatístico OptaJoe, o centroavante espanhol é o primeiro jogador registrado, desde 1966, a jogar os primeiros 30 minutos de uma partida da Copa do Mundo da FIFA e não tocar na bola uma única vez.

O jornal espanhol Marca publicou uma matéria sobre o fato inusitado envolvendo o atacante, dizendo que ele estava em "modo fantasma", mas destacou o fato de os europeus estarem enfrentando uma equipe muito bem montada defensivamente, o que dificulta a vida do centroavante.

"Não foi o melhor primeiro tempo da história da Seleção Espanhola. E, especificamente, para Mikel Oyarzabal. Apesar de os comandados de Luis de la Fuente enfrentarem uma sólida defesa, os espanhóis não conseguiram movimentar a bola com rapidez. Oyarzabal foi quem mais sofreu com isso. O atacante ficou perdido em meio à defesa africana e passou os primeiros trinta minutos sem tocar na bola. Isso é inédito na história da Copa do Mundo, desde que os registros começaram a ser feitos", escreveu o jornal.

Oyarzabal quebrou recorde que durava 60 anos — Foto: Reuters/Brett Davis
Oyarzabal quebrou recorde que durava 60 anos — Foto: Reuters/Brett Davis

Destaque do primeiro tempo sem gols em Atlanta, o goleiro Vozinha, de 40 anos, fechou o gol contra a favorita Espanha e gerou muitos comentários nas redes sociais:

Vozinha foi o nome do primeiro tempo entre Espanha x Cabo Verde
Vozinha foi o nome do primeiro tempo entre Espanha x Cabo Verde

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