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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Fabricantes chineses de chips conquistam 41% dos servidores locais de IA

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Número marca um recuo significativo para Nvidia, que detinha participação dominante no mercado de IA da China
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Reuters
01/04/26 às 18:20 | Atualizado 01/04/26 às 18:25
Postado em 23 de Abril de 2.026 às 14h00m

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Chips em placa de circuito  • 25/02/2022 REUTERS/Florence Lo

Os fabricantes chineses de GPUs e chips de IA capturaram quase 41% do mercado de servidores aceleradores de inteligência artificial da China no ano passado, corroendo a posição outrora dominante da Nvidia em um de seus mais importantes mercados no exterior, de acordo com dados de um relatório da IDC visto pela Reuters.

O governo chinês está cada vez mais cauteloso em relação à dependência de chips estrangeiros e tem pressionado agências governamentais e empresas a adotarem alternativas domésticas depois que sucessivas ondas de controles de exportação dos Estados Unidos impediram o acesso da China aos produtos mais avançados da Nvidia.

As vendas totais de placas aceleradoras de IA da Nvidia, AMD e fabricantes de chips chineses atingiram aproximadamente 4 milhões de unidades na China em 2025, mostraram os dados.

A Nvidia continuou sendo a líder de mercado, com vendas de cerca de 2,2 milhões de placas e detendo uma participação de 55%. Mas esse número marca um recuo significativo para a fabricante dos EUA, que detinha uma participação dominante no mercado de IA da China. A AMD teve uma presença modesta, com vendas de cerca de 160 mil placas e uma participação de 4%, mostraram os dados da IDC.

Os fornecedores chineses venderam em conjunto 1,65 milhão de placas, respondendo por 41% do mercado total - um marco que ressalta a agressividade com que os participantes nacionais se movimentaram para preencher a lacuna deixada pelo endurecimento dos controles de exportação dos EUA.

A Huawei Technologies emergiu como a líder absoluta entre os fornecedores chineses, vendendo cerca de 812 mil chips de IA, aproximadamente metade de todas as vendas de marcas nacionais. A unidade de design de chips da Alibaba, a T-Head, ficou em segundo lugar, com vendas de aproximadamente 265 mil.

Kunlunxin e Cambricon, da Baidu, venderam, cada uma, cerca de 116 mil placas, ficando em terceiro lugar entre os fornecedores chineses.

Hygon e as startups de GPU MetaX e Iluvatar CoreX foram responsáveis por 5%, 4% e 3% do total de vendas dos fornecedores chineses, respectivamente.

Em 2025, o governo da China lançou uma nova campanha de incentivo a investimentos em infraestrutura de IA e governos locais aceleraram centros de computação inteligente em todas as províncias, muitos dos quais com diretrizes implícitas de compra de componentes chineses.

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Fundo da Robinhood investe US$ 75 mi na OpenAI para ampliar acesso de investidores

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Investimento do fundo de risco na criadora do ChatGPT faz parte da estratégia da plataforma de oferecer a investidores de varejo acesso a empresas privadas antes do IPO.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 22 de Abril de 2.026 às 16h00m
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O fundo de investimentos da Robinhood anunciou nesta quarta-feira (22) um aporte de US$ 75 milhões na OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT.

A iniciativa busca ampliar o acesso de investidores de varejo — pessoas físicas que investem por conta própria — a companhias de tecnologia muito conhecidas, mas que ainda não abriram capital na bolsa.

A OpenAI se tornou uma das empresas mais observadas do setor de inteligência artificial generativa após o sucesso viral do ChatGPT.

O avanço da companhia ajudou a impulsionar uma corrida entre grandes empresas de tecnologia e startups para desenvolver e lançar ferramentas baseadas em IA, movimento que já atrai bilhões de dólares em investimentos.

Robinhood amplia atuação e valor de mercado

O aporte foi feito por meio do Robinhood Ventures Fund I, fundo que se tornou público em março. A proposta é permitir que investidores de varejo tenham acesso a oportunidades em empresas privadas — um tipo de investimento historicamente concentrado nas grandes gestoras de capital de risco do Vale do Silício.

Conhecida inicialmente como um aplicativo de negociação voltado ao investidor pessoa física, a Robinhood passou nos últimos anos a ampliar sua atuação e hoje se apresenta como uma plataforma mais ampla de serviços financeiros.

Esse movimento ajudou a empresa a alcançar uma capitalização de mercado próxima de US$ 78 bilhões.

Com a notícia do investimento, as ações da companhia subiam 3,6% no pré-mercado.

O aporte também sugere uma redução das tensões que haviam surgido entre as duas empresas no ano passado. Na ocasião, a Robinhood anunciou que distribuiria tokens de ações baseados em blockchain, no valor de 5 euros, ligados a empresas privadas como a OpenAI e a SpaceX.

Esses tokens funcionam como representações digitais de ações e combinam características do mercado financeiro tradicional com a dinâmica de negociação das criptomoedas.

A modalidade tem atraído investidores internacionais por oferecer acesso mais simples, horários de negociação mais flexíveis e custos menores.

Depois do anúncio, porém, a OpenAI afirmou que não havia firmado parceria com a Robinhood, não apoiava a iniciativa e não participava da oferta desses tokens.

Logo da OpenAI, dona do ChatGPT — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/
Logo da OpenAI, dona do ChatGPT — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/

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quarta-feira, 22 de abril de 2026

Usar o celular enquanto carrega é perigoso? Veja em quais situações é preciso ter cuidado

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Risco de choques ou explosões é baixo caso as pessoas utilizem carregadores e baterias originais, mas existem situações que exigem atenção.
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Por Redação g1

Postado em 22 de Abril de 2.026 às 13h25m
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O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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Como um celular pode explodir mesmo sem estar carregando
Como um celular pode explodir mesmo sem estar carregando

Quem nunca usou o celular enquanto ele estava na tomada, carregando? A prática é comum e traz poucos riscos, principalmente se for para responder uma mensagem ou checar algo rapidamente. Usar junto com um powerbank (carregador portátil) também é seguro, desde que ele seja certificado.

Existem algumas situações em que é preciso ter mais de cuidado, como em momentos de chuva. Também uma boa ideia sempre optar por cabos e fontes originais para evitar risco à vida, por exemplo.

Veja mais detalhes abaixo:

Como se proteger ao usar o celular enquanto ele carrega — Foto: Daniel Ivanaskas/Arte g1
Como se proteger ao usar o celular enquanto ele carrega — Foto: Daniel Ivanaskas/Arte g1

1. Tire o celular da tomada durante chuvas fortes e de longa duração

Durante tempestades, é possível que um raio atinja a rede elétrica da casa, gerando uma grande tensão que pode chegar até o celular. Há risco de choque se alguém estiver usando o telefone.

Por isso, evite usar o aparelho conectado na tomada durante chuvas.

2. Use carregador e cabos originais

Os carregadores originais dos smartphones e outros produtos eletrônicos passam pela certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e contam com um selo.

Eles possuem componentes mantém uma tensão muito baixa para dar choque. É a opção mais segura para carregar o aparelho em qualquer circustância.

Carregadores paralelos que não são certificados ou recomendados pelas próprias fabricantes podem não ter alguns itens de segurança, além de possivelmente passarem mais carga do que o recomendado.

Evite ainda o uso de adaptadores e muito cuidado com tomadas com mau contato.

É importante também que a bateria instalada no aparelho seja original. Versões paralelas não passam pelas certificações de segurança.

Fique atento com a expansão da bateria – se reparar que o celular está "inchado" ou que alguma parte da tela levantou, deixe de usar o telefone e o leve até uma assistência técnica. Os componentes químicos da bateria podem vazar e causar até explosões.

Fique de olho também na temperatura: se o aparelho estiver esquentando mais do que o normal, procure um especialista.

4. Não deixe o celular carregando debaixo de um travesseiro

É muito importante nunca abafar o celular enquanto ele estiver carregamento. Por isso, não deixe o aparelho de baixo de um travesseiro, cobertor ou até mesmo do seu corpo enquanto ele estiver na tomada.

Isso porque o aparelho naturalmente esquenta durante a carga e se não tiver ventilação adequada, pode superaquecer e causar problemas na bateria que geram risco à vida, como explosões.

Quando for dormir, deixe o aparelho longe de você e de objetos inflamáveis. É importante que você não seja pego de surpresa ou que corra grandes riscos caso ocorra um incêndio, por exemplo. São casos raros, mas a precaução é chave.

5. Em caso de telefonema, desconecte o celular do carregador

Caso aconteça algum acidente e o aparelho sofra uma descarga elétrica, ele não estará perto do seu rosto. Também é uma boa ideia não usar fones de ouvido com fio durante o carregamento.

6. Não carregue o celular em locais úmidos, como banheiro

Para evitar choques, não coloque o telefone para carregar em locais úmidos, como próximo a uma pia, banheira ou chuveiro. Também é importante não conectar ou desconectar o carregador com as mãos molhadas.

7. Se o aparelho estiver na tomada, procure usar calçado de borracha

A borracha é um material isolante e pode proteger de eventuais choques elétricos.

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