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sexta-feira, 20 de março de 2026

Amazon planeja primeiro celular mais de 10 anos após tentativa frustrada com Fire Phone

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Conhecido internamente como Transformer, aparelho deve ser focado na assistente Alexa e em compras na Amazon. Empresa lançou outro smartphone em 2014, mas descartou projeto em pouco mais de um ano.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 20 de Março de 2.026 às 16h00m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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Representante da Amazon demonstra os recursos do Fire Phone, em foto de 18 de junho de 2014 — Foto: Reuters/Jason Redmond
Representante da Amazon demonstra os recursos do Fire Phone, em foto de 18 de junho de 2014 — Foto: Reuters/Jason Redmond

Amazon está se preparando para lançar um novo celular, mais de 10 anos depois de anunciar um aparelho que foi considerado um de seus maiores fracassos, revelou nesta sexta-feira (20) a agência Reuters.

O novo projeto é conhecido internamente como Transformer e está sendo desenvolvido pela unidade de dispositivos e serviços da Amazon, afirmaram à Reuters quatro fontes que pediram anonimato porque não estavam autorizadas a discutir assuntos internos.

O telefone é visto como um potencial dispositivo de personalização móvel capaz de se sincronizar com a assistente de voz Alexa e servir como um canal de contato com os clientes da Amazon ao longo do dia, explicaram as fontes.

Em 2014, a Amazon lançou seu primeiro smartphone, na esperança de enfrentar a Apple e a Samsung. Em vez disso, o Fire Phone – supervisionado diretamente pelo fundador Jeff Bezos – foi descartado em pouco mais de um ano.

O projeto Transformer é o mais novo capítulo de um esforço de anos para levar ao mercado a visão de longa data de Bezos de um assistente de computação onipresente acionado por voz, semelhante ao computador controlado por voz da série de ficção científica "Star Trek".

Bezos imaginou um smartphone com foco em compras e capacidade de competir com a Apple, oferecendo facilidades de entrega e descontos por meio da assinatura Prime.

Com o aparelho, a Amazon poderia obter ainda mais dados sobre os usuários. As informações seriam combinadas com o histórico de compras e as preferências de conteúdo. 

Jeff Bezos e o Fire Phone — Foto: AP
Jeff Bezos e o Fire Phone — Foto: AP

O esforço da Amazon para lançar um novo smartphone não foi relatado anteriormente. A Reuters não conseguiu determinar alguns detalhes, como o preço previsto do telefone, a receita projetada com o aparelho ou o investimento que a empresa está fazendo no projeto.

O cronograma para o projeto Transformer da Amazon também não está claro, e as fontes advertiram que ele poderia ser descartado se a estratégia mudar ou devido a preocupações financeiras.

Um porta-voz da Amazon não quis comentar sobre o caso.

Os recursos de personalização do novo telefone facilitariam comprar no site da Amazon, assistir ao Prime Video, acessar o Prime Music ou pedir comida em serviços de delivery parceiros como o Grubhub.

Um dos principais focos do Transformer é a integração de recursos de inteligência artificial no celular. Isso eliminaria a necessidade de lojas de aplicativos tradicionais, que exigem o download e o registro de aplicativos antes que eles possam ser usados.

A Alexa provavelmente seria um recurso ⁠central, mas não necessariamente o sistema operacional principal do telefone.

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Como funciona o robô humanoide projetado para identificar alvos e usar armas em guerras

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O robô Phantom-01 está sendo desenvolvido pela empresa americana Foundation Future Industries com foco em fins de defesa. Segundo a companhia, decisões sobre ataques continuarão sendo de humanos.
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Por Redação g1

Postado em 20 de Março de 2.026 às 05h00m
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Conheça o robô humanoide projetado para usar armas em guerras
Conheça o robô humanoide projetado para usar armas em guerras

Uma empresa americana está construindo um robô humanoide para fins militares. O objetivo é que ele consiga lidar de forma autônoma com logística, navegação e até mesmo identificação de alvos em um conflito.

Batizado de Phantom-01, ele foi criado pela Foundation Future Industries, uma empresa de São Francisco, nos Estados Unidos, que o classifica como o seu primeiro robô humanoide voltado ao mercado.

O robô tem 1,80 m de altura e pesa 80 kg. Segundo a fabricante, ele foi projetado para transportar cargas de até 40 kg e andar com velocidade de até 6,1 km/h, mais rápido do que a maioria dos humanos.

No momento, o Phantom-01está sendo treinado para fins não letais, como a movimentação de materiais e execução de tarefas em fábricas. Mas o uso militar é o objetivo da fabricante a longo prazo, adiantou à Reuters Sankaet Pathak, criador da Foundation Future Industries.

"Nosso objetivo é construir robôs totalmente autônomos. É definitivamente um processo, então leva tempo para chegarmos lá", afirmou.

"Eventualmente, sim, queremos que os robôs também sejam capazes de identificar alvos e, então, usar armas", disse Pathak. "Não vemos um cenário em que eles dispensem a supervisão humana".

Phantom-01, robô desenvolvido pela americana Foundation Future Industries — Foto: Reuters
Phantom-01, robô desenvolvido pela americana Foundation Future Industries — Foto: Reuters

O executivo comparou o robô com drones de guerra que podem se mover e identificar alvos por conta própria, mas dependem da ação humana para realizar ataques.

"É necessário um comando humano antes de executar qualquer operação que envolva o uso de armas", explicou Pathak.

"Mas até esse momento, que inclui muitas tarefas de pegar, colocar e mover objetos, necessárias em logística, manufatura e gerenciamento de suprimentos em cenários de guerra ou defesa, é importante serem realizadas de forma autônoma".

Ainda segundo o executivo, o Phantom-01 foi projetado para operar com um computador integrado, em vez de depender da comunicação com uma rede externa. Desse jeito, a empresa espera fazer o robô ficar menos exposto a ataques cibernéticos.

A segunda geração do robô deverá ser revelada em abril pela Foundation Future Industries. A empresa disse que a nova versão é mais fácil de ser fabricada em larga escala e que espera vender milhares de unidades ainda este ano.

No mercado de robôs humanoides, o Phantom-01 enfrenta a concorrência do Optimus, da Tesla, Digit, da Agility Robotics, e Apollo, da Apptronik, por exemplo.

Phantom-01, robô desenvolvido pela americana Foundation Future Industries — Foto: Reuters/Aleksandra Michalska
Phantom-01, robô desenvolvido pela americana Foundation Future Industries — Foto: Reuters/Aleksandra Michalska    

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terça-feira, 17 de março de 2026

ECA Digital: Google, Meta e TikTok explicam como verificam idade de usuários no Brasil

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Lei obriga plataformas com acesso de menores a adotar mecanismos para adequar conteúdo à faixa etária. Fórum online Reddit também disse ter implementado medidas para cumprir novas regras.
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Por Redação g1

Postado em 17 de Março de 2.026 às 19h25m
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ECA Digital: estão em vigor as novas regras para menores em redes sociais, jogos e sites
ECA Digital: estão em vigor as novas regras para menores em redes sociais, jogos e sites

Google, a Meta, o TikTok e o Reddit detalharam nesta terça-feira (17) como verificam a idade de usuários. As empresas se manifestaram no mesmo dia em que o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) entrou em vigor.

A lei determina que plataformas direcionadas a crianças e adolescentes ou com acesso provável por esse público devem "adotar mecanismos para proporcionar experiências adequadas à idade".

As redes sociais não pedirão para todos os usuários enviarem documentos de identificação ou selfies para comprovar a idade. Em vez disso, elas devem fazer uma "verificação silenciosa", em que a atividade do usuário leva a uma estimativa de faixa etária.

Em comunicado, o Google disse que está implementando no Brasil um modelo de estimativa de idade, que analisa a atividade dos usuários, como as buscas realizadas ou as categorias de vídeos assistidos.

"Esses sinais nos ajudam a determinar se aquela pessoa provavelmente tem mais ou menos de 18 anos e a aplicar proteções automáticas em nossos produtos, incluindo bloquear conteúdo com classificação 18+ no YouTube e Google Play, além da ativação do SafeSearch e o bloqueio de resultados inapropriados na Busca", disse a empresa.

Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais — Foto: Hollie Adams/Reuters
Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais — Foto: Hollie Adams/Reuters

O Google, que controla a loja de aplicativos Play Store, também afirmou que está expandindo o acesso de desenvolvedores a uma ferramenta que fornece sinais de faixa etária para aplicativos.

O ECA Digital determina que lojas de aplicativos e sistemas operacionais devem tomar medidas para aferir a idade ou a faixa etária dos usuários. Essa informação precisa ser repassada para plataformas como redes sociais, que precisarão oferecer experiência adequada para cada usuário.

A Meta, por sua vez, disse que usuários precisam informar a data de nascimento ao se cadastrarem.

Segundo a empresa, quando existem suspeitas de declaração incorreta ou tentativa de aumentar a idade na plataforma, usuários precisam fazer uma verificação com o envio de um documento ou de uma selfie em vídeo.

A empresa informou ainda que vai usar novos sinais de idade que serão obtidos por meio das lojas de aplicativos e que usuários podem denunciar contas suspeitas de serem de crianças.

O TikTok disse que só permite o cadastro de usuários com, no mínimo, 13 anos e que adota uma abordagem em camadas para detectar casos em que pessoas não informaram a data de nascimento correta.

"Empregamos uma combinação de modelos de detecção que analisam uma série de sinais, incluindo, mas não se limitando a, informações de perfil da conta e conteúdo postado pelo usuário, para avaliar a probabilidade de que uma conta pertença a um usuário menor de 13 anos", disse a rede social.

Ainda segundo o TikTok, casos suspeitos podem ser denunciados por outros usuários e revisados por moderadores humanos.

O Reddit, que funciona como um fórum de discussão, disse que fará estimativas de idade para cumprir a legislação brasileira.

A plataforma afirmou ter implementado "métodos de garantia de idade para restringir totalmente o acesso a usuários menores de 16 anos e impedir que menores de 18 anos acessem conteúdo adulto".

Menores de 13 anos continuarão proibidos de usar a plataforma, e usuários com idade estimada entre 13 e 16 anos ficarão suspensos temporariamente até receberem consentimento dos pais. Por fim, usuários com idade estimada entre 16 e 17 anos precisam da verificação apenas para acessar conteúdo adulto na plataforma.

Proteção extra

A Meta afirmou que, a partir desta semana, pais poderão ativar a supervisão da conta dos filhos sem precisar da aprovação do adolescente. Adultos que já monitoram as contas não precisam adotar medidas adicionais.

Pais também terão a opção de limitar transações financeiras de seus filhos e bloquear assinaturas, contribuições para arrecadações e compras de selos virtuais.

A supervisão é habilitada na seção Contas de Adolescentes, disponível para Instagram, Facebook, Messenger e Threads. A Meta também destacou o novo recurso do WhatsApp para pais limitarem quem pode falar com seus filhos.

O Google afirmou que menores de 16 anos precisarão ter o recurso de supervisão dos pais ativado para publicar vídeos ou comentários na plataforma.

A empresa destacou ainda que pais e adolescentes podem vincular suas contas no YouTube por meio da seção Central da Família e que adultos podem controlar tempo de tela e aplicativos baixados no aplicativo Family Link.

Meta e Google revelam nova geração de chip de inteligência artificial — Foto: AP/Reuters
Meta e Google revelam nova geração de chip de inteligência artificial — Foto: AP/Reuters

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