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Apollo, Blackstone, BlackRock, Goldman Sachs e outras instituições discutem parceria para financiar chips, energia e data centers necessários à expansão da inteligência artificial, segundo o Financial Times. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Redação g1— São Paulo Postado em 10 de Agosto de 2.026 às 15h00m . #.* $ Post. - Nº.\ 5.498$*.#.
Trump diz que vai autorizar venda de semicondutores de IA da Nvidia para a China
Um grupo de instituições financeiras, incluindo Apollo Global e
Blackstone, está trabalhando com a Nvidia para montar um pacote de
financiamento de US$ 500 bilhões(R$ 2,55 trilhões)
voltado ao desenvolvimento da infraestrutura necessária para a
inteligência artificial. A informação é do Financial Times nesta
segunda-feira (10).
A possível parceria mostra o esforço da Nvidia para levantar recursos
para a infraestrutura que sustenta a expansão da inteligência
artificial, como chips, geração de energia e centros de processamento de
dados.
O grupo também inclui a Global Infrastructure Partners, da BlackRock, a Brookfield Asset Management, o Goldman Sachs e a KKR.
Segundo o Financial Times, que ouviu cinco pessoas a par das
negociações, as instituições discutem uma parceria com a Nvidia para
financiar a expansão da infraestrutura de IA.
O acordo pode ser anunciado ainda nesta segunda-feira, segundo o jornal.
A BlackRock não quis comentar o assunto. A Nvidia e as demais empresas
não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.
Empreendimento de R$ 250 milhões em Belém promete ampliar a infraestrutura de inteligência artificial na região Norte, mas Ministério Público questiona possibilidade de formação de 'ilhas de calor' e ausência de estudos ambientais para esse tipo de projeto no país. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Taymã Carneiro, g1 Pará — Belém 09/08/2026 04h00 Atualizado há 35 minutos Postado em 09 de Agosto de 2.026 às 05h00m . #.* $ Post. - Nº.\ 5.497$*.#.
Belém terá o 1º data center de IA da Amazônia
A área portuária de Miramar, no bairro do Barreiro, em Belém, vai receber o primeiro data center para Inteligência Artificial da Amazônia, o BEL1, da Elea Data Centers. O projeto é alvo de um inquérito civil do Ministério Público do Pará (MPPA), que alerta para o risco de formação de "ilhas de calor"
em uma região já castigada por temperaturas extremas. O empreendimento
também chama atenção para a ausência, no Brasil, de regras ambientais
específicas para a instalação de data centers.
🔎 Data centers (centro de dados, em inglês)são
espaços que armazenam e processam informações com equipamentos como
servidores de armazenamento e chips de processamento. Para processar
grandes volumes de dados, essas máquinas consomem muita energia e geram calor continuamente. Por isso, dependem de sistemas de resfriamento para espalhar esse calor para o ambiente.
O projeto vai iniciar com a capacidade de 7,5 megawatts, depois tem
previsão de expansão para até 100 megawatts, segundo a empresa.
Esses números chamam a atenção de especialistas ouvidos pelo g1, pois só na etapa inicial a potência de 7,5 megawatts seria suficiente para abastecer mais de 22,5 mil residências na região Norte, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia.
Com previsão de começar a funcionar no segundo trimestre de 2027, a
empresa Elea promete que o BEL1 vai servir como a infraestrutura
necessária para ampliar o acesso da região Norte à IA, à computação em nuvem e a serviços digitais,
"aproximando o processamento de dados dos usuários e reduzindo a
dependência de servidores em outras regiões do país e até no exterior".
Calor dissipado em região quente
A chegada da infraestrutura levanta questões sobre possíveis impactos
ambientais. O empreendimento virou alvo de um inquérito civil do MPPA,
sobre os potenciais riscos de criar 'ilhas de calor', que
superaqueceriam o ambiente urbano, além da ausência de licenciamento
ambiental e consultas públicas.
O promotor Márcio Maués, 1ª Promotoria de Justiça de Barcarena, quer
apurar a legalidade da instalação e os riscos de "dano climático". A
preocupação dele baseia-se em estudo de pesquisadores da Universidade de
Cambridge, indicando que data centers podem elevar a temperatura da superfície terrestre em uma média de 2°C, com picos extremos que chegam a 9,1°C, estendendo efeitos térmicos por raio de até 10 km.
O novo data center na Amazônia — Foto: Arte g1
"Não
basta afirmar que não trará consequências, não basta afirmar que será
bom. Tem que ser demonstrado tecnicamente", alerta o promotor Maués.
A pesquisa de Cambridge utilizou dados de satélite da NASA para
monitorar a temperatura da superfície terrestre no entorno de mais de 8
mil data centers de IA ao redor do mundo entre 2004 e 2024. Os
resultados apontaram um aumento médio de 2,07°C na temperatura da superfície terrestre logo após o início das operações dessas estruturas.
Os cientistas identificaram que o efeito térmico se propaga por até 10
km, mas sua intensidade decai rapidamente com a distância. O aquecimento
médio do solo fica em torno de 1°C em um raio de até 4,5 km das
instalações, segundo os resultados.
Maués destaca ainda a vulnerabilidade de comunidades ribeirinhas nos arredores da cidade,
como a Ilha das Onças, situada a apenas 4,5 km do local. Segundo ele,
essas populações não foram ouvidas conforme exige a Convenção 169 da
Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Não foram realizadas consultas públicas com moradores dos bairros Miramar, Barreiro, Sacramenta e Pratinha, que ficam próximos ao local da instalação.
"O
efeito depende da tecnologia utilizada, mas é algo que precisamos estar
atentos. Não acho que seria o caso daqui de Belém, aumentar 9°C, mas é
preciso demonstrar se haverá efeito de aumento da temperatura ou não, e
em qual proporção", defende o promotor.
O empreendedor e ambientalista Murilo Monteiro é morador do bairro da
Sacramenta e disse que acompanha com atenção as discussões sobre o
projeto. "Ainda não houve comunicação dirigida à comunidade local nem às
instituições que atuam no território.Essa ausência de diálogo gera dúvidase
demonstra a necessidade de ampliar a transparência e a participação
social desde as fases iniciais do empreendimento", afirmou.
O pesquisador Juliano Ximenes, da UFPA, concorda com a preocupação, detalhando que estruturas de data center dissipam energia na forma de calor, elevando a temperatura externa em uma área que frequentemente já atinge sensações térmicas de 34°C ou mais, gerando "manchas de calor".
A empresa afirma que usará sistemas de ar-condicionado para resfriar os
equipamentos, em vez de água. É a chamada"expansão direta", um tipo de
refrigeração industrial bastante utilizado em data centers.
O fundador e CEO da Elea, o italiano Alessandro Lombardi, diz que
estudos de impacto térmico mais profundos só seriam realizados para a
fase de 100 MW, que ainda não tem data para sair do papel.
"Quando se constrói um data center maior, eu penso que essa sugestão de
ouvir a sociedade tem que ser vista, mas não nesta fase atual do
projeto, que eu posso garantir que não tem nenhum impacto. Será como um
shopping center de médio porte, que ainda consome muito mais calor do
que um data center deste tamanho na fase inicial", ele afirma.
Projeto da Elea Data Centers em Belém. — Foto: Reprodução / Elea Data Centers
Para além da temperatura, especialistas alertam para outros possíveis
desequilíbrios. O professor Ximenes aponta que manter o resfriamento
contínuo dessas máquinas pode gerar uma poluição sonora "severa":
enquanto a Lei Complementar de Controle Urbanístico de Belém limita
ruídos a 65 dB, o entorno de data centers pelo mundo pode atingir 96 dB.
Lombardi garante que o projeto prevê mecanismos de redução de ruídos.
"O ruído eventualmente é dos geradores a diesel, e não do data center em
si. Esses geradores emitem um som medido em decibel e ele tem uma
legislação sobre o barulho. A contingência a estes ruídos está
prevista."
Data Center é o tema da série sobre questões urgentes da agenda ambiental brasileira
A Elea adquiriu um terreno em área industrial privada da Axia Energia e
afirma que segue os trâmites gerais de licenciamento para grandes
consumidores de energia. Já órgãos ambientais de Belém e do estado do Pará dizem que não possuem pedidos de licenciamento sendo analisados.
"A
sensação que nos transmite é que o projeto já está definido e que todas
as etapas de licenciamento ficam em segundo plano, como se fossem meras
formalidades", alerta Maués.
A empresa Elea disse, em nota, que "as licenças ambientais e demais
autorizações necessárias ao empreendimento estão sendo solicitadas
dentro dos prazos e trâmites legais e em linha com os investimentos
anunciados".
A Secretaria de Meio Ambiente de Belém(Semma)
informou, em ofício de julho de 2026, que não há processo de
licenciamento ambiental para o empreendimento e, por isso, não existem
estudos de impacto de vizinhança (EIV) nem relatórios de impacto
ambiental (RIMA).
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará (Semas-PA) também afirmou aog1que não possui processo de licenciamento em andamento para o data center.
Já a Agência Nacional de Energia Elétrica(Aneel)disse
que não adota tratamento diferenciado para data centers de IA e que
ainda estuda possíveis exigências relacionadas à infraestrutura da rede
elétrica.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico(ONS)foi
procurado pela reportagem para explicar se está previsto algum impacto
da carga prevista de 100 MW na rede local, mas não se manifestou.
Além do espaço, a energia usados pelo data center também será fornecida pela Axia Energia, geradora e fornecedora que atua no Pará com infraestrutura de 81 usinas e responde por 17% da capacidade de geração do país.
O centro de dados ficará em uma área alugada na propriedade da Axia; e a energia para alimentar os data centers será adquirida diretamente da fornecedora, sem envolver impactar o Sistema Integrado Nacional (SIN), segundo as duas empresas.
O CEO da Elea informou a escolha foi "estratégica" devido à proximidade
à subestação de energia Miramar, gerenciada pela Axia, antiga
Eletrobras/Eletronorte.
Lombardi afirma que a região Norte é uma grande produtora de energia
hídrica renovável, com as usinas hidrelétricas, por exemplo, mas a falta
de um "consumidor estável" de grande porte pode gerar desbalanceamento e
instabilidade na rede local.
O que o data center fará?
Segundo a empresa, o data center será uma "infraestrutura de base
necessária para que a Inteligência Artificial funcione de forma
eficiente na região Norte". O local funcionará como um "motor" para
facilitar o acesso não apenas às tecnologias de IA, mas também aos
serviços de nuvem (cloud) e conectividade.
"O objetivo do data center é fomentar o ecossistema de inovação na região", explica o CEO.
De acordo com ele, é uma resposta ao "atraso" tecnológico da região,
que atualmente depende de conexões via São Paulo até Miami.
O prédio também abrigará a infraestrutura para processar transações
bancárias, como TEDs e Pix, prontuários eletrônicos de hospitais,
sistemas do Tribunal de Justiça e a empresa disse que o centro de dados
na região garantirá que o sinal de operadoras de 4G e 5G não sofra
quedas.
🔎
Atualmente, operações simples como um Pix ou o acesso a um prontuário
médico no Norte dependem de uma rota física de dados gigantesca. As
informações viajam por terra até São Paulo e seguem por cabos submarinos
para processamento em Miami, nos Estados Unidos, antes de retornar ao
Pará. Esse percurso dos dados gera "atraso tecnológico" e deixa as
conexões vulneráveis a quedas, segundo a Elea.
A empresa explicou que os usuários do BEL1 serão gigantes do mercado. A
empresa confirmou que já possui clientes âncora de grande porte, como
empresas de tecnologia e nuvem, cujos nomes são mantidos sob sigilo
comercial.
O professor da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e
cientista da computação, Marcus Braga, afirma que o debate não é apenas
técnico, mas de soberania digital. "A inteligência artificial é a nova eletricidade. O mundo atual não consegue mais viver sem ela", afirma.
Braga defende que a instalação é uma oportunidade de "chaveamento
tecnológico" para um estado onde a internet no interior ainda é
"precária".
Para quem fica a inovação?
Para evitar que o Pará sofra um novo ciclo de "extrativismo
tecnológico", apenas fornecendo o espaço para o empreendimento, sem
contrapartidas, o professor Marcus Braga da Ufra defende que o estado
exija reservas de capacidade.
"O Estado poderia exigir, por exemplo, 10% da carga de processamento
para que possa utilizar essa infraestrutura para setores estratégicos,
como saúde e monitoramento ambiental", propõe Braga.
Para o professor Juliano Ximenes, a falta de clareza reforça a urgência
de regulamentar o uso de IA e exigir transparência das transnacionais.
"Sem isso, o neoextrativismo fará novos e maiores buracos degradados,
reais e virtuais, no século que apenas começa", explica.
A Elea Data Centers disse, em nota, que "o projeto está sendo
implantado em área industrial privada, dentro do Centro de Tecnologia da
Axia Energia" e que a previsão de início das operações "reflete o
cronograma de desenvolvimento do projeto, alinhado à implantação da
infraestrutura e à entrada de seus clientes, permanecendo condicionada
ao cumprimento de todas as etapas do processo de licenciamento e às
aprovações dos órgãos competentes".
Ainda segundo a empresa, ainda "está sendo desenvolvida a estratégia de
relacionamento com as comunidades do entorno, com previsão de
mapeamento das lideranças locais, a apresentação do projeto e a criação
de canais permanentes de diálogo".
A Elea afirmou ainda que "não foi formalmente notificada pelo MPPA" e
que "permanece à disposição para colaborar com as autoridades, prestar
os esclarecimentos necessários e cumprir integralmente todos os
requisitos aplicáveis ao empreendimento".
Área onde ficará o data center de IA da Elea em Belém. Ponto específico
no mapa não foi informado. — Foto: Reprodução / Google Maps
Ilustração mostra projeto da Elea Data Centers em Belém — Foto: Reprodução / Elea Data Centers
Novo modelo tem tela interna de 7,6 polegadas, formato semelhante ao de um tablet pequeno e já está à venda no Brasil entre R$ 12,6 mil e R$ 14,2 mil. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Henrique Martin, g1 07/08/2026 03h00 Atualizado há um dia Postado em Agosto de 2.026 às 09h45m . #.* $ Post. - Nº.\ 5.496$*.#.
Samsung Galaxy Z Fold8 fechado — Foto: Henrique Martin/g1
O Galaxy Z Fold8, novo celular dobrável da Samsung, começou a ser vendido no Brasil nesta quinta-feira (6).Anunciado no final de julho, o aparelho ganhou um formato intermediário, semelhante ao tamanho de um passaporte.
Os preços variam de R$ 12.600, na versão com 12 GB de memória RAM e 256
GB de armazenamento interno, a R$ 14.200, no modelo com 12 GB de RAM e 512 GB de espaço.
Galaxy Z Fold8: fechado, parece um passaporte, aberto, vira um tablet — Foto: Henrique Martin/g1
Com o aparelho fechado, o Z Fold8 difere da versão Ultra por ter um display mais largo que a média dos celulares modernos.
Linha de lançamentos Samsung em 2026: acima, os Galaxy Watch9. Abaixo,
da esquerda para a direita, o Z Fold8, Z Flip8 e Z Fold8 Ultra — Foto:
Divulgação
Enquanto o iPhone 17 adota a proporção de 9:19.5, o modelo da Samsung utiliza 10:16 na tela externa de 5,5 polegadas.
O visual lembra antigos aparelhos da Blackberry, mas sem o teclado físico. Essa
parte externa oferece espaço para digitar mensagens e navegar na
internet. É um aparelho pequeno, muito confortável de usar.
Samsung Galaxy Z Fold8 fechado — Foto: Henrique Martin/g1
Ao ser aberto, o celular revela a tela interna de 7,6 polegadas, na
proporção 4:3, semelhante a um tablet pequeno ou a um leitor de livros
digitais Kindle, da Amazon.
O formato permite dividir aplicativos nas duas metades e facilita o consumo de vídeos. Fica com uma barra preta nas bordas, porém.
O smartphone pesa 201 gramas e tem 9,7 milímetros de espessura quando
fechado. Aberto, a espessura cai para 4,5 milímetros, medida inferior à
doiPhone Air, da Apple, que tem 5,6 milímetros.
Samsung Galaxy Z Fold8 aberto, com a tela interna voltada para baixo — Foto: Henrique Martin/g1
A Samsung alterou a estrutura da tela dobrável, que agora é feita de titânio. O
sistema utiliza uma película de liga de titânio, 30% mais fina que um
fio de cabelo, somada a uma placa do mesmo material embaixo do painel
OLED.
O objetivo da fabricante é reduzir o vinco no meio da tela. Apesar da mudança estrutural, a marcação continua visível e perceptível ao toque durante a navegação pelo display interno.
A tela do Galaxy Z Fold8 usa titânio para disfarçar o vinco do meio, mas ele segue lá — Foto: Henrique Martin/g1
No design, o desnível do módulo de câmera na parte traseira faz com que
o aparelho fique instável ao ser apoiado em uma mesa, mesmo com uma
capa protetora.
O conjunto fotográfico do Z Fold8 segue uma solução semelhante à adotada noGalaxy S25 Edge, lançado no ano passado.
O celular possui uma câmera dupla traseira de 50 megapixels, composta
por uma lente principal com zoom óptico de 2x e uma grande angular. As
duas câmeras frontais têm 10 megapixels de resolução.
Câmera dupla do Galaxy Z Fold8 — Foto: Henrique Martin/g1
Quem são os concorrentes do Galaxy Z Fold8?
Rumores de sites especializados em tecnologia apontam que o formato
quadrado também deve ser adotado pela Apple em seu celular dobrável,
previsto para este ano. A fabricante não comenta sobre aparelhos que ainda não foram lançados.
Marcas chinesas, como a Huawei, já utilizam essa alternativa de design no exterior.
No mundo dos dobráveis de outros formatos (maiores e menores), a principal competidora da Samsung é a Motorola, com a linha Razr em três modelos: Razr Fold (grande) e Razr 70 / 70 Ultra (estilo flip).
Veja a seguir algumas opções de celulares dobráveis disponíveis nas
lojas da internet em agosto. Os preços nas lojas consultadas iam de R$
3.000 a R$ 12.600.
Samsung Galaxy Z Fold8
Motorola Razr Fold
Motorola Razr 70 Ultra
Samsung Galaxy Z Flip7 FE
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