"No primeiro trimestre de 2015, queda foi de sete pontos, segundo pesquisa da Nielsen feita por meio do monitoramento do consumo em supermercados e nos lares."

O índice global de confiança do consumidor aumentou ligeiramente ou permaneceu estável em todas as regiões do mundo no primeiro trimestre de 2015, exceto na América Latina, onde caiu dois pontos e alcançou o índice mais baixo desde 2011.
A situação brasileira mostra-se ainda pior: com queda de sete pontos, chegou ao nível mais baixo desde 2009, segundo mostra a nova pesquisa da Nielsen feita por meio do monitoramento do consumo dos brasileiros em supermercados e nos lares.
Seguem em tendência contrária Chile e Argentina, que registraram ganhos de confiança de seis e oito pontos. O índice dos dois países, entretanto, permanecem abaixo do resultado brasileiro, de 88 pontos. Os vizinhos contabilizam 87 e 75 pontos.
A América Latina como um todo, 86. No Brasil, a percepção sobre as perspectivas futuras de trabalho diminuiu 10 pontos percentuais (27%) - uma nova baixa para o país, enquanto a percepção acerca das finanças pessoais diminuiu seis pontos percentuais (60%), o segundo nível mais baixo em 10 anos.
O número de brasileiros que acreditava estar em uma recessão aumentou para 85%, de 73% do trimestre anterior e de 55% no mesmo período um ano atrás.
A economia e a inflação ocupam os dois primeiros lugares das maiores preocupações dos brasileiros ao longo dos próximos seis meses. Na média da América Latina, ganham destaque a economia e a segurança de emprego.
Leia o estudo completo no Mundo do Marketing Inteligência, exclusivo para assinantes.
A situação brasileira mostra-se ainda pior: com queda de sete pontos, chegou ao nível mais baixo desde 2009, segundo mostra a nova pesquisa da Nielsen feita por meio do monitoramento do consumo dos brasileiros em supermercados e nos lares.
Seguem em tendência contrária Chile e Argentina, que registraram ganhos de confiança de seis e oito pontos. O índice dos dois países, entretanto, permanecem abaixo do resultado brasileiro, de 88 pontos. Os vizinhos contabilizam 87 e 75 pontos.
A América Latina como um todo, 86. No Brasil, a percepção sobre as perspectivas futuras de trabalho diminuiu 10 pontos percentuais (27%) - uma nova baixa para o país, enquanto a percepção acerca das finanças pessoais diminuiu seis pontos percentuais (60%), o segundo nível mais baixo em 10 anos.
O número de brasileiros que acreditava estar em uma recessão aumentou para 85%, de 73% do trimestre anterior e de 55% no mesmo período um ano atrás.
A economia e a inflação ocupam os dois primeiros lugares das maiores preocupações dos brasileiros ao longo dos próximos seis meses. Na média da América Latina, ganham destaque a economia e a segurança de emprego.
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