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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

TikTok conclui acordo e cria empresa para evitar banimento nos EUA

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Após quase seis anos de embates políticos e judiciais, o aplicativo vendeu sua operação local a um grupo de investidores não chineses.
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Por Aline Freitas, Brenda Zacharias, g1 — São Paulo

Postado em 23 de Janeiro de 2.026 às 16h30m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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Empresa chinesa dona do TikTok fecha acordo para vender a filial da rede social nos EUA
Empresa chinesa dona do TikTok fecha acordo para vender a filial da rede social nos EUA

A ByteDance, proprietária chinesa do TikTok, finalizou o acordo com um grupo de investidores não chineses para criar uma nova empresa responsável pelas operações do aplicativo nos Estados Unidos. A medida, anunciada nesta quinta-feira (22), visa evitar o banimento da plataforma no país.

A venda foi assinada ainda no ano passado, após o término do prazo imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que foi adiado três vezes.

A medida encerra uma disputa jurídica e política que se arrastava há quase seis anos. Em agosto de 2020, Trump tentou, sem sucesso, banir o aplicativo devido a preocupações com a segurança nacional.

Na época, o governo americano usou como argumento um suposto receio de que Pequim pudesse usar o aplicativo para acessar dados confidenciais ou para disseminar propaganda. A ByteDance nega qualquer vínculo com o governo de Pequim.

Ainda não está claro se o acordo trará mudanças para os usuários do aplicativo nos EUA.

Segundo o jornal norte-americano The New York Times, desde o anúncio inicial do acordo, usuários se mostraram preocupados com uma possível reformulação do algoritmo que personaliza seus feeds.

Especialistas alertaram que a nova estrutura pode não ser suficiente para eliminar totalmente as preocupações de segurança nacional.

O presidente Donald Trump saudou o acordo e agradeceu ao presidente chinês Xi Jinping pela aprovação.

"Estou muito feliz por ter ajudado a salvar o TikTok!", disse Trump em uma publicação no Truth Social. "Gostaria também de agradecer ao presidente Xi Jinping, da China, por trabalhar conosco e, por fim, aprovar o acordo. Ele poderia ter ido por outro caminho, mas não o fez, e agradecemos por sua decisão."

O acordo prevê que investidores americanos e globais, incluindo a gigante da computação em nuvem Oracle, o grupo de private equity Silver Lake e a MGX, sediada em Abu Dhabi, detenham uma participação de 80,1% na nova joint venture, enquanto a ByteDance manterá 19,9%.

  • 🔎 Joint venture é uma empresa criada a partir dos recursos de duas companhias que se unem e passam a compartilhar os custos e dividir os seus resultados financeiros.

De acordo com o NYT, Adam Presser, ex-chefe de operações do TikTok, será o CEO da nova empresa nos EUA.

"Os dados dos usuários dos EUA serão protegidos pela USDS Joint Venture no ambiente de nuvem seguro da Oracle nos EUA. A Joint Venture operará um programa abrangente de privacidade de dados e segurança cibernética, auditado e certificado por especialistas terceirizados em segurança cibernética", afirma um site da plataforma que explica a transação.

Ainda segundo a página, a nova operação "protegerá o ecossistema dos EUA e terá autoridade para tomar decisões sobre políticas de confiança e segurança, bem como sobre moderação de conteúdo".

Em um memorando interno a que o jornal americano teve acesso, o CEO global do TikTok, Shou Chew, afirmou que a mudança permitirá que os usuários norte-americanos continuem a descobrir, criar e prosperar como parte da vibrante comunidade global do TikTok. Ele classificou o acordo como uma ótima notícia.

O acordo ocorre após uma lei ser aprovada nos EUA em 2024 que obrigava a ByteDance a ceder o controle da operação da plataforma no país para poder continuar no ar.

Logo do aplicativo Tiktok aparece sobre tela de um celular — Foto: Kiichiro Sato/AP
Logo do aplicativo Tiktok aparece sobre tela de um celular — Foto: Kiichiro Sato/AP

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Pesquisador diz ter encontrado 149 milhões de senhas expostas, incluindo contas de Gmail, Instagram e 'gov.br'

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Material reunia e-mails, nomes de usuários e senhas de vítimas ao redor do mundo e foi removido após alerta do pesquisador.
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Por Redação g1

Postado em 23 de Janeiro de 2.026 às 14h40m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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O bloqueio de tela é uma das medidas de segurança mais importantes em smartphones. Sem bloqueio, qualquer contato breve com o aparelho é suficiente para instalar um programa espião — Foto: Altieres Rohr/G1
O bloqueio de tela é uma das medidas de segurança mais importantes em smartphones. Sem bloqueio, qualquer contato breve com o aparelho é suficiente para instalar um programa espião — Foto: Altieres Rohr/G1

Um pesquisador de cibersegurança disse nesta sexta-feira (23) ter encontrado um banco de dados com 149 milhões de senhas expostas na internet. A lista inclui dados de usuários do Gmail, do Facebook, do Instagram, do Yahoo, entre outros.

Segundo Jeremiah Fowler, que detalhou o caso para a empresa ExpressVPN, o material tinha 96 GB de dados brutos, incluindo e-mails, nomes de usuários, senhas roubadas de vítimas ao redor do mundo.

Fowler disse que não havia informações sobre quem criou o banco de dados e que, por isso, alertou o provedor de hospedagem. Depois de um mês, o banco de dados foi derrubado, e as senhas ficaram inacessíveis.

Ainda de acordo com o pesquisador, a lista de contas de e-mail expostas inclui:

  • Gmail, 48 milhões;
  • Yahoo, 4 milhões;
  • Outlook, 1,5 milhão;
  • iCloud, 900 mil;
  • E-mails com final ".edu", 1,4 milhão.

Outros serviços incluem Facebook (17 milhões), Instagram (6,5 milhões), Netflix (3,4 milhões), TikTok (780 mil), Binance (420 mil) e OnlyFans (100 mil).

Sem citar números, ele também afirmou ter encontrado senhas associadas a domínios ".gov", usados por governos de vários países. Um dos registros está relacionado ao "gov.br", voltado para acessar plataformas de órgãos públicos brasileiros.

Fowler disse ainda ter encontrado um grande números de registros de serviços como Netflix, HBO Max, Disney Plus e Roblox, além de serviços financeiros, de criptomoedas e de corretoras de investimento.

"Não se sabe se o banco de dados foi usado para atividades criminosas, se as informações foram coletadas para fins legítimos de pesquisa, nem como ou por que o banco de dados foi divulgado publicamente", disse o pesquisador.

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