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Material reunia e-mails, nomes de usuários e senhas de vítimas ao redor do mundo e foi removido após alerta do pesquisador.<<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por Redação g1
Postado em 23 de Janeiro de 2.026 às 14h40m
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O bloqueio de tela é uma das medidas de segurança mais importantes em
smartphones. Sem bloqueio, qualquer contato breve com o aparelho é
suficiente para instalar um programa espião — Foto: Altieres Rohr/G1
Um pesquisador de cibersegurança disse nesta sexta-feira (23) ter encontrado um banco de dados com 149 milhões de senhas expostas na internet. A lista inclui dados de usuários do Gmail, do Facebook, do Instagram, do Yahoo, entre outros.
Segundo Jeremiah Fowler, que detalhou o caso para a empresa ExpressVPN, o material tinha 96 GB de dados brutos, incluindo e-mails, nomes de usuários, senhas roubadas de vítimas ao redor do mundo.
Fowler disse que não havia informações sobre quem criou o banco de dados e que, por isso, alertou o provedor de hospedagem. Depois de um mês, o banco de dados foi derrubado, e as senhas ficaram inacessíveis.
Ainda de acordo com o pesquisador, a lista de contas de e-mail expostas inclui:
- Gmail, 48 milhões;
- Yahoo, 4 milhões;
- Outlook, 1,5 milhão;
- iCloud, 900 mil;
- E-mails com final ".edu", 1,4 milhão.
Outros serviços incluem Facebook (17 milhões), Instagram (6,5 milhões), Netflix (3,4 milhões), TikTok (780 mil), Binance (420 mil) e OnlyFans (100 mil).
Sem citar números, ele também afirmou ter encontrado senhas associadas a domínios ".gov", usados por governos de vários países. Um dos registros está relacionado ao "gov.br", voltado para acessar plataformas de órgãos públicos brasileiros.
Fowler disse ainda ter encontrado um grande números de registros de serviços como Netflix, HBO Max, Disney Plus e Roblox, além de serviços financeiros, de criptomoedas e de corretoras de investimento.
"Não se sabe se o banco de dados foi usado para atividades criminosas, se as informações foram coletadas para fins legítimos de pesquisa, nem como ou por que o banco de dados foi divulgado publicamente", disse o pesquisador.
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