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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Amazon demite cerca de 16 mil funcionários

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Nova rodada de cortes vem após demissões de 14 mil funcionários em outubro; empresa diz que empregados nos EUA terão 90 dias para buscar recolocação interna.
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Por Redação g1

Postado em 28 de Janeiro de 2.026 às 08h40m
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Logo da Amazon, gigante da tecnologia. — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
Logo da Amazon, gigante da tecnologia. — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo

A Amazon anunciou nesta quarta-feira (28) a demissão de cerca de 16 mil funcionários, em meio a novas reduções no setor de tecnologia.

Os cortes ocorrem após a empresa dispensar 14 mil empregados em outubro do ano passado. Os desligamentos de hoje foram anunciados por Beth Galetti, vice-presidente de experiência de pessoas e tecnologia da companhia.

"Como compartilhei em outubro, temos trabalhado para fortalecer nossa organização reduzindo camadas, aumentando a propriedade e eliminando a burocracia", disse a executiva em um comunicado publicado no site da empresa (leia a íntegra ao final da reportagem).

Segundo Galetti, os funcionários que atuam nos Estados Unidos terão 90 dias para tentar uma recolocação interna antes de receber indenização, serviços de apoio à recolocação profissional e benefícios do plano de saúde.

O g1 procurou a Amazon para saber se os cortes também afetam funcionários no Brasil, mas a empresa afirmou que não tem informações adicionais a compartilhar além do que já foi divulgado.

No comunicado assinado por Beth Galetti, não há detalhamento sobre as regiões impactadas.

Antes de oficializar os desligamentos, a Amazon alertou por engano, nesta terça-feira (27), funcionários da divisão de computação em nuvem Amazon Web Services (AWS) sobre demissões.

Segundo a agência de notícias Reuters, a empresa enviou, antecipadamente, um e-mail de solidariedade e um convite para uma reunião de equipe.

De acordo com a agência, a mensagem, assinada por Colleen Aubrey, vice-presidente sênior de soluções de IA aplicada da AWS, afirmava incorretamente que funcionários impactados nos Estados Unidos, no Canadá e na Costa Rica já haviam sido informados de que perderiam seus empregos.

A Amazon se referiu às demissões no e-mail como Project Dawn.

Em canais do Slack vistos pela Reuters, funcionários da AWS que receberam a mensagem disseram que, após a mensagem eletrônica, o convite para a reunião foi cancelado quase imediatamente.

Mudanças como essa são difíceis para todos, escreveu Aubrey no e-mail, revisado pela Reuters. Essas decisões são difíceis e são tomadas de forma cuidadosa, à medida que posicionamos nossa organização e a AWS para o sucesso futuro.

Na última sexta-feira (23), a Reuters já havia informado que a Amazon pretendia demitir milhares de funcionários a partir desta semana.

Comunicado da Amazon sobre as demissões

"Quero avisar que estamos fazendo mudanças organizacionais adicionais na Amazon que vão impactar alguns de nossos colegas de equipe. Reconheço que essa é uma notícia difícil, por isso estou compartilhando o que está acontecendo e por quê.

Como compartilhei em outubro, temos trabalhado para fortalecer nossa organização reduzindo camadas, aumentando a propriedade e eliminando a burocracia. Enquanto muitas equipes finalizaram suas mudanças organizacionais em outubro, outras equipes só concluíram esse trabalho agora.

As reduções que estamos fazendo hoje impactarão aproximadamente 16.000 vagas na Amazon, e estamos novamente trabalhando duro para apoiar todos cujos cargos são impactados. Isso começa oferecendo 90 dias para a maioria dos funcionários baseados nos EUA para buscar uma nova função internamente (o tempo varia internacionalmente conforme os requisitos locais e de país). Depois, para colegas que não conseguirem encontrar uma nova vaga na Amazon ou que optem por não procurar, ofereceremos suporte à transição, incluindo indenização, serviços de outplacement, benefícios de seguro saúde (conforme aplicável) e mais.

Enquanto fazemos essas mudanças, também continuaremos contratando e investindo em áreas e funções estratégicas que são críticas para o nosso futuro. Ainda estamos nos estágios iniciais de construir todos os nossos negócios e há uma oportunidade significativa pela frente.

Alguns de vocês podem perguntar se este é o começo de um novo ritmo – onde anunciamos reduções amplas a cada poucos meses. Esse não é o nosso plano. Mas, como sempre fizemos, toda equipe continuará avaliando a propriedade, a velocidade e a capacidade de inventar para os clientes, e fará ajustes conforme necessário. Isso nunca foi tão importante quanto é hoje, em um mundo que está mudando mais rápido do que nunca.

Sou grata pela forma como nossas equipes continuam a entregar – pelos clientes, uns pelos outros e pelas coisas incríveis que estamos construindo juntos.

Obrigada,Beth"

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Meta, TikTok e YouTube serão julgados por acusação de viciar jovem de 19 anos; caso pode abrir enorme precedente

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O caso é o primeiro de vários que devem ir a julgamento neste ano, focados no que os autores chamam de "vício em mídia social" entre as crianças.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 26 de Setembro de 2.026 às 17h15m
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 — Foto: Sofia Mayer/g1
— Foto: Sofia Mayer/g1

Meta, TikTok e YouTube serão julgados nesta semana por causa das alegações de que suas plataformas estão alimentando uma crise de saúde mental entre os jovens, enquanto o debate sobre o tempo de tela das crianças entra em uma nova fase.

O julgamento no Tribunal Superior da Califórnia, no Condado de Los Angeles, é um teste para milhares de outras ações buscando indenizações por danos causados pelas redes sociais, em uma ofensiva legal que pode enfraquecer a longa defesa jurídica das grandes empresas de tecnologia.

Esse julgamento envolve uma jovem de 19 anos da Califórnia, identificada como K.G.M., que afirma ter se tornado viciada nas plataformas das empresas quando era mais nova devido ao design que chama a atenção, de acordo com os autos do processo. Ela alega que os aplicativos alimentaram sua depressão e pensamentos suicidas e está tentando responsabilizar as empresas.

Seu processo é o primeiro de vários casos que devem ir a julgamento neste ano, focados no que os autores chamam de "vício em mídia social" entre as crianças.

Será a primeira vez que os gigantes da tecnologia terão que se defender em um julgamento sobre supostos danos causados por seus produtos, disse o advogado da autora, Matthew Bergman. "Elas estarão sob um nível de escrutínio que não existe quando você depõe perante o Congresso", disse ele à Reuters.

O júri decidirá se as empresas foram negligentes ao fornecer produtos que prejudicaram a saúde mental de K.G.M. e se o uso dos aplicativos foi um fator substancial para sua depressão, em comparação com outras causas, como o conteúdo de terceiros que ela visualizou nos aplicativos ou aspectos de sua vida off-line.

Um fator importante no processo é uma lei federal que isenta amplamente plataformas como Instagram e TikTok de responsabilidade legal pelo conteúdo postado por seus usuários. As empresas de tecnologia argumentam que essa lei as protege no caso de K.G.M.

"Este é realmente um caso de teste", disse Clay Calvert, advogado de mídia do American Enterprise Institute. "Vamos ver o que acontece com essas teorias" de que as plataformas de mídia social causaram danos à autora da ação.

Um veredito contra as redes sociais abriria uma brecha nessa defesa, que as tem protegido de processos há décadas. Mostraria que jurados estão dispostos a responsabilizar as plataformas. Segundo Bergman, o assunto provavelmente chegará à Suprema Corte, seja pelo caso de K.G.M. ou outro.

Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta, deve ocupar o banco das testemunhas. A empresa argumentará no tribunal que seus produtos não causaram os problemas de saúde mental de K.G.M., disseram os advogados da Meta à Reuters antes do julgamento.

É esperado que o presidente-executivo da Snap, Evan Spiegel, também testemunhe, já que sua empresa é ré no processo. A Snap fechou acordo, em 20 de janeiro, para resolver a ação judicial da K.G.M.. Um porta-voz da empresa se recusou a comentar sobre os detalhes do acordo.

O YouTube argumenta que as plataformas da empresa são fundamentalmente diferentes das plataformas de mídia social, como o Instagram e o TikTok, e não devem ser agrupadas no tribunal, disse um executivo do YouTube antes do julgamento.

O TikTok se recusou a comentar sobre os argumentos planejados pela empresa no tribunal.

Formando a opinião pública

Por meio desse julgamento, essas empresas de tecnologia estarão fazendo um esforço em todo o país para convencer os críticos de que seus produtos são seguros para adolescentes. Elas lançaram ferramentas que, segundo elas, dão mais controle aos pais sobre o uso das plataformas pelos filhos e investiram milhões de dólares na divulgação desses recursos.

Desde pelo menos 2018, a Meta patrocina oficinas para pais sobre a segurança online dos adolescentes em dezenas de escolas dos EUA. Em 2024, a empresa realizou uma dessas oficinas, chamada em Los Angeles, junto com a presidente da National PTA Yvonne Johnson e a chefe de segurança da Meta, Antigone Davis. A National PTA é uma organização sem fins lucrativos que defende o bem-estar infantil.

O TikTok também patrocinou eventos semelhantes, segundo o site da empresa. O programa incluía tutoriais sobre recursos para pais no TikTok, como a opção de limitar o tempo de tela à noite.

A controladora do YouTube, Google (GOOGL.O), nos últimos anos recorreu às escoteiras americanas para convencer o público de que está empenhada na segurança online das crianças. As meninas podem ganhar um distintivo, com o logotipo do Google, para afixar em seu uniforme após completarem lições sobre senhas seguras, gentileza online e privacidade digital, segundo o site das escoteiras.

As empresas também contrataram advogados que já atuaram em grandes litígios envolvendo vício.

A Meta contratou advogados da Covington & Burling que representaram a McKesson em extensos litígios ligados à epidemia de opióides, segundo biografias públicas dos advogados. Já os advogados do TikTok representaram a Activision Blizzard e a Microsoft em disputas sobre design de videogames e vício.

Essas empresas estão usando todo tipo de influência que se possa imaginar, disse Julie Scelfo, fundadora do grupo Mães Contra o Vício Digital, que apoia a proibição de smartphones nas escolas.Pode ser bem confuso para os pais saber em quem confiar", acrescentou.

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Vazamento expõe dados internos da Nike, diz site

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Incidente foi revelado pelo site The Register, que teve acesso a parte do material vazado; segundo o portal, não há dados de clientes nem de funcionários entre os arquivos expostos.
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Por Redação g1

Postado em 26 de Janeiro de 2.026 às 15h40m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
. #.*     Post. - Nº.\  5.334     *.# .

Loja da Nike em shopping de São Petersburgo, na Rússia, em imagem de 25 de maio de 2022.  — Foto: Anton Vaganov/Reuters
Loja da Nike em shopping de São Petersburgo, na Rússia, em imagem de 25 de maio de 2022. — Foto: Anton Vaganov/Reuters

A Nike está investigando um possível ataque hacker que expôs ao menos 1,4 terabyte (TB) de dados internos da empresa.

A informação foi revelada pelo site britânico de tecnologia The Register, que diz ter tido acesso a parte do material.

🔎 1 TB (terabyte) equivale a 1.000 gigabytes (GB). Para referência da capacidade de armazenamento, um disco de 1 TB consegue armazenar 250 mil músicas, até 60 horas de vídeo e 160 mil fotos.

Segundo o portal, informações de clientes e funcionários da Nike não foram expostas nesse incidente.

Ao The Register, a empresa afirmou que está apurando o caso. "Sempre levamos a privacidade do consumidor e a segurança dos dados muito a sério", disse um porta-voz da Nike ao portal.

"Estamos investigando um possível incidente de cibersegurança e avaliando ativamente a situação", completou.

O g1 também procurou a Nike e aguarda retorno.

O The Register afirma que o vazamento teria sido realizado pelo grupo hacker WorldLeaks, que alegou ter acessado 188.347 arquivos dos sistemas da Nike.

Entre o material estão diretórios com identificações como "Roupas Esportivas Femininas", "Roupas Esportivas Masculinas", "Recursos de Treinamento – Fábrica" e "Processo de Confecção de Vestuárias".

Isso indica que, muito provavelmente, os golpistas tiveram acesso a informações sobre produtos e processos de fabricação, segundo o The Register.

O portal lembra que o grupo WorldLeaks já fez outras "centenas de vítimas". Em julho de 2025, a Dell foi uma delas: o grupo alegou ter acessado 416.103 arquivos da fabricante de computadores. A empresa, por sua vez, afirmou que o WorldLeaks não teve acesso a informações sensíveis.

Outro caso recente de vazamento de dados

Pesquisador diz ter encontrado 149 milhões de senhas expostas na internet
Pesquisador diz ter encontrado 149 milhões de senhas expostas na internet

A lista inclui dados de usuários do Gmail, do Facebook, do Instagram, do Yahoo, de serviços de streaming e também do "gov.br", entre outros, segundo Jeremiah Fowler.

Ao detalhar o caso para o ExpressVPN, serviço de rede privada baseado nas Ilhas Virgens Britânicas, o pesquisador afirmou que o material tinha 96 GB de dados brutos, incluindo e-mails, nomes de usuários e senhas roubadas de vítimas ao redor do mundo.

Plataformas afetadas

Ainda de acordo com o pesquisador, a lista de contas de e-mail expostas continha o seguinte volume de dados dessas plataformas:

  • Gmail, 48 milhões;
  • Yahoo, 4 milhões;
  • Outlook, 1,5 milhão;
  • iCloud, 900 mil;
  • E-mails com final ".edu", 1,4 milhão.
Outros serviços incluem:

  • Facebook, 17 milhões;
  • Instagram, 6,5 milhões;
  • Netflix, 3,4 milhões;
  • TikTok, 780 mil;
  • Binance, 420 mil;
  • OnlyFans, 100 mil.
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