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Governo reforça fiscalização contra uso indevido da tecnologia, ao mesmo tempo em que amplia financiamento e incentivos para sua adoção.
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Por Redação g1 — São Paulo
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Pessoa digitando computador — Foto: FreePik
A Administração do Ciberespaço da China (CAC, na sigla em inglês), principal órgão regulador da internet no país, lançou uma campanha contra o uso indevido de inteligência artificial. A iniciativa foi divulgada por meio de um comunicado nesta quinta-feira (30).
A campanha será realizada em duas fases e deve durar quatro meses. Segundo o órgão, a ação visa combater “práticas ilícitas em aplicativos de IA” e terá como foco falhas na revisão de segurança, o chamado “envenenamento” de dados, problemas nos registros de modelos de IA e a rotulagem inadequada de conteúdo gerado por inteligência artificial.
A campanha também terá como alvo o uso indevido de conteúdo gerado por IA, incluindo a disseminação de informações falsas, conteúdo considerado “violento e vulgar”, falsificação de identidade e materiais que prejudiquem menores de idade.
Ainda de acordo com o CAC, as autoridades removerão conteúdos considerados ilegais ou nocivos e punirão contas e plataformas online que não estiverem em conformidade com as regras.
Maior apoio a empréstimos
Na outra ponta, a China também tem tomado medidas que visam dar suporte à adoção de inteligência artificial. Nesta quinta-feira (30), o banco central do país informou que expandirá o apoio a empréstimos para transformação tecnológica e atualizações de equipamentos para incluir IA, instalações para consumidores e outros setores.
Segundo comunicado, a expectativa é que o país aprimore seus serviços de empréstimo "com foco no fornecimento de serviços financeiros para empresas que compram equipamentos de inteligência artificial e serviços de software".
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