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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Trend '2026 é o novo 2016' viraliza nas redes sociais e resgata nostalgia de 10 anos atrás; veja famosos que aderiram

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Nos últimos 30 dias, a hashtag #2016 somou 25 mil posts no TikTok no Brasil; Maisa, Hailey Bieber e outras celebridades aderiram à trend.
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Por Lara Castelo

Postado em 19 de Janeiro de 2.026 às 17h10m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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Trend '2026 é o novo 2016' viraliza nas redes sociais e resgata nostalgia de 10 anos atrás
Trend '2026 é o novo 2016' viraliza nas redes sociais e resgata nostalgia de 10 anos atrás

Uma trend cheia de nostalgia está viralizando nas redes sociais entre famosos e anônimos ao redor do mundo. Com o lema "2026 é o novo 2016", usuários têm compartilhado fotos de como eram e o que faziam há dez anos — e sim, já faz todo esse tempo desde 2016.

A tendência começou a ganhar espaço no fim de dezembro de 2025, impulsionada pelo clima de virada de ano, e explodiu nas últimas semanas.

No TikTok, os números deixam claro o salto recente: só no último mês, usuários brasileiros fizeram 25 mil postagens com a hashtag #2016, de um total de 30 mil registros nos últimos quatro meses — ou seja, quase 85% de todo o uso da tag aconteceu nesse período, segundo a TikTok Creative Center, plataforma que monitora tendências da rede.

Kylie Jenner, Vi Tube e Jade Picon.  — Foto: Reprodução/Instagram
Kylie Jenner, Vi Tube e Jade Picon. — Foto: Reprodução/Instagram

Os dados mostram um aumento expressivo na popularidade da hashtag, medida em uma escala de 0 a 100, a partir do fim de dezembro, em relação ao histórico de uso na plataforma (veja abaixo).

Crescimento da popularidade da #2016 no TikTok nos últimos 4 meses — Foto: Reprodução/Creative Center
Crescimento da popularidade da #2016 no TikTok nos últimos 4 meses — Foto: Reprodução/Creative Center

E a tendência não ficou só no Brasil. A #2016 também registrou crescimento em países como Estados Unidos, Canadá, Argentina e Itália, indicando uma tendência global.

'Eu fui, eu tava'

Além de revisitar o próprio estilo e aparência, muitos usuários usam a trend para relembrar costumes da época, como o auge de redes sociais como Tumblr e Snapchat, fotos mais espontâneas no Instagram e modas que marcaram a década de 2010.

Celebridades também embarcaram na onda e ajudaram a impulsionar o alcance da trend. Viih Tube, por exemplo, somou mais de 600 mil curtidas em um post relembrando 2016. Maisa, que tinha 14 anos na época, ultrapassou 1 milhão de curtidas.

Entre os nomes internacionais, Dua Lipa comentou o resgate do passado em uma legenda que viralizou — Wow, these 2016 memories are making me wanna unarchive everything (Uau, essas memórias de 2016 estão me dando vontade de desarquivar tudo).

Kylie Jenner e Hailey Bieber também entraram na trend e compartilharam imagens antigas com a legenda You just had to be there (Você tinha que estar lá).

Nos comentários, usuários compartilharam sentimentos semelhantes, com frases como Como eu amava esse tempo, ninguém era triste, Eu era feliz e não sabia 🥹” eEu fui, eu tava, reforçando o clima coletivo de nostalgia.

Veja abaixo.








Jade Picon entrou na trend de compartilhar fotos de 2016 — Foto: Instagram/jadepicon
Jade Picon entrou na trend de compartilhar fotos de 2016 — Foto: Instagram/jadepicon

Kylie Jenner entrou na trend — Foto: Instagram/kyliejenner
Kylie Jenner entrou na trend — Foto: Instagram/kyliejenner

Maisa — Foto: Reprodução/Instagram
Maisa — Foto: Reprodução/Instagram


Vi Tube em 2016 — Foto: Instagram/viihtube
Vi Tube em 2016 — Foto: Instagram/viihtube

Hailey Bieber — Foto: Instagram/haileybieber
Hailey Bieber — Foto: Instagram/haileybieber
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Alemanha cobra redes sociais por imagens falsas de IA que banalizam o Holocausto

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Governo alemão e instituições memoriais defendem identificação e remoção de conteúdos falsos gerados por IA
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TOPO
Por Reuters

Postado em 19 de Janeiro de 2.025 às 11h00m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

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Mulher observa Memorial do Holocausto em Berlim, na Alemanha. — Foto: AP
Mulher observa Memorial do Holocausto em Berlim, na Alemanha. — Foto: AP

O governo da Alemanha e instituições de memória do Holocausto exigiram que plataformas de redes sociais parem de disseminar imagens falsas que, segundo eles, distorcem e banalizam a história.

Memoriais de campos de concentração e centros de documentação manifestaram profunda preocupação, em uma carta divulgada nesta semana, com a onda do chamado AI slop — imagens falsas geradas por inteligência artificial — sobre o assassinato de mais de seis milhões de judeus pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Entre os conteúdos citados estão ilustrações altamente emocionais de episódios inventados, como encontros entre prisioneiros de campos de concentração e seus libertadores ou crianças atrás de arame farpado.

O conteúdo gerado por IA distorce a história por meio da trivialização e da kitschificação, diz a carta, datada de 13 de janeiro. Segundo as instituições, essas imagens também contribuem para aumentar a desconfiança dos usuários em relação a documentos históricos autênticos.

O ministro da Cultura e da Mídia da Alemanha, Wolfram Weimer, afirmou que apoia os esforços das instituições memoriais para que imagens geradas por IA sejam claramente identificadas e, quando necessário, removidas.

Essa é uma questão de respeito pelos milhões de pessoas que foram mortas e perseguidas sob o regime de terror nazista, disse ele em um e-mail enviado à Reuters.

Empresas de inteligência artificial, especialmente a xAI, de Elon Musk, responsável pelo chatbot Grok — também enfrentam pressão após a circulação online de milhares de imagens deepfake sexualizadas de mulheres e menores de idade.

As instituições memoriais afirmam que parte dessas imagens é criada para gerar engajamento e lucro, enquanto outra parte tem o objetivo de diluir fatos históricos, inverter os papéis de vítimas e perpetradores ou espalhar narrativas revisionistas.

Entre as instituições signatárias estão centros memoriais de Bergen-Belsen, Buchenwald, Dachau e outros campos de concentração onde judeus foram mortos, assim como outras pessoas, incluindo ciganos e sinti, minorias sexuais e pessoas com deficiência.

Segundo elas, as plataformas de mídia social devem agir de forma proativa contra imagens falsas geradas por IA sobre o Holocausto, em vez de esperar que usuários façam denúncias. As medidas defendidas incluem a identificação clara desse tipo de conteúdo e a proibição de sua monetização.

A disseminação de AI slop de baixa qualidade, que pode incluir textos, imagens ou vídeos falsos, tem despertado o alerta de especialistas, que temem que esse material polua o ambiente informativo e torne cada vez mais difícil para os usuários distinguir o que é verdadeiro do que é falso.

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domingo, 18 de janeiro de 2026

ChatGPT vai começar a ter anúncios nos EUA nas próximas semanas

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Medida aproxima OpenAI, dona do chatbot de IA mais famoso do mundo, do modelo de negócios de gigantes como Google e Meta.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 18 de Janeiro de 2.026 às 13h30m
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DeepSeek, ChatGPT e Gemini: qual é a melhor inteligência artificial?
DeepSeek, ChatGPT e Gemini: qual é a melhor inteligência artificial?

OpenAI anunciou nesta sexta-feira (16) que vai começar a testar a inclusão de anúncios no ChatGPT para usuários gratuitos e para quem usa o plano mais econômico nos EUA.

"Nas próximas semanas, nos preparamos para iniciar o teste da publicidade nos Estados Unidos para os usuários gratuitos e do plano Go [assinatura de menor preço]", anunciou a OpenAI, confirmando uma mudança muito esperada e comentada há semanas no Vale do Silício.

"As assinaturas Plus, Pro e Enterprise não incluirão publicidade", especifica a empresa em uma extensa publicação que detalha como pretende introduzir esta fonte de receita e, ao mesmo tempo, "manter a confiança" dos usuários nas respostas do ChatGPT, o mais utilizado do mundo.

ChatGPT — Foto: AP Photo/Matt Rourke
ChatGPT — Foto: AP Photo/Matt Rourke

Desde seu lançamento em 2022, o valor da OpenAI disparou para US$ 500 bilhões (R$ 2,7 bilhões, na cotação atual) em rodadas de financiamento, acima de qualquer outra companhia privada.

Alguns esperam que ela possa abrir o capital com uma valorização de US$ 1 trilhão (R$ 5,4 trilhões).

Mas o criador do ChatGPT queima dinheiro a um ritmo vertiginoso, principalmente devido ao poder de computação necessário para oferecer seus serviços.

Com esta medida, a OpenAI aproxima seu modelo de negócios ao dos gigantes Google e Meta, que construíram impérios publicitários sobre a base de serviços gratuitos.

Ao contrário da OpenAI, estas empresas possuem receitas publicitárias para financiar a inovação em IA, e a Amazon também está construindo um sólido negócio de publicidade em suas plataformas de compras e de streaming de vídeo.

"Os anúncios não são uma distração da corrida da IA generativa; são a forma de a OpenAI manter-se nela", disse Jeremy Goldman, analista da Emarketer.

"Se o ChatGPT ativar anúncios, a OpenAI estará admitindo algo simples e transcendental: a corrida já não é apenas sobre a qualidade do modelo; trata-se de monetizar a atenção sem corroer a confiança", acrescentou.

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