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Fortes investimentos de gigantes de tecnologia em infraestrutura de inteligência artificial sustentam a projeção da fabricante de chips.
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Por Redação g1 — São Paulo
Postado em 25 de Fevereiro de 2.025 às 19h20m
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Pessoa passa por painel com logomarca da Nvidia na Computex em Taiwan em junho de 2024 — Foto: Ann Wang/Reuters
A Nvidia projetou nesta quarta-feira (25) receita acima das previsões do mercado para o primeiro trimestre, impulsionada pelos fortes investimentos de grandes empresas de tecnologia em seus processadores de inteligência artificial.
Em seu balanço financeiro, a fabricante de chips informou que espera vendas de US$ 78 bilhões no primeiro trimestre fiscal, com variação de 2% para mais ou para menos — acima da média das estimativas de analistas compiladas pela LSEG, de US$ 72,60 bilhões.
Os resultados do quarto trimestre fiscal (novembro a janeiro) também ficaram acima das projeções dos analistas. No período, a receita da Nvidia cresceu 73% na comparação com o ano anterior, para US$ 68,1 bilhões, enquanto o lucro quase dobrou, para cerca de US$ 43 bilhões, ou US$ 1,76 por ação.
🚨 Investidores aguardavam os resultados da Nvidia para avaliar se as centenas de bilhões de dólares que as grandes empresas de tecnologia vêm investindo em infraestrutura de data centers estão gerando retorno.
Nesse contexto, ganhou força o debate sobre uma possível “bolha da IA” — o temor de que o entusiasmo com a tecnologia esteja inflando as ações do setor além do que os resultados efetivamente justificam.
A maior parte desses recursos será destinada a data centers e processadores.
Enquanto isso, empresas e governos intensificam investimentos na corrida para desenvolver tecnologias de inteligência artificial cada vez mais sofisticadas, sob o risco de ficarem para trás.
O Google, por sua vez, desponta como um dos principais concorrentes após fechar um acordo para fornecer à Anthropic — criadora do chatbot Claude — seus próprios chips, conhecidos como TPUs.
As grandes empresas de tecnologia também têm investido cada vez mais no desenvolvimento de chips próprios para ampliar seu poder computacional, destinando esses processadores a seus centros de dados.
* Com informações das agências Reuters e Associated Press
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