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20/04/2017 07h00 - Atualizado em 20/04/2017 07h00 Postado em 21 de abril de 2017 às 23h00m A AMD divulgou um plano de energia para Windows 10 que promete aumentar em até 21% o desempenho geral dos processadores Ryzen da marca no uso em games. Ainda recentes no mercado, as novas CPUs R5 e R7 foram criticadas por atingirem performance inferior ao prometido no sistema da Microsoft, motivando a AMD a prometer que trabalharia em correções para os problemas encontrados pelos consumidores. Veja cinco processadores Intel e AMD com baixo custo e boa performance Os novos planos de energia corrigem a forma pela qual o Windows 10 endereça tarefas para os núcleos físicos e lógicos do processador, aproveitando melhor a capacidade do chip.
Correção simples envolve apenas o uso de planos
de energia de alto desempenho no Windows 10
(Foto: Divulgação/AMD)
Segundo a AMD, a novidade passará a integrar os novos drivers para os chips Ryzen que serão liberados em breve nas atualizações do Windows 10. Quem tiver mais pressa, pode baixar o pacote com as correções no blog oficial da AMD. Aplicativo do TechTudo: receba as melhores dicas e últimas notícias no seu celular.
A explicação técnica para o problema está na forma como o Windows 10 administra os núcleos do processador. O sistema operacional costuma manter apenas um núcleo físico e um núcleo lógico ativos, enquanto os outros ficam em estado de repouso até que seu uso se torne necessário. A correção da AMD faz com que o Windows 10 mantenha todos os núcleos físicos acordados o tempo todo, abordagem similar à da Intel para o mesmo problema, segundo post no blog oficial da AMD. Usuários que possuem processadores Ryzen da AMD e não desejarem baixar a correção e não quiserem esperar pelo driver atualizado, podem simplesmente acessar as configurações de energia do Windows 10 e alterarem o plano para alta performance. Nessa diretiva, o Windows 10 manterá todos os núcleos físicos dos Ryzen ativos o tempo todo, garantindo desempenho máximo ao sistema. Via AMD
Smartphone possui processador Snapdragon 835, 6 GB de RAM e câmera dupla.
Xiaomi Mi 6 é o novo celular da empresa chinesa Xiaomi, anunciado na madrugada desta quarta-feira (19). O smartphone top de linha chega para concorrer com gigantes como o iPhone 7(e, futuramente, o iPhone 7S ou iPhone 8) e o recém-lançadoGalaxy S8, porém com preço mais atrativo.
O Mi 6 é o primeiro aparelho da companhia a oferecer resistência à água. Todos os componentes sensíveis à líquidos foram internamente selados. Além disso, o lançamento conta com 6 GB de RAM, leitor de impressões digitais, câmera dupla, traseira curvada e um conjunto de hardware respeitoso.
O processador do dispositivo é o Snapdragon 835, o mesmo que dá vida à edição americana do Galaxy S8. A Xiaomi, porém, decidiu colocar memória RAM de 6 GB, um número alto mesmo para os aparelhos top de linha da atualidade. Segundo a empresa, devido a isso, o Mi 6 é mais rápido até mesmo que o iPhone 7, da Apple.
A tela do Mi 6 é de 5,15 polegadas e usa um painel LCD IPS com resolução Full HD(1920 x 1080 pixels), resultando em densidade de 428 pixels por polegada. O display ainda oferece a função “Eye Care”, que protege os olhos dos usuários dos raios azuis emitidos pela tela. Tal recurso lembra bastante o Night Shift, do iOS.
As semelhanças com o iPhone não param nestes quesitos. Assim como a Apple, a Xiaomi optou por abandonar a entrada padrão para fones de ouvido no telefone. Dessa forma, para usar fones no Mi 6, só mesmo com adaptador ou tecnologia Bluetooth. Ainda no assunto áudio, o Mi 6 possui alto-falantes estéreos, o que pode melhorar substancialmente a qualidade do som.
Xiaomi Mi 6 possui som estéreo, mas não tem entrada
padrão para fones de ouvido (Foto: Divulgação/Xiaomi)
O Xiaomi Mi 6 ainda traz uma bateria de 3.350 mAh, que é maior do que as usadas no Galaxy S8 (3.000 mAh) e no iPhone 7 (1.960 mAh). Embora o número não chame atenção, o Mi 6 tem tudo para oferecer uma boa autonomia, já que a sua tela não é tão grande.
Outra característica do smartphone é a sua câmera traseira dupla. Ambas contam com 12 megapixels de resolução. A lente principal, no entanto, é grande angular e a secundária é teleobjetiva. A primeira lente possui abertura de f/1.8 e estabilização óptica de imagem de 4 eixos, enquanto a segunda câmera tem f/2.6. O celular ainda conta com um Flash LED duplo.
O funcionamento de ambas é similar ao que já é visto hoje no iPhone 7 Plus. Ou seja, os usuários podem utilizar um zoom óptico de 2X sem perda de qualidade. Além disso, eles conseguirão com mais facilidade o efeito bokeh no Modo Retrato, que deixa as imagens com aspecto mais profissional, com o segundo plano desfocado.
Xiaomi Mi 6 possui câmera dupla na traseira
(Foto: Divulgação/Xiaomi)
A câmera frontal, por sua vez, possui 8 MP e também é capaz de filmar em 4K. No quesito armazenamento, o Xiaomi Mi 6 aparece com duas opções: 64 GB e 128 GB. A interface MIUI já é baseada na mais recente versão do Android, ou seja, a 7.1.1 Nougat.
O Mi 6 será vendido nas cores preta, branca e azul. O smartphone contará também com edições especiais, como o Ceramic Black (feito em cerâmica) com detalhes em ouro 18k e a Silver Edition, uma versão cromada com acabamento metálico reflexivo.
Xiaomi Mi 6 tem preço equivalente a R$ 1.120
(Foto: Divulgação/Xiaomi)
O Xiaomi Mi 6 com 64 GB de armazenamento custará 2.499 yuan, que equivale a R$ 1.120, em conversão direta, sem impostos. A versão com 128 GB de espaço interno tem preço de 2.899 yuan, cerca de R$ 1.305. Por fim, a versão Ceramic Black sairá por 2.999 yuan, aproximadamente R$ 1.352.
É importante salientar que o Mi 6 não deve ser comercializado de forma oficial no Brasil. Os usuários brasileiros que buscam um celular da companhia costumam recorrer à importação. Vale lembrar que o governo cobra uma taxa de 60% sobre o valor do produto importado.
Mafalda Freire, 2017/04/18, 10:00 Postado em 19 de abril de 2017 às 23h15m
A MicroStrategy Incorporated foi destacada na categoria agilidade no provisionamento centralizado de BI e governança de Data Discovery, na pesquisa “Critical Capabilities”, do Gartner. Divulgado recentemente, o relatório avalia os produtos incluídos no Quadrante Mágico de 2017 para Plataformas de Business Intelligence e Analytics, com base em 15 capacidades críticas para apoio aos cinco principais tipos de uso para essas soluções.
Além do mais, a empresa figurou em segundo em análises descentralizadas e recebeu pontuações notáveis para administração de BI, arquitetura, segurança, conectividade de fonte de dados e integração de fluxo de trabalho de plataforma.
“Ficamos satisfeitos com o fato de sermos elencados como um produto que se integra totalmente a todos os tipos de utilização. Isso reafirma nosso comprometimento com resultados e a preocupação constante de inovar, adaptar-se às tendências e prontificar-se para atender as novas necessidades dos nossos clientes, que surgem a cada dia”, enfatiza Flavio Bolieiro, Vice- Presidente América Latina da MicroStrategy. O relatório referiu, ainda, a qualificação da plataforma analítica MicroStrategy 10 e o aspecto inovador e pioneiro da companhia em BI móvel com a MicroStrategy Mobile. Essa solução suporta recursos avançados e pode ser implementado juntamente com outras plataformas de BI, o que, segundo o Gartner, é um diferencial versus as soluções móveis de outros fornecedores. “Nossa plataforma tem ajudado companhias em todo mundo, dos mais diferentes segmentos, a terem realmente sucesso, alcançarem o tão esperado ROI, serem mais lucrativas e a reduzirem custos. A versão 10.7, por exemplo, que está sendo lançada essa semana na 20ª edição da nossa conferência mundial de usuários MicroStrategy World, é preparada para atender as demandas por elevada capacidade e flexibilidade na implementação de soluções de BI e análises de dados em escala, com uma série de melhorias para Big Data e desenvolvimento de aplicativos móveis”, acrescenta o executivo.