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domingo, 21 de outubro de 2018

E agora Eugene?


João Miguel Mesquita, 
2017/09/19, 08:30 
Postado em 21 de outubro de 2018 às 23h00m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

O Senado dos Estados Unidos aprovou ontem segunda-feira 18 de setembro um decreto de lei que proíbe a utilização de produtos da Kaspersky Lab.

A já conhecida desconfiança dos norte americanos relativamente ao empresário russo não é nova mas desta vez ganha contornos institucionais e de lei.
Com 400 milhões de clientes em tudo o mundo este voto do senado americano pode colocar em causa a sobrevivência da empresa embora os seus executivos nos vários países se mantenham otimistas separando a atitude norte americana do resto do mundo.
Resta agora esperar que Eugene consiga de fato convencer os senadores norte americanos da sua verdade, caso consiga chegar a tempo, esta defesa no senado está dependente de um visto especial por parte autoridades norte americanas.

R&M apresenta estudo importante sobre desenvolvimento de conectores


João Miguel Mesquita, 
2018/09/25, 11:34 
Postado em 21 de outubro de 2018 às 19h45m 
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Conector óptico paralelo com tecnologia de feixe expandido.

Na 44ª ECOC, a R&M está apresentando um estudo sobre o desenvolvimento de conectores ópticos paralelos inovadores chamados QXB. Nestes conectores, lentes de sílica fundida são responsáveis ​​pela transmissão de luz entre as fibras ópticas. A R&M, desenvolvedora globalmente ativa e provedora de sistemas de cabeamento para infraestruturas de rede de alta qualidade, com sede em Wetzikon, Suíça, está pesquisando a tecnologia de feixe expandido junto com a Data Speed ​​Control GmbH. Os parceiros de tecnologia fornecerão informações sobre o estudo da QXB na 44ª Conferência Européia sobre Comunicação Óptica (ECOC), de 23 a 27 de setembro em Roma, Itália (stand 716). Data Speed ​​Control é um provedor de serviços de data center domiciliado em Eisenberg, Alemanha.
A tecnologia de feixe expandido teria toda uma gama de benefícios para a instalação, operação e manutenção de infraestruturas de FO passivas, explica o Dr. Thomas Wellinger, Gerente de  Mercado de Centro de Dados da R&M e líder do estudo. As lentes feitas de sílica fundida de alta pureza eliminam a necessidade de contato físico entre as extremidades das fibras ópticas. Eles formam uma matriz na face final do conector. Uma lente é atribuída a cada fibra. Com fibras multimodo, o feixe pode ser aumentado dezesseis vezes, com fibras monomodo até sete vezes. As lentes têm um revestimento anti-reflexo. Com o desenvolvimento das lentes de sílica fundidas, estamos realmente empurrando os limites físicos da conectividade óptica, diz o Dr. Thomas Wellinger.
Nas conexões FO convencionais, as molas pressionam com força as extremidades das fibras ópticas juntas. Esta é a única maneira pela qual eles podem trocar os sinais de luz com perda mínima de atenuação. As superfícies de contato devem estar livres de poeira e alinhadas ao micrômetro exato.
Todos esses requisitos são coisa do passado com o QXB. A limpeza das superfícies de contato seria supérflua, pois os sinais de luz são transmitidos sem nenhum contato físico. Os conectores QXB são inseridos no adaptador sem qualquer força, independentemente do número de fibras. Isso alivia o manuseio e tira a pressão da caixa. Inspeções visuais e a busca demorada por erros de transmissão também são coisa do passado. Os valores medidos de uma conexão permanecem estáveis ​​depois de instalados e testados, mesmo se o conector tiver sido desconectado e conectado novamente várias vezes.
O QXB é como um conector MPO. Pode ser planejado com 12, 24 e 32 fibras paralelas. Os conectores MPO sempre precisam ser completamente removidos se uma fibra individual tiver que ser limpa ou testada. Todos os links estão offline. O desempenho dos links MPO pode ser afetado negativamente pela conexão e desconexão. Você simplesmente não tem esse problema com o QXB, diz Wellinger, e isso significa que as redes funcionam de maneira muito mais confiável.
A R&M também destaca os benefícios em termos de despesas operacionais. Juntamente com a instalação, a limpeza, inspeção e medições recorrentes desempenham um papel importante para os conectores FO. Eles aumentam com o número de fibras, aumentando assim os custos de manutenção. Com o QXB, esse fator de custo nem existe. O QXB facilitará consideravelmente o trabalho da infraestrutura e dos gerentes de SAN em centros de dados de hiperescala e grandes centros de dados corporativos, prevê o Dr. Thomas Wellinger.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Startup combate impunidade no meio digital dando rapidez ao registro de provas


Redação B!T, 
2018/10/03, 07:56 
Postado em 18 de outubro de 2018 às 21h00m 
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Como uma alternativa aos prints, a iVeris é uma ferramenta para a captura de provas digitais de ilícitos virtuais de forma válida e rápida.
O Brasil está entre os cinco países que mais sofrem com crimes cibernéticos, de acordo com o Norton Cyber Security Insights Report de 2017. Mais de 62 milhões de brasileiros foram vítimas de ilícitos virtuais como difamação, desrespeito a direitos autorais, injúrias ou prejuízos com serviços não prestados, descumprimento de acordos, fraudes em comércio online, entre outros.
Além dos danos sofridos, muitas vezes as vítimas ainda precisam lidar com outro problema: a dificuldade em comprovar que o crime ocorreu. Há o risco de desqualificação das provas digitais durante o processo e o valor para obter estas evidências de maneira confiável, por meio da ata notarial, pode ser inviável para muitos – em São Paulo, por exemplo, o gasto facilmente chega a mil reais.
O advogado Luiz Moreli é especialista em Direito Digital e diz que, ao contrário do que as pessoas pensam, a internet não é terra sem lei. Porém, exigir direitos em caso de ilícitos ou irregularidades pode ser complicado. “A velocidade e a dinâmica do mundo virtual são muito superiores às da nossa legislação que, apesar do seu esforço – como podemos verificar no Novo Código de Processo Civil (2015) que trouxe diversas novidades sobre a integração e aceitação de algumas tecnologias no mundo jurídico, em comparação com o seu anterior (1973) –, ainda está muito distante do ‘mundo real'”, afirma.
Uma startup de Maringá (PR) está tentando mudar essa realidade ao colocar a capacidade de um perito técnico nas mãos de uma pessoa leiga. Na plataforma da iVeris, a vítima pode registrar o ilícito em qualquer site disponível na internet, incluindo webmails, redes sociais (Twitter, Facebook, Linkedin, entre outras), e-commerces e até a versão web do WhatsApp. O objetivo é combater crimes virtuais antes que o autor apague as provas.
Moreli ressalta a importância de iniciativas como essa, lembrando que a demora no registro de provas digitais pode resultar em impunidade. “Por se tratar de um canal extremamente dinâmico e mutável, conteúdos que poderiam ser utilizados como prova podem ser apagados, excluídos, alterados. Deste modo, a agilidade para o registro da prova é fundamental para que seja resguardado o direito.”
O empresário e sócio fundador da iVeris, Alexandre Munhoz, conta que a motivação para criar a startup surgiu quando ele precisou registrar uma prova e se deparou com o alto custo e a demora do processo. “Temos um escritório de Branding e Inovação em Tecnologia e um de nossos clientes teve a marca copiada. Procuramos formas de ajudá-lo a registrar provas para um processo judicial e foi difícil conseguir. Ao conversar com diversos profissionais do meio jurídico, descobrimos, em especial, as dificuldades relacionadas ao registro da ata notarial. Depois de muita pesquisa técnica, conseguimos criar a iVeris”.
A um custo acessível, o usuário pode obter uma prova completa e válida, com resultados que permitem uma perícia técnica. “Utilizamos técnicas para manter e verificar a integridade da gravação após a captura com um ambiente controlado que evita a contaminação da prova ou fraudes no conteúdo. Temos certificação com chaves públicas no laudo e um conjunto de metadados técnicos que permite a validação da veracidade da captura e outros recursos”, explica Munhoz. A plataforma da iVeris também tem um ambiente com medidas antifraude, o que é essencial para evitar a falsificação das provas.
Além disso, a startup continua investindo em segurança para garantir a neutralidade do ambiente. “Recentemente formamos uma parceria com uma empresa de Cyber Segurança que possui contratos com o governo brasileiro nesta área. Com este trabalho conjunto, reforçaremos a segurança da plataforma e ampliaremos a confiabilidade do serviço”, diz Munhoz.