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terça-feira, 20 de abril de 2021

Apple anuncia novos iPads Pro, iMacs e iPhone 12 na cor roxa; veja preços no Brasil Companhia também lançou nova Apple TV 4K e acessório para encontrar objetos.

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Companhia também lançou nova Apple TV 4K e acessório para encontrar objetos.
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Por Alessandro Feitosa Jr, G1

Postado em 20 de abril de 2021 às 14h30m

  *.- Post.N. -\- 4.011 -.*  

Novos iPads Pro, anunciados em evento em 20 de abril de 2021. — Foto: Reprodução/Apple
Novos iPads Pro, anunciados em evento em 20 de abril de 2021. — Foto: Reprodução/Apple

A Apple anunciou em um evento on-line nesta terça-feira (20) uma nova geração do iPad Pro e novos computadores iMac com processadores desenvolvidos pela própria empresa.

No Brasil, o tablet vai custar a partir de R$ 10.799, enquanto o computador parte de R$ 17.599 (veja os detalhes abaixo).

O iPhone 12 e o iPhone 12 mini também marcaram presença, com a chegada de uma nova cor: roxa.

O celular, à venda no Brasil desde novembro, custa a partir de R$ 6.999 – a empresa não confirmou quando a opção de visual chegará no país. Nos EUA, a novidade pode ser comprada a partir de sexta-feira (23).

iPhone 12 e iPhone 12 mini na cor roxa. — Foto: Divulgação/Apple
iPhone 12 e iPhone 12 mini na cor roxa. — Foto: Divulgação/Apple

Novo iPad Pro

A versão mais potente do tablet da Apple agora vem com o mesmo processador presente nos computadores da marca, o chip M1, que estreou nos laptops no final do ano passado.

Segundo a companhia, essa mudança traz 50% mais velocidade de processamento e 40% mais desempenho gráfico em relação ao modelo anterior.

O iPad Pro agora tem suporte à tecnologia 5G, câmera melhorada e entrada Thunderbolt para se conectar a acessórios.

Novos iPad Pro são compatíveis com acessórios como teclados. — Foto: Divulgação/Apple
Novos iPad Pro são compatíveis com acessórios como teclados. — Foto: Divulgação/Apple

São duas opções de tela: 11 polegadas ou 12,9 polegadas – este com tecnologia miniLED, que promete mais brilho e contraste.

A versão menor será vendida por a partir de R$ 10.799, enquanto a maior parte de R$ 14.799 – os valores dependem do armazenamento escolhido.

A opção com tela de 12,9 polegadas, 5G e 2 TB de espaço, por exemplo, sai por R$ 29.999.

A companhia não divulgou quando as vendas começam no Brasil.

Novo iMac

Novas cores do iMac. — Foto: Divulgação/Apple
Novas cores do iMac. — Foto: Divulgação/Apple

O computador "tudo em um" da Apple não recebia atualizações no visual há anos.

Agora, estará disponível em 7 cores (verde, amarelo, laranja, rosa, roxo, azul e prata), com um design de linhas retas "50% menos volumoso", segundo a companhia.

O modelo também conta com o processador fabricado pela própria empresa, o M1.

Os preços variam entre R$ 17.599 e R$ 22.599, dependendo do processador, acessórios e armazenamento escolhidos.

Junto com o computador, a Apple lançou uma nova versão de seu mouse e de seu teclado, agora com um leitor de impressão digital para desbloquear o computador.

Teclado da Apple agora vem com TouchID, leitor de impressão digital. Modelo vem com iMac que custa a partir de R$ 20.099. — Foto: Divulgação/Apple
Teclado da Apple agora vem com TouchID, leitor de impressão digital. Modelo vem com iMac que custa a partir de R$ 20.099. — Foto: Divulgação/Apple

A empresa ainda não divulgou quando as vendas começam no país.

AirTags

A Apple também mostrou as AirTags, um pingente que pode ser colocado em objetos para encontrá-los com mais facilidade por meio do aplicativo "Buscar" no iPhone.

AirTag, acessório da Apple para encontrar objetos. — Foto: Divulgação/Apple
AirTag, acessório da Apple para encontrar objetos. — Foto: Divulgação/Apple

Conectadas por Bluetooth, as tags se comunicam entre si e com os celulares para mostrar a localização de objetos em um mapa ou emitir alertas sonoros.

A unidade será vendida por R$ 369, com um pacote com 4 tags por R$ 1.249. A data do início das vendas não foi revelada.

Em fevereiro, a Samsung lançou um produto similar no Brasil por a partir de R$ 199.

Nova Apple TV 4K

Nova Apple TV 4K, anunciada em 20 de abril de 2021. — Foto: Divulgação/Apple
Nova Apple TV 4K, anunciada em 20 de abril de 2021. — Foto: Divulgação/Apple

A companhia também anunciou uma nova geração da Apple TV, aparelho que adiciona funcionalidades de smart TV a televisores convencionais e promete mais integração com iPhones e iPads no televisor.

O produto possui compatibilidade com a resolução 4K e um novo controle remoto que pode receber comandos de voz por meio da Siri, assistente virtual da Apple.

A Apple TV 4K irá custar a partir de 2.399 – ainda sem data para a chegada no país.

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segunda-feira, 19 de abril de 2021

Por que gigantes de tecnologia agora rejeitam trabalho remoto em tempo integral

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Depois do entusiasmo com o trabalho de casa, algumas empresas do Vale do Silício estão apresentando seus planos de voltar ao escritório.
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TOPO
Por BBC

Postado em 19 de abril de 2021 às 12h55m

  *.- Post.N. -\- 4.010 -.*  

A partir de 1º de setembro, os funcionários do Google que desejam trabalhar em casa por mais de 14 dias terão que enviar um pedido formal — Foto: Getty Images via BBC

A partir de 1º de setembro, os funcionários do Google que desejam trabalhar em casa por mais de 14 dias terão que enviar um pedido formal — Foto: Getty Images via BBC

A chefe de recursos humanos do Google, Fiona Cicconi, escreveu aos funcionários da empresa há alguns dias anunciando que o calendário de retorno ao escritório estava sendo adiantado.

A partir de 1º de setembro, disse ela, aqueles que quiserem trabalhar em casa por mais de 14 dias terão que enviar um pedido formal à empresa.

Também se espera que os funcionários "vivam a uma distância que os permita se deslocar" até aos escritórios, acrescentou. Portanto, nada de coquetéis na praia com um laptop.

A mensagem era clara: pode haver mais flexibilidade do que antes, mas a maioria dos funcionários terá que ir para o escritório.

Essa ideia parece contrariar muito do que ouvimos dos executivos do Vale do Silício no ano passado, quando eles defenderam as virtudes do trabalho remoto.

Por exemplo, Jack Dorsey, cofundador do Twitter, ganhou as manchetes em todo o mundo em maio passado, quando disse que os funcionários da rede social poderiam a partir de então "trabalhar de casa para sempre".

Especulou-se que, após a pandemia da Covid-19, o "novo normal" para as empresas do Vale do Silício seria uma força de trabalho altamente orientada para o remoto, com apenas uma equipe mínima no escritório.

Parece cada vez mais claro que isso não vai acontecer.

Se olharmos atentamente às declarações dos chefes das empresas de tecnologia, há nuances que a imprensa deixou passar.

Por exemplo, quando Dorsey disse que os funcionários do Twitter poderiam trabalhar de casa "para sempre", ele acrescentou: "Se nossos funcionários desempenharem um papel que possam desempenhar em casa e estiverem em uma situação que os permita fazê-lo."

É um condicionador muito importante.

E, de fato, o Twitter esclareceu que espera que a maioria de seus funcionários passe algum tempo trabalhando em casa e algum tempo no escritório.

Quase todas as empresas de tecnologia do Vale do Silício disseram que agora estão comprometidas com o trabalho "flexível" ou "híbrido".

O problema é que esses termos podem significar quase tudo.

Sexta-feira de folga? Ou uma relação de trabalho completamente diferente com um escritório físico?

A Microsoft prevê que "trabalhar em casa parte do tempo (menos de 50%) será o padrão para a maioria dos empregos" no futuro.

Existe muita margem de manobra nas palavras "menos de 50%".

Presença no escritório permite 'colaboração'

A Amazon também comunicou a seus funcionários: "Nosso plano é retornar a uma cultura centrada no escritório como padrão. Acreditamos que isso nos permite inventar, colaborar e aprender juntos de forma mais eficaz."

Não é exatamente um endosso retumbante à nova era do trabalho em casa.

Parte da questão é que, embora muitos funcionários desejem mais flexibilidade, ainda não está totalmente claro que tipo de modelo funciona para as empresas.

"Nenhum de nós foi capaz de descobrir", disse Carolyn Everson, vice-presidente global de vendas do Facebook, discutindo os acordos atuais de trabalho em casa.

"Estamos inventando à medida que avançamos."

O apelo do trabalho remoto

Prithwiraj Choudhury, professor da Harvard Business School e defensor do trabalho remoto, diz que as empresas de tecnologia estão há muito tempo na vanguarda desse modelo.

"Os pioneiros e as empresas que estão seguindo esse modelo de trabalho remoto e construindo a organização em torno dele terão uma grande vantagem na atração de talentos", diz ele.

Essa é certamente a esperança.

Nenhuma empresa de tecnologia deseja perder funcionários capazes para rivais que lhes permitem trabalhar com mais flexibilidade.

Empresas como o Spotify agora estão oferecendo práticas de trabalho mais "flexíveis" para seus funcionários.

"Nossos funcionários poderão trabalhar em tempo integral em casa, no escritório ou combinar os dois", disse a empresa em um comunicado recente.

"A combinação exata dos modos de trabalho em casa e no escritório. É uma decisão que cada funcionário e seu gerente tomam juntos."

Mas ele também acrescentou: "Provavelmente haverá alguns ajustes a serem feitos ao longo do caminho."

Portanto, a definição de trabalho flexível do Spotify é muito diferente da do Google, que por sua vez é muito diferente da Amazon.

Trabalhar em casa quando não há escritório aberto é uma coisa. Mas o trabalho remoto será realmente posto à prova quando os escritórios começarem a abrir com, digamos, 50% da capacidade.

Quando as reuniões forem realizadas parcialmente pessoalmente e parcialmente pelo Zoom, a dinâmica funcionará também?

E quando alguns membros da equipe lidarem com os gerentes cara a cara, os trabalhadores remotos se sentirão em desvantagem?

'Construir cultura'

Há algumas semanas, a IBM anunciou sua proposta de sistema de trabalho remoto, com 80% da força de trabalho trabalhando pelo menos três dias por semana no escritório.

"Quando as pessoas trabalham remotamente, fico preocupado com a trajetória de suas carreiras", disse o CEO da IBM, Arvind Krishna.

"Se eles querem se tornar gerentes, se eles querem ter mais e mais responsabilidades ou se eles querem construir uma cultura dentro de suas equipes, como faremos isso remotamente?"

Curiosamente, estamos prestes a descobrir o que funciona e o que não funciona, porque as empresas de tecnologia estão adotando muitas abordagens diferentes.

E como em grande parte da vida moderna, outras empresas estão olhando para a costa oeste dos Estados Unidos para ver esses resultados e, eventualmente, reproduzir.

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sexta-feira, 16 de abril de 2021

Nasa contrata SpaceX para levar astronautas à Lua 

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Empresa de Elon Musk venceu concorrência com outras gigantes do ramo aeroespacial dos EUA. Nave Starship, que deve levar pessoas à Lua pela primeira vez desde 1972, é reutilizável.
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TOPO
Por France Presse
16/04/2021 22h58 
Postado em 16 de abril de 2021 às 23h25m

  *.- Post.N. -\- 4.009 -.*  

Foto de janeiro de 2019 mostra protótipo da Starship, da SpaceX — Foto: Miguel Roberts/The Brownsville Herald via AP, arquivo
Foto de janeiro de 2019 mostra protótipo da Starship, da SpaceX — Foto: Miguel Roberts/The Brownsville Herald via AP, arquivo

Nasa selecionou a SpaceX para levar os primeiros astronautas americanos à Lua desde 1972, anunciou nesta sexta-feira (16) a agência espacial dos Estados Unidos, o que representa uma grande vitória para a empresa de Elon Musk.

O contrato de US$ 2,9 bilhões inclui o protótipo da nave espacial Starship, que está sendo testado nas instalações da SpaceX no sul do Texas.

"Hoje estou muito emocionada, e todos estamos muito emocionados, de anunciar que elegemos a SpaceX para continuar com o desenvolvimento do nosso sistema de pouso humano integrado", disse Lisa Watson-Morgan, gerente deste programa na Nasa.

Imagem divulgada pela NASA do foguete SpaceX Falcon 9 com a nave Crew Dragon. — Foto: AFP PHOTO/ NASA/Aubrey Gemignani
Imagem divulgada pela NASA do foguete SpaceX Falcon 9 com a nave Crew Dragon. — Foto: AFP PHOTO/ NASA/Aubrey Gemignani

A SpaceX vence assim a Blue Origin, de Jeff Bezos, e a empreiteira de defesa Dynetics e se torna o único fornecedor do sistema. É um marco surpreendente nas práticas da Nasa, que normalmente escolhe várias empresas, a fim de se prevenir caso ocorra alguma falha.

Analistas da indústria disseram que a decisão ressalta que a companhia, fundada por Musk em 2002 com o objetivo de colonizar Marte, é o parceiro de maior confiança da Nasa no setor privado.

No ano passado, a SpaceX se tornou a primeira empresa privada a enviar com sucesso uma tripulação à Estação Espacial Internacional, restabelecendo a capacidade norte-americana de realizar o feito pela primeira vez desde o fim do programa de ônibus espaciais.

Para a proposta de pouso na Lua, a SpaceX apresentou a nave espacial reutilizável Starship, projetada para transportar grandes tripulações e cargas para viagens espaciais ao espaço profundo, e fazer um pouso vertical tanto na Terra quanto em outros corpos celestes.

Protótipos da nave estão sendo testados nas instalações da empresa, embora todas as quatro versões que tentaram até agora voos de teste tenham explodido. Veja no VÍDEO abaixo

VÍDEO: veja imagens do novo voo de teste do foguete Starship da SpaceX que fracassou
VÍDEO: veja imagens do novo voo de teste do foguete Starship da SpaceX que fracassou

Programa Artemis

Como parte do programa Artemis para voltar a levar humanos à Lua, a Nasa quer usar seu Sistema de Lançamento Espacial para transportar quatro astronautas a bordo de uma cápsula da tripulação Orion, que então se acoplará a uma estação espacial lunar chamada Gateway.

A Starship estará esperando para receber dois integrantes da tripulação para a etapa final da viagem à superfície da Lua.

A ideia é que o Gateway seja uma estação intermediária, mas para a missão inicial, a Orion poderia se acoplar diretamente à Starship, explicou Watson-Morgan.

Os astronautas passariam então uma semana na Lua antes de embarcar na nave da SpaceX para voltar à órbita lunar e, em seguida, embarcar na Orion de volta à Terra.

Por outro lado, a empresa de Musk tem planos de combinar a espaçonave Starship com seu próprio foguete de carga super pesada, para fazer uma nave combinada que teria 120 metros de altura e seria o veículo de lançamento mais potente já implementado.

A humanidade pôs os pés na Lua pela última vez em 1972, durante o programa Apollo. A Nasa quer retornar e estabelecer uma presença sustentável, com uma estação espacial lunar, para testar novas tecnologias que abram o caminho para uma missão tripulada a Marte.

Em 2019, o então vice-presidente dos Estados Unidos Mike Pence desafiou a Nasa a colocar a primeira mulher e o próximo homem na Lua até 2024, mas esse prazo provavelmente será relaxado sob a presidência de Joe Biden.

Outra mudança do governo atual é sua meta declarada de levar a primeira pessoa não-branca à Lua no âmbito do programa Artemis.

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