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Redução de funcionários ocorre enquanto a fabricante de PCs lida com a queda na demanda e se prepara para a incerteza econômica. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters Postado em 06 de fevereiro de 2023 às 10h00m Post. N. - 4.551
Fabricante de PCs lida com a queda na demanda — Foto: Reprodução/ Unsplash
A Dell anunciou nesta segunda-feira (6) que irá cortar cerca de 6.650 empregos, ou 5% de sua força de trabalho global, enquanto a fabricante de PCs lida com a queda na demanda e se prepara para a incerteza econômica.
A empresa se junta a um grupo de companhias americanas que vão da Goldman Sachs à Alphabet, dona do Google,
que anunciaram recentemente milhares de cortes de empregos para ajudar a
superar a desaceleração da demanda à medida que os gastos dos
consumidores e das empresas encolhem devido à alta inflação e ao aumento
das taxas de juros.
"O
que sabemos é que as condições do mercado continuam a se deteriorar com
um futuro incerto", escreveu o co-CEO Jeff Clarke em um memorando aos
funcionários.
Os movimentos da Dell até agora para navegar em um ambiente econômico
desafiador, incluindo a pausa na contratação externa, limitação de
viagens e redução de gastos com serviços externos, "não são mais
suficientes", disse Clarke no memorando, que a empresa tornou público.
As demissões nos Estados Unidos atingiram uma alta de mais de dois anos
em janeiro, com as empresas de tecnologia cortando empregos no segundo
ritmo mais alto já registrado para se preparar para uma possível
recessão, mostrou um relatório nesta quinta-feira.
A Dell tinha cerca de 133.000 funcionários em 28 de janeiro de 2022,
dos quais cerca de um terço estava baseado nos Estados Unidos.
Demissões nas big techs: o que está acontecendo com Google, Microsoft, Meta e Amazon
Rápida ascensão da rede social chinesa acende alerta sobre vigilância e privacidade, e legisladores mundo afora debatem se restringem ou até proíbem seu uso. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Deutsche Welle 05/02/2023 09h16 Atualizado há 02 horas Postado em 05 de fevereiro de 2023 às 11h20m Post. N. - 4.550
Enquanto a União Europeia (UE) está prestes a implementar uma legislação que forçará o TikTok
a policiar agressivamente o conteúdo nocivo, países como Estados Unidos
e Japão ponderam como regular o aplicativo – ou até mesmo seguir o exemplo da Índia e bani-lo completamente.
O temor é que o governo da China possa sequestrar o TikTok para promover seus interesses. Como o cavalo de Tróia na mitologia grega, alertam, Pequim poderia usar o aplicativo para obter acesso a dados confidenciais dos usuários e espalhar informações enganosas.
"Existem
apreensões legítimas sobre possível vigilância pelo regime chinês",
disse à DW Estelle Massé, da Access Now, organização sem fins lucrativos
de direitos digitais com sede em Bruxelas.
Para ela, o TikTok também merece muita atenção "porque é a mídia social que mais cresce no mundo, e seu grupo demográfico é muito jovem".
A empresa controladora do aplicativo, o conglomerado chinês de
tecnologia ByteDance, há muito tempo está sob escrutínio sobre como
coleta e processa dados dos usuários. Mas a pressão sobre os reguladores
para controlar a plataforma aumentou desde que foi revelado, em
dezembro, que funcionários da ByteDance acessaram dados de jornalistas ocidentais para identificar fontes que divulgaram informações a meios de comunicação.
Uma porta-voz do TikTok
disse à DW que o incidente foi uma "má conduta de certos indivíduos,
que não estão mais empregados na ByteDance". Ela também acrescentou que,
desde então, os protocolos para quem pode acessar os dados dos usuários
"foram significativamente endurecidos". Segundo a porta-voz, embora os
dados de usuários do TikTok
fossem armazenados em data centers fora da China, "algum acesso
limitado dos funcionários" às informações na China era necessário "para
apoiar nossa comunidade global".
Ao mesmo tempo, insistiu que "nunca fomos solicitados a fornecer dados de usuários do TikTok ao governo chinês e nunca fornecemos dados a ele".
A rápida ascensão do aplicativo não tem precedentes na história da
internet. Em poucos anos, passou de um app de nicho de dublagem infantil
para uma das principais plataformas de mídia social do mundo, à qual os
usuários recorrem cada vez mais para fazer pesquisa ou acompanhar
notícias.
O TikTok
foi lançado pela ByteDance no mercado global em 2018, seguindo o modelo
de seu aplicativo chinês Douyin. Em setembro de 2021, a plataforma
anunciou que havia atingido 1 bilhão de usuários mensais ativos – um
marco que o Facebook levou mais de oito anos para alcançar. As
estatísticas de download sugerem que o número continuou crescendo desde
então. O TikTok não fornece informações sobre o número atual de usuários, citando a política da empresa.
O segredo do sucesso do aplicativo, concordam os analistas, é a página For You do TikTok
– um fluxo individualizado de vídeos que aparece diferente para cada
usuário. Ele começa automaticamente assim que o app é aberto e analisa
tudo o que chama a atenção do usuário, como quanto tempo ele assiste a
um vídeo antes de passar para o próximo. Assim, com o tempo, o software
aprende cada vez mais sobre o usuário e adapta os vídeos aos seus
interesses.
"No fim das contas, o algoritmo da página For You tem um objetivo
bastante óbvio", disse Martin Degeling, do think tank Foundation New
Responsibility, com sede em Berlim, que analisou o sistema de
recomendação do TikTok.
"Trata-se de estimar o que vai despertar o interesse dos usuários
exatamente naquele momento e mantê-los na plataforma pelo maior tempo
possível."
Como os usuários usam cada vez mais o aplicativo como fonte de notícias
– com os principais meios de comunicação, incluindo a DW, postando
regularmente na plataforma – os críticos alertam que seu poderoso
algoritmo pode ser abusado para espalhar desinformação deliberadamente.
Autoridades dos EUA, como o diretor do FBI, Chris Wray, alertaram
especificamente que o governo de Pequim poderia "manipular o conteúdo"
do aplicativo para influenciar a opinião pública ou semear a agitação
social no exterior.
"O perigo de o TikTok
estar sendo usado para espalhar desinformação deliberadamente é real",
afirma Martin Degeling. No entanto, ele não considera "que seja
significativamente maior do que em outras plataformas de mídia social".
A porta-voz do TikTok
rejeita as acusações, argumentando que a plataforma está se esforçando
para "limitar proativamente a disseminação de informações enganosas".
Como exemplo, ela aponta parcerias com organizações de verificação de
fatos e uma nova iniciativa que alerta os usuários quando vídeos são
enviados por "contas administradas por entidades cuja produção editorial
ou processo de tomada de decisão está sujeito ao controle ou influência
de um governo".
Além disso, há a discussão sobre qual impacto o uso do aplicativo pode
ter na saúde mental de seus usuários predominantemente jovens. Nos
Estados Unidos, por exemplo, mais de dois terços de todos os
adolescentes usam o aplicativo, de acordo com um estudo de 2022 do think
tank Pew Research Center.
Alguns especialistas em saúde alertaram que o design do TikTok promove um comportamento viciante. Outros dizem que muito tempo gasto
no aplicativo pode afetar as habilidades cognitivas, como diminuir a
atenção ou até mesmo desencadear ansiedade ou depressão – um fenômeno
que já foi rotulado de "cérebroTikTok". Diante desse cenário, a China aprovou regras que limitam o uso do Douyin – equivalente ao TikTok – a 40 minutos por dia para menores de 14 anos.
Mas, até agora, não há evidências científicas suficientes disso, de
acordo com Philipp Lorenz-Spreen, pesquisador do Instituto Max Planck
para o Desenvolvimento Humano, com sede em Berlim. "Simplesmente não
sabemos, ainda, o que o TikTok faz com a psique e o comportamento de seus usuários", disse à DW.
"O TikTok é uma nova plataforma e não há precedente histórico com o qual possamos aprender", destaca. Ao mesmo tempo, o TikTok"torna difícil para os pesquisadores investigarem seu impacto, porque oferece pouco acesso a seus dados", acrescenta.
Regulamento iminente
Na União Europeia, pelo menos, isso pode mudar quando novas leis
entrarem em vigor no outono europeu e no início do próximo ano. Elas
forçarão plataformas sociais particularmente grandes a, entre outras
coisas, fornecer aos pesquisadores controlados pela UE informações sobre
seu funcionamento interno. A UE ainda não especificou se o TikTok estará entre essas grandes plataformas, mas é amplamente esperado que sim.
Enquanto isso, os legisladores dos EUA na Câmara dos Representantes
votam neste mês um projeto de lei que visa proibir o aplicativo. Se
aprovado, poderia dar à Casa Branca os meios legais para proibir a
plataforma em todo o país por questões de segurança nacional.
O TikTok
está tentando impedir que isso aconteça. Os lobistas da ByteDance têm
visitado os escritórios dos legisladores de Washington D.C. e de
Bruxelas para convencê-los a abrandar as leis. Simultaneamente, o
executivo-chefe do TikTok, Shou Zi Chew, está em turnê pelas capitais mundiais para se reunir com tomadores de decisão.
O movimento vem depois de anos de o TikTok
tentar ultrapassar os limites de como coleta e processa os dados dos
usuários, destaca Massé, da Access Now. Ao mesmo tempo, ela aponta que a
coleta de grandes quantidades de dados há muito se tornou uma prática
comum em plataformas de mídia social de grande escala.
"O fato de ainda termos dúvidas sobre o TikTok é meio que um triste padrão comum da indústria", disse. É por isso que ela alerta que, ao monitorar o TikTok, os governos não devem perder de vista o que outras plataformas, como o Instagram dos Estados Unidos, estão fazendo.
"É justo que o TikTok esteja no centro da tempestade, mas também pode ser conveniente para outras plataformas se esconderem atrás do TikTok, enquanto fazem práticas iguais ou semelhantes", diz Massé.
No serviço de videochamadas, o robô conversador poderá criar notas de reunião automaticamente, recomendar tarefas e gerar destaques. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 04/02/2023 10h00 Atualizado há 2 horas Postado em 04 de fevereiro de 2023 às 12h00m Post. N. - 4.549
Microsoft Teams ganha recursos 'premium' com robô ChatGPT integrado — Foto: Divulgação/Microsoft
A empresa disse que o serviço vai custar US$ 7 por mês (cerca de R$ 35)
em junho, para que as pessoas possam degustar. A partir de julho, o
valor aumenta para US$ 10 (ou R$ 50, na conversão atual). Os diferenciais dessa versão são:
O ChatGPT irá gerar notas de reunião automaticamente;
Recomendará tarefas;
Irá gerar destaques das reuniões on-line.
"Há uma tonelada de trabalho administrativo demorado durante as
reuniões, como fazer anotações, descobrir conclusões importantes e
capturar os itens de ação e os proprietários certos", disse a Microsoft
em comunicado.
"É por isso que o Teams está infundindo IA em toda a experiência da
reunião, ajudando você a ser mais produtivo de novas maneiras",
completou.
A Microsoft, que anunciou um investimento multibilionário na OpenAI no início deste mês,
disse que pretende adicionar a tecnologia do ChatGPT a todos os seus
produtos, preparando o terreno para mais concorrência com o Google,
segundo a agência Reuters.