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sábado, 24 de junho de 2023

Como bloquear anúncios indesejados no Google e no YouTube

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Recurso permite indicar que você deseja ver anúncios de determinadas marcas ou áreas com menos frequência.
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Por g1

Postado em 24 de junho de 2023 às 06h45m

Post. N. - 4.656

Fachada do Google em Nova York — Foto: Reuters/Brendan McDermid
Fachada do Google em Nova York — Foto: Reuters/Brendan McDermid

O Google mostra anúncios no topo da busca, em sites e aplicativos de terceiros e no YouTube. Eles são definidos com base no seu histórico de navegação e no que a empresa entende que são os seus interesses.

Mas, às vezes, o perfil criado sobre usuário não é preciso. As propagandas podem envolver produtos ou serviços indesejados, bem como promover de forma repetitiva algo que você já adquiriu.

Um jeito de resolver isso bloquear anúncios de certas empresas ou segmentos. Esse controle pode ser feito pela Minha Central de Anúncios, ferramenta disponível neste link para qualquer tem conta do Google.

A Minha Central de Anúncios pode ser usada se a opção de anúncios personalizados estiver ativada. Se ela estiver desativada, o Google não usa seu histórico de navegação nem seus dados para mostrar propaganda. Isso pode ser configurado na própria central.

Veja como controlar o que aparece para você:

  • Meus anúncios: revise os temas, as marcas e os últimos anúncios que apareceram para você – é possível indicar o que você quer ver menos;
  • Personalizar anúncios: veja os anúncios mais recentes ou mais mostrados para você;
  • Gerenciar privacidade: controle quais informações serão usados para te mostrar anúncios – seus dados (gênero e idade, por exemplo), seu perfil baseado na navegação (renda, educação, área de atuação, por exemplo) e sua atividade (na web, no YouTube e localização).
Minha Central de Anúncios, ferramenta do Google para controlar a publicidade baseada no perfil dos usuários — Foto: Reprodução
Minha Central de Anúncios, ferramenta do Google para controlar a publicidade baseada no perfil dos usuários — Foto: Reprodução

Como remover anúncios

É possível assinar o YouTube Premium para remover anúncios exibidos antes ou ao redor dos vídeos. Na busca e nos sites e aplicativos de terceiros, não há uma forma oficial de bloquear anúncios.

Como denunciar anúncios

O Google permite denunciar anúncios que possam violar suas políticas. Para isso, clique no (ícone de "Informações") que aparece junto à propaganda. Depois, selecione "Por que este anúncio?" e, então, em "Denunciar este anúncio".

A empresa tem ainda o formulário disponível neste link, para receber denúncias sobre publicidade enganosa, violenta ou que promova conteúdo sexual ou produtos restritos.

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quinta-feira, 22 de junho de 2023

Com controle de videogame e sem GPS: entenda a tecnologia que direciona submersível ao Titanic

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Submersível com cinco pessoas desapareceu no Oceano Atlântico enquanto as levava para ver destroços do naufrágio. Apesar da aparência improvisada, o uso de equipamentos semelhantes ao joystick é comum em submarinos, explica especialista da Marinha.
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Por Júlia Nunes, g1

Postado em 22 de junho de 2023 às 07h00m

Post. N. - 4.655

Submersível que desapareceu é pilotado por controle de videogame — Foto: Reprodução/CBC - Divulgação/OceanGate Expeditions
Submersível que desapareceu é pilotado por controle de videogame — Foto: Reprodução/CBC - Divulgação/OceanGate Expeditions

A tecnologia que opera o submersível que sumiu durante uma viagem para ver os destroços do Titanic inclui propulsores elétricos, comunicação via satélite e... um controle de videogame.

Sem GPS e a quase quatro quilômetros da superfície, a tripulação conversa com um navio de controle para saber onde ir e guiar o submersível, pelos botões do joystick, na escuridão do Oceano Atlântico.

Sem torres de celular no meio do oceano, contamos com a Starlink [empresa do bilionário Elon Musk] para fornecer as comunicações necessárias durante a Expedição Titanic de 2023 deste ano, afirmou a OceanGate em uma postagem feita quatro dias antes do desaparecimento do submersível.

A expedição ao Titanic, com cinco pessoas, começou na sexta-feira (16), partindo da região de Newsfoundland, no Canadá.

O submersível Titan parou de se comunicar no domingo (18), uma hora e 45 minutos depois que começou a descer da superfície até os destroços do Titanic (veja a cronologia dos fatos).

Essa comunicação com a tripulação do submersível é feita por mensagens de texto, já que o som não se propaga de forma precisa embaixo d’água, explica o Capitão de Mar e Guerra Luiz Eduardo Cetrim Maciel, Comandante da Base de Submarinos da Marinha em Niterói (RJ).

É transmitida uma mensagem de texto via satélite para dizer que o submersível está operando em segurança, relata.

Veja como funciona o submarino que levava turistas para ver destroços do Titanic
Veja como funciona o submarino que levava turistas para ver destroços do Titanic

SUBMERSÍVEL OU SUBMARINO? - No caso dos submersíveis, os tripulantes se comunicam com um navio de controle, que os acompanha da superfície.

Segundo o comandante Cetrim, os submarinos não precisam do monitoramento de um navio de controle acima deles, mas deixam um mastro de comunicação fora da água para se comunicar com a equipe da Marinha, também via satélite e, antigamente, por ondas de rádio.

Quando tem essa perda de comunicação com o navio, a gente já parte do princípio de que ocorreu algum acidente. A análise é de que eles não poderiam continuar a expedição sem a comunicação, explica Cetrim.

Também é essa comunicação via satélite que ajuda os tripulantes a se localizarem no fundo do mar, já que GPS não funciona com o submarino mergulhado, segundo o comandante. Provavelmente esse navio deve falar para onde eles devem ir, afirma.

De acordo com o comandante, os submarinos da Marinha contam com um equipamento chamado de agulha giroscópica, que consegue indicar as direções mesmo embaixo d’água.

Submarino que leva turistas para ver o Titanic — Foto: Divulgação/OceanGate Expeditions
Submarino que leva turistas para ver o Titanic — Foto: Divulgação/OceanGate Expeditions

JOYSTICK - O submersível Titan é pilotado com um controle de videogame, segundo o próprio CEO da OceanGate, responsável pela expedição, relatou em uma entrevista à rede de televisão americana CBS News, em julho de 2022.

Apesar da aparência improvisada, o uso de equipamentos semelhantes ao joystick é comum em submarinos, inclusive da Marinha do Brasil, afirma o capitão Cetrim.

Nos nossos submarinos alemães, mais antigos, o controle é igual ao manche de um avião, controla a profundidade e o rumo. Nos mais novos, os franceses, é um equipamento mais moderno que se assemelha ao joystick. Não impacta na confiabilidade desse submarino, é simplesmente uma concepção mais moderna, afirma.

DESLOCAMENTO - Os botões do joystick direcionam o submersível: se ele vai avançar, voltar, ir para a esquerda ou direita. Segundo o comandante, o deslocamento de submersíveis e submarinos é feito a partir da combinação de duas formas de controle.

Tem a propulsão, igual navio normal, com algum motor elétrico, com hélices. A segunda forma é controlar a quantidade de água dentro do submarino, explica Cetrim.

O submarino tem tanques cheios de ar e, quando você chega a certa distância da costa, e tem a profundidade necessária, você abre as válvulas em cima dos tanques e o ar que está dentro deles escapa. Aí a água entra por baixo, o submarino fica mais pesado que a água e mergulha. Quando precisa subir, é só injetar ar nesses tanques, detalha o capitão.

O Titan, submersível que desapareceu, conta com quatro propulsores elétricos Innerspace 1002, conforme o portal da OceanGate.

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quarta-feira, 21 de junho de 2023

'Máquina do tempo' do Google viraliza após usuários encontrarem fotos antigas de parentes que já morreram

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Street View, que permite ver fotos de ruas ao redor do mundo, e eterniza imagens de pessoas que estavam no local quando o registro foi feito. Google Earth também tem imagens via satélite desde 1984.
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Por Victor Hugo Silva, g1

Postado em 21 de junho de 2023 às 05h15m

Post. N. - 4.654

Google Street View — Foto: Reprodução/Google
Google Street View — Foto: Reprodução/Google

O Google Maps tem desde 2007 o Street View, que permite ver fotos de ruas ao redor do mundo. A funcionalidade voltou a bombar nesta semana porque foi usado por usuários para buscar imagens antigas de parentes que já morreram (veja abaixo como o recurso funciona).

As fotos antigas no Street View funcionam como uma "máquina do tempo" com a qual é possível ver imagens feitas pelo Google ao redor do mundo. O Google Earth ainda tem outro recurso que permite ver imagens de satélite de todo o mundo desde 1984.

Para muitos usuários que postaram essas fotos, elas são uma forma de eternizar familiares em locais em que costumavam ser vistos. É o caso do analista de sistemas Jefferson Balduíno, que publicou uma imagem em que sua avó Zenilde aparece em frente à sua casa.

"Minha avó faleceu em 2015, e o Google Maps deixou-a sentada no canto do sofá esperando a gente chegar como sempre fez", escreveu Jefferson.

Jefferson Balduíno usou Google Street View para recuperar foto de 2011 de sua avó Zenilde, que morreu em 2015  — Foto: Reprodução
Jefferson Balduíno usou Google Street View para recuperar foto de 2011 de sua avó Zenilde, que morreu em 2015 — Foto: Reprodução

A imagem foi feita em 2011 quando o Google passou pelo bairro Padre Anchieta, em Campinas (SP). O local mudou bastante desde então e, hoje, ninguém da família de Jefferson mora no local. Mas, para ele, o registro tem muito significado.

"Cresci nessa casa com meus familiares, alguns deles já se foram – meu tio em 2007, minha avó em 2015, minha tia em 2021 com Covid-19. Sinto uma nostalgia e um apreço profundo pelas memórias que eu e meus familiares compartilhamos juntos naquela época", disse Jefferson ao g1.

"Jogar no Google esse endereço e ver minha avó ali sentadinha no canto do sofá me dá um conforto no coração de pensar que ela está me esperando em algum lugar", completou. 
Como ver fotos antigas no Google Maps

  1. Pesquise um lugar no Google Maps – insira o endereço ou selecione um ponto no mapa;
  2. NO CELULAR: toque na imagem que aparece logo acima do nome do local. NO COMPUTADOR: arraste o boneco amarelo que aparece no canto inferior direito da tela até o ponto desejado;
  3. Toque em "Ver mais datas" e escolha uma das opções disponíveis.
Como ver imagens de satélite no Google Earth

  1. Acesse o "Modo Viajante" no site ou no aplicativo do Google Earth – ou clique neste link;
  2. Pesquise por um local – também é possível escolher por temas, como "Mudanças nas florestas" e "Planeta em aquecimento", e locais em destaque, como pontos de desastres naturais.
  3. Selecione o ano desejado – ou deixe o Google Earth mostrar as mudanças com o efeito timelapse, em que as imagens aparecem como um vídeo acelerado.

Google Earth permite ver imagens de satélite feitas ao redor do mundo desde 1984 — Foto: Reprodução
Google Earth permite ver imagens de satélite feitas ao redor do mundo desde 1984 — Foto: Reprodução
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