Marketing com visibilidade e transparência, focalizando com criatividade e competência a sua slogomarca, fazendo valer no detalhe do visual, o diferencial de retorno do seu investimento, com satisfação do cliente em primeiro lugar!... Excelência no atendimento, para a satisfação e o encantamento do consumidor-cliente!
O Google enviou condolências à família da vítima e afirmou que está avaliando o caso. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC Postado em 21 de setembro de 2023 às 17h45m Post. N. - 4.735
Google Maps — Foto: Foto de PhotoMIX Company
A família de um americano que se afogou depois de cair de uma ponte que desabou afirma que ele morreu porque o Google não atualizou seus mapas.
A família de Philip Paxson está processando a empresa pela morte dele, alegando que o Google, por negligência, não conseguiu mostrar que a ponte havia caído nove anos antes.
Paxson morreu em setembro de 2022 após tentar passar de carro pela
ponte danificada em Hickory, no Estado americano da Carolina do Norte.
Um porta-voz doGoogle disse que a empresa estava analisando as alegações. O caso foi aberto no tribunal civil do Condado de Wake na terça-feira (19/9).
Paxson, pai de duas filhas, voltava para casa depois da festa de
aniversário de 9 anos da filha dele, que ocorreu na casa de um amigo.
Ele estava em um bairro desconhecido no momento de sua morte, de acordo com o advogado da família.
A mulher dele havia levado as duas crianças mais cedo para casa e ele ficou para trás para ajudar na limpeza.
"Não familiarizado com as estradas locais, ele confiou no Google
Maps, esperando que ele o direcionasse com segurança para casa, até sua
esposa e filhas", disseram os advogados da família em um comunicado
anunciando o processo.
"Tragicamente, enquanto dirigia com cautela na escuridão e na chuva, ele seguiu as instruções desatualizadas do Google
para o que a família descobriu mais tarde ser chamada de 'Ponte para
lugar nenhum', colidindo com Snow Creek, onde ele se afogou."
Moradores locais fizeram diversos pedidos ao Googlepara que mudasse os mapas online depois que a ponte desabou em 2013, afirma o processo.
As barreiras que normalmente eram colocadas na entrada da ponte
desapareceram por conta do vandalismo, de acordo com a publicação local
Charlotte Observer.
A ação também processa três empresas locais, argumentando que elas tinham o dever de manter a ponte.
"Nossas meninas perguntam como e por que o pai delas morreu, e estou
sem palavras para que elas possam entender", disse a esposa da vítima,
Alicia Paxson, em um comunicado.
"Como adulta, ainda não consigo entender como os responsáveis pelas
indicações do GPS e pela ponte podem ter agido com tão pouca
consideração pela vida humana."
A empresa se manifestou oficialmente. "Desejamos as mais profundas condolências à família Paxson", disse um porta-voz do Google à AP News.
"Nosso objetivo é fornecer informações precisas de rotas no Maps e estamos analisando esse processo."
Startup abriu inscrições de pacientes interessados em participar de primeiros testes do em humanos. Chip foi criado para ajudar pessoas com paralisia a controlar dispositivos com o pensamento. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Fred Schwaller 20/09/2023 15h15 Atualizado há uma hora Postado em 20 de setembro de 2023 às 04h15m Post. N. - 4.734
Elon Musk, dono da SpaceX, do X e da Tesla, também investe fundou empresa de chips cerebrais — Foto: REUTERS/ Gonzalo Fuentes
O bilionário Elon Musk
quer implantar chips em pessoas com paralisia cerebral para que elas
possam controlar objetos com o pensamento. Por meio de sua startup, a
Starlink, ele anunciou a abertura das inscrições para pacientes
interessados.
"O futuro vai ser estranho", disse Elon Musk em 2020, ao explicar o potencial dos chips cerebrais da Neuralink.
Nos últimos sete anos, a empresa vem desenvolvendo um chip de computador projetado para ser implantado no cérebro, onde monitora a atividade de milhares de neurônios.
O chip – oficialmente considerado uma Interface Cérebro-Computador (ICC) – é uma pequena sonda contendo mais de 3.000 eletrodos ligados a fios flexíveis mais finos que um fio de cabelo humano.
Musk quer conectar o cérebro com computadores para permitir o download
de informações e memórias das profundezas da mente, como no filme de
ficção científica Matrix, de 1999.
Além de tentar tratar condições como cegueira e paralisia, Musk planeja usar o chip da Neuralink para alcançar a telepatia humana, que, segundo ele, ajudaria a humanidade a prevalecer em uma guerra contra a inteligência artificial.
Ficção científica ou realidade?
Isso é viável? Resposta curta: não.
"Não podemos ler a mente das pessoas. A quantidade de informação que
podemos decodificar do cérebro é muito limitada", afirma Giacomo Valle,
engenheiro neural da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.
Juan Alvaro Gallego, pesquisador de ICC no Imperial College London, no Reino Unido, concorda.
"O problema fundamental é que realmente não sabemos onde ou como os
pensamentos são armazenados no cérebro. Não podemos ler pensamentos se
não entendermos a neurociência por trás deles", disse à DW.
Chip (ou Interface Cérebro Computador) da Neuralink é uma pequena sonda
com mais de 3.000 eletrodos desenvolvidos para monitorar a atividade de
neurônios — Foto: Divulgação/Neuralink
Uso clínico dos chips
Musk apresentou a tecnologia Neuralink em 2019, mostrando um porco com um chip implantado no cérebroe um vídeo de um macaco jogando pong com a mente. Mas o potencial da tecnologia vai muito além de animais jogando.
Segundo Gallego, a tecnologia foi desenvolvida inicialmente para ajudar pessoas paralisadas
por lesões na coluna ou condições como a síndrome do encarceramento –
quando um paciente está totalmente consciente, mas não consegue mover
nenhuma parte do corpo, exceto os olhos – a se comunicar.
"Se você [pudesse] traduzir sua comunicação interna em palavras em um computador, seria uma mudança de vida", disse Gallego.
Nesse
tipo de caso, os chips são projetados para registrar sinais elétricos
de neurônios no córtex motor e, em seguida, enviar os sinais para um
computador onde são exibidos como texto.
Normalmente, o córtex motor não está envolvido no pensamento. Em vez
disso, é onde as instruções de movimento são enviadas ao corpo, como os
movimentos dos músculos da língua e da mandíbula quando se fala.
O que os eletrodos realmente registram é um plano motor – mais
precisamente, o resultado de todo o processamento em diferentes partes
do cérebro (sensorial, linguístico, cognitivo) necessário para se mover
ou falar.
As ICCs não registram os pensamentos, mas sim o plano do cérebro de mover um dedo, uma perna ou abrir a boca para fazer um som.
"Os cientistas também mostraram que podem ler a intenção do córtex
motor de desenhar uma letra", disse Gallero. "Usando modelagem complexa
[com o computador conectado], isso permitiu que participantes
paralisados digitassem 10 palavras por minuto, o que foi um avanço".
Elon Musk é dono da Neurolink, startup de chips cerebrais — Foto: Reuters/Dado Ruvic
Chips e as sensações
Outro avanço ocorreu em 2016, quando o então presidente dos EUA, Barack Obama, apertou a mão robótica de Nathan Copeland.
Copeland, que ficou paralisado após um acidente de carro, sentiu o
aperto de mão de Obama como se estivessem tocando pele com pele.
"Isso demonstrou uma capacidade diferente das ICCs. Em vez de usar
eletrodos para registrar o cérebro e interpretar os movimentos
pretendidos, eles estimularam o cérebro com pequenas correntes para
produzir sensações", explica Gallego.
No
caso de Copeland, uma ICC chamada Utah Array foi implantada em seu
cérebro para melhorar o funcionamento de uma parte deficiente de seu
sistema nervoso.
O dispositivo, produzido por um rival da Neuralink, foi implantado em
seu córtex sensorial e conectado a sensores na ponta de sua mão
robótica.
Quando Copeland apertou a mão de Obama, esses sensores enviaram sinais
fazendo com que eletrodos no córtex sensorial estimulassem a região da
"mão" no cérebro, permitindo que Copeland "sentisse" a mão do
presidente.
Essas novas capacidades das ICCs representam a próxima geração de estimulação cerebral profunda, um tratamento que envolve a implantação de eletrodos em áreas do cérebro para ajudar pessoas com distúrbios do movimento.
"Essas
tecnologias já existem há algum tempo. A estimulação cerebral profunda
tem sido usada para ajudar centenas de milhares de pessoas com Doença de
Parkinson desde a década de 1990", explica Gallego.
Cirurgia cerebral para todos?
Por enquanto, as ICCs como a Utah Array estão sendo usadas apenas em
casos especiais como o de Copeland, e a tecnologia da Neuralink foi
testada apenas em animais.
"Todas as aplicações clínicas das ICCs ainda estão em fase de pesquisa e
ainda não foram implementadas na prática clínica", destaca Valle.
O chip da Neuralink tem 96 pequenas sondas flexíveis que devem ser inseridas individualmente no cérebro.
E cirurgia cerebral não é brincadeira: mesmo que o procedimento
invasivo necessário para conectar uma ICC ao cérebro corra bem, o
potencial de infecção ou "rejeição" imunológica do dispositivo permanece
por muito tempo após o implante.
Neuralink planeja usar robô cirurgião para implantar chips em humanos — Foto: Divulgação/Neuralink
O nascimento da neuroética
A longo prazo, disse Valle, as ICCs levantam "uma variedade de
preocupações éticas" que deverão ser consideradas cuidadosamente por
pesquisadores, empresas, agências financiadoras, reguladores e pelos
próprios usuários.
A
tecnologia está dando origem a um novo campo de investigação moral: a
neuroética. É aqui que as discussões se tornam mais ficção científica.
"Por exemplo, quais são as consequências das violações de privacidade
quando os dados em questão se relacionam com os pensamentos das pessoas?
Como podemos garantir que a falta de acesso não exacerbe a desigualdade
social? O que acontece quando essa informação pode ser inserida
diretamente no cérebro?", pontua Valle.
Afinal, é papel da ficção científica nos preparar para o que pode vir no futuro.
Advertências sobre vigilância e controle tecnológico estavam presentes
nos romances do início do século 20, como Admirável Mundo Novo (Aldous
Huxley, 1932) e 1984 (George Orwell, 1949). Nós os ouvimos?
Usuários poderão permitir que robô gere respostas a partir de informações em e-mails e arquivos. Novidade será liberada primeiro na versão em inglês e chegará para todos no futuro. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Victor Hugo Silva, g1 19/09/2023 07h01 Atualizado há 02 horas Postado em 19 de setembro de 2023 às 09h05 Post. N. - 4.733
Bard pode se integrar com outros serviços do Google, como Gmail, Docs e Drive — Foto: Divulgação/Google
O Bard, que funciona como o "ChatGPT do Google", ganhou uma integração com outros serviços da empresa, como Gmail, Docs e Drive. A atualização será liberada primeiro para a versão em inglês e chegará para todos em uma segunda etapa.
A novidade faz parte de um pacote de recursos que estão sendo liberados junto com atualizações no PaLM 2, o modelo de linguagem usado pelo Bard. Segundo o Google, o padrão é o mais inteligente já criado pela empresa.
Estas são as novidades anunciadas pelo Google para o Bard.
📧 Extensões (apenas em inglês): se receber autorização do usuário, o robô vai criar respostas baseadas
em informações salvas em contas de Gmail, Docs e Drive, além de dados de
YouTube, Maps e Google Viagens;
✅ Respostas verificadas (apenas em inglês):
quando o botão do Google é selecionado, o robô checa a última mensagem
que escreveu para analisar se o conteúdo pode ser baseado em informações
na internet – se sim, a ferramenta mostra os links que validam sua
afirmação;
💬 Conversas compartilhadas:é
possível compartilhar uma conversa para que outras pessoas continuem a
interação a partir daquele ponto – o robô entende o contexto a partir do
histórico;
🖼️ Opções de mudar o estilo da resposta, além de incluir imagens em perguntas e respostas, estavam disponíveis apenas em inglês e, agora, chegam para todos os usuários.
Bard permite compartilhar conversas para outras pessoas continuarem a interação — Foto: Divulgação/Google
Extensões do Bard
A possibilidade de usar o Bard para criar respostas a partir de outros
serviços do Google é a principal novidade desta atualização. Batizado de
Extensões, o recurso consegue reunir informações de vários lugares em
um só espaço.
As extensões de Maps, YouTube e Google Viagens usam dados públicos e,
por isso, são ativadas por padrão. Já as extensões de Gmail, Docs e
Drive utilizam dados particulares e precisarão da permissão dos usuários
para serem executadas. É possível desativar todas elas a qualquer
momento.
Com as extensões, usuários poderão usar o Bard para perguntar, por
exemplo, quais datas aparecem no e-mail sobre uma viagem, quais são os
hotéis disponíveis nesse período e quanto tempo leva o trajeto para o
aeroporto.
O Google afirma que as informações analisadas pelo robô no Gmail, no
Docs e no Drive não serão acessadas por outras pessoas, não servirão
para fins publicitários, nem serão usadas para treinar o modelo de
inteligência artificial.
O Google admite que modelos de inteligência artificial podem mostrar informações imprecisas. Esse tipo de falha, também conhecido como "alucinação", faz os robôs gerarem respostas que parecem verdadeiras, mas são incorretas ou tendenciosas.
Para tentar corrigir esse problema, a empresa adotou uma espécie de
dupla checagem. Os usuários poderão clicar no ícone do Google que será
exibido junto à resposta para verificar se a internet tem algo que possa
validar uma frase.
"Sempre que uma afirmação da IA puder ser avaliada, você verá essa
informação destacada na resposta do Bard, e poderá clicar ali para obter
mais informações", afirma a empresa.
"É importante deixar claro que os links fornecidos são de conteúdo
encontrado pela Busca, e isso não significa que essas fontes tenham
ajudado a compor a resposta inicial do Bard".