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terça-feira, 26 de setembro de 2023

Regulador dos Estados Unidos processa Amazon por quebrar lei antitruste e prejudicar consumidores

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Gigante do varejo afirma que processo foi equivocado e que poderia levar a preços mais altos e entregas mais lentas.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 26 de setembro de 2023 às 15h25m

Post. N. - 4.738

Amazon anuncia nova rodada de demissões e corta 9 mil funcionários — Foto: REUTERS/Pascal Rossignol/Foto de arquivo
Amazon anuncia nova rodada de demissões e corta 9 mil funcionários — Foto: REUTERS/Pascal Rossignol/Foto de arquivo

A Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos entrou com uma ação antitruste contra a Amazon.com nesta terça-feira (26).

O processo — feito como parte da última ação legal do governo norte-americano, que visa quebrar o domínio das gigantes de tecnologia, também chamadas de "Big Techs", na internet — acusa a varejista de prejudicar consumidores por meio de preços mais altos.

O processo já era esperado, uma vez que há anos a companhia, junto a outras grandes empresas do setor, recebem reclamações sobre terem abusado de seus domínios de busca, mídias sociais e varejo digital, tornando-se os guardiões dos aspectos mais lucrativos da internet.

O processo ainda teve a participação de 17 procuradores-gerais estaduais e segue não apenas uma investigação de quatro anos, como uma série de ações federais movidas contra a Alphabet, do Google, e o Facebook, da Meta Platforms.

"O FTC e seus parceiros estaduais afirmam que as ações da Amazon impedem que rivais vendedores baixem os preços, degradam a qualidade [dos produtos] para os consumidores, sobrecarregam vendedores, sufocam a inovação e evitam que rivais concorram de forma justa com a Amazon", disse a agência reguladora em comunicado.

O FTC afirmou, ainda, que pediu que o tribunal emitisse uma liminar permanente, ordenando que a Amazon.com interrompesse sua conduta ilegal. O processo foi movido no tribunal federal de Seattle, onde a Amazon está sediada.

Ações da Amazon caem 3%

A Amazon disse que o processo movido pela FTC foi equivocado e afirmou que prejudicaria os consumidores ao levar a preços mais altos e entregas mais lentas.

As práticas que a FTC está desafiando ajudaram a estimular a concorrência e a inovação em todo o setor de varejo e produziram maior seleção, preços mais baixos e entregas mais rápidas para os clientes da Amazon" afirmou o conselheiro geral da Amazon David Zapolsky, acrescentando que essas práticas também geraram maiores oportunidades para empresas que vendem no marketplace da companhia.

Reuters se torna parceira da Amazon AgencyReuters se torna parceira da Amazon Agency

A FTC disse que a Amazon, fundada em 1994 e que vale mais de US$ 1 bilhão, puniu os vendedores que procuravam oferecer preços inferiores, tornando difícil aos consumidores encontrar o vendedor na plataforma da companhia.

Outras alegações incluem que a Amazon deu preferência aos seus próprios produtos em detrimento aos de seus concorrentes em sua plataforma.

'Poder de Monopólio'

A presidente da FTC, Lina Khan, disse que a Amazon usou táticas ilegais para afastar empresas que teriam se levantado para desafiar seu monopólio.

A Amazon agora explora esse poder de monopólio para prejudicar os seus clientes, tanto as dezenas de milhões de famílias que compram na plataforma da Amazon como as centenas de milhares de vendedores que usam a Amazon para os alcançar, afirmou.

Khan, quando era estudante de direito, escreveu sobre o domínio da Amazon.com no varejo online para o "The Yale Law Journal". Ela também fez parte da equipe do comitê da Câmara que escreveu um relatório publicado em 2020, que defendia o controle de quatro gigantes da tecnologia: Amazon.com , Apple, Google e Facebook.

Críticos da Amazon veem processo com bons olhos

"Nenhuma empresa centralizou tanto poder em tantos setores cruciais. Se não for controlado, o poder de ditar e controlar da Amazon ameaça o estado de direito e a nossa capacidade de manter mercados abertos e governados democraticamente", disse Stacy Mitchell, do Institute for Local Self-Reliance que pressionou o governo a agir contra a gigante do varejo online.

A necessidade de tomar medidas contra as Big Techs tem sido uma das poucas ideias com as quais Democratas e Republicanos concordam. Durante a administração Trump, que terminou em 2021, o Departamento de Justiça norte-americano e a FTC abriram investigações sobre Google, Facebook, Apple e Amazon.

O Departamento de Justiça processou o Google duas vezes – uma vez sob o governo do republicano Donald Trump por causa de seu negócio de buscas e uma segunda vez por tecnologia de publicidade, desde que o presidente democrata Joe Biden assumiu o cargo.

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segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Como fazer áudio do WhatsApp virar texto?

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Assistentes virtuais gratuitos conseguem transformar gravações em mensagens escritas diretamente no aplicativo, sem a necessidade de baixar nada.
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Por g1

Postado em 25 de setembro de 2023 às 07h10m

Post. N. - 4.737

Chatbots no WhatsApp permitem transformar mensagens de áudio em texto — Foto: Reprodução/WhatsApp
Chatbots no WhatsApp permitem transformar mensagens de áudio em texto — Foto: Reprodução/WhatsApp

O WhatsApp não tem um recurso próprio para converter mensagens de áudio em texto. Mas quem não quer ouvir as gravações pode transformá-las em um conteúdo escrito com ajuda de robôs que funcionam dentro do aplicativo, sem precisar baixar nada.

É possível converter áudios no WhatsApp para textos com ao menos dois chatbots, que funcionam como assistentes virtuais que respondem às suas mensagens: o ViraTexto e a LuzIA.

Ambos são gratuitos e podem ser ativados ao enviar uma mensagem para seus respectivos números. Confira abaixo as duas alternativas para transformar áudios em texto no WhatsApp.

ViraTexto

  1. Adicione o número (31) 97228-0540 como contato;
  2. Inicie uma conversa no WhatsApp, leia os termos de uso e toque em "Concordo";
  3. Escolha o contato do ViraTexto para encaminhar a gravação;
  4. Aguarde alguns segundos até a assistente transcrever a mensagem.

O ViraTexto consegue transcrever áudios em português com até 4 minutos de duração.

A plataforma de chatbots Blip, que desenvolveu o ViraTexto, afirma que os dados recebidos pela plataforma são tratados de forma sigilosa e armazenados temporariamente.

ViraTexto transforma áudios do WhatsApp em texto — Foto: Reprodução
ViraTexto transforma áudios do WhatsApp em texto — Foto: Reprodução

LuzIA

  1. Adicione o número (11) 97255-3036 como contato;
  2. Em outra conversa, toque e segure sobre um áudio e clique na seta para a direita;
  3. Escolha o contato da LuzIA para encaminhar a gravação;
  4. Aguarde alguns segundos até a assistente transcrever a mensagem.

A LuzIA usa o modelo de inteligência artificial Whisper, da Open AI (a criadora do ChatGPT), para transformar áudios de até 10 minutos em texto.

A ferramenta usa o ChatGPT para criar mensagens e o modelo Kandinsky para gerar até 5 imagens por dia a partir de descrições em texto. Ela também pode interagir por meio de suas personalidades alternativas, incluindo personagens como Hermione, de Harry Potter, e Mestre Yoda, de Star Wars.

Assistente LuzIA está disponível para WhatsApp e Telegram — Foto: Reprodução
Assistente LuzIA está disponível para WhatsApp e Telegram — Foto: Reprodução


Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger
Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger
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domingo, 24 de setembro de 2023

Calor extremo pode afetar o funcionamento do celular; veja dicas para preservar o aparelho

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Chance de o celular ser prejudicado pelo temperatura alta é pequena, mas aumenta em casos de exposição direta ao sol, como esquecê-lo dentro do carro, dizem especialistas.
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Por Murillo Otavio, g1

Postado em 24 de setembro de 2023 às 09h45m

Post. N. - 4.736

Homem com celular na mão — Foto: Reprodução/EPTV
Homem com celular na mão — Foto: Reprodução/EPTV

Ondas de calor extremo como a que o Brasil deve enfrentar neste fim de semana podem causar superaquecimento de celulares e outros eletrônicos. Elas podem prejudicar a vida útil da bateria e o funcionamento dos aparelhos, deixando-os mais lentos, segundo especialistas.

A chance de superaquecimento costuma ser pequena, mas pode aumentar em casos de exposição direta ao sol, como ao deixar o celular próximo ao para-brisa do carro ou mantê-lo muito tempo em locais como praias.

Para saber quais são os cuidados que se deve tomar, o g1 ouviu Marcos Amaral, professor de engenharia elétrica da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Euclides Lourenço Chuma, membro sênior do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), e Angelo Sebastião Zanini, coordenador do curso de Engenharia de Computação do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT).

Veja o que eles recomendaram:

  • evite capinhas emborrachadas – apesar de proteger de quedas e arranhões, elas podem concentrar ainda mais calor no celular;
  • não deixe o aparelho exposto diretamente ao sol;
  • evite usar o celular enquanto ele estiver carregando;
  • caso perceba o aparelho quente, feche alguns aplicativos. Se a alta temperatura permanecer, desligue o aparelho por alguns minutos;
  • não use carregador pirata – além de aquecer o aparelho, ele pode diminuir a vida útil da bateria.
Por que o calor extremo pode afetar o celular?

Segundo os especialistas, os celulares costumam funcionar normalmente em temperaturas de até 40ºC. Acima disso, os aparelhos podem ser impactados de duas maneiras: no funcionamento do sistema e no desempenho da bateria.

  • Sistema: é o que faz o celular funcionar. Naturalmente, o sistema aquece os componentes do aparelho quando está em operação. Quanto mais aplicativos em uso, maior é a temperatura;
  • Bateria: é formada por alguns tipos de metais, que reagem quimicamente com o aumento excessivo da temperatura. Nesses casos, há perda acelerada de carga e danos na vida útil, ou seja, com o tempo, ela pode segurar energia por menos tempo.

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