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segunda-feira, 15 de abril de 2024

O que acontece com nossas contas de rede social quando morremos

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Com o avanço da tecnologia e bilhões de pessoas em todo o mundo que utilizam plataformas de redes sociais, o que acontece com a presença online de uma pessoa após sua morte virou um grande tema.
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TOPO
Por Selin Girit, Grujica Andric

Postado em 15 de abril de 2024 às 08h45m

Post. N. - 4.866

O marido de Hayley Smith, Matthew, morreu de câncer, aos 33 anos, há mais de dois anos — Foto: BBC/Divulgação
O marido de Hayley Smith, Matthew, morreu de câncer, aos 33 anos, há mais de dois anos — Foto: BBC/Divulgação

Algumas pessoas não sabem que Matthew faleceu, ainda veem seu aniversário e escrevem parabéns em seu perfil. Não é particularmente agradável.

O marido de Hayley Smith, Matthew, morreu de câncer, aos 33 anos, há mais de dois anos. E ela ainda luta para saber o que fazer com as contas dele nas redes sociais.

Tentei transformar a conta de Matthew no Facebook em uma página de memorial, e o que é pedido é que você envie a certidão de óbito, diz a profissional do setor de caridade que mora no Reino Unido.

Já fiz isso mais de 20 vezes e simplesmente não funciona – nada acontece. Não tenho energia para entrar em contato com o Facebook e tentar resolver o problema.

O que é uma conta memorial?

Com o avanço da tecnologia e bilhões de pessoas em todo o mundo utilizando plataformas de redes sociais, o que acontece com a presença online de alguém após sua morte tornou-se um grande tema.

As contas permanecem vivas e ativas, a menos que um parente informe à plataforma de rede social em questão que a pessoa faleceu.

Algumas plataformas oferecem a opção de encerrar o perfil após a notificação oficial do falecimento por um familiar, enquanto outras oferecem alternativas.

Por exemplo, quando a Meta – a empresa proprietária do Facebook e do Instagram – recebe uma certidão de óbito, a conta da pessoa que faleceu pode ser apagada ou transformada em uma página de memorial – o que significa que a conta seria congelada no tempo e convertida em uma página de lembrança do usuário, permitindo que as pessoas postem fotos e recordações.

As plataformas abordam a questão de diferentes formas, mas todas as empresas priorizam a privacidade do falecido — Foto: Getty Images via BBC
As plataformas abordam a questão de diferentes formas, mas todas as empresas priorizam a privacidade do falecido — Foto: Getty Images via BBC

Uma mensagem in memoriam aparece ao lado do nome do usuário e ninguém poderá fazer login na conta se o usuário original não tiver anteriormente fornecido um contato de legado – um membro da família ou um amigo autorizado a gerenciar o conteúdo ou solicitar a desativação do perfil.

No Facebook, as contas transformadas em memorial não são recomendadas a potenciais amigos virtuais como Pessoas que você talvez conheça, e os usuários da lista de amigos da pessoa falecida não receberão notificação do aniversário.

O Google, proprietário do YouTube, Gmail e Google Fotos, oferece a opção de alterar as configurações de conta inativapara decidir o que acontecerá com as contas e dados uma vez que fiquem inativos por um determinado período de tempo.

O X (antigo Twitter) não oferece a opção de manter o perfil em memória do dono e só é possível desativar a conta em caso de falecimento ou impossibilidade de uso do proprietário.

Existem várias abordagens, mas todas as empresas priorizam a privacidade do falecido, diz Joe Tidy, correspondente de tecnologia do Serviço Mundial da BBC.

Nenhum detalhe de login será compartilhado, e você só poderá acessar determinados dados, como fotos e vídeos, com solicitações específicas que às vezes precisam de ordem judicial.

As plataformas sociais mais novas, como TikTok e Snapchat, no entanto, não possuem caminhos específicos.

Devemos preparar um legado digital?

Perfis ativos de usuários falecidos podem representar um problema caso dados, fotos ou outros conteúdos caiam nas mãos erradas, alerta Sasa Zivanovic, especialista em crimes cibernéticos e ex-chefe do departamento de crimes de alta tecnologia do Ministério do Interior da Sérvia.

Isso pode acontecer ao serem baixados alguns dados do perfil, mas também assumindo o controle de toda a conta.

Fotografias, dados e vídeos podem ser usados para criar contas falsas com nome falso, extorquir dinheiro de conhecidos e amigos que não sabem que a pessoa em questão faleceu, afirma.

James Norris, presidente da Digital Legacy Association do Reino Unido, destaca que é importante que todos pensem no conteúdo que compartilham nas redes sociais e façam uma cópia de segurança sempre que possível.

Ele ressalta que no Facebook, por exemplo, você pode baixar um arquivo completo de suas fotos e vídeos e repassá-lo para seus familiares.

Assim, se eu fosse diagnosticado com uma doença terminal e tivesse um filho pequeno que não estivesse no Facebook, eu poderia baixar todas as minhas fotos e vídeos, remover as mensagens - porque não gostaria que meu filho visse minhas mensagens privadas -, selecionar minhas fotos favoritas e escrever uma história sobre cada uma delas, diz ele.

Ele acredita que planejar o que você quer que aconteça com suas contas de rede social após sua morte é crucial e aconselha as pessoas a prepararem um legado digital.

Em última análise, as redes sociais são um negócio. Essas plataformas não são as guardiãs do seu legado digital, afirma.O guardião do seu legado digital é você.

Mesmo assim, ele acredita que as plataformas de rede social poderiam facilitar o processo para os parentes em luto.

Ações como aumentar a conscientização sobre o que a plataforma oferece e quais ferramentas estão disponíveis são importantes porque nem todo mundo sabe que elas existem, diz ele

'Eram meu rosto e minha voz, mas era golpe': como criminosos 'clonam pessoas' com inteligência artificial
'Eram meu rosto e minha voz, mas era golpe': como criminosos 'clonam pessoas' com inteligência artificial

'Legado digital não diz respeito apenas às redes sociais'

O legado digital é um grande tema, alerta Sarah Atanley, enfermeira investigadora da Marie Curie, uma instituição de caridade com sede no Reino Unido que presta cuidados e apoio a pessoas com doenças terminais e a seus entes queridos.

Ela enfatiza que as pessoas precisam pensar não apenas em suas contas nas redes sociais, mas em tudo o que possuem digitalmente e no que fazer com esse material em caso de morte.

Sarah Atanley diz que o legado digital não envolve apenas mídias sociais — Foto: Getty Images via BBC
Sarah Atanley diz que o legado digital não envolve apenas mídias sociais — Foto: Getty Images via BBC

Fotografias e vídeos digitais podem conter muitas memórias. Mas hoje fazemos bastante gestão financeira online, em termos de serviços bancários, diz ela.

Depois, há contas de música geradas para criar listas de reprodução, e temos visto um aumento na utilização de jogos online, em que as pessoas dedicam muito tempo e esforço à criação dos seus avatares e à vida num ambiente online."

Então, acho que vale a pena dizer que o legado digital não diz respeito apenas a redes sociais.

Ela concorda que é importante começar a pensar sobre o que possuímos digitalmente e o que queremos que aconteça com o material.

Queremos que alguém assuma o controle de nossas contas de rede social? Queremos que alguém nos homenageie? Queremos poder passar um álbum de fotografias digitais aos nossos filhos? Ou queremos imprimi-lo como as pessoas costumavam fazer e ter um belo álbum de fotos impresso que possamos passar para alguém depois de morrermos? O legado digital é definitivamente algo que precisa ser pensado e falado.

Para Hayley e Matthew, no entanto, esse não foi um assunto fácil de discutir.

Eu realmente não falei com Matt sobre isso quando ele estava nos últimos dias, porque ele realmente não queria falar sobre a morte, diz ela.

Ele queria viver o máximo que pudesse, mas depois ficou gravemente doente. Ele não era ele mesmo. Então, ele não foi capaz de responder às minhas perguntas.

Eles estavam casados ​​há pouco mais de um ano quando Matthew foi diagnosticado com glioblastoma em estágio 4 em julho de 2016, aos 28 anos.

Sua vida está prestes a mudar para sempre e não para melhor, disse o médico, ao comunicar que Matthew tinha um tumor cerebral e que precisava imediatamente de uma cirurgia para salvar sua vida.

Embora a cirurgia e a quimioterapia tenham corrido bem, com o tempo o tumor voltou a crescer e Matthew foi informado que teria apenas mais um ano de vida.

“O nome dele estava em tudo. Em nossas contas, em absolutamente tudo que eu tinha, diz Hayley.

Tive que transferir tudo e foi muito difícil. Levei quase 18 meses para fazer toda a administração digital que era necessário fazer.

Ela diz que ainda quer tornar a página de Matthew no Facebook num memorial, mas não está tratando disso no momento.

Acho muito doloroso ficar constantemente olhando para um documento que é uma certidão de óbito. É por isso que tenho evitado fazer isso, porque é um pedacinho de papel horrível. Só acho que é realmente um processo excessivamente complicado e que as empresas deveriam torná-lo mais fácil para as pessoas enlutadas, conclui.

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sábado, 13 de abril de 2024

Meta e Google revelam nova geração de chip de inteligência artificial para empresas

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Processadores vão concorrer com semicondutores de IA das gigantes Intel e Nvidia. Além disso, elas entram na disputa com outras big techs que têm seus próprios chips, como Amazon e Microsoft.
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Por g1

Postado em 13 de abril de 2024 às 07h00m

Post. N. - 4.865

Meta e Google revelam nova geração de chip de inteligência artificial — Foto: AP/Reuters
Meta e Google revelam nova geração de chip de inteligência artificial — Foto: AP/Reuters

A Meta, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, e a Alphabet, controladora do Google, anunciaram nesta semana a nova geração de seus chips (processadores) de inteligência artificial exclusivos para empresas.

Segundo a agência Reuters, a Meta já planejava implementar uma nova versão de um chip de data center para lidar com a crescente quantidade de potência de computação para executar produtos de IA no Facebook, Instagram e WhatsApp. A nova geração, chamada de MTIA, será capaz de alcançar três vezes o desempenho de seu processador de primeira geração, disse a companhia.

Já o Google afirma que o seu equipamento, chamado de Axion, vai ajudar a aprimorar aplicativos, bancos de dados, caches de memória, processamento de mídia e treinamento de IA, de acordo com o Business Insider.

Com esses anúncios, Google e Meta agora podem reduzir a dependência de empresas como Intel e Nvidia, que são grandes fabricantes de semicondutores, segundo o portal de tecnologia The Verge.

Além disso, as big techs passam a concorrer com Intel e Nvidia, mas não só com elas, já que Amazon (Web Services) e a Microsoft (Azure) também têm seus próprios processadores. Veja abaixo detalhes dos novos equipamentos:

Meta MTIA

Meta MTIA — Foto: Divulgação/Meta
Meta MTIA — Foto: Divulgação/Meta

A taiwanesa TSMC vai produzir a nova geração de chip de IA da Meta. O equipamento é chamado MTIA e foi criado exclusivamente para data centers (ou centros de dados, na tradução para o português). Segundo a empresa, o semicondutor é capaz de fornecer "recomendações de alta qualidade aos usuários".

Ele faz parte de um amplo esforço no processo de desenvolvimento de chip de silício personalizado da empresa, que inclui também olhar para outros sistemas de hardware.

O equipamento ajudará a Meta a reduzir sua dependência dos chips de IA da Nvidia e a reduzir seus custos de energia em geral.

Além de construir os chips e hardware, a Meta tem feito investimentos significativos no desenvolvimento de software necessário para aproveitar o poder de sua infraestrutura da forma mais eficiente.

A empresa disse que possui vários programas em andamento "que visam expandir o escopo do MTIA", incluindo o suporte a cargas de trabalho ainda mais complexos.

Google Axion

Google Axion — Foto: Divulgação/Google
Google Axion — Foto: Divulgação/Google

Produzido pela britânica Arm, o processador da gigante das buscas também foi desenvolvido para data centers e pode lidar com qualquer atividade, desde anúncios no YouTube até fazer análise de big data, dentre outras, segundo o Washington Post.

"O Axion oferece desempenho e eficiência energética líderes do setor e estará disponível para clientes do Google Cloud ainda este ano", disse a empresa.

"Os clientes poderão usar o Axion em muitos serviços do Google Cloud, incluindo Google Compute Engine, Google Kubernetes Engine, Dataproc, Dataflow, Cloud Batch e muito mais", completou.

Eles são uma das poucas alternativas viáveis aos avançados processadores da Nvidia, embora os desenvolvedores só possam adquiri-lo por meio da plataforma de nuvem do Google e não comprá-los diretamente.

A empresa disse que ele tem desempenho superior aos chips x86 e aos chips Arm de uso geral na nuvem.

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terça-feira, 9 de abril de 2024

Adeus ao tijolo, areia e reboco; entenda como é construída a casa impressa em 3D

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Imóvel de 57m² com sala, banheiro, cozinha e dois quartos custa R$ 120 mil. Segundo o Crea, construção deve seguir as mesmas determinações legais que obras tradicionais.
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Por Alex Araújo, g1 Minas — Belo Horizonte

Postado em 09 de abril de 2024 às 07h30m

Post. N. - 4.864

Casa impressa em 3D tem 52m² — Foto: Grupo Katz/Divulgação

Casa impressa em 3D tem 52m² — Foto: Grupo Katz/Divulgação

Já imaginou morar em uma casa que não foi construída com tijolo, areia e reboco? Essa realidade já é possível e tem um exemplar à mostra em Nova Lima, na Grande BH. O imóvel foi impresso em 3D e tem acabamentos, louças e mobiliário – e custa R$ 120 mil.

De acordo com a empresa responsável pela construção, a técnica utilizada possibilita a criação de estruturas feitas a partir de microconcreto, matéria-prima que promete garantir mais resistência, durabilidade e economia.

Segundo Daniel Katz, presidente do Grupo Katz e cofundador da Cosmos 3D, empresa responsável pela construção do protótipo, o primeiro imóvel vendido será construído na região da Costa do Descobrimento, na Bahia.

Veja mais fotos da casa impressa em 3D ao final desta reportagem.

Impressão

A impressora usada na construção pesa quase três toneladas e ocupa um espaço de 11,91 metros de comprimento, 6,58 metros de largura e 4,22 metros de altura.

A casa de 57m² tem sala, cozinha, banheiro, dois quartos – ou um quarto e um escritório.

Por ser controlada por um software e um robô, a impressora chama a atenção pelo grau de precisão, reduzindo o desperdício a quase zero.

Neste primeiro modelo foram necessários oito dias para a conclusão da obra, sendo quatro para o processo de impressão, dois para a montagem e outros dois para acabamentos e decorações. Mesmo sendo impressa com tecnologia 3D, a obra precisa de fundação, segundo informou Katz.

A Cosmos 3D está desenvolvendo o projeto de um prédio de até cinco pavimentos para habitação popular. A impressora oferece infinitas possibilidades de execução, para os mais variados projetos, o que oferece extrema flexibilidade de ideias para os clientes tanto para impressão de casas quanto para mobiliários e afins, disse.
Modelo de casa impressa em 3D que custa R$ 120 mil — Foto: Grupo Katz/Divulgação
Modelo de casa impressa em 3D que custa R$ 120 mil — Foto: Grupo Katz/Divulgação

Legislação

O gerente do Departamento de Fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), Nicolau Neder, disse que, independentemente do tipo de obra, de alvenaria ou impressa em 3D, o trabalho tem que seguir determinações legais e da engenharia civil.

Além disso, Neder falou que o projeto arquitetônico precisa sempre de aprovação da prefeitura da cidade onde a obra será realizada.

Na impressão 3D as regras não mudam. É preciso ter os projetos da fundação, arquitetônico, hidrossanitário e de eletricidade (leia mais abaixo).

Para a construção em 3D, Neder explicou que o responsável técnico também é uma das exigências mantidas.

Ele falou ainda que o profissional que executa o projeto e a construtora têm que ser habilitados.

O engenheiro afirmou que todas os projetos de construção civil devem ter segurança, porque a técnica utilizada é de responsabilidade de quem executa o trabalho.

O profissional habilitado é a garantia de que o serviço será realizado da melhor forma possível, ressaltou.

O gerente disse também que toda construção deve apresentar projetos complementares, como o de eletricidade e o hidrossanitário (leia mais abaixo).

Projetos

  • Hidrossanitário

O projeto hidrossanitário engloba toda a distribuição de água fria, água quente, esgoto e água pluvial na edificação. Ele é essencial para que a água que vem da concessionária chegue até as peças de utilização, como chuveiro e torneiras, por exemplo.

  • Fundação

O projeto de fundação é o responsável por garantir a estabilidade e a segurança da estrutura, seja ela uma casa, um prédio, uma ponte, etc.

  • Arquitetônico

O projeto arquitetônico ou projeto de arquitetura é a atividade técnica da criação de uma obra de arquitetura.

  • Eletricidade

O projeto de eletricidade garante a correta instalação elétrica em uma obra. Arquitetos e engenheiros devem seguir uma série de cálculos que são aplicados de acordo com as normas.

Veja fotos da casa

Projeto de casa impressa em 3D é sustentável ambientalmente — Foto: Grupo Katz/Divulgação
Projeto de casa impressa em 3D é sustentável ambientalmente — Foto: Grupo Katz/Divulgação


Banheiro construído em impressão 3D — Foto: Grupo Katz/Divulgação
Banheiro construído em impressão 3D — Foto: Grupo Katz/Divulgação


Casa em 3D pode ter dois quartos ou um quarto e um escritório — Foto: Grupo Katz/Divulgação
Casa em 3D pode ter dois quartos ou um quarto e um escritório — Foto: Grupo Katz/Divulgação


Parede feita em microconcreto e impressa em 3D — Foto: Grupo Katz/Divulgação
Parede feita em microconcreto e impressa em 3D — Foto: Grupo Katz/Divulgação

  • Veja vídeo de quando a primeira casa de tecnologia 3d foi colocada à venda nos EUA, em 2021:

Primeira casa com tecnologia 3D está à venda nos EUA
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