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Empresário criticou a parceria feita entre Apple e OpenAI que permitiu a introdução do robô ChatGPT nos iPhones. Ele é dono da Tela, da SpaceX e do X (ex-Twitter). <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 12 de junho de 2024 às 10h00m Post. N. - 4.900
Elon Musk, fundador da Tesla — Foto: Joe Skipper/Reuters
Musk, que é dono da Tesla, da SpaceX e do X (ex-Twitter), afirma que o acordo da Apple com a criadora do ChatGPT ameaça à segurança de dados e, por isso, pensa em proibir o uso de iPhones e MacBooks em suas empresas.
"A
Apple não tem noção do que realmente vai acontecer assim que entregar
teus dados à OpenAI. Estão te traindo", disse Musk em uma postagem no X.
Musk chegou a processar a OpenAI sob a alegação de que a empresa abandonou sua missão original de não
ter fins lucrativos. Nesta quarta-feira (12), ele pediu o arquivamento
da ação sem dar um motivo para a decisão.
"É evidentemente absurdo que a Apple não seja inteligente o suficiente
para criar sua própria IA, mas seja de alguma forma capaz de garantir
que a OpenAI protegerá sua segurança e privacidade!", completou o
empresário. Em seguida, ele postou um meme:
O Apple Intelligence, tecnologia apresentada pela Apple na segunda será
incorporado à nova versão do iOS 18. A inovação deverá facilitar
tarefas do dia a dia ao levar inteligência artificial generativa para
recursos de iPhone, iPad e Mac.
A Apple pôs no centro deste sistema sua assistente pessoal Siri, que passou por uma grande reformulação. E, para isso, a empresa se associou à OpenAI.
"Estamos
felizes em colaborar com a Apple para integrar o ChatGPT em seus
aparelhos mais à frente este ano. Acho que vão gostar", disse no X o
diretor-geral da OpenAI, Sam Altman.
"Pensamos que o Apple Intelligence será indispensável nos produtos que
já têm um papel essencial em nossas vidas", completou Tim Cook,
presidente-executivo da Apple.
Recurso estará disponível para alguns usuários já a partir de julho. Antes do lançamento, as lideranças do Google vieram ao país para entender como agem as 'gangues da bicicleta', que arrancam o smartphone de pedestres em grandes cidades. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Darlan Helder, Victor Hugo Silva, g1— São Paulo 11/06/2024 11h12 Atualizado há 10 minutos Postado em 11 de junho de 2024 às 11h35m Post. N. - 4.899
Mulher observa o celular na avenida Paulista, em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1
Anunciado inicialmente no Google I/O 2024,
a gigante das buscas oficializou nesta terça-feira (11) o lançamento do
"modo ladrão" no Android. A novidade, criada para combater roubos,
bloqueia a tela do celular ao identificar que alguém o arrancou de sua
mão abruptamente.
O Brasil é o primeiro país no mundo a receber esse recurso, que estará em fase de teste a partir de julho para alguns usuários. Para ser ativado, o aparelho deve estar rodando Android 10 ou superior.
O lançamento no Brasil foi confirmado hoje durante o Google For Brasil 2024, evento anual da big tech para apresentar suas novidades para o mercado local.
A empresa explicou que o próprio celular identifica a ação de roubo
usando inteligência artificial e o acelerômetro, sensor que mede
vibração e aceleração. Assim que o criminoso puxar o aparelho de sua
mão, o dispositivo bloqueia a tela e ele só poderá ser ativado novamente
com a senha.
A tecnologia, segundo o Google, pode identificar fugas a pé, de
bicicleta, de moto e carro. A mensagem "Possível roubo detectado: este
dispositivo foi bloqueado automaticamente para proteger seus dados" é
exibida logo após o roubo.
Em coletiva com a imprensa brasileira, o Google disse que, em setembro
de 2023, várias lideranças do Android vieram ao Brasil para entender de
perto como agem criminosos de roubo de celular. Entre elas estava Sameer
Samat, presidente do ecossistema Android.
"A gente vem conversando recorrentemente com o Ministério da Justiça e
Segurança Pública. Esperamos que o lançamento apresentado hoje possa
contribuir para manter as pessoas mais seguranças", disse Maia Mau,
diretora de marketing do Google Brasil".
Recurso do Android que bloqueia a tela do celular se alguém o arrancar da sua mão — Foto: Google/Divulgação
A "gangue da bicicleta" foi um dos casos que chamou a atenção da liderança do Android, motivando a criação do "modo ladrão". As quadrilhas, que atuam no centro de São Paulo, circulam procurando vítimas na rua. Quando encontram, elas arrancam o celular da mão da vítima e saem pedalando.
"O
Brasil é uma prioridade altíssima para a liderança do Android. Foi
importante ter esse contexto aqui no nosso país para eles anunciarem
esses recursos hoje", afirmou Bruno Diniz, engenheiro de software do
Google.
Para que o recurso funcione, o usuário deve ativar o bloqueio de
detecção de roubo nas configurações do aparelho. A big tech admite que,
quando habilitado, pode ocorrer de o dispositivo identificar um
movimento abrupto por engano e bloquear a tela.
Também no Google For Brasil 2024, a empresa anunciou o "Bloqueio de
dispositivo offline", que passa a bloquear a tela do smartphone
automaticamente caso ele fique por muito tempo sem acesso à internet.
Isso para evitar que criminosos tentem desconectar o aparelho da
internet para não serem localizados.
'Bloqueio remoto' sem login
O Google ainda disse que pretende facilitar o acesso indevido ao
aparelho caso ele seja roubado, furtado ou perdido. Em uma página
dedicada, o usuário poderá digitar o número do seu celular para fazer o bloqueio da tela instantaneamente a partir de outro dispositivo, como notebook.
Para evitar que bots (robôs) desativem a tela em massa de vários
smartphones e até para evitar brincadeiras entre amigos, o usuário
precisa "concluir um rápido desafio de segurança" antes de fazer o
bloqueio.
"A medida visa dar mais tempo para que o usuário recupere os detalhes
da sua conta e acesse opções mais robustas no Encontre Meu Dispositivo –
como a localização do aparelho ou a exclusão de todo seu conteúdo",
explicou o Google.
Empresa anunciou parceria com a OpenAI para levar robô conversador a recursos em seus celulares, tablets e computadores. Atualização no iPhone traz recurso que bloqueia apps com biometria. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 10/06/2024 14h00 Atualizado há 2 horas Postado em 10 de junho de 2024 às 16h00m Post. N. - 4.898
iOS 18 — Foto: Reprodução/Apple
A Apple
revelou nesta segunda-feira (10) o Apple Intelligence, conjunto de
recursos para iPhone, iPad e Mac focado em inteligência artificial (IA).
Ele inclui, por exemplo, uma integração da assistente Siri com o
ChatGPT, robô conversador da OpenAI.
O anúncio foi feito na WWDC 2024, evento da empresa para
desenvolvedores que também serviu para apresentar outras novidades nos
sistemas para iPhone, Apple Watch, iPad, Mac e Vision Pro.
As ações da Apple fecharam o dia com queda de 1,9%,
indicando que investidores não reagiram bem aos anúncios. A empresa tem
um histórico negativo em dias de WWDC e terminou o pregão em baixa em 8
das últimas 10 edições da conferência, segundo levantamento da CNBC.
A integração do ChatGPT com o iPhone poderá ser usada para responder a comandos na Siri e criar textos ou imagens. Mas, para garantir privacidade, a assistente sempre vai pedir autorização dos usuários para colocar o robô em ação.
A novidade será liberada ainda este ano para iOS 18, iPadOS 18 e macOS Sequoia
e usará o GPT-4o, a versão mais recente do modelo de inteligência
artificial da OpenAI, que se tornou mais rápido para ouvir, conversar e
descrever objetos – saiba mais sobre o GPT-4o.
Segundo a Apple, a Siri recebe cerca de 1,5 bilhão de comandos por dia
e, com a atualização, ficará "mais natural, relevante e pessoal". A
empresa disse que essa atualização marca "o começo de uma nova era" para
a assistente.
iPhone ganhou integração com o ChatGPT em atualização para iOS 18 — Foto: Divulgação/Apple
Apple Intelligence
O Apple Intelligence deverá facilitar tarefas do dia a dia ao levar
inteligência artificial para recursos de iPhone, iPad e Mac. O pacote de
recursos poderá ser usado para:
🎙️ Enviar comandos de texto e voz na Siri, que poderá analisar o que aparece na tela
✍️ Reescrever mensagens com tom informal, profissional ou conciso, além de resumir textos em tópicos ou tabelas;
📧 Encontrar informações importantes
com opções de mensagens e notificações prioritárias – o sistema também
ganhará um novo modo de foco em que analisará o conteúdo da notificação
para saber se ela precisa de atenção imediata;
📝 Resumir em tópicos o conteúdo de ligações e áudios gravados no aplicativo de notas;
😊 Criar emojis a partir de comandos de texto com o novo recurso Genmoji, que pode se integrar com aplicativos de mensagens;
🔎 Melhorar a pesquisa por fotos e vídeos ao permitir descrições nas buscas, como "Katie com adesivos em seu rosto";
❌ Remover objetos que aparecem no fundo de imagens;
Genmoji, recurso da Apple para criar emojis personalizados — Foto: Reprodução/Apple
iOS 18
O iOS 18 ganhou mais opções de personalização e permitirá exigir uma
verificação por biometria para abrir certos aplicativos, uma opção para
oferecer mais privacidade aos usuários.
A Apple também anunciou um gerenciador de senhas que reunirá
informações de acesso a sites e aplicativos, além de oferecer alertas
sobre senhas fracas, repetidas ou que já apareceram em vazamentos de
dados.
Na tela inicial, os ícones de aplicativos poderão ser posicionados em
qualquer lugar, sem obedecer a "grade" que deixa todos alinhados. Os
atalhos também poderão ser exibidos nas cores escolhidas pelos usuários.
A Central de Controle, que reúne atalhos como Wi-Fi e Bluetooth, vai
aceitar ícones de aplicativos de terceiros e permitirá organizar ícones
em diferentes grupos e tamanhos. O iOS 18 também permitirá personalizar
ícones que aparecem na parte inferior da tela de bloqueio.
O aplicativo Fotos, onde são armazenados os registros feitos com a
câmera do iPhone, foi totalmente redesenhado para manter imagens mais
organizadas. A nova versão consegue criar por conta própria pastas
específicas só com fotos de pessoas, animais ou viagens, por exemplo.
Também está mais fácil visualizar fotografias tiradas hoje, ontem, por
mês ou ano. E, assim como já faz o Google Fotos, no iOS 18, o app Fotos
do iPhone pode classificar imagens por rosto.
Novo iOS 18 — Foto: Apple/Reprodução
watchOS 11
O watchOS 11, sistema do Apple Watch, ganhou um recurso que leva em
consideração a intensidade e a duração de exercícios para avaliar seu
desempenho com atividades físicas. A nova versão também analisa seus
resultados com base no nível de esforço desejado.
O novo aplicativo Vitals permite visualizar informações da saúde ao
longo da semana na tela inicial do Apple Watch. Ele também consegue
exibir alertas sobre as métricas se identificar que algo não está bem.
iPadOS 18
Pela primeira vez, o iPad passa a ter aplicativo nativo de calculadora
(incluindo a científica) a partir do iPadOS 18. O app é bem semelhante
ao que já está no iPhone e suporta a caneta Apple Pencil.
O sistema também ganhou o recurso Math Notes, que funciona como um
assistente para exercícios de matemática. Ele é capaz de oferecer
respostas para atividades, entender variáveis e criar gráficos, por
exemplo.
Math Notes, recurso do iPadOS 18 — Foto: Reprodução/Apple
visionOS 2
A Apple também apresentou o visionOS 2, nova versão do sistema para
seus óculos de realidade virtual Vision Pro. Segundo a empresa, há mais
de 2.000 aplicativos criados especialmente para o dispositivo.
Entre as novidades, está um efeito que dá a sensação de profundidade em
fotos comuns. Ele promete criar efeito que "transforma fotos em
memórias 3D", além de melhorias para entender gestões com a mão usados
para navegar no sistema.
Os óculos também chegarão para outros 13 países, mas, por enquanto, o Brasil ainda não está na lista.
visionOS 2, sistema operacional para o Apple Vision Pro — Foto: Reprodução/Apple
macOS Sequoia
Uma das principais novidades do macOS Sequoia é o recurso que navegar
no iPhone pela tela do Mac. É possível, por exemplo, estudar em um
aplicativo de celular enquanto as imagens e o som saem do notebook. Mas,
como o app é customizado para celular, o Mac não consegue expandir a
visualização.