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terça-feira, 9 de julho de 2024

Como funcionam as recomendações de conteúdo nos sites da Globo

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Objetivo é manter os leitores bem-informados e atualizados não apenas sobre os temas de importância nacional e global, mas também sobre acontecimentos específicos, como notícias sobre a região onde a pessoa está ou programas de TV a que assiste
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Por g1

Postado em 09 de julho de 2024 às 16h00m

Post. N. - 4.911

A globo.com, o ge, o gshow e o g1 oferecem em suas páginas conteúdos recomendados para seus leitores. São sugestões sobre temas que mais interessam a quem está navegando, podendo ser diferentes para cada pessoa.

Esses conteúdos aparecem tanto no computador quanto no celular e nos aplicativos dos produtos digitais da Globo.

O objetivo é manter os leitores bem-informados e atualizados não apenas sobre os temas de importância nacional e global, mas também sobre acontecimentos específicos, como notícias sobre a região onde a pessoa está ou programas de TV a que assiste.

Essas recomendações são feitas com base nas preferências dos usuários, no histórico de navegação e nos dados que o leitor informa, como o time do coração.

As recomendações também podem seguir a lógica de "quem viu isso também viu..." ou sugerir uma reportagem a partir de conteúdos mais populares.

Essas sugestões aparecem, por exemplo, na capa da globo.com e do g1, e ao final de reportagens. E também por meio de vídeos que o usuário poderá assistir ao fim daquele que terminou de ver.

Veja abaixo alguns exemplos.

Conteúdo recomendado oferecido nas colunas da capa da globo.com — Foto: Juan Silva/g1
Conteúdo recomendado oferecido nas colunas da capa da globo.com — Foto: Juan Silva/g1


Conteúdo recomendado na capa do g1 — Foto: Juan Silva/g1
Conteúdo recomendado na capa do g1 — Foto: Juan Silva/g1


Sugestão de conteúdo recomendado aparece ao fim das reportagens do g1 — Foto: Juan Silva/g1
Sugestão de conteúdo recomendado aparece ao fim das reportagens do g1 — Foto: Juan Silva/g1


Vídeo é recomendado ao final de outro conteúdo exibido no g1 — Foto: Juan Silva/g1
Vídeo é recomendado ao final de outro conteúdo exibido no g1 — Foto: Juan Silva/g1

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sexta-feira, 5 de julho de 2024

Por que o WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos

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Meta, dona do app, revisa anualmente os sistemas operacionais que suportam o serviço, mas não divulga a lista dos aparelhos onde ele deixará de funcionar. Veja como saber se o seu celular pode perder o suporte.
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Por g1

Postado em o5 de julho de 2024 às 06h30m

Post. N. - 4.910

Saiba por que o WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos  — Foto: AP Photo/Patrick Sison
Saiba por que o WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos — Foto: AP Photo/Patrick Sison

Todo ano, o WhatsApp faz uma revisão dos sistemas operacionais (softwares) que serão compatíveis com o seu serviço e informa os novos requisitos de operação. Consequentemente, essa medida faz com que alguns aparelhos antigos deixem de ter o app de mensagens funcionando.

Isso porque a Meta, dona do WhatsApp, prioriza uma lista de versões mais recentes de sistemas operacionais e que tenham mais usuários.

Embora possa ser assustador, esse é um procedimento normal e empresa diz que a suspensão do suporte para o app não acontece "do nada", mas que informa o usuário antes de ele perder o acesso total ao aplicativo.

Mas a Meta não divulga uma lista oficial dos aparelhos que deixarão de suportar o app de mensagens. O que ela informa é com quais sistemas ele é compatível.

O Google, criador do sistema Android, o mais popular no mundo, e a Apple, responsável pelo iOS, que roda nos iPhones, costumam lançar uma nova versão todo ano, que é disponibilizada para modelos mais recentes. E mantêm, por algum tempo, versões anteriores, que atendem a aparelhos que não são tão novos.

Atualmente, o WhatsApp é compatível com os sistemas:

  • Android versão 5.0 e posterior
  • iOS versão 12 e posterior
  • KaiOS 2.5.0 e posterior

➡️➡️➡️ Conheça o sistema KaiOS

Como verificar o sistema operacional do seu celular

🤖 No Android, siga este passo a passo:

  1. Clique no ícone de "Configurações" do celular;
  2. Em seguida, toque em "Sobre o dispositivo" e, depois, "Versão do Android";
  3. Por fim, verifique a "Versão do Android".

🍎 No iPhone (iOS), siga este passo a passo:

  1. Toque no ícone "Ajustes";
  2. Depois, clique em "Geral" e "Atualização de Software";
  3. Em seguida, verifique a última versão instalada.
Por que celulares antigos perdem suporte?

O WhatsApp deixa de oferecer suporte para softwares mais antigos e com menos usuários porque, segundo a Meta, eles podem não abranger as atualizações de segurança mais recentes do aplicativo ou não incluir funcionalidades necessárias para operar o WhatsApp.

No caso dos iPhones, o WhatsApp terá suporte em aparelhos que estão, pelo menos, na versão 12 do iOS, que não é a mais nova (a mais recente, atualmente, é a iOS 17.5.1, que ficou disponível em maio deste ano para iPhone XS e posteriores).

O iOS 12 é compatível com celulares da Apple entre o iPhone 5s e o iPhone XR. Assim, o WhatsApp é compatível com os modelos neste grupo e todos os outros lançados pela marca desde então.

Como saberei quando meu celular não for mais compatível?

A lista de versões de sistemas operacionais que são compatíveis com o WhatsApp é mantida na Central de Ajuda do app e atualizada anualmente.

A Meta diz ainda que, antes de deixar de oferecer suporte para um sistema operacional, exibirá uma notificação no WhatsApp.

"Também exibiremos alguns lembretes solicitando que você atualize o sistema", informa o app.

Celular perdido? Veja como localizar iPhone e Android pelo computador ou por app

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quinta-feira, 4 de julho de 2024

Por que o Japão só vai parar de usar disquetes em 2024

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Até o mês passado, as pessoas ainda eram solicitadas a enviar documentos ao governo usando estes dispositivos de armazenamento ultrapassados.
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TOPO
Por Kelly Ng

Postado em 04 de julho de 2024 às 14h45m

Post. N. - 4.909

Os disquetes saíram de moda na década de 1990, à medida que soluções de armazenamento mais eficientes foram criadas — Foto: Getty Images via BBC
Os disquetes saíram de moda na década de 1990, à medida que soluções de armazenamento mais eficientes foram criadas — Foto: Getty Images via BBC

Demorou, mas o Japão finalmente disse adeus aos disquetes.

Até o mês passado, ainda se exigia que pessoas enviassem documentos ao governo usando dispositivos de armazenamento ultrapassados, com mais de mil regulamentações exigindo seu uso.

Mas estas regras foram finalmente eliminadas, segundo o ministro de Assuntos Digitais, Taro Kono.

Em 2021, Kono "declarou guerra" aos disquetes. E, na quarta-feira (3/7), quase três anos depois, ele anunciou: "Vencemos a guerra contra os disquetes!"

Kano estabeleceu como meta eliminar a tecnologia obsoleta desde que foi nomeado para o cargo. Ele também havia dito anteriormente que iria "se livrar do aparelho de fax".

Outrora visto como uma potência tecnológica, o Japão ficou para trás na onda global de transformação digital dos últimos anos, devido a uma profunda resistência à mudança.

Por exemplo, os locais de trabalho continuaram favorecendo os aparelhos de fax em vez dos e-mails — planos anteriores para remover estes aparelhos dos escritórios públicos foram cancelados devido à resistência.

O anúncio foi amplamente discutido nas redes sociais japonesas — um usuário do X (antigo Twitter) chamou os disquetes de "símbolo de uma gestão anacrônica".

"O governo ainda usa disquetes? Isso é tão ultrapassado... Acho que está cheio de pessoas idosas", dizia outro comentário no X.

Outras postagens foram mais nostálgicas.

"Me pergunto se os disquetes vão começar a aparecer em sites de leilão", escreveu um usuário.

Criados na década de 1960, os dispositivos quadrados saíram de moda na década de 1990, à medida que soluções de armazenamento mais eficientes foram criadas.

Um disquete de 3,5 polegadas (3 ½) é capaz de armazenar até 1,44 MB de dados. Seriam necessário mais de 22 mil destes discos para replicar um pendrive que armazena 32 GB de informação.

A Sony, última fabricante de disquetes, encerrou sua produção em 2011.

Visto como potência tecnológica, Japão tem ficado para trás em algumas áreas por conta da resistência à mudança — Foto: Getty Images via BBC
Visto como potência tecnológica, Japão tem ficado para trás em algumas áreas por conta da resistência à mudança — Foto: Getty Images via BBC

Como parte da campanha tardia para digitalizar sua burocracia, o Japão lançou uma Agência Digital em setembro de 2021, liderada por Kono.

Mas as tentativas do Japão para se tornar digital podem não ser tão simples na prática.

Muitas empresas japonesas ainda exigem que os documentos oficiais sejam endossados ​​com carimbos que equivalem a uma assinatura oficial, chamados hanko, apesar dos esforços do governo para eliminá-los gradualmente.

As pessoas estão desapegando destes carimbos muito lentamente, segundo o jornal local The Japan Times.

E só em 2019 que o último fornecedor de pager do país fechou seu negócio. O último assinante privado do serviço explicou que era o método de comunicação preferido da mãe idosa.

A loja nos EUA que ainda vende disquetes

Japão

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