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sábado, 27 de junho de 2015

Eletrodomésticos são a categoria mais vendida no e-commerce brasileiro


"Setor lidera com 16% o volume de pedidos. Levantamento afirma que produtos de alto valor agregado continuam sendo a preferência dos consumidores virtuais."



*-.:.-* Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 26/06/2015



Os produtos de alto valor agregado continuam sendo a preferência dos consumidores virtuais. Sob a ótica das compras online, o segmento de Eletrodomésticos lidera com 16% o volume de pedidos, seguindo de Informática e de Eletrônicos. 

Os dois últimos representam um volume de pedidos equivalente a 12%. Apesar da recessão econômica e o aumento no endividamento da população, as compras de maior ticket/valor agregado na internet são os grandes focos dos consumidores. As movimentações ligadas ao Black Friday são um exemplo que confirma esse novo comportamento.

Os dados sobre o varejo online apontados pela E-Consulting mostram que o setor ganha fôlego a cada ano que passa frente às alternativas físicas de comércio. Em 2015, a expectativa é de que o setor movimente cerca de R$ 63,9 bilhões, registrando um crescimento de 20,34% em relação ao ano anterior. 

Um dos impulsionadores é o segmento de bens de consumo, que representa 49,7% da fatia do varejo online, composta ainda por outras duas esferas distintas: turismo e automobilismo.
A previsão é de que, até este ano, a categoria de bens de consumo cresça 42%, saindo de um volume de R$ 26,4 bilhões para R$ 32,2 bilhões. 

Segundo a consultoria, as lojas online de eletrodomésticos são as mais confiantes neste cenário aquecido e a estimativa de crescimento do faturamento prova esta afirmação. O setor foi o que mais cresceu entre 2010 e 2015, com 157% de aumento.

Em segundo lugar em termos de crescimento acumulado, aparecem os eletrônicos, com previsão de 152%. A categoria Saúde e Beleza vem em seguida com a estimativa de 149%. 

Os demais setores que mais performarão em crescimento acumulado desde 2010 são Moda e Acessórios (144%), Móveis e Utensílios Domésticos (132%), Alimentos e Bebidas (136%) e, por fim, Jogos e Brinquedos (106).
E-commerce, Eletrodomésticos, Volume de Vendas

Lojas Americanas se rende ao sucesso dos Minions


"Unidades físicas de todo o país estão vendendo produtos licenciados dos personagens amarelinhos que viraram febre no país. Compras podem ser parceladas em até 10 vezes."



*-.:.-* Por Roberta Moraes, do Mundo do Marketing | 26/06/2015



A Lojas Americanas também se rendeu ao sucesso dos Minions e está disponibilizando em unidades por todo o país um grande sortimento de produtos licenciados. A varejista está dedicando espaço nas prateleiras para produtos com a imagem dos personagens. 

Os fãs do desenho poderão encontrar itens como o lápis preto Meu Malvado, borracha Meu Malvado, kit escolar Meu Malvado e caneta Esfer Chubby Meu Malvado Favorito Molin, além da bala gelatina Minions e a fronha Minions Lepper.

Quem ainda não assistiu aos filmes do Meu Malvado Favorito, estrelado pelos Minions, também poderá garantir o DVD, disponível por R$ 12,99. 

Para os amantes jovens e adultos, alguns mimos disponíveis são o caderno universitário Meu Malvado Favorito 96 folhas, por R$ 14,99, o Porta Escova Minions Plasutil, por R$ 9,99, e o Caderno Universitário 10m Malvado 200 folhas, por R$ 27,99. As compras podem ser parcelas em até 10 vezes sem juros em todos os cartões.

A febre provocada pelos personagens amarelinhos é resultado da estratégia de Marketing do lançamento da animação computadorizada, que chegou aos cinemas brasileiros nesta semana. 


As figuras conquistaram o público com o filme Meu Malvado Favorito, de 2010, e agora ganharam uma produção própria. Marcas como Danix, da Arcor, Kinder Ovo e Tic Tac, da Ferrero, e McDonald’s também alinharam suas imagens aos personagens.
Minions, Lojas Americanas, Meu Malvado Favorito

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Cresce popularidade de atendimento via chat


"Troca de mensagens instantâneas ganha espaço na preferência do consumidor, se comparada a outras formas de interação. Tempo de respostas, no entanto, ainda é um desafio."



*-.:.-* Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 26/06/2015


A popularidade dos chats online com respostas instantâneas tem crescido de forma rápida. O modelo de atendimento já é considerado pelos consumidores o melhor canal para entrar em contato com a empresa, segundo pesquisa feita pelo Zendesk Customer Service Benchmark. 

O bate-papo em tempo real foi escolhido por 92% dos respondentes como uma boa forma de comunicação. Em seguida, aparecem os e-mails ou formulários da web, apontados por 85% dos entrevistados como positivos.

De acordo com o estudo, quanto mais disponibiliza-se o serviço de resposta instantânea, maior é a necessidade do cliente para que seus problemas sejam resolvidos no momento e local desejados. Ainda assim, os consumidores não se incomodam se tiverem que esperar a resposta, desde que esta seja atenciosa. 

A pesquisa mostra que quanto maior o período de demora para ocorrer a primeira resposta ao contato do consumidor, maior a insatisfação. A satisfação sobe de 80% para 90% quando o número de respostas via chat aumenta de menos de cinco para mais de 20 em uma conversação entre agente e consumidor.

Uma companhia em média costuma receber 62 chamados no chat por mês e os respondem em cerca de 1 minuto e 36 segundos. Estas mesmas empresas, ao implantar os serviços de atendimento ao consumidor de resposta instantânea, costumam ver um declínio em seus outros canais de contato via web.

Para as empresas também há benefícios em realizar o atendimento ao público via chat. Um deles é o fato de que o atendente pode estar em contato com mais de um cliente simultaneamente, agilizando assim a resposta aos solicitantes, o número de chats em uso por mês é de 22 no total para cada agente. 

Além disso, o atendente pode iniciar a conversa com os visitantes do site para auxiliar problemas com a navegação do site quando assim for verificado.

Entre os mercados atendidos e monitorados pela Zendesk no mundo, o Brasil aparece na 18ª posição no índice de satisfação dos consumidores que são atendidos nos chats online. 

Para 92,9% dos clientes, o atendimento é eficiente e prestativo, o que representa um crescimento de 1,2 ponto percentual em relação ao quarto trimestre de 2014. O ranking é liderado por Nova Zelândia, Bélgica e Canadá, que possuem mais de 96% de aprovação.

Quando o assunto é quantidade de chats realizados por atendente, o Brasil fica em segundo lugar. Hoje, cada funcionário realiza 28 atendimentos online por mês, atrás apenas do México, com 29 para cada trabalhador. 

Essa maior demanda coloca o Brasil com um tempo de resposta de 96,7 segundos para cada demanda, bem atrás da líder Dinamarca (69,9 segundos).

Os brasileiros também demoram mais para resolver os problemas nos chats. Cada conversa dura em média 752 segundos, menos apenas que no México, com 828 segundos. No topo da lista e com praticamente a metade do tempo gasto, aparecem Dinamarca (470 segundos), Suécia (549) e Reino Unido (560).