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terça-feira, 17 de abril de 2018

SAS e Marketdata fecham parceria


António Santos Lourenço, 
2018/04/17, 13:00 
Postado em 17 de abril de 2018 às 20h45m 


O SAS anunciou a parceria com a Marketdata, empresa parte do Grupo WPP especializada em projetos de Data Driven Marketing Marketing e CRM.
O SAS anunciou a parceria com a Marketdata, empresa parte do Grupo WPP especializada em projetos de Data Driven Marketing Marketing e CRM. O objetivo é oferecer ao mercado um pacote que engloba software e serviços de maneira integrada, permitindo aos clientes terem acesso a uma operação completa e estruturada de ações de campanhas multicanal.
O SAS tem hoje um grupo significativo de clientes com grande capacidade de investir em soluções que atendam às suas demandas, mas sentimos a necessidade de lançar uma oferta mais acessível para outros clientes, com outros perfis, mas sem o mesmo poder de investimento ou de conhecimento para fazer a administração de campanhas multicanais, explica a diretora de Canais e Alianças do SAS América Latina, Daniela Fontolan.
A parceria tem como foco a América Latina e o segmento de middle market, o que inclui qualquer outra empresa que tenha a necessidade de se comunicar com uma grande quantidade de clientes, de diversos setores, como varejo ou telecomunicações, entre outras. O acordo surgiu a partir da demanda de um cliente por uma oferta com esse perfil. Também levamos em consideração a necessidade do negócio, que hoje exige parcerias desse tipo, diz o diretor-executivo da Marketdata, Marcelo Sousa.
A oferta do pacote integrado será feita sob o modelo MASP (Managed Analytics Service Provider), que permite unir as experiências e conhecimentos do SAS e da Marketdata de maneira mais vantajosa para o cliente, de forma totalmente cooperativa.
Um dos benefícios é que as áreas de negócios dos clientes passam a ter acesso a um serviço completo, que em seu modelo básico engloba o uso da solução SAS Marketing Automation, a hospedagem no datacenter, a licença, a tecnologia e a equipe, sem a necessidade de se preocupar com decisões complexas relacionada a esses componentes. A outra modalidade inclui o uso do SAS Visual Analytics e um pacote de horas de consultoria analítica.
Nesse modelo, o cliente passa a ter à sua disposição uma solução completa de gerenciamento de campanhas. Outro benefício é a redução do risco, uma vez que ele paga mensalmente por algo mais completo, porém sob um custo mais acessível. Temos também um setup que já vem com uma estruturação de bancos de dados dos clientes para que eles possam realizar suas campanhas, explica Marcelo Sousa.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Brasil tem escola pública movida energia solar


António Santos Lourenço, 
2018/04/16, 10:15 
Postado em 16 de abril de 2018 às 21h35m 


O fechamento de escolas no Brasil está crescendo, mas há alternativas mais viáveis para manter o ensino público vivo no país. Uma delas é a energia solar.
Num momento em que o fechamento de escolas no Brasil não para de crescer — de acordo com um levantamento da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), de 2002 até o primeiro semestre de 2017 30 mil escolas rurais deixaram de funcionar – e em que há uma necessidade de aporte financeiro enorme para que o Brasil cumpra a meta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), de destinar pelo menos o equivalente a 10% do PIB à educação até 2024 — o valor segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) seria de pelo menos R$225 bilhões – é necessário encontrar alternativas mais viáveis para manter o ensino público vivo no país.
Uma delas se refere à estrutura de funcionamento dos colégios. Pioneira, a Escola Estadual de Ensino Médio José Luchese de Porto Alegre se antecipou ao que pode ser uma das formas mais usadas de energia futuro e apostou na energia solar.
Há alguns anos, o Rio Grande do Sul investe na ampliação e implantação de micro usinas solares para a produção de energia. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica é o segundo Estado do Brasil que mais gera energia solar. Por isso, em 2016, o governo gaúcho em parceria com a Japan Tobacco International (JTI), indústria localizada em Santa Cruz do Sul, estendeu essa tecnologia ao EEM José Luchese, que se tornou a primeira escola estadual do Rio Grande do Sul a receber energia solar.
O investimento, proveniente do Programa Nossas Comunidades Rurais e Alcançando a Redução do Trabalho Infantil pelo suporte à Educação (ARISE), mantido pela JTI em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a ONG Winrock Internacional (WI), possibilitou a instalação de 25 painéis solares de 315 Watts cada um, com capacidade de geração média de 945 KW por mês, o que representa 80% da necessidade mensal da instituição de ensino.
Com a economia na conta da luz, antes paga pelo Governo do Estado, foi possível contratar uma professora para atender permanentemente os alunos em oficinas de música que acontecem no contraturno escolar, contribuindo para o combate ao trabalho infantil.
A iniciativa recebeu o Selo Solar do Instituto Ideal, uma certificação que reconhece o compromisso da instituição com a sustentabilidade por meio da aposta em uma energia renovável e de baixo impacto para o meio ambiente. Desta forma, a Escola Estadual de Ensino Médio José Luchese é a primeira e única hoje no país a ter este reconhecimento.

Estudo mede nível de automação da indústria e do varejo no Brasil


António Santos Lourenço, 
2018/04/16, 11:45 
Postado em 16 de abril de 2018 às 19h00m 


A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil apresenta o Índice de Automação do Mercado Brasileiro, um estudo inédito no mundo.
A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil apresenta o Índice de Automação do Mercado Brasileiro, um estudo inédito no mundo com o objetivo de medir o nível de automação no País. Dividido em duas frentes de apuração – Empresas e Consumidores –, o índice mensura a automação no Brasil e contou com o apoio da metodologia de uma das maiores empresas de pesquisas, a GfK Brasil.
A frente de Empresas contempla os setores da Indústria e Comércio/Serviços, respeitando suas particularidades e similaridades. O índice também contempla outras aberturas como Varejo e Atacado, além do detalhamento por Categorias de uso (Bens de Consumo Duráveis, Semiduráveis, Não-Duráveis, Bens Intermediários e Bens de Capital). O método de estudo aborda seis itens avaliados em cada setor e o índice possui um intervalo de avaliação de 0 a 1.
Entre os setores, a indústria, com um índice de automação de 0,26, mostra-se mais automatizada do que o comércio/serviços, onde o índice é 0,19. O índice das pequenas indústrias é de 0,24, das médias é de 0,33 e das grandes é de 0,38. Comércio e serviços têm índices entre 0,18 e 0,30, de acordo com suas necessidades e porte de negócios. O estudo aponta que o país tem 0,22 de índice de automação para as empresas do Brasil.
“Após um ano de diagnóstico do mercado nacional, a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil publica esta pesquisa inédita que pode auxiliar empresas e seus decisores a conhecer melhor o cenário nacional em relação à adoção de tecnologias que impulsionam a automação, bem como a posse e utilização de produtos voltados à automação do consumidor”, afirma Marina Pereira, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da entidade.