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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Presidente da Samsung afirma que celular dobrável foi lançado 'antes de estar pronto'

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Unidades de teste do smartphone Galaxy Fold tiveram falhas graves enquanto eram testadas por jornalistas.
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 Por G1  

 Postado em 01 de julho de 2019 às 20h30m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Celulares Galaxy Fold apresentaram problemas assim que foram enviados para jornalistas para testes — Foto: Kelvin Cha/AP

O presidente da Samsung responsável pela divisão de celulares, DJ Koh, afirmou que a empresa levou o smartphone dobrável Galaxy Fold para o mercado "antes de ele estar pronto".

Os modelos do aparelho que foram enviados para jornalistas de tecnologia da imprensa americana apresentaram problemas na tela e outras falhas que impossibilitaram o uso.

Inicialmente a Samsung havia mantido a data inicial de envio dos aparelhos para consumidores, mas as falhas levaram a empresa a voltar atrás e adiar o lançamento do Galaxy Fold.
"Foi embaraçoso", disse Koh a um grupo de repórteres de acordo com o jornal britânico "The Independent".

A Samsung afirmou que haveria uma nova data de lançamento, mas ainda não houve confirmação. De acordo com Koh, a empresa ainda está definindo todos os problemas com o aparelho.

De acordo com a matéria do "The Independent", a empresa sul-coreana está testando mais de 2 mil aparelhos. "Nos deem um pouco mais de tempo", disse Koh à publicação.

domingo, 30 de junho de 2019

O que fazer quando o celular conecta na rede Wi-Fi mas não consegue enviar mensagens pelo WhatsApp?

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Blog também tira dúvidas sobre forçar a instalação da atualização do Windows 10 e como ocultar o status de atividade no Instagram.
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 Por Ronaldo Prass  

 Postado em 30 de junho de 2019 às 16h05m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)

O que fazer quando o celular conecta na rede sem fio, mas não consegue enviar mensagens pelo WhatsApp?
Oi, Ronaldo! Eu tenho um smartphone Samsung J5, que aparentemente pode ter sido clonado ou algo assim. É possível realizar chamadas telefônicas normalmente. Mas, quando eu tento navegar na internet usando a rede sem fio da minha casa, o aparelho conecta, mas não navega, não atualiza o conteúdo exibido nas redes sociais. Essa mesma rede é usada para outros dispositivos, que funcionam normalmente. Será que a minha conta no WhatsApp foi hackeada? – Evaldo
Olá, Evaldo! O comportamento que você descreveu não parece ter relação com alguma falha de segurança ou com a instalação de uma praga virtual no celular.

O Android pode estar apresentando alguma falha no gerenciamento de rede, com os dados da conexão desatualizados. Por esse motivo a navegação é interrompida. Para tentar resolver esse problema, você deve seguir os passos abaixo:
  1. Acesse as Configurações do aparelho;
  2. Toque em Sistema e localize a opção "Redefinir";
  3. Toque na opção "Redef. config. de rede" e confirme a configuração;
Pronto! As configurações antigas de rede foram eliminadas, agora basta reconfigurar o seu aparelho na rede Wi-Fi e testar a navegação na internet.
Blog mostra o que fazer caso o WhatsApp não consiga receber e enviar informações pelo Wi-Fi. — Foto: REUTERS/Thomas White 
Blog mostra o que fazer caso o WhatsApp não consiga receber e enviar informações pelo Wi-Fi. — Foto: REUTERS/Thomas White

Como forçar a instalação da atualização do Windows 10 May 2019 Update?
Oi, Ronaldo! O meu PC ainda não recebeu a atualização para o Windows 10 May 2019 Update, já verifique o no gerenciador de atualizações e não obtive sucesso. E agora? – Jonathan
Olá, Jonathan! É possível que exista uma quantidade enorme de atualizações pendentes para o seu PC. Nesse caso a alternativa mais apropriada é baixar o Assistente de Atualização da Microsoft. Esse programa identifica o que está faltando e disponibiliza automaticamente a versão mais recente do Windows.

Como impedir que seguidores vejam quando eu estou online no Instagram?
Oi, Ronaldo! Como eu faço para impedir que os meus seguidores no Instagram vejam quando estou online? – Thais
Olá, Thais! Para impedir que os seus seguidores visualizem quando você estiver online é necessário alterar as configurações de Privacidade, e desabilitar a opção "Mostrar status de atividade".

Vale salientar que, após alterar essa opção, você também não conseguirá visualizar o status dos seus amigos.
Selo Ronaldo Prass — Foto: Ilustração: G1 
Selo Ronaldo Prass — Foto: Ilustração: G1

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Vírus que 'destrói' dispositivos da 'internet das coisas' é desativado por seu criador

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Autor do código, supostamente um adolescente, afirmou que não queria ter recebido 'tanta atenção'.
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 Por Altieres Rohr  
 É fundador de um site especializado na defesa contra ataques cibernéticos  

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Muitos dispositivos da 'internet das coisas' são conectados à rede ainda com a mesma senha definida pelo fabricante — Foto: Anders Engelbøl/Freeimages.com 
Muitos dispositivos da 'internet das coisas' são conectados à rede ainda com a mesma senha definida pelo fabricante — Foto: Anders Engelbøl/Freeimages.com
Uma praga digital capaz de destruir dispositivos da chamada "Internet das Coisas" foi desativada por seu criador, que utilizava o apelido "Light" na internet.

Chamado de Silex, o vírus realizava ataques invadindo aparelhos que não tiveram a senha de acesso configurada corretamente. Após entrar em um equipamento, o código executava uma série de rotinas que destruíam o sistema operacional, deixando o dispositivo inoperante.

Dispositivos da "internet das coisas" incluem câmeras de segurança, aparelhos de gravação de imagens (DVR), televisores, geladeiras e outros aparelhos que tradicionalmente não possuem conexão com a rede.

Apesar dos produtos serem variados, eles tendem a funcionar de maneira semelhante, tendo processadores baseados em ARM (o mesmo tipo que é usado em celulares) e uma versão compacta do sistema operacional Linux.

Essa semelhança acaba facilitando a criação de uma praga digital capaz de funcionar em grande parte desses eletrônicos "inteligentes". Em especial, muitos deles possuem um canal para receber comandos chamado de "telnet". Essa era a porta de entrada para o Silex.

A praga foi estudada por dois pesquisadores de segurança, Larry Cashdollar, da Akamai, e Ankit Anubhav, da NewSky. Anubhav afirmou que o código foi criado por um trio, sendo o principal programador um adolescente, o "Light The Leafon", com quem ele conseguiu se comunicar.

A Akamai, por sua vez, publicou um alerta escrito por Cashdollar. O criador do vírus explicou que o objetivo era eliminar sistemas cujos donos negligenciaram as devidas proteções de segurança.

Isso seria feito para que hackers, especialmente os "script kiddies" ou "skids" (termo pejorativo criminosos digitais com baixo conhecimento técnico), não pudessem se aproveitar desses sistemas para lançar ataques cibernéticos.

Dispositivos da internet das coisas têm participado involuntariamente de ataques após serem contaminados com vírus. Eles foram utilizados pelo vírus Mirai em 2016 para derrubar vários serviços e sites na web, por exemplo. O Mirai se aproveitava de erros de configuração em senhas para entrar nos dispositivos.

Um hacker criou em 2017 um vírus chamado BrickBot para destruir esses sistemas usando as mesmas brechas que o Mirai e suas variações usavam para contaminá-los. Remover esses equipamentos da rede acabava reduzindo a eficácia de outras pragas, que não encontravam mais esses sistemas no ar para se disseminarem. O BrickBot teria sido a inspiração para o Silex.

Após entrar em um dispositivo, o Silex – que também guarda semelhanças com o Mirai – dava comandos para desativar a conexão de rede do aparelho e apagar todos os arquivos possíveis, danificando o sistema.

Com esse estrago, é possível que a vítima não consiga fazer o aparelho voltar a ligar sem uma nova gravação do chamado "firmware" (o conjunto de software embarcado pelo fabricante).

Porém, os pesquisadores conseguiram identificar a atuação do vírus após apenas algumas centenas de sistemas serem atacados.
O comportamento do código chamou atenção e o caso logo foi parar na mídia – e isso aparentemente assustou o autor do Silex. "Eu vou continuar programando, mas não vou mais longe que isso na comunidade da internet das coisas", disse Light ao pesquisador Anubhav.

Mesmo o Silex sendo desativado, o risco de uma nova praga que danifique dispositivos da internet das coisas ainda existe. Quem adquire esse tipo de equipamento precisa ficar atento e seguir orientações do fabricante.

Em setembro de 2018, o estado da Califórnia nos Estados Unidos passou uma regulamentação que exige alguns recursos mínimos de segurança para esse tipo de produto. A lei californiana recebeu críticas, mas há uma expectativa de que a regulamentação seja consolidada com novas regras vindo da Europa e da Ásia.

O efeito dessa regulamentação pode dificultar ataques contra dispositivos mais novos, mas aparelhos antigos que já estão conectados à internet devem continuar vulneráveis, especialmente os que já são considerados obsoletos pelos fabricantes.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com