Marketing com visibilidade e transparência, focalizando com criatividade e competência a sua slogomarca, fazendo valer no detalhe do visual, o diferencial de retorno do seu investimento, com satisfação do cliente em primeiro lugar!... Excelência no atendimento, para a satisfação e o encantamento do consumidor-cliente!
Campanha pública educativa de Israel quer alertar outras mulheres sobre como se protegerem de relacionamentos abusivos. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por Reuters Postado em 28 de novembro de 2021 às 11h30m Post. N. - 4.208
Inteligência artificial faz vítimas de feminicídio falarem novamente
"Eu fui Michal Sela", diz a mulher morta, olhando diretamente para a
câmera. "Em 2019, fui assassinada pelo homem que era meu marido, o
assassino Eliran Malul. E hoje, depois de perder minha vida, apelo a
vocês: ouçam minha voz".
O vídeo é parte de uma campanha pública educativa de Israel que usa
tecnologia de inteligência artificial para trazer cinco mulheres
assassinadas "de volta à vida" para alertar outras mulheres sobre como
se protegerem de relacionamentos abusivos.
Os vídeos são feitos com fotos das mulheres antes de elas morrerem, e
recorrem à tecnologia para criar animações em vídeo que as mostram
falando dubladas por atrizes. Eles foram produzidos pela start-up de
aprendizado profundo D-ID para marcar o Dia Internacional da Eliminação
da Violência Contra as Mulheres.
Sagit Ozeri foi assassinada pelo marido e foi recriada com inteligência
artificial para falar de crime — Foto: Corinna Kern/Reuters
Entre as mulheres destacadas está Sela, que tinha 32 anos quando foi
morta a facadas pelo marido diante da filha pequena em 2019. O marido
foi condenado por assassinato no mês passado.
O objetivo da campanha é criar uma "vacina contra a violência, que
estamos atacando de todos os ângulos", explicou Ben Ami, um dos parentes
que aprovaram os vídeos, à emissora Channel 13.
O Ministério do Bem-Estar de Israel relatou 10% a mais de chamadas em
sua linha direta contra a violência doméstica em 2021 na comparação com o
ano passado.
Em seu vídeo, "Sela" aconselha as mulheres a buscarem ajuda se estiverem em um relacionamento com alguém ciumento e obsessivo.
"Se você tem medo da reação dele ao se separar, compartilhe com uma
pessoa próxima e um especialista em violência doméstica, que te ajudará a
se separar com segurança e voltar para sua luz”, diz ela.
A Bloomberg Intelligence calcula que a oportunidade de mercado para o metaverso pode atingir US$ 800 bilhões (R$ 4,5 trilhões) até 2024. Já o Bank of America incluiu o metaverso na sua lista de 14 tecnologias que revolucionarão a nossa vida. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por BBC 26/11/2021 12h05 Atualizado há 3 horas Postado em 26 de novembro de 2021 às 15h05m Post. N. - 4.207
Facebook mencionou NFTs em sua visão sobre o metaverso — Foto: Reprodução
O que será necessário para construir o metaverso— o mundo paralelo e totalmente digital que grandes corporações, como o Facebooke a Microsoft, estão tentando desenvolver?
Esse universo na nuvem baseado em realidade aumentada precisará de
muitos recursos, anos e colaboração de corporações de diferentes
setores.
Criar um mundo novo é desenvolver a economia por meio de bens e
serviços que ainda não existem e, provavelmente, inspirar a criação de
novas empresas ao longo do caminho.
Os especialistas concordam que é pouco provável que uma única empresa possa construir e manter o cibermundo.
A Bloomberg Intelligence calcula que a oportunidade de mercado para o
metaverso pode atingir US$ 800 bilhões (R$ 4,5 trilhões) até 2024. Já o
Bank of America incluiu o metaverso na sua lista de 14 tecnologias que
revolucionarão a nossa vida.
"O metaverso compreenderá inúmeros mundos virtuais conectados entre si e
com o mundo físico", segundo os especialistas no recente "relatório
temático do Bank of America: As 14 tecnologias que revolucionarão a
nossa vida".
"Eles gerarão uma economia forte, englobando o trabalho e a diversão,
enquanto transformam indústrias e mercados muito tradicionais, como as
finanças, os bancos, o comércio e a educação, saúde e fitness, além do
entretenimento para adultos", segundo o relatório.
"No
final da década — em 2030 —, passaremos mais tempo no metaverso que na
'vida real'", segundo o inventor americano Raymond Kurzweil, pioneiro no
desenvolvimento de diversos avanços tecnológicos e diretor de
engenharia da Google desde 2012.
Mas o conceito, na verdade, não é novo. Diversos videogames online vêm
desenvolvendo mundos virtuais há décadas. Não se trata do metaverso, mas
há algumas ideias em comum.
Facebook demonstra protótipo de luva tátil com foco no metaverso
Grandes investimentos
"Não se trata de algo novo. A novidade é o volume de investimentos que o
metaverso vem recebendo, além da crescente aceitação dos ativos
digitais em uma população cada vez mais nativa do mundo digital",
segundo Benjamin Dean, diretor de ativos digitais da empresa de análise e
investimentos WisdomTree.
"O ritmo da transformação continua se acelerando, o que significa que
tecnologias [que considerávamos] distantes e de longo prazo estão se
aproximando cada vez mais rápido", segundo ele.
"Nos últimos anos, nos países industrializados, a maioria das pessoas
(mais de 50%) não se lembra de como era a vida antes da internet. Essa
mudança demográfica continuará se aprofundando, especialmente nos países
onde os smartphones são onipresentes e a população é mais jovem",
segundo o especialista da WisdomTree.
"Dez anos atrás, chamei esse processo de virtualização do mundo", acrescenta Dean.
Segundo o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg,
no universo digital que será o metaverso, "você poderá se
teletransportar instantaneamente como um holograma para chegar ao
escritório sem necessidade de deslocamento, a um concerto com os amigos
ou à sala da casa dos seus pais para saber das novidades".
Mas, ao contrário da realidade virtual atual, que é principalmente
utilizada para videogames, o metaverso poderá englobar o entretenimento,
os jogos, shows, cinema, o trabalho, a educação e muito mais. E isso
fará com que se desenvolvam novas empresas e tecnologias nesses setores
específicos.
Shows, conteúdo e entretenimento
A cantora Ariana Grande, o DJ Marshmello e o rapper Travis Scott já se
apresentaram no famoso videogame Fortnite, da Epic Games, em uma
demonstração de como poderia ser o futuro dos shows musicais no
metaverso.
Até 12,3 milhões de jogadores da plataforma chegaram a se reunir em
tempo real em abril do ano passado para presenciar o lançamento da
música The Scotts, composta pelo superastro do rap Travis Scott e seu
colega Kid Cudi.
E até o ratinho Mickey parece estar pronto para interagir no metaverso.
O diretor-executivo da Disney Bob Chapek afirmou que o conglomerado
está se preparando para dar um salto tecnológico rumo ao mundo da
realidade virtual nos seus parques temáticos.
Mas a experiência não ficaria limitada aos parques. "Estender a magia
dos parques da Disney para os ambientes domésticos é uma possibilidade
real", segundo ele.
"A geração Z impulsionará a mudança para o metaverso e o uso de
hologramas, além de maior criação de conteúdo para os mundos virtuais.
Essa ação poderá beneficiar o setor, ainda que em prazo muito longo",
segundo o relatório do Bank of America.
Os provedores de conteúdo, que incluem filmes (Disney), televisão
(Discovery Channel), esportes (Fox Sports), música (Universal Music
Group, Live Nation), provedores de plataformas (Netflix) e jornais (The
New York Times) começaram a fazer experiências de imersão em 3D.
O diretor da saga O Senhor dos Anéis, Peter Jackson, recentemente
anunciou a venda do seu estúdio de efeitos especiais, Weta Digital, para
uma empresa de software americana (Unity) que quer desenvolver o
metaverso — uma operação que demonstra o movimento muito rápido do
setor.
"Oferecer assentos de imersão na "primeira fila" de um evento
esportivo, show musical ou desfile de moda poderia ser lucrativo para as
empresas e aumentaria a acessibilidade de eventos ao vivo", segundo o
relatório do Bank of America.
‘Metaverso’: entenda como vai ser o futuro da internet
Escritório e presença virtual
Mas um legado da pandemia de Covid-19 é o trabalho remoto.
Infinite Office é o lugar de trabalho idealizado pelo Facebook. Ele tem
salas de reuniões virtuais, onde os participantes podem simultaneamente
usar seus computadores do mundo real.
Mas o Facebook não é a única dentre as grandes empresas de tecnologia que estão desenvolvendo conceitos desse tipo.
A Microsoft comentou recentemente sobre a criação de um "metaverso para
empresas", com base no Microsoft Teams, a plataforma de reuniões que se
popularizou durante a pandemia. Com ele, segundo a empresa, será
possível oferecer espaços virtuais para eventos, reuniões e
oportunidades de networking.
Para a empresa de consultoria PwC, o setor de formação tem muito a ganhar com ambientes de escritórios virtuais.
"A realidade virtual já está impulsionando programas de formação de
vários setores, criando ambientes que seriam caros, perigosos ou
limitados no mundo real", segundo seus especialistas em um relatório de
2020.
Eles acreditam que uma experiência de imersão e emoção, que pode ser
muito mais emocionante que a formação tradicional no local de trabalho,
pode estimular a memória e ser muito mais eficaz no aprendizado de novas
habilidades e procedimentos.
O que será do metaverso do Facebook? — Foto: Wagner Magalhaes / g1
Grandes desafios
Os especialistas concordam que ainda há um longo caminho a ser percorrido antes de podermos ver o metaverso materializado.
O ex-engenheiro da IBM Thomas Frey recorda que a infraestrutura da
internet, a possibilidade de ter um grande número de participantes
interagindo em tempo real, as barreiras do idioma e os problemas de
latência (o tempo decorrido para abrir uma página web ao clicarmos nela)
são os principais desafios do metaverso.
Serão necessários computadores e chips de processamento de gráficos e
vídeo mais potentes e as companhias mais importantes do setor, como
NVIDIA, AMD e Intel, já vêm trabalhando neles. O desenvolvimento de toda
essa tecnologia oferecerá novas oportunidades de negócios para todos os
fabricantes de microchips.
Outro setor que promete transformações é o da educação.
"A ideia fundamental é baseada na aprendizagem adaptativa, que existiu
por muitos anos", segundo Haim Israel, Felix Tran e Martyn Briggs,
estrategistas da BoA Merrill Lynch. "As lições mudam de resposta de
acordo com as reações dos estudantes sobre a matéria, como inclinar a
cabeça ou até pegar no sono. Podem ser criados questionários, vídeos e
explicações adicionais para aumentar a compreensão ou animar a aula",
acrescentam eles.
No campo da educação superior, tudo indica que as universidades criarão
seus próprios campi virtuais, o que poderia aumentar o número de
estudantes.
As possibilidades são quase infinitas. Os estudantes de astronomia
poderiam observar a colisão de galáxias e a aula de história da arte
poderia ocorrer na Capela Sistina.
Microsoft diz que Mesh para Teams é porta de entrada para o metaverso — Foto: Microsoft
Cada vez mais usuários procuram soluções digitais para assistência
médica e a pandemia exacerbou essa tendência. A medicina e a
telemedicina poderiam ter um campo para crescer e desenvolver novos
serviços.
O mesmo aconteceu com o comércio eletrônico. Gigantes como a Amazon e o
Mercado Livre viram suas vendas multiplicar-se e o Bank of America
acredita que o metaverso levará os consumidores a comprar mais nos
mundos virtuais.
Para Benjamin Dean, todo esse novo comércio precisará de moedas
alternativas que convivam com o dinheiro existente: dólares, euros,
ienes, reais...
"A linha divisória entre a realidade física e a virtual vem se
dissipando e isso continuará a acontecer durante a próxima década",
afirma ele.
Levantamento da Gartner indica escassez de componentes atrasou lançamento de produtos e impactou oferta de smartphones aos consumidores. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por g1 25/11/2021 14h11 Atualizado há 2 horas Postado em 25 de novembro de 2021 às 16h15m Post. N. - 4.206
Falta de chips impacta produção de celulares — Foto: Fábio Tito/G1
As vendas de celulares caíram 6,8% no terceiro trimestre de 2021
na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a consultoria
Gartner. A retração aconteceu por conta da falta de chips, que afeta produções em todo o mundo e tem impacto na oferta aos consumidores finais.
O levantamento apontou que, entre julho e setembro de 2021, foram 342,2 milhões de smartphones vendidos em todo o mundo. No mesmo período de 2020, as empresas venderam 366,2 milhões de unidades (veja as que mais venderam ao final do texto).
O diretor de pesquisa sênior da Gartner, Anshul Gupta, afirmou que
atrasos no lançamento de produtos, cronogramas de entregas maiores e
estoques insuficientes levaram à queda das vendas, mesmo com uma forte
demanda por parte dos clientes.
“As
restrições de oferta impactaram a programação de produção de
smartphones básicos e utilitários muito mais do que smartphones
premium”, afirmou o analista.
Marcas que mais venderam
Entre as cinco empresas que mais venderam celulares no terceiro
trimestre, apenas a líder Samsung teve queda nas vendas. A empresa
passou de 80,8 milhões de unidades entre julho e setembro para 69
milhões no mesmo período deste ano.
A Apple e as chinesas Xiaomi, Vivo e Oppo, que aparecem na sequência do
ranking, tiveram alta nas vendas. O levantamento aponta que, somadas,
as demais marcas venderam cerca de 30 milhões de unidades a menos.