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quarta-feira, 27 de abril de 2022

O que é o WhatsApp Comunidades

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Recurso permitirá agregar vários grupos, possibilitando comunicação entre milhares de pessoas de uma só vez. Ele será lançado globalmente neste ano, mas, no Brasil, somente após as eleições.
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Por g1

Postado em 27 de abril de 2022 às 15h40m

Post. N. - 4.332

O WhatsApp Comunidades foi uma das principais novidades de um "pacotão" de recursos anunciados pelo aplicativo em meados deste mês.

A função dessa ferramenta é agregar vários grupos em um espaço compartilhado, permitindo enviar avisos para milhares de pessoas ao mesmo tempo.

Ela já está em testes para alguns usuários e deve começar a funcionar em todo o mundo ainda neste ano, mas, no Brasil, só depois das eleições.

WhatsApp divulgou imagem prévia do Comunidades, que agrega vários grupos em um só espaço — Foto: Divulgação/WhatsApp
WhatsApp divulgou imagem prévia do Comunidades, que agrega vários grupos em um só espaço — Foto: Divulgação/WhatsApp

Diferente do Telegram, que permite grupos com até 200 mil participantes, o WhatsApp tem um limite de até 256 membros.

Além disso, o app restrigiu recentemente o reencaminhamento de mensagens para no máximo um grupo por vez. Segundo a empresa, essa decisão teve como objetivo reduzir "significativamente a disseminação de desinformação que possa ser prejudicial nos grupos".

Mas, ao agregar diversos grupos, o WhatsApp Comunidades, de certa forma, quebraria essa lógica.

A empresa ainda não informou a quantidade de grupos que poderão ser agregados em uma comunidade, mas falou em "limites razoáveis" para o número de participantes e de grupos.

No Comunidades, o aplicativo vai dar mais poder para os administradores, que poderão enviar avisos a todos os participantes e controlar quais grupos e usuários podem ser adicionados. O formato dessas mensagens de aviso também não foi especificado pela empresa.

O WhatsApp explicou que o foco da ferramenta de comunidades é atender pequenos grupos com o mesmo interesse, como escolas, membros de congregações religiosa, moradores de um mesmo condomínio ou até mesmo empresas.

Bolsonaro x WhatsApp

Ao anunciar o adiamento do recurso no Brasil, o WhatsApp disse que havia informado ao Tribunal Superior Eleitoral que não faria mudanças significativas no app antes desse evento.

O TSE fez acordos com as principais redes sociais, entre elas o WhatsApp, o Facebook e o Instagram, todos controlados pela Meta, para coibir a desinformação e a circulação de fake news.

No dia seguinte ao anúncio do adiamento do WhatsApp Comunidades, o presidente Jair Bolsonaro criticou a decisão e disse que o acordo da plataforma com o TSE era censura.

Após se reunir com o presidente, a empresa afirmou que o adiamento não foi uma determinação do TSE, mas da própria companhia.

"É importante ressaltar que a decisão sobre a data de lançamento deste recurso no Brasil foi tomada exclusivamente pela empresa, tendo em vista a confiabilidade do funcionamento do recurso e sua estratégia de negócios de longo prazo. Essa decisão não foi tomada a pedido nem por acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)", disse o WhatsApp .

"Continuaremos a avaliar o momento exato para o lançamento da funcionalidade no Brasil e comunicaremos a data quando estiver definida. Reafirmamos que isso só acontecerá após as eleições de outubro", completou a empresa.

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terça-feira, 26 de abril de 2022

Conheça 5 aplicativos que podem ser alternativas ao Twitter, comprado por Elon Musk

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Acordo entre a empresa e o bilionário recebeu críticas de alguns usuários, que prometeram abandonar a plataforma.
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Por g1

Postado em 26 de abril de 2022 às 16h30m

Post. N. - 4.331

Fachada da sede do Twitter em San Francisco, Califórnia — Foto: REUTERS/Stephen Lam/File Photo
Fachada da sede do Twitter em San Francisco, Califórnia — Foto: REUTERS/Stephen Lam/File Photo

A compra do Twitter por Elon Musk repercutiu na rede social, onde a hashtag "RIPTwitter" ficou entre os assuntos mais comentados na segunda-feira (25). Alguns dos usuários criticaram o acordo e prometeram abandonar a plataforma.

O Twitter é uma rede social de postagens curtas, com até 280 caracteres cada uma, e também pode ser usada para compartilhar fotos e vídeos. É possível fazer isso no Facebook e no Instagram, mas outros serviços também podem ser considerados por quem pensa em abandonar a rede de Musk.

Confira abaixo algumas alternativas ao Twitter.

Tumblr

Tumblr — Foto: Reprodução
Tumblr — Foto: Reprodução

Com 135 milhões de usuários, o Tumblr é uma opção para quem não quer redes sociais gigantes, como Facebook, Instagram ou TikTok. Por ele, é possível postar textos, fotos, vídeos e áudios no perfil, também chamado pela plataforma de blog.

O aplicativo do Tumblr é bem parecido com o Twitter: é possível navegar em um feed e acompanhar os assuntos em alta entre os outros usuários. A rede social também permite seguir perfis e assuntos, além de enviar mensagens privadas para outras pessoas.

Discord — Foto: Reprodução
Discord — Foto: Reprodução

Popular entre gamers, o Discord tem ganhado espaço entre quem não faz parte desse universo. O serviço é centrado em grupos em que centenas de pessoas podem conversar sobre diversos temas por meio de mensagens de texto, imagens, GIFs e vídeos.

Esses grupos são conhecidos na plataforma como "servidores" e funcionam como fóruns. Dentro de cada um, é possível criar salas (chamadas de "canais"), onde é possível conversar por voz ou vídeo. A plataforma também permite adicionar amigos para conversar individualmente.

Reddit — Foto: Reprodução
Reddit — Foto: Reprodução

Assim como o Tumblr, o Reddit também é focado em grupos. Ao criar uma conta, os usuários podem indicar assuntos pelos quais se interessam e entrar em uma das comunidades sugeridas pela rede social.

Em seguida, é possível acessar o que é discutido nesses espaços e curtir, comentar e compartilhar as publicações. Segundo o Reddit, há mais de 100 mil comunidades disponíveis em sua plataforma para os seus mais de 50 milhões de usuários participarem.

Mastodon

Mastodon — Foto: Reprodução
Mastodon — Foto: Reprodução

O Mastodon é uma plataforma descentralizada que oferece seu código-fonte para outras pessoas criarem suas próprias redes sociais. Serviços como o Twitter são centralizados, ou seja, os usuários compartilham o mesmo espaço.

As redes sociais criadas com o Mastodon funcionam em um endereço próprio e têm suas próprias regras. Em todas, porém, é possível publicar mensagens de texto com até 500 caracteres – no Twitter, o limite é de 280 caracteres.

O Mastodon não interfere nas comunidades criadas com o seu código e diz que a descentralização traz benefícios: a plataforma alega que não tem risco de ir à falência, não pode ser vendida, nem ser totalmente bloqueada por governos.

Plurk

Com foco em mensagens curtas como o Twitter, o Plurk permite postagens com até 360 caracteres. Nas publicações, também é possível usar cores diferentes para verbos, como "amar" e "odiar" – o que, segundo a plataforma, ajuda os usuários a se expressarem melhor.

Um desses verbos é "sussurrar", que esconde o nome do autor da mensagem. Para combater o uso indevido, a rede social exige que os usuários tenham o e-mail verificado para usarem o recurso e define um limite de até 10 mensagens anônimas por dia.

Raio X do Twitter — Foto: Arte/g1
Raio X do Twitter — Foto: Arte/g1

Elon Musk e o Twitter: Uma relação antiga e polêmicaElon Musk e o Twitter: Uma relação antiga e polêmica
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quinta-feira, 21 de abril de 2022

Talibãs proíbem TikTok e jogo PUBG no Afeganistão

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Populares entre os jovens afegãos, ambos os aplicativos são acusados de 'perverterem' a juventude pelo governo talibã.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 21 de abril de 2022 às 15h35m

Post. N. - 4.330

Ícone do aplicativo TikTok. — Foto: AP Photo/Kiichiro Sato
Ícone do aplicativo TikTok. — Foto: AP Photo/Kiichiro Sato

O governo talibã ordenou nesta quinta-feira (21) a proibição no Afeganistão da rede social TikTok e do videogame PlayerUnknown's Battlegrounds (PUBG).

Especialmente populares entre os jovens afegãos, ambos os aplicativos são acusados de "perverterem" a juventude.

"A geração jovem está se perdendo" com estes aplicativos, justificou o governo em um comunicado, acrescentando que o Ministério das Telecomunicações será responsável por colocar a proibição em vigor.

Ainda conforme a nota oficial, o ministério também garantir que as redes de televisão não vão transmitir "conteúdo imoral", embora, no momento, os canais se limitem a exibir informações e programas religiosos.

Desde seu retorno ao poder em agosto passado, os talibãs já proibiram músicas e séries de televisão estrangeiras, ou que incluam mulheres.

O governo anterior pró-Ocidente já havia tentado banir o PUBG, um jogo de luta de sobrevivência "multiplayer" (ou seja, com vários jogadores), comparado ao filme pós-apocalíptico "Jogos Vorazes".

Pouco mais de 9 milhões de afegãos, de uma população de mais de 38 milhões de pessoas, têm acesso à Internet, segundo dados divulgados em janeiro passado pelo site especializado DataReportal. Deste total, em torno de 4 milhões seriam usuários de redes sociais. A mais popular no país é o Facebook.

O aplicativo chinês TikTok já foi proibido duas vezes no Paquistão por divulgar conteúdo considerado "inapropriado".

Em seu governo anterior, os talibãs proibiram a televisão, o cinema, a fotografia, a pipa e qualquer outro tipo de entretenimento, considerados imorais.

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