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sábado, 28 de maio de 2022

Começando em TI: quais áreas estão mais aquecidas e os salários iniciais

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Setor foi impulsionado pela digitalização das empresas e tem demanda alta e falta mão de obra. Segurança da informação e desenvolvimento de software têm remuneração entre as mais altas para iniciantes.
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Por g1

Postado em 28 de maio de 2022 às 10h00m

Post. N. - 4.357

Com falta mão de obra, a área de TI oferece salários altos e oportunidades para quem tem pouca experiência — Foto:  Vitaly Vlasov no Pexels
Com falta mão de obra, a área de TI oferece salários altos e oportunidades para quem tem pouca experiência — Foto: Vitaly Vlasov no Pexels

A área da tecnologia da informação, ou TI, foi impulsionada pela digitalização das empresas — que foi acelerada com a pandemia. O setor tem demanda alta e falta mão de obra.

Há vagas nas mais diversas atividades relacionadas ao setor. Confira a seguir quais as áreas mais indicadas para quem está começando (os salários iniciais são de acordo com o Guia Salarial de 2022 da consultoria Robert Half).

Infraestrutura de TI

O que faz: nesse campo, os profissionais são responsáveis por manter a estrutura de tecnologia de empresas, órgãos públicos e outras organizações. Podem atuar com manutenção e gestão de hardwares (computadores e outros gadgets), redes e softwares.

Salário inicial: R$ 3.850, para analista de infraestrutura júnior.

Requisitos: não é obrigatório ter graduação para atuar na área, mas é fundamental comprovar o conhecimento nas ferramentas mais populares (bancos de dados, serviços em nuvem, etc.) por meio de cursos e certificações. Conhecimentos em linguagens de programação (Python e Java, por exemplo), que podem ser obtidos em cursos livres, também são indicados.

Infraestrutura de TI, servidor, server, TI, profissões em tecnologia — Foto: Brett Sayles/Pexels
Infraestrutura de TI, servidor, server, TI, profissões em tecnologia — Foto: Brett Sayles/Pexels
Desenvolvimento de software

O que faz: outra área altamente demandada e que, basicamente, é responsável pela criação de todas as ferramentas que usamos em computadores e na internet é a de desenvolvedores de software. Os profissionais do segmento são comumente chamados de "devs".

Por ser um campo bastante amplo, os interessados podem seguir diferentes caminhos: front-end, back-end ou mobile. O front-end trabalha com a parte que interage com os usuários – ou seja, tudo o que é visual em um aplicativo, por exemplo. Já um back-end é o oposto: atua na parte que o usuário não vê do programa, como o banco de dados de produtos de uma loja online. Há ainda a opção de trabalhar especificamente com programas voltados para celulares como desenvolvedor mobile.

Programação, dev, desenvolvedor, tecnologia, TI, front-end, back-end — Foto: ThisIsEngineering/Pexels
Programação, dev, desenvolvedor, tecnologia, TI, front-end, back-end — Foto: ThisIsEngineering/Pexels

Salário inicial: R$ 4.800 (back-end júnior) a R$ 5.500 (front-end e mobile júnior).

Requisitos: a formação mais comum são cursos superiores de ciências da computação ou análise de sistemas. Apesar de recomendada, a graduação não é obrigatória. Quem não fez faculdade pode buscar cursos de lógica de programação e aprender as principais linguagens e metodologias disponíveis para cada especialidade.

Ciência de dados

O que faz: cientista de dados é uma das novas carreiras que surgiram com a chamada transformação digital – e por isso tem uma demanda alta. O número de vagas na área cresceu quase 500% no 1º semestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

É bom entender que há diferenças entre as funções. Cientista de dados é quem trabalha para transformar estes dados em modelos de aprendizagem de máquinas ou para criação de modelos estatísticos (estatística, Python, R, Machine Learning).

O analista de dados transforma o os dados em informação, em formatos de relatórios e dashboards. Ele também atua na limpeza e no tratamento de dados e pode precisar utilizar linguagens de programação como SQL e Python, planilhas e bancos de dados.

Tem ainda o engenheiro de dados, que foca ainda mais em limpeza e tratamento da informação.

Salário inicial: R$ 4.585, com média salarial de R$ 6.144, segundo a ferramenta de empregos Vagas.com. No guia salarial da Robert Half, um analista júnior da área de inteligência de negócios recebe um salário inicial de R$ 5.600.

Requisitos: a graduação mais comum nessa área é em ciências da computação ou, mais recentemente, em cursos superiores específicos de ciência de dados. Quem optar por um caminho mais curto, pode fazer uma especialização ou um curso livre na área. No entanto, as fontes ouvidas pelo g1 recomendam a faculdade.

Segurança da informação

Carreiras em TI programação, infraestrutura, TI — Foto: Tima Miroshnichenko/Pexels
Carreiras em TI programação, infraestrutura, TI — Foto: Tima Miroshnichenko/Pexels

O que faz: evitar que hackers tenham acesso a dados de empresas e organizações é uma das principais atribuições. Recentemente, várias grandes companhias foram alvos de ataques que chegaram a deixar seus serviços fora do ar – causando prejuízos milionários e afetando consumidores.

Salário inicial: R$ 5.300 para analista de segurança júnior.

Requisitos: a área não tem demanda obrigatória por uma graduação, mas é necessário ter conhecimentos de linguagens de programação, bancos de dados e de regras e protocolos de segurança, como o ISO 27001.

5 dicas para começar na carreira de TI
5 dicas para começar na carreira de TI

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sexta-feira, 27 de maio de 2022

Veja como higienizar o celular

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Telefone pode abrigar bactérias que são causadoras de infecções gastrointestinais e de pele. Por outro lado, não pode ser limpo com qualquer produto.
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Por g1

Postado em 27 de maio de 2022 às 11h00m

Post. N. - 4.356

Telefone celular pode acumular bactérias, fungos e vírus. — Foto: Pixabay
Telefone celular pode acumular bactérias, fungos e vírus. — Foto: Pixabay

Celulares podem ser extremamente sujos — um estudo do Centro Universitário Devry Metrocamp já mostrou que o aparelho pode abrigar mais de 23 mil micro-organismos, como fungos e bactérias.

"Praticamente 100% dos celulares acabam contaminados, uma vez que os aparelhos são extensões das nossas mãos. Os telefones abrigam bactérias extremamente agressivas que podem provocar infecções gastrointestinais e de pele", alerta o infectologista Carlos Starling.

E "limpar" o aparelho esfregando na roupa não vale...

"Limpar a superfície do aparelho, seja o vidro ou a película protetora, com álcool isopropílico, é importante. Além disso, convém manter as mãos que manusearam o aparelho sempre higienizadas", recomenda o infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Leonardo Weissmann.

Usar água, sabão ou detergente é a maneira mais comum para manter as mãos limpas — com a pandemia, o álcool gel também se popularizou. No entanto, nenhum deles deve ser usado nos celulares.

Isso porque, além do vidro e das películas aplicadas em lojas, as telas dos aparelhos possuem mecanismos como as películas oleofóbicas, que protegem o telefone dos óleos produzidos naturalmente pelas mãos.

Daí o uso do álcool isopropílico, mencionado pelo médico. Ele, e não o álcool gel, é indicado para a limpeza de aparelhos eletrônicos e pode ser encontrado em sites de varejo, supermercados e lojas de informática.

Em 2020, Samsung e Apple divulgaram recomendações para a limpeza dos aparelhos sem risco de danificá-los. Veja abaixo as orientações sobre o que se deve e o que não se deve fazer.

O que é ideal:

  • Antes de tudo, desligue o aparelho. É também necessário retirar a capa e desconectar cabos e acessórios.
  • Use álcool isopropílico com concentração 70%: ele é conhecido por quem trabalha com manutenção de eletrônicos porque sua composição tem pouca água, o que impede a oxidação das peças. Normalmente, o produto é vendido com uma concentração maior, de 98% — nesse caso é preciso diluir.
  • A Samsung afirma que álcool etílico 70% também pode ser usado. Mas não é recomendável jogar o produto direto sobre o aparelho ou submergir o smartphone. O ideal é colocar o produto em um pano apropriado, como descrito abaixo.
  • De acordo com infectologistas, ambos os tipos de álcool são eficientes para matar a grande maioria dos vírus.
  • Use somente panos macios, que não soltem fiapos: evite toalhas, lenços abrasivos, papel-toalha e itens parecidos. A Samsung recomenda o pano de microfibra, como os usados para limpar câmeras fotográficas.
  • Limpe a capinha: as capas de proteção são notórias por acumular sujeira. Se elas forem feitas de plástico, silicone, ou algum material semelhante, é possível usar água e sabão e deixar secar. Outros materiais, como couro, devem ser limpos com produtos apropriados.
O que NÃO fazer:

  • Não coloque nem borrife o aparelho com líquidos: mesmo o álcool comum de limpeza, que evapora rapidamente, pode danificar partes sensíveis do aparelho, como as entradas de energia, de fone de ouvido ou os alto-falantes.
  • Não limpe o dispositivo enquanto ele estiver conectado à energia elétrica: essa é mais uma recomendação da Apple. Umidade e energia elétrica não combinam e é bom evitar riscos.
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quinta-feira, 26 de maio de 2022

Google Fotos começa a liberar filtros mais realistas para tons de pele escuros

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Recurso tenta diminuir o preconceito racial de aplicativos e redes sociais de fotos, que são "calibrados" apenas para pessoas brancas.
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Por g1

Postado em 26 de maio de 2022 às 15h35m

Post. N. - 4.355

Google Fotos libera filtros mais realistas para diferentes tons de pele — Foto: Divulgação
Google Fotos libera filtros mais realistas para diferentes tons de pele — Foto: Divulgação

O aplicativo Google Fotos recebeu novos filtros que retratam de forma mais realista os diferentes tons de pele de seus usuários. O recurso foi lançado em outubro de 2021, mas era exclusivo dos celulares da linha Pixel 6, desenvolvidos pelo próprio Google.

A partir desta semana, os filtros "Real Tone" estão disponíveis em todas as versões do Google Fotos (iOS, Android e web).

Segundo o Google, o conjunto de ajustes para as imagens vai ser disponibilizado de forma gradual para todos os usuários do aplicativo.

Os novos filtros devem melhorar, em especial, as fotos dos usuários de pele negra. Em geral, essas pessoas têm suas fotografias prejudicadas por conta de filtros "calibrados" para peles brancas (saiba mais).

O recurso pode ser acessado na opção "Filtros", no editor de fotos do aplicativo. Para isso, é preciso abrir uma foto no aplicativo e clicar no ícone de "Ajustes" no canto inferior da tela.

Os novos filtros têm uma indicação de que foram desenvolvidos com a tecnologia Real Tone para facilitar a identificação dos usuários.

"Os filtros foram desenvolvidos por profissionais para funcionar bem em todos os tipos de pele, então você pode escolher o que melhor reflete o seu estilo", afirma uma postagem do perfil oficial do Google Fotos no Twitter na terça-feira (24).

Preconceito racial na tecnologia

Durante seu evento para desenvolvedores, o Google I/O, a empresa divulgou uma escala de tons de pele que foi criada para o desenvolvimento dos novos filtros.

Com 10 tonalidades diferentes, a ferramenta do Google tem código aberto e pode ser usada por outras empresas na melhoraria de algoritmos que avaliam tons de pele e na criação de novos filtros.

Google Fotos lança filtros que se ajustam melhor aos diferentes tons de pele — Foto: Divulgação
Google Fotos lança filtros que se ajustam melhor aos diferentes tons de pele — Foto: Divulgação

"As fotos são uma grande parte de como vemos uns aos outros e o mundo ao nosso redor, e historicamente o preconceito racial na tecnologia das câmeras negligenciou e excluiu as pessoas de cor", afirma a companhia em uma postagem realizada em outubro de 2021.

Chamada de escala Monk, a ferramenta foi criada em parceria com o sociólogo e professor da Universidade de Harvard Ellis Monk.

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