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Empresa tem parceria com a dona do ChatGPT desde 2019. Além dos três serviços, Microsoft ainda pode colocar o robô conversador na plataforma de buscas Bing. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 09 de janeiro de 2023 às 13h30m Post. N. - 4.525
Sede da Microsoft em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris, na França, em 18 de abril de 2016 — Foto: REUTERS/Charles Platiau
A Microsoft trabalha para colocar o chatbot ChatGPT, da OpenAI, nos serviços Word, Outlook e PowerPoint, revelou o site "The Information" no último sábado (7).
O portal, que diz ter ouvido pessoas próximas envolvidas no projeto,
revela que o robô conversador pode ser introduzido no Outlook para
ajudar o usuário a encontrar e-mails antigos rapidamente e recomendar
respostas.
No Word, o ChatGPT pode auxiliar na revisão de textos. Além disso, ele poderá ser usado para transcrever reuniões do Teams.
Mas a privacidade ainda preocupa pessoas envolvidas no projeto, que
ainda disseram que a Microsoft vem treinando a inteligência artificial
para lidar com dados privados.
Vale lembrar que ambas as empresas são parceiras. Em 2019, a dona do Microsoft 365 apoiou a OpenAI, com sede em San Francisco, oferecendo US$ 1 bilhão em financiamento.
Elas formaram uma parceria de vários anos para desenvolver tecnologias
de inteligência artificial no serviço de computação em nuvem Azure, da
Microsoft, segundo a agência Reuters.
Veja como o ChatGPT funciona:
Conheça o ChatGPT, a tecnologia que viralizou por ter resposta para (quase) tudo
Levantamento aponta que as remunerações ficam concentradas ao redor de R$ 4.500. Aproximadamente 40% dos salários tinham média de valor de até 3,5 salários mínimos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Marta Cavallini, g1 08/01/2023 07h00 Atualizado há 02 horas Postado em 08 de janeiro de 2023 às 09h00m Post. N. - 4.524
Startups — Foto: Divulgação
Em meio ao cenário de crise global, as startups têm se ajustado para crescer de forma sustentável. Os anúncios de demissões no ano passado, após um boom de contratações em anos anteriores, principalmente no auge da pandemia para atender à demanda por tecnologia em meio ao cenário de isolamento social, mostraram a estratégia adotada para sobreviver à queda na demanda e à cautela de investidores com as incertezas econômicas.
Uma pesquisa da Convenia, HRTech de soluções para automatização e digitalização de recursos humanos e departamento pessoal, mapeou a realidade das startups em relação aos cargos e salários em 2022.
O levantamento, que contou com apoio de empresas como Endeavor, StarSe e Abler, mostrou que 42% dos profissionais do setor não têm plano de cargos e salários, contra 57,32% que têm uma política salarial estruturada. Ao todo, foram entrevistados 606 profissionais de diversas regiões do Brasil.
“Os dados condizem com a realidade do mercado. Startups mais consolidadas trabalham com uma faixa salarial mais competitiva e próximas de empresas tradicionais, enquanto startups menores ainda possuem mais desafios para reter talentos”, explica Marcelo Furtado, CEO e cofundador da Convenia.
O estudo aponta ainda que 53,93% dos entrevistados entendem que sua empresa trabalha com uma política de cargos e salários, implementando internamente uma boa comunicação aos colaboradores. Porém, 14,23% não souberam responder, o que indica divulgação falha da política dentro da empresa ou falta de uma política robusta.
Salário e cargo
O relatório aponta ainda que as remunerações em startups ficam concentradas ao redor de R$ 4.500.
Aproximadamente 40% dos salários tinham uma média de valor de até 3,5 salários mínimos.
Já para 26,62%, o valor inicial é de até R$ 7,5 mil.
Os outros 32,83% ficam distribuídos nas faixas acima desse valor.
Para aproximadamente 44% dos analistas de startups – maior grupo de cargos da pesquisa – o salário varia entre R$ 2.501 e R$ 4.500.
Aqueles com nível júnior puxam a média para baixo e têm uma variação menor de faixas em comparação aos níveis pleno e sênior.
É possível notar uma discrepância entre os valores ofertados para as diferentes senioridades, mas que se mantém dentro da expectativa do mercado, aponta Furtado.
“As diferenças ocorrem também por conta dos setores. Por exemplo, um profissional de comunicação que trabalha como analista de marketing receberá um salário diferente do oferecido a um analista de RH”, explica.
Os cargos de coordenação apresentam faixas salariais mais altas em comparação às anteriores. Para 77% dos coordenadores, a renda mensal é acima de R$ 6.500. Seguindo essa tendência, o nível de supervisão tem 50% dos respondentes ganhando mais de R$ 6.500.
“A diminuição da proporção, em comparação à coordenação, pode indicar que o plano de carreira nas startups varia na classificação. Em algumas pode ser que as posições estejam no mesmo nível, enquanto em outras a supervisão pode estar abaixo da coordenação”, explica o executivo.
Para a gerência, a faixa salarial é mais elevada que a coordenação. Os valores mais altos também começam a aparecer, com salários acima de R$ 30.000. Apenas para 12,8% dos entrevistados a renda mensal se encontra abaixo de R$ 7.500.
No entanto, como startups em estágio inicial ou pequenas não seguem faixas de salário elevadas, isso pode ter influenciado a amostragem.
Para cerca de 85% dos cargos de diretoria, o salário é acima de R$ 10.500, valor mínimo encontrado na pesquisa. As rendas mais comuns são entre R$ 19.500 e R$ 20.500. Apenas 14,8% dos diretores e diretoras ganham acima de R$ 30.000.
Salário e senioridade
Para os profissionais júnior(recém-formados com até 5 anos de função):
A média salarial para 36,8% é entre R$ 2.501 e R$ 3.500.
A faixa abaixo desse valor – entre R$ 1.500 e R$ 2.500 – representa 19,3%.
Já a faixa de R$ 3.500 a R$ 4.500 representa 18,4%.
No nível pleno, a pesquisa aponta faixas mais variadas.
Para 27% dos entrevistados, o salário é de R$ 3.501 a R$ 4.500.
Os salários entre R$ 2.501 e R$ 3.500, e
R$ 4.501 e R$ 5.500 aparecem empatados, com 12,3% cada.
Juntas, as três faixas totalizam 51,6% da amostragem.
No nível sênior de carreira há uma maior diversidade de faixas distribuídas na amostra.
Empatadas em primeiro lugar, com 11,4% cada, estão as faixas de R$ 5.501 a R$ 6.500 e de R$ 6.501 a R$ 7.500.
Em seguida, aparece a de R$ 4.501 a R$ 5.500, com 9,8%.
Juntas, essas três faixas totalizam 32,6% das respostas.
Aumento salarial e benefícios
De acordo com o estudo, 80,89% dos entrevistados tiveram aumento salarial nos últimos três anos, e 65,61% disseram que não pretendem sair das startups em que estão empregados nos próximos seis meses caso não recebam aumento.
“Uma explicação para essa porcentagem pode decorrer dos benefícios corporativos, já que 90,9% recebem vales, auxílios ou outras vantagens”, explica Furtado.
Do total, 89,17% recebem algum tipo de benefício e 83,44% consideram um diferencial para sua permanência na startup. Já 3,82% dizem não receber benefícios, mas entendem que isso pode ser um motivo para trocar de emprego.
Fortuna do empresário, que chegou a US$ 340 bilhões, agora é avaliada em US$ 126 bilhões. Queda está relacionada à montadora de carros elétricos Tesla e à compra do Twitter. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 07/01/2023 18h15 Atualizado há uma hora Postado em 07 de janeiro de 2023 às 19h15m Post. N. - 4.523
Elon Musk — Foto: Reuters
O bilionário Elon Musk, dono do Twitter e da montadora de carros elétricos Tesla, é o primeiro a perder mais de US$ 200 milhões em patrimônio. Após atingir um pico de US$ 340 bilhões em 4 de novembro de 2021, ele tem agora US$ 126 bilhões, segundo a Bloomberg.
A queda na fortuna de Musk é explicada por dois fatores principais:
Essas mudanças fizeram a Tesla deixar de ser o maior ativo de Musk. A
companhia ainda representa US$ 40,3 bilhões da fortuna do empresário,
mas foi superada pela empresa de foguetes SpaceX, que equivale a US$
48,9 bilhões de seu patrimônio.
A Tesla tem registrado um enfraquecimento de demanda na China, seu
principal mercado. Para lidar com o cenário, a montadora tem baixado
preços nos últimos meses, o que não agradou investidores nem consumidores que tinham pagado o valor cheio pelos veículos.
A empresa até teve recorde ao vender 1,31 milhão de carros em todo o
mundo em 2022. O resultado representou crescimento de 40% em relação ao
ano anterior, mas não atingiu sua meta de registrar 50% de alta.
Musk afirmou em dezembro que a Tesla está se saindo melhor do que nunca, mas indicou que altas de juros nos Estados Unidos têm atrapalhado.
"Nós não controlamos o Federal Reserve [equivalente americano ao Banco Central]. Esse é o verdadeiro problema aqui".
Veículos Model 3 fabricados na China da Tesla são vistos durante um
evento de entrega na fábrica da montadora em Xangai, China, — Foto:
Reuters
No ano passado, a empresa também foi afetada pela Covid-19 na China,
que levou a fechamentos temporários em sua fábrica em Xangai, e por
problemas na cadeia de abastecimento.
Neste início de 2023, a empresa reduziu o ritmo de produção em Xangai,
informou a Reuters. A unidade tem cerca de 20 mil trabalhadores e
respondeu por mais da metade da produção da montadora no primeiro
trimestre de 2022.
O site Electrek, especializado em carros elétricos, informou ainda que a
empresa pretende congelar contratações e fazer uma rodada de demissões
ainda no primeiro trimestre.
A queda na fortuna do empresário fez ele ser ultrapassado em dezembro por Bernard Arnault como mais rico do mundo.
Com uma fortuna de US$ 175 bilhões, Arnault é dono da empresa de
artigos de luxo LVMH, que inclui marcas como Louis Vuitton, Dior,
Sephora e Tiffany's.
A queda das 'big techs' — Foto: Juan Silva/ g1
Elon Musk e o Twitter: Uma relação antiga e polêmica