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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

De cheiro a hologramas: tecnologia 6G trará avanços sensoriais que podem revolucionar relações humanas, dizem pesquisadores

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Enquanto a internet 5G começa a ser aproveitada e desenvolvida, pesquisadores já concentram forças para alcançar a próxima etapa do avanço tecnológico.
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Por Hidaiana Rosa e Giuliano Tamura, EPTV 1

Postado em 17 de fevereiro de 2023 às 15h45m

Post. N. - 4.560

Confira como os cientistas brasileiros já pensam e desenvolvem o 6GConfira como os cientistas brasileiros já pensam e desenvolvem o 6G

Ainda que a capacidade de inovação do 5G sequer tenha sido alcançada, pesquisadores já se debruçam sobre a próxima etapa da tecnologia, o 6G. Centros de pesquisa de ponta do Brasil, como o Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), possuem grupos focados no desenvolvimento das novas possibilidades. Dentre as muitas evoluções, especialistas preveem avanços sensoriais - como em estímulos do olfato - e até hologramas que podem revolucionar as relações.

A corrida para alcançar a tecnologia 6G é tema do último episódio da série de reportagens do EPTV 1 sobre o 5G, exibida nesta semana. Assista à matéria completa no vídeo acima.

Pró-reitor de pós-graduação e pesquisas do Inatel, José Marcos Camara Brito afirma que as novas tecnologias em comunicações móveis normalmente são desenvolvida dez anos antes do lançamento comercial.

"Vai trazer uma série de novas aplicações com a integração do mundo físico, o mundo biológico, com o mundo digital", afirma o pesquisador.

A pesquisa sobre o 6G parte do princípio de que, apesar de ser muito difícil estimar as aplicações da tecnologia para a próxima década, o desenvolvimento dela começa hoje. É o que explica o pesquisador de engenharia e tecnologia do Inatel Hugo Rodrigues Filgueiras.

"O que a gente precisa ser é criativo. Então a gente prepara uma rede, prepara a tecnologia e depois vem a criatividade de quem quer usar e aí uma nova aplicação que a gente não consegue nem imaginar ainda pode aparecer", afirmou Filgueiras.

Mas, ao prever o que será desenvolvido, Filgueiras destaca a tecnologia sensorial. "A gente percebe alguns casos de uso muito diferentes, alguma coisa que pode até meio futurística demais, como comunicação sensorial, algum cheiro de comida quando ligar para a mãe no final de semana".

Vice-presidente de pesquisa, inovação e desenvolvimento da empresa de tecnologia Ericsson, Edvaldo do Santos é enfático ao pensar nas inovações que o 6G trará. "Você pode fazer visitas gastronômicas fantásticas antes de mesmo de escolher onde quer jantar".

"Imagine uma senhora que não a filha há mais de 20 anos e tem a sensação de tê-la ao lado dela e sentir o cheiro dela. É disso que a gente está falando, de trazer novas relações no relacionamento entre seres humanos, entre pessoas".

 Hugo Rodrigues Filgueiras é pesquisador de engenharia e tecnologia do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) — Foto: Reprodução/EPTV
Hugo Rodrigues Filgueiras é pesquisador de engenharia e tecnologia do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) — Foto: Reprodução/EPTV

Hologramas

Gerente de soluções em comunicação sem fio do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD), Gustavo Correa, também potencializa a capacidade do 6G desenvolver ainda mais os hologramas.

"Em 6G já se fala em transmissão holográfica. Você conseguir ter terminais que colocam uma pessoa, um holograma de uma pessoa como se estivesse com você no dia a dia". 
Mas, e o 5G?

Edvaldo do Santos afirma que o 5G, já em funcionamento no Brasil e em Campinas, também será base para diversas tecnologias. Ele prevê que as pessoas vão poder controlar objetos por meio de estímulos cerebrais ou dos dedos em até 7 anos.

"No máximo até 2030, isso é uma convicção, seremos capazes de controlar o movimento de objetos com estímulos do corpo humano e do cérebro. Então você, com o movimento dos dedos, e não com um joystick físico, controla, por exemplo, uma linha de produção".

"Você pode aplicar esse tipo de conceito para que venha em suporte a pessoas que tenham nascido com algum tipo de deficiência de mobilidade e assim por diante".

Edvaldo do Santos, vice-presidente de pesquisa, inovação e desenvolvimento da empresa de tecnologia Ericsson — Foto: Reprodução/EPTV
Edvaldo do Santos, vice-presidente de pesquisa, inovação e desenvolvimento da empresa de tecnologia Ericsson — Foto: Reprodução/EPTV

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Tesla fará recall de 362 mil carros nos EUA por conta de sistema de direção autônoma

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Órgão regulador dos Estados Unidos entendeu que sistema FSD Beta permite que veículos ultrapassem limite de velocidade e circulem pelas ruas de maneira imprevisível, o que aumenta risco de acidentes.
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Por g1

Postado em 16 de fevereiro de 2023 às 17h00m

Post. N. - 4.559

Elon Musk, presidente-executivo da Tesla — Foto: Reuters
Elon Musk, presidente-executivo da Tesla — Foto: Reuters

A Tesla, montadora de carros elétricos de Elon Musk, fará um recall de 362.758 veículos por conta de seu sistema de direção autônoma. A ordem foi feita na quarta-feira (15) pela Administração Nacional de Segurança de Tráfego nas Estradas (NHTSA, sigla em inglês).

Segundo o órgão, versões do Full-Self Driving (FSD) que permitem que um veículo "ultrapasse o limite de velocidade e circule em cruzamentos de maneira ilegal ou imprevisível aumentam o risco de um acidente".

O recall afeta os carros Model X, Model S (fabricados desde 2016), Model 3 (fabricados desde 2017) e Model Y (fabricados desde 2020) que têm o FSD Beta. A Tesla fará uma atualização de software sem custo para os motoristas.

Segundo a Reuters, a Tesla afirmou que seguirá a ordem de recall da NHTSA, apesar de não concordar com ela. A montadora disse não estar ciente de ferimentos ou mortes que possam ter sido causada por seu sistema de direção autônoma.

Em 2021, a Tesla anunciou o recall de quase 54 mil veículos nos EUA por conta de um recurso do FSD Beta conhecido como "rolling stop", que fazia os carros não pararem completamente em cruzamentos. Segundo o NHTSA, a funcionalidade violava leis estaduais de trânsito.

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

WhatsApp testa recurso que transforma áudio em texto, diz site Segundo o WABetaInfo, usuários poderão transcrever mensagens de voz dentro das conversas.

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Segundo o WABetaInfo, usuários poderão transcrever mensagens de voz dentro das conversas.
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Por g1

Postado em 15 de fevereiro de 2023 às 17h25m

Post. N. - 4.558

WhatsApp — Foto: REUTERS/Thomas White
WhatsApp — Foto: REUTERS/Thomas White 

O WhatsApp está trabalhando em uma recurso que converte os áudios enviados nas conversas em mensagens de texto. A informação foi divulgada pelo WABetaInfo, site que acompanha novidades que estão sendo desenvolvidas, mas não é confirmada pelo aplicativo.

O recurso ainda está em desenvolvimento, mas foi encontrado no código da versão beta 23.3.0.73 do WhatsApp para iOS. Uma imagem do WABetaInfo mostra uma tela do novo recurso, que seria exibida no caso em que não foi possível fazer uma transcrição.

A tela informa que nenhuma palavra foi reconhecida e que a transcrição não está configurada para o idioma falado na mensagem de áudio. O aviso diz que é possível mudar o idioma nas configurações do aplicativo.

Recurso testado pelo WhatsApp transforma mensagens de áudios em texto — Foto: Reprodução/WABetaInfo
Recurso testado pelo WhatsApp transforma mensagens de áudios em texto — Foto: Reprodução/WABetaInfo

Segundo o site, o processo de transformar áudio em texto no WhatsApp acontecerá no celular de cada usuário. Assim, as informações não podem ser acessadas por ninguém, nem mesmo pelo aplicativo.

Ainda de acordo com o site, o aplicativo está trabalhando em outros recursos:

  • Envio de até 100 fotos ou vídeos de uma vez (Android e iOS);
  • Modo de câmera "mãos livres", que facilita gravação de vídeos (iOS);
  • Agendamento de chamadas em grupo para ajudar participantes a se programarem (Android);
  • Envio de fotos em alta definição (WhatsApp Desktop).
WhatsApp Comunidades: entenda como funciona o novo recursoWhatsApp Comunidades: entenda como funciona o novo recurso
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