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quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Pinguins viram modelo para desenvolvimento de robôs submarinos na China; VÍDEO

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No futuro, os robôs podem ser usados para verificar vazamentos em oleodutos ou para procurar novas espécies marinhas.
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Por g1

Postado em 03 de agosto de 2023 às 08h30m

Post. N. - 4.695

Pinguim vira modelo para robôs submarinos na ChinaPinguim vira modelo para robôs submarinos na China

Cientistas chineses estão estudando o comportamento dos pinguins para desenvolver robôs submarinos com as mesmas habilidades da ave, segundo informações da agência alemã Deutsche Welle. (veja no vídeo acima).

As nadadeiras, as penas densas e os seus movimentos fazem os pinguins serem as aves aquáticas mais rápidas do mundo.

Por isso, os cientistas esperam que suas descobertas inspirem uma nova geração de veículos subaquáticos.

"Queremos estudar o nado do pinguim e usar o que conseguimos com as simulações de computador para nos ajudar a inventar alguns veículos", explica Bo Yin, professor da Academia Chinesa de Ciências.

No futuro, os robôs poderão ser usados para verificar vazamentos em oleodutos ou na procura por novas espécies marinhas.

Veja outros robôs em desenvolvimento

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quarta-feira, 2 de agosto de 2023

Meta deve pagar ao todo R$ 20 milhões para usuários brasileiros que tiveram dados vazados; veja se você será indenizado

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Os criminosos conseguiram detalhes de contato, incluindo nome, número de telefone e e-mail de 15 milhões de pessoas. Outras 14 milhões tiveram ainda mais informações violadas. Ao g1, a Meta informou que ainda não foi formalmente intimada sobre a decisão.
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Por Artur Nicoceli, g1

Postado em 02 de agosto de 2023 às 09h50m

Post. N. - 4.694

O valor da condenação nas duas ações civis públicas chega a R$ 10 milhões em cada uma, por dano coletivo, e a R$ 5 mil, por danos individuais — Foto: Dado Ruvic/Reuters
O valor da condenação nas duas ações civis públicas chega a R$ 10 milhões em cada uma, por dano coletivo, e a R$ 5 mil, por danos individuais — Foto: Dado Ruvic/Reuters

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenou em julho a Meta a pagar R$ 20 milhões pelo vazamento de dados de usuários do Messenger e do WhatsApp, em 2018 e 2019. Na época, os invasores acessaram as contas de cerca de 29 milhões de brasileiros.

Os criminosos conseguiram detalhes de contato, incluindo nome, número de telefone e e-mail de 15 milhões de pessoas. Outras 14 milhões tiveram ainda mais informações violadas, como: gênero; localidade; status de relacionamento; cidade natal; data de nascimento; trabalho; e os últimos dez locais onde estiveram ou foram marcadas.

O TJ definiu que os usuários afetados podem receber até R$ 5 mil. O único detalhe é que os brasileiros precisarão provar que usavam a redes no período das invasões.

Em nota, a Meta afirmou que ainda não foi formalmente intimada sobre a decisão da Justiça.

Eu serei indenizado?

Ainda não há certeza sobre quem será indenizado. Isso porque a Meta declarou que não foi notificada sobre o processo.

Segundo o Instituto de Defesa Coletiva, que moveu os dois processos contra a Meta, para receber a indenização, os clientes podem se habilitar na lista de espera da execução que será feita pelo instituto "em momento oportuno".

"Essa vitória demonstra a importância da atuação das entidades civis de defesa dos consumidores, pois foi a partir da provocação judicial do Instituto Defesa Coletiva que a Justiça reconheceu as ilegalidades cometidas pelo Facebook/WhatsApp, o que beneficiou milhões de brasileiros", informou o instituto em nota.

Vale destacar que o usuário precisará comprovar que usava o aplicativo na época do vazamento dos dados para receber a indenização definida pelo Tribunal. Nos EUA, onde aconteceu um processo coletivo semelhante, a empresa concordou em indenizar os usuários.

Como provar que usava as redes sociais em 2018 e 2019?

Os usuários devem mostrar a linha do tempo das redes sociais para solicitar a indenização.

Veja abaixo como acessar as informações no Facebook:

  • Acesse o aplicativo;
  • Clique em "Configurações e Privacidade";
  • "Seu tempo no Facebook";
  • "Ver tempo";
  • "Ver registros";
  • e "Ver histórico de atividades"
E no WhatsApp:

  • Acesse "Configurações";
  • "Conta";
  • "Solicitar dados da conta";
  • "Solicitar relatório"
Como foi o processo?

No mês passado, dois processos foram movidos pelo Instituto de Defesa Coletiva após um ataque ao sistema da Meta.

Segundo o instituto, a vulnerabilidade do sistema da empresa permitiu que hackers instalassem de maneira remota um tipo de software espião em alguns telefones, para ter acesso a dados dos aparelhos.

Dados vazados

Quando aconteceu Dados vazados Razão dos vazamentos Usuários atingidos
25/09/2018 Detalhes de contrato, incluindo nome, número de telefone e e-mail, nome do usuário, gênero, localidade, idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos dez locais onde estiveram ou nos quais foram marcados. Vulnerabilidade na função "visualizar como", a qual permitiu os ataques hackers 29 milhões
14/12/2018 Foto dos usuários, incluindo os stories e as fotos carregadas, porém não publicadas Vulnerabilidade do sistema 6,8 milhões
03/04/2019 Senhas das contas e detalhes de movimentação como informações de curtidas, comentários, imagens, entre outras interações na rede social Interações com usuários através de suas várias páginas no Facebook 450 milhões
13/05/2019 Todos os dados contidos no smartphone do usuário afetado, incluindo aplicativos, imagens, vídeos, documentos e inclusive acesso à câmera Vulternabilidade no aplicativo WhatsApp, a qual permitiu que hackers instalassem de maneira remota um tyipo de software espião para ter acesso aos dados do aparelho Não informado pela Meta
13/08/2019 Áudios enviados pelos consumidores no Messenger Contratação de empregados terceirizados para transcrever áudios dos consumidores sem a sua devida anuência Não informado pela Meta

"A empresa confessou que houve a falha na prestação de serviços e pediu desculpas mundialmente, admitindo o vazamento. Porém, apesar de admitir que informou devidamente os consumidores atingidos, apresentou apenas uma notificação a fim de comprovar sua alegação, demonstrando que não repassou as informações de forma transparente para os usuários. Sendo assim, está claro total ofensa ao dever de informação", disse a advogada Lillian Salgado, presidente do Comitê Técnico do Instituto de Defesa Coletiva.

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segunda-feira, 31 de julho de 2023

'X' gigante é retirado do topo do prédio do Twitter após reclamações de vizinhos

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Remoção aconteceu após a cidade receber 24 reclamações de moradores sobre a intensidade das luzes e de dúvidas sobre a segurança com a estrutura.
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Por g1

Postado em 31 de julho de 2023 às 20h55m

Post. N. - 4.693

'X' de LED no topo do prédio do Twitter incomoda vizinhança em São Francisco (EUA)
'X' de LED no topo do prédio do Twitter incomoda vizinhança em São Francisco (EUA)

O 'X' gigante de LED do Twitter foi retirado nesta segunda-feira (31) do prédio da empresa em São Francisco, nos Estados Unidos.

A remoção aconteceu após a cidade receber 24 reclamações de moradores por conta da intensidade das luzes e de dúvidas sobre a segurança com a estrutura.

O Twitter alegou que a remoção do letreiro foi voluntária, mas o Departamento de Inspeção Predial de São Francisco informou que haverá penalização pela instalação do equipamento.

"Esta manhã, os inspetores de construção acompanharam a estrutura sendo desmontada", afirmou um porta-voz do Departamento de Inspeção Predial de São Francisco em e-mail à agência Reuters.

"O proprietário do imóvel pagará taxas pela instalação não autorizada da estrutura iluminada", continua a nota.

Autoridades da cidade afirmam que a substituição de letras ou símbolos em edifícios, ou a colocação de placas, devem respeitar regras urbanísticas e de segurança. A instalação do "X" teria sido feita sem autorização.

No final de semana, o departamento afirmou em um relatório que representantes do Twitter negaram duas vezes o acesso de um inspetor à cobertura do prédio. Segundo o documento, um funcionário da empresa afirmou que o letreiro era temporário.

O Twitter ergueu o 'X' gigante em sua sede na sexta-feira (28), dias após a empresa abandonar o antigo pássaro azul, e desagradou moradores. Vizinhos gravaram um vídeo do letreiro brilhando e criticaram as luzes intrusivas (veja vídeo abaixo).

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