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No futuro, os robôs podem ser usados para verificar vazamentos em oleodutos ou para procurar novas espécies marinhas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 03 de agosto de 2023 às 08h30m Post. N. - 4.695
Pinguim vira modelo para robôs submarinos na China
Cientistas chineses estão estudando o comportamento dos pinguins para
desenvolver robôs submarinos com as mesmas habilidades da ave, segundo
informações da agência alemã Deutsche Welle. (veja no vídeo acima).
As nadadeiras, as penas densas e os seus movimentos fazem os pinguins serem as aves aquáticas mais rápidas do mundo.
Por isso, os cientistas esperam que suas descobertas inspirem uma nova geração de veículos subaquáticos.
"Queremos estudar o nado do pinguim e usar o que conseguimos com as
simulações de computador para nos ajudar a inventar alguns veículos",
explica Bo Yin, professor da Academia Chinesa de Ciências.
No futuro, os robôs poderão ser usados para verificar vazamentos em oleodutos ou na procura por novas espécies marinhas.
Veja outros robôs em desenvolvimento
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Os criminosos conseguiram detalhes de contato, incluindo nome, número de telefone e e-mail de 15 milhões de pessoas. Outras 14 milhões tiveram ainda mais informações violadas. Ao g1, a Meta informou que ainda não foi formalmente intimada sobre a decisão. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Artur Nicoceli, g1 02/08/2023 07h50 Atualizado há 02 horas Postado em 02 de agosto de 2023 às 09h50m Post. N. - 4.694
O valor da condenação nas duas ações civis públicas chega a R$ 10
milhões em cada uma, por dano coletivo, e a R$ 5 mil, por danos
individuais — Foto: Dado Ruvic/Reuters
Os criminosos conseguiram detalhes de contato, incluindo nome, número
de telefone e e-mail de 15 milhões de pessoas. Outras 14 milhões tiveram
ainda mais informações violadas, como: gênero; localidade; status de
relacionamento; cidade natal; data de nascimento; trabalho; e os últimos
dez locais onde estiveram ou foram marcadas.
O TJ definiu que os usuários afetados podem receber até R$ 5 mil. O
único detalhe é que os brasileiros precisarão provar que usavam a redes
no período das invasões.
Em nota, a Meta afirmou que ainda não foi formalmente intimada sobre a decisão da Justiça.
Eu serei indenizado?
Ainda não há certeza sobre quem será indenizado. Isso porque a Meta declarou que não foi notificada sobre o processo.
Segundo o Instituto de Defesa Coletiva, que moveu os dois processos
contra a Meta, para receber a indenização, os clientes podem se
habilitar na lista de espera da execução que será feita pelo instituto
"em momento oportuno".
"Essa
vitória demonstra a importância da atuação das entidades civis de
defesa dos consumidores, pois foi a partir da provocação judicial do
Instituto Defesa Coletiva que a Justiça reconheceu as ilegalidades
cometidas pelo Facebook/WhatsApp, o que beneficiou milhões de brasileiros", informou o instituto em nota.
Vale destacar que o usuário precisará comprovar que usava o aplicativo
na época do vazamento dos dados para receber a indenização definida pelo
Tribunal. Nos EUA, onde aconteceu um processo coletivo semelhante, a empresa concordou em indenizar os usuários.
Como provar que usava as redes sociais em 2018 e 2019?
Os usuários devem mostrar a linha do tempo das redes sociais para
solicitar a indenização.
Veja abaixo como acessar as informações no
Facebook:
Acesse o aplicativo;
Clique em "Configurações e Privacidade";
"Seu tempo no Facebook";
"Ver tempo";
"Ver registros";
e "Ver histórico de atividades"
E no WhatsApp:
Acesse "Configurações";
"Conta";
"Solicitar dados da conta";
"Solicitar relatório"
Como foi o processo?
No mês passado, dois processos foram movidos pelo Instituto de Defesa Coletiva após um ataque ao sistema da Meta.
Segundo o instituto, a vulnerabilidade do sistema da empresa permitiu
que hackers instalassem de maneira remota um tipo de software espião em
alguns telefones, para ter acesso a dados dos aparelhos.
Dados vazados
Quando aconteceu
Dados vazados
Razão dos vazamentos
Usuários atingidos
25/09/2018
Detalhes
de contrato, incluindo nome, número de telefone e e-mail, nome do
usuário, gênero, localidade, idioma, status de relacionamento, religião,
cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados para acessar o
Facebook, educação, trabalho e os últimos dez locais onde estiveram ou
nos quais foram marcados.
Vulnerabilidade na função "visualizar como", a qual permitiu os ataques hackers
29 milhões
14/12/2018
Foto dos usuários, incluindo os stories e as fotos carregadas, porém não publicadas
Vulnerabilidade do sistema
6,8 milhões
03/04/2019
Senhas
das contas e detalhes de movimentação como informações de curtidas,
comentários, imagens, entre outras interações na rede social
Interações com usuários através de suas várias páginas no Facebook
450 milhões
13/05/2019
Todos
os dados contidos no smartphone do usuário afetado, incluindo
aplicativos, imagens, vídeos, documentos e inclusive acesso à câmera
Vulternabilidade
no aplicativo WhatsApp, a qual permitiu que hackers instalassem de
maneira remota um tyipo de software espião para ter acesso aos dados do
aparelho
Não informado pela Meta
13/08/2019
Áudios enviados pelos consumidores no Messenger
Contratação de empregados terceirizados para transcrever áudios dos consumidores sem a sua devida anuência
Não informado pela Meta
"A
empresa confessou que houve a falha na prestação de serviços e pediu
desculpas mundialmente, admitindo o vazamento. Porém, apesar de admitir
que informou devidamente os consumidores atingidos, apresentou apenas
uma notificação a fim de comprovar sua alegação, demonstrando que não
repassou as informações de forma transparente para os usuários. Sendo
assim, está claro total ofensa ao dever de informação", disse a advogada
Lillian Salgado, presidente do Comitê Técnico do Instituto de Defesa
Coletiva.
Remoção aconteceu após a cidade receber 24 reclamações de moradores sobre a intensidade das luzes e de dúvidas sobre a segurança com a estrutura. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 31/07/2023 19h51 Atualizado há uma hora Postado em 31 de julho de 2023 às 20h55m Post. N. - 4.693
'X' de LED no topo do prédio do Twitter incomoda vizinhança em São Francisco (EUA)
O 'X' gigante de LED do Twitter foi retirado nesta segunda-feira (31) do prédio da empresa em São Francisco, nos Estados Unidos.
A remoção aconteceu após a cidade receber 24 reclamações de moradores
por conta da intensidade das luzes e de dúvidas sobre a segurança com a
estrutura.
O Twitter alegou que a remoção do letreiro foi voluntária, mas o
Departamento de Inspeção Predial de São Francisco informou que haverá
penalização pela instalação do equipamento.
"Esta manhã, os inspetores de construção acompanharam a estrutura sendo
desmontada", afirmou um porta-voz do Departamento de Inspeção Predial
de São Francisco em e-mail à agência Reuters.
"O proprietário do imóvel pagará taxas pela instalação não autorizada da estrutura iluminada", continua a nota.
Autoridades da cidade afirmam que a substituição de letras ou símbolos
em edifícios, ou a colocação de placas, devem respeitar regras
urbanísticas e de segurança. A instalação do "X" teria sido feita sem
autorização.
No final de semana, o departamento afirmou em um relatório que
representantes do Twitter negaram duas vezes o acesso de um inspetor à
cobertura do prédio. Segundo o documento, um funcionário da empresa
afirmou que o letreiro era temporário.