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A coleta dos dados públicos de usuários para desenvolver e melhorar a assistente de inteligência artificial da Meta está prevista na política de privacidade da empresa. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 — São Paulo Postado em 01 de julho de 2024 às 07h30m Post. N. - 4.907
Meta passa a coletar dados das redes para IA. Saiba passo a passo para desativar
Fotos e textos que você posta no Instagram e Facebook podem estar sendo usados para desenvolver e melhorar uma inteligência artificial.
A coleta desses dados para tal finalidade aparece na nova atualização
da política de privacidade das duas redes sociais, que são controlados
pela Meta, empresa de tecnologia de Mark Zuckerberg.
Na Central de Privacidades da Meta, disponível no Instagram, a empresa
diz que usa informações que estão publicamente disponíveis e que foram
compartilhadas em suas plataformas. Isso inclui publicações, fotos ou legendas.
O conteúdo das mensagens privadas com amigos e familiares não é usado, segundo a empresa.
⚠️ Mas os usuários podem se opor.
Também na Central de Privacidades, a Meta diz que as pessoas têm
"direitos relacionados à forma como suas informações são usadas para IA
na Meta", o que inclui o direito de se opor ao uso de informações
compartilhadas.
O passo a passo para desativar a coleta de informações no Instagram — Foto: g1
A remoção é instantânea?
Segundo a Meta, não. O texto diz que as solicitações de objeçãoserão analisadas de acordo com as leis de proteção de dados relevantes."Se a sua solicitação for atendida, ela será aplicada a partir do momento que for aceita", diz o texto.
O que diz a Meta?
A Meta diz que pode "processar informações sobre você para desenvolver e
melhorar a IA na Meta, mesmo se você se opuser ou não usar nossos
produtos e serviços".
Como exemplo, a empresa diz que isso poderia acontecer se o usuário ou suas informações:
aparecerem em uma imagem compartilhada nos produtos ou serviços por alguém que os usa;
sejam mencionados em publicações ou legendas que outra pessoa compartilhar nos produtos e serviços.
Procurada pelo g1, a Meta enviou a seguinte nota:
"Estamos
comprometidos em desenvolver a inteligência artificial na Meta – nossa
coleção de recursos e experiências generativas de inteligência
artificial junto com os modelos que os alimentam – de forma segura,
responsável e atendendo as regulações de privacidade no Brasil."
Smartphones sem homologação já representam 25% das vendas no Brasil, de acordo com a consultoria IDC. Esses aparelhos não têm garantia da representante da marca no Brasil e podem oferecer riscos se usarem materiais de baixa qualidade. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 28/06/2024 05h30 Atualizado há um dia Postado em 29 de junho de 2024 às 09h35m Post. N. - 4.906
Pessoa mexendo no celular — Foto: Reprodução/TV Gazeta
Em geral, eles não têm o período de garantia da representante da marca no Brasil. Isso significa que, em caso de falha, o consumidor não poderá acionar a fabricante para solicitar um conserto.
Além disso, smartphones irregulares podem ser fabricados com materiais de baixa qualidade, o que pode expor usuários a níveis inadequados de radiação. Isso acontece porque eles não passam por avaliações de segurança.
Mas como saber se um smartphone é irregular? Uma forma é procurar o
selo da Anatel no corpo, na bateria ou no manual do aparelho. Ele tem um
número, que pode ser buscado no site da agência. E há outros elementos podem indicar se houve certificação no Brasil ou não.Confira as dicas abaixo.
Como saber se um celular é autorizado pela Anatel — Foto: Kayan Albertin/Arte g1
Preço muito abaixo do normal também pode ser um indício de que o
celular não foi homologado pela Anatel. O aparelho pode ter sido
importado de forma ilegal e ter chegado às lojas sem pagar impostos, o
que permitiu um desconto agressivo.
Por outro lado, os celulares autorizados no Brasil passam por
avaliações de segurança antes de terem seus modelos comercializados. Se
forem aprovados pela Anatel, eles recebem o código de 12 dígitos que é
exibido no selo da agência.
O que significam os números no selo da Anatel — Foto: Bárbara Miranda/Arte g1
Por que o mercado de celulares irregulares cresceu no Brasil?
No primeiro trimestre de 2024, foram vendidos 8,5 milhões de smartphones legais. Neste período, 2,9 milhões de unidades do tipo foram comercializadas no mercado irregular.
As lojas virtuais deverão mostrar o código da homologação que o celular
recebeu na Anatel e verificar se o número corresponde ao aparelho
anunciado. As empresas que não cumprirem as regras ficarão sujeitas a multas diárias de R$ 200 mil.
A Associação Brasileira da Indústria Elétrica (Abinee), que representa
as fabricantes de celulares, diz que a maioria deles é de origem chinesa
e estima que 90% dos celulares irregulares são de apenas uma marca, que não foi revelada pela entidade.
Esse mercado aumentou com o crescimento de lojas online que operam como
marketplaces, em que terceiros podem usar os sites como vitrines para
anunciar seus produtos, diz Luiz Claudio Carneiro, diretor de
dispositivos móveis de comunicação da Abinee.
"O grande diferencial, que mudou a realidade do contrabando no país,
foi o marketplace. Antes, você precisava sair de casa e ir ao local.
Hoje, pelo marketplace, você compra um telefone contrabandeado de manhã
e, no outro dia a tarde, está na sua casa", afirmou ao g1, em maio de 2024.
O g1 dirigiu a primeira unidade da picape elétrica a desembarcar no Brasil e traz, com exclusividade, uma entrevista com o funkeiro e dono da caminhonete. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Vinicius Montoia, g1 28/06/2024 05h02 Atualizado há uma hora Posado em 28 de junho de 2024 às 06h25m Post. N. - 4.905
g1 testou: a primeira Tesla Cybertruck que veio para o Brasil
Basta uma volta no quarteirão para ver que é impossível passar
despercebido a bordo de uma picape cromada, com quase 6 metros de
comprimento e linhas de design exóticas — mesmo no trânsito de São
Paulo.
A cada semáforo, uma enxurrada de celulares era sacada do bolso de
pedestres e motociclistas para registrar o momento. Não é para menos: o g1 testou com exclusividade a primeira picapeTeslaCybertrucka desembarcar em solo brasileiro.
A caminhonete desembarcou no Brasil em maio de 2024. E chama tanta
atenção que um dos primeiros passeios de Danielzinho por Cotia (SP)
viralizou. O vídeo já tem quase 20 milhões de visualizações nas redes
sociais.
“Eu
quis comprar o carro porque ele tem o desempenho de um esportivo,
tamanho e comodidade de uma picape e uma segurança inigualável”, resumiu
Danielzinho.
“O primeiro proprietário brasileiro, que ficou esperando o carro chegar
dos Estados Unidos e passou por todo o processo e burocracia, foi um
importador. Ele me ofereceu a Cybertruck por intermédio de outras
pessoas. Aí eu falei: pode mandar que é minha!”
O único defeito do carro, segundo o cantor, é justamente “não passar despercebido”.
Nesta reportagem, há uma análise do primeiro contato com o carro, e uma entrevista com o influenciador, que conta por que decidiu gastar milhões para colocar a Tesla Cybertruck na garagem.
Danielzinho Grau e o primeiro Tesla Cybertruck do Brasil — Foto: Fabio Tito | g1
Afinal, que picape é essa?
A picape foi apresentada em 2019, mas foi somente no final de 2023 que
as primeiras unidades chegaram aos compradores americanos. Demorou cerca
de seis meses para que uma delas colocasse seus pneus em asfalto
brasileiro.
A Cybertruck tem três versões:
Rear-Wheel Drive(entrada), que parte de US$ 60.990 (ou R$ 340 mil);
All-Wheel Drive(intermediária), que custa US$ 79.990 (R$ 440 mil);
Cyberbeast(topo de linha), por US$ 99.990 (aproximadamente R$ 550 mil).
As duas primeiras têm 608 cv de potência. Em comparação, isso se traduz em uma potência 8,5 vezes superior a de um Renault Kwid, por exemplo. O torque é de 102 kgfm, cerca de 10 vezes maior que o Kwid.
As duas versões aceleram de 0 a 100 km/h em apenas 4,1 segundos,
com velocidade máxima de 180 km/h. A principal diferença entre elas é a
tração nas rodas: a Rear-Wheel Drive tem tração traseira, enquanto a
All-Wheel Drive a possui nas quatro rodas.
Já a configuração topo de linha, a Cyberbeast, tem potência e torque elevados para 857 cv (249 cv a mais) e 142 kgfm (adição de 40 kgfm).
Seria, em termos práticos, como se adicionasse mais 4 Kwids,
totalizando 12 compactos da Renault em potência e 14 em torque em
relação às versões anteriores.
O tempo até 100 km/h cai 1,5 segundo. Ou seja, a picape atinge a marca em apenas 2,6 segundos. Também é mantida a tração integral nesta versão.
Contudo, como dito no início da reportagem, o que mais chama atenção no
carro é o seu visual. Além do formato triangular, a carcaça de inox
ofusca a visão de pedestres e motoristas ao redor — ideal para quem
gosta de chamar atenção.
Veja a galeria de fotos abaixo.
Confira fotos da picape de Danielzinho Grau
1/12 Tesla Cybertruck — Foto: Fabio Tito | g1
2/12
A marca americana Tesla, que pertence ao empresário Elon Musk,
produz uma gama de veículos 100% elétricos, como os Model S, 3, X e Y.
Nada, porém, causou tanta controvérsia como a picape Cybertruck.
Uma das polêmicas envolvendo o carro vem da sua estrutura de aço inox. A fama de “inquebrável” surgiu
quando o dono da Tesla garantiu que os vidros não quebrariam ao serem
atingidos
Polêmicas
por uma bolada de beisebol, arremessada a 112 km/h. Ainda de
acordo com a fabricante,o aço que reveste o carro é à prova de balas.
São essas características que cativam compradores como Danielzinho
Grau. Mas também há críticas aos materiais escolhidos e às linhas do
veículo, de formatos muito retilíneos.
Ainda não há testes conclusivos dos institutos oficiais de segurança,
que atestam os riscos de uma batida com a picape, mas especialistas
preveem que um automóvel com ângulos tão pronunciados pode representar
um risco maior para pedestres e outros veículos que se envolverem em
acidentes com uma Cybertruck.
Um carro que não apresenta zonas deformação programada
pode representar ameaças também ao motorista e ocupantes. Essas peças
são delineadas para absorver o impacto durante uma batida, passando o
mínimo possível para quem está na cabine do veículo. O capô, ao deformar, se dobra em algumas partes envitando, assim, que seja lançado contra o parabrisa.
Por fim, vídeos nas redes sociais mostram como a tampa do porta-malas
dianteiro, que tem fechamento elétrico e não possui sistema
antiesmagamento,pode ferir um usuário que esquecer um dedo na fresta.
Como ela anda
A Cybertruck testada pelog1 é da versão All-Wheel Drive (tração integral), intermediária. A série especial Foundation Series (série de fundação,
em tradução livre) identifica através de uma inscrição próximo à caixa
de roda da dianteira as primeiras unidades fabricadas mundialmente.
Apesar de Danielzinho Grau não revelar, estima-se que, somando todos os custos e taxas de importação, o valor da picape ultrapasse a casa dos R$ 2,5 milhões.
Ao volante, o que mais salta aos olhos nas primeiras impressões é o
torque instantâneo de um sistema elétrico de propulsão. Diferentemente
dos motores tradicionais a combustão, que possuem um pico específico de
torque e potência, os motores elétricos disponibilizam toda a sua força
desde o início.
A outra, certamente, é o típico silêncio a bordo dos elétricos. Exceto
pelo leve ruído de funcionamento do motor elétrico, quase não se percebe
que o carro está ligado.
À frente do motorista, apenas os pedais de freio, acelerador e um
volante que lembra o de um carro de corrida, como o da Fórmula 1.
A dirigibilidade é super-responsiva e o volante multiplica a força que o
motorista faz para manobrar. A peça da direção não dá "voltas", pelo
contrário. Ela vira apenas 90° para a direita e para a esquerda, o
suficiente para manobrar a picape com tranquilidade.
É na tela multimídia de 18,5 polegadas que se controla a maior parte das funções da picape elétrica — Foto: Fabio Tito | g1
E isso se deve ao sistema Steer-by-whire, que é a direção por cabos.
Esse sistema elimina um comando físico conectado diretamente do volante
para as rodas (barra de direção), deixando essa função a cargo de sinais
eletrônicos e um motor elétrico. E não há risco de perder o controle do
veículo porque o sistema de cabos tem redundância, garantindo que os
sinais cheguem às rodas.
O primeiro ponto negativo da picape de Elon Musk é o excesso de minimalismo.
O painel é limpo e com traços bem definidos. O ambiente se completa com
uma iluminação customizável de led de ponta a ponta na cabine.
Mas os consoles deixaram de lado qualquer botão físico e absolutamente tudo deve ser comandado através da tela multimídia de 18,5 polegadas no centro do painel. Não é nada fácil intuir se o carro está “ligado/on” ou “desligado/off” pela tela.
Comandos do ar-condicionado, que deveriam ser de fácil acesso através de botões físicos, não existem fora da tela.
E pior: não dá para acessar essas informações de forma rápida sem olhar
para o display. Esse desvio de atenção pode comprometer a concentração
do motorista.
A falta de botões é levada ao extremo na Cybertruck: nem haste para
seta e limpador de para-brisa existe no modelo, assim como nos outros
carros da Tesla (exceto o Model Y). A mudança de direção é indicada por
meio de parcos botões no volante.
Também é pela tela que funciona o câmbio automático (de apenas uma
marcha à frente e outra à ré). Basta arrastar o cursor para cima, como
se faz em um smartphone, para que a Cybertruck fique pronta para
arrancar.
O conforto dos bancos é um dos pontos altos da cabine. Eles abraçam e
não deixam o corpo rolar em curvas acentuadas. O toque do couro dos
assentos, portas e painel completam a sensação de estar em um carro de
luxo.
Entre o motorista e passageiro, há um porta-objetos com apoio de braço.
Nele, é possível deixar o celular carregando sem fio, por meio do
carregador por indução.
Espaço na caçamba da Tesla Cybertruck — Foto: Fábio Tito/g1
Na parte de trás, há espaço suficiente para três adultos viajarem com
conforto. Apesar da queda pronunciada do teto, que acompanha o formato
triangular da picape, até pessoas mais altas viajam sem bater a cabeça
no vidro — sim, o teto é de vidro, como de praxe nos carros da Tesla.
Os espaços para bagagem — no plural, pois são dois compartimentos —
somam 1.900 litros. Como comparativo, a RAM 3500, maior picape à venda
oficialmente no Brasil, tem 1.628 litros de espaço na caçamba.
O segredo da Cybertruck é ter um compartimento a mais onde seria o
motor. Nos carros elétricos convencionais, os motores estão instalados
nos eixos das rodas. Ou seja, a força e velocidade do propulsor é
transmitida diretamente para a roda, sem peças intermediárias (como uma
transmissão). E a construção da Cybertruck segue essa mesma lógica.
A suspensão a ar permite configurações manuais, o que facilita a
transposição de obstáculos e rios quando ela está mais alta, sem perder a
esportividade quando está na altura mínima. Essa característica traz
diferentes personalidades para a picape, que não deixa de ser
confortável em nenhuma condição.
Porta-malas dianteiro do Tesla Cybertruck — Foto: Fabio Tito | g1