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Empresa perdeu US$ 104 bilhões (R$ 615 bilhões) nesta segunda e já encolheu 18% desde que Donald Trump anunciou novas taxas de importação para os EUA. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1 Postado em 07 de Abril de 2.025 às 20h25m #.*Post. - Nº.\ 5.097*.#
iPhone 16 em loja da Apple em Londres, em 6 de outubro de 2024 — Foto: Reuters/Hollie Adams/File Photo
A Apple
perdeu US$ 104 bilhões (R$ 615 bilhões) em valor de mercado nesta
segunda-feira (7). É o 3º dia seguido de negociações com quedas da
empresa, uma das mais impactadas pelotarifaço feito na última semana por Donald Trump.
Desde que o presidente americano anunciou as novas taxas, o valor da empresa encolheu 18%, segundo levantamento da Elos Ayta. O prejuízo equivale a US$ US$ 637 bilhões (R$ 3,7 trilhões).
Entre as chamadas "Sete Magníficas", além da Apple, apenas a Tesla e a Microsoft
perderam valor de mercado. Nvidia, Amazon, Meta (Instagram,Facebooke
WhatsApp) e Alphabet (Google) tiveram o primeiro dia de alta desde o
tarifaço.
Considerando as variações das sete empresas, houve crescimento de US$
32 bilhões (R$ 190 bilhões) nesta segunda. Na quinta (3) e na
sexta-feira (4), as marcas tinham acumulado perda de US$ 1,8 trilhão (R$
10,6 trilhões).
A
Apple tem 90% dos iPhones fabricados na China e deverá ser atingida em
cheio pela alta de tarifas, segundo o jornal The New York Times.
Os custos para a empresa produzir no país devem subir em US$ 8,5
bilhões (R$ 50 bilhões), segundo a empresa de investimentos Morgan
Stanley.
O iPhone, o iPad e o Apple Watch trazem a maior parte do faturamento
anual da empresa, de cerca de US$ 400 bilhões (R$ 2,3 trilhões), segundo
o NYT. Agora, a empresa deve decidir se os novos custos serão
absorvidos, o que reduzirá sua margem de lucro, ou repassados aos
consumidores.
Em 1975, Bill Gates e Paul Allen fundaram a Microsoft, criadora do Windows, Word, Excel, Copilot e tantas outras tecnologias que moldaram o mundo digital. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Deutsche Welle 06/04/2025 05h00 Atualizado há 02 horas Postado em 06 de Abril de 2.025 às 07h00m #.*Post. - Nº.\ 5.096*.#
O cofundador e ex-CEO da Microsoft, Bill Gates, fala durante um evento
de comemoração do 50º aniversário na sede da Microsoft, sexta-feira, 4
de abril de 2025, em Redmond, Washington. — Foto: AP Photo/Jason Redmond
Microsoft revolucionou a computação desde sua fundação em 1975. Ao longo de décadas, empresa de Bill Gates
estabeleceu um império no mundo digital. Seja em escritórios, salas de
aula ou até mesmo na agricultura, as tecnologias da Microsoft são
onipresentes.
Fundada em há 50 anos em uma simples garagem, a gigante da tecnologia
comemorou seu aniversário nesta sexta-feira (4) com uma trajetória que
revolucionou a computação a partir do sistema operacional Windows, que tornou os computadores pessoais acessíveis às massas.
Além disso, seu pacote Office se tornou sinônimo de trabalho moderno
nos escritórios, e durante a pandemia de Covid-19, o Microsoft Teams
possibilitou o trabalho remoto e a educação à distância ao redor do
mundo.
Atualmente, a plataforma de comunicação tem mais de 320 milhões de usuários diários, transformando o trabalho remoto de uma exceção para a norma.
Agora, a Microsoft, com sede em Redmond, nos Estados Unidos, se
encontra em um momento crucial. Dominando indústrias como computação em
nuvem, sistemas operacionais e ferramentas de desenvolvimento, será que o
gigante da tecnologia também liderará a transição para a era da
inteligência artificial (IA) — ou sua dominância de mercado é motivo de
preocupação?
Paul Allen e Bill Gates, fundadores da Microsoft, recriaram clássica foto de 1981 em 2013 — Foto: Reprodução/Twitter
Tudo começou em 1975, em uma pequena garagem em Albuquerque, Novo
México, nos EUA. Dois amigos de faculdade e programadores, Bill Gates
(19 anos) e Paul Allen (22 anos), tinham uma visão simples, mas
revolucionária: tornar os computadores acessíveis a todos.
Para isso, os amigos criaram um software para o Altair 8800, um dos
primeiros computadores pessoais da época, fabricado pela MITS. Esse foi o
primeiro grande sucesso da empresa, recém-nomeada Micro Computer
Software, e marcou o início da Microsoft no mundo da tecnologia.
Logo após a fundação da Microsoft, Gates e Allen mudaram a empresa para
o estado de Washington em 1979, quando as vendas dos softwares já
haviam ultrapassado 1 milhão de dólares.
Um marco importante para os jovens fundadores foi a parceria com a IBM
em 1980, que estabeleceu o MS-DOS (Microsoft Disk Operating System) da
Microsoft como o sistema operacional padrão na indústria de PCs.
O lançamento do Windows, alguns anos depois, criou as bases para a futura dominância da Microsoft no mercado de software.
Ao longo das últimas cinco décadas, a Microsoft se adaptou
continuamente às mudanças tecnológicas e expandiu seus negócios para
novas áreas. Ela não é mais apenas uma empresa de software, mas um império tecnológico global com presença em quase todos os setores.
Os números falam por si: em março de 2025, a Microsoft é a terceira empresa mais valiosa do mundo, atrás da fabricante do iPhone, Apple, e da fabricante de chips, NVIDIA.
Bill Gates se tornou o cofundador mais famoso da marca e foi o homem
mais rico do mundo entre 1995 e 2017, 27 anos consecutivos, segundo a
revista Forbes.
Já Paul Allen, que faleceu em 2018 enquanto lutava contra um câncer no
sistema linfático, deixou a Microsoft em 1983, quando foi diagnosticado
com câncer pela primeira vez, mas permaneceu em um cargo simbólico até
os anos 2000.
Satya Nadella, CEO da Microsoft, em 27 de fevereiro de 2019 — Foto: Tobias SCHWARZ/AFP
Apesar de seu imenso poder no mercado, a Microsoft se encontra no início de uma nova era definida por duas letras: IA.
A empresa está investindo bilhões em pesquisa, construindo vastos data centers ao redor do mundo e desenvolvendo seus próprios chips de inteligência artificial.
A transformação é liderada pelo atual CEO Satya Nadella, que assumiu a
liderança em 2014 e tomou duas decisões estratégicas que remodelaram o
futuro da Microsoft.
Primeiro, ele deslocou o foco da empresa para a computação em nuvem,
revolucionando seu modelo de negócios e fontes de receita. Em segundo
lugar, ele posicionou a IA como o núcleo da estratégia de longo prazo da
Microsoft, reconhecendo desde cedo o imenso potencial dessa tecnologia.
As ferramentas da Microsoft alimentadas por IA, como o Copilot, já
lidam com tarefas rotineiras, redigem e-mails, analisam dados e geram
conteúdo criativo. A empresa pretende moldar ainda mais como as pessoas trabalham, se comunicam e inovam.
Embora a Microsoft promova a IA como uma impulsionadora de produtividade, críticos alertam para a possibilidade de enormes perdas de empregos devido à automação.
Preocupações éticas também são um grande tema, que vão desde riscos à privacidade de dados até a desinformação gerada pela IA.
Antonio Krüger, CEO do Centro Alemão de Pesquisa em Inteligência
Artificial (DFKI) — uma parceria público-privada — afirma que a IA está
começando a "influenciar diretamente a criação de valor nas empresas".
"Grandes empresas de tecnologia como a Microsoft estão se esforçando
para fortalecer sua posição nessa área", disse Krüger à DW, expandindo a
transformação "muito além dos processos tradicionais de escritório e
impactando significativamente os setores industriais e econômicos
centrais em toda a Europa".
Para muitas empresas e governos, a Microsoft se tornou quase indispensável. Só na Alemanha, 96% das autoridades públicas utilizam o software da empresa, e 69% dependem de seus data centers, segundo o provedor global de dados Statista.
As empresas dependem da infraestrutura de nuvem da Microsoft, dos
serviços de segurança e das ferramentas impulsionadas por IA, enquanto
as agências governamentais armazenam dados sensíveis nos data centers da
Microsoft e utilizam seu software para tarefas administrativas.
Pelo menos 1,4 bilhão de PCs e laptops em todo o mundo rodam o Windows, mostram dados internos fornecidos pela Microsoft.
Mas essa integração profunda tem um preço — para muitos, mudar de plataforma é quase impossível.
Especialistas como Krüger alertam para o chamado efeito lock-in, que
significa que, uma vez que uma organização adote completamente o
ecossistema da Microsoft, a transição para outra plataforma se torna
extremamente difícil e cara.
Essa dependência reforça o domínio da Microsoft no mercado, tornando
quase impossível para os concorrentes desafiarem a empresa de forma
eficaz.
Para os governos, surge a questão: deve uma única empresa ter tanto controle sobre a infraestrutura digital crítica?
Embora os formuladores de políticas, especialmente na União Europeia
(UE), defendam uma regulação mais rígida ou uma maior diversificação dos
provedores de tecnologia para reduzir a dependência da Microsoft,
alternativas viáveis realmente permanecem escassas.
Mas Krüger acredita que, em vez de focar na regulação, a UE deveria começar a construir um campeão europeu de software de IA.
"Somos fundamentalmente competitivos em tecnologia, mas se não
desenvolvermos modelos de IA em grande escala na Europa, não
desempenharemos um papel significativo no cenário tecnológico global",
acrescentou.
Inovação em um mundo dominado pela IA
A expansão global da Microsoft não mostra sinais de desaceleração, já
que a empresa busca aprimorar ainda mais suas capacidades de IA no
futuro. A companhia planeja integrar seus modelos mais profundamente nas
aplicações cotidianas, ao mesmo tempo em que fortalece seu principal
negócio de nuvem.
Levando ainda mais a fronteira tecnológica, a empresa, em fevereiro,
apresentou seu mais novo chip Majorana 1 — o primeiro chip quântico do
mundo que a Microsoft afirma que "realizará computadores quânticos
capazes de resolver problemas significativos em escala industrial em
anos, não em décadas".
"Nós demos um passo atrás e dissemos: ‘OK, vamos inventar o transistor
para a era quântica. Que propriedades ele precisa ter?'”, disse Chetan
Nayak, membro técnico da Microsoft, em comunicado. "E foi assim que
chegamos aqui – é a combinação particular, a qualidade e os detalhes
importantes em nossa nova pilha de materiais que permitiram um novo tipo
de qubit e, em última análise, toda a nossa arquitetura."
Maior parte dos iPhones são produzidos na China, que agora terá taxa de 34% para importar produtos aos Estados Unidos. Apple produz ainda no Vietnã e na Índia, que também tiveram aumento de tarifas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1 03/04/2025 13h59 Atualizado há um dia Postado em 04 de Abril de 2025 às 07h15m #.*Post. - Nº.\ 5.095*.#
iPhone 16 em loja da Apple em Londres, em 6 de outubro de 2024 — Foto: Reuters/Hollie Adams/File Photo
A Apple perdeu US$ 250 bilhões em valor de mercado nesta quinta-feira (3), segundo o jornal Financial Times. A queda acontece após o "tarifaço" anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e faz o valor da empresa ficar em US$ 3,12 trilhões. As ações da empresa na bolsa de Nova York terminaram o dia com queda de 9,25%.
Trump impôs uma taxa de 34% para a importação de produtos chinesas — até então, era 20% (veja a lista com todos os países afetados). Segundo o New York Times, essa alta deve atingir em cheio a Apple, que tem 90% dos iPhones fabricados na China.
Com
o "tarifaço", os custos anuais para a empresa para produzir na no país
asiático devem subir em US$ 8,5 bilhões, de acordo com a empresa de
investimentos Morgan Stanley.
O iPhone, o iPad e o Apple Watch trazem a maior parte do faturamento
anual da empresa, de cerca de US$ 400 bilhões, segundo o NYT. Agora, a
empresa deve decidir se os novos custos serão absorvidos, o que reduzirá
sua margem de lucro, ou repassados aos consumidores.
Se as novas taxas forem repassadas para clientes, o preço do iPhone 16 Pro Max nos EUA pode subir de US$ 1.599 para quase US$ 2.300,
segundo afirmou a Reuters com base em projeções da empresa de
investimentos Rosenblatt Securities, que estima aumento de custos em
43%.
Após Trump anunciar novas tarifas sobre a China ainda em seu primeiro
mandato, a Apple migrou parte de sua produção para o Vietnã e a Índia.
Mas os países agora enfrentarão taxas de 46% e 26%, respectivamente.
Analistas ouvidos pela Reuters também apontam que as novas tarifas
podem dar uma vantagem para a Samsung. A empresa fabrica seus celulares
na Coreia do Sul, para a qual a tarifa será de 25%.
Outras big techs também foram afetadas, mas em menor proporção. A ações
da Microsoft caíram 2,1%, enquanto as Alphabet, dona do Google, caíram
3,2%. As ações das fabricantes de computadores Dell e HP têm queda de
15% e 12%, respectivamente.
Além dele, Sundar Pichai (Google), Mark Zuckerberg (Meta), Jeff Bezos
(Amazon), Elon Musk (Tesla, SpaceX e X), Shou Zi Chew (TikTok) e Sam
Altman (OpenAI) também compareceram à cerimônia.
A presença foi vista como uma tentativa de se aproximar do governo
Trump. Todas as big techs fizeram doações para o fundo de posse do
presidente americano.
Após a posse, Tim Cook postou os parabéns a Trump em sua conta no X. O
CEO da Apple disse que estava ansioso para trabalhar com a nova
administração e continuar entregando inovação e vagas de emprego para o
crescimento da "grande nação".
Trump impõe tarifas contra ilha sem habitantes e povoada por pinguins e focas