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domingo, 3 de agosto de 2025

'Missionários digitais': conheça alguns dos influenciadores católicos que se reuniram no Vaticano

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Durante o evento, que aconteceu na última semana, o papa Leão XIV celebrou uma missa para os participantes e incentivou a criação de conteúdo para aqueles que 'precisam conhecer o Senhor'.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 03 de Agosto de 2.025 às 07h45m

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Padre Giuseppe Fusari, católico italiano e influenciador digital — Foto: Alberto PIZZOLI/AFP
Padre Giuseppe Fusari, católico italiano e influenciador digital — Foto: Alberto PIZZOLI/AFP

Centenas de "influenciadores" católicos foram à Roma na última semana para um encontro de redes sociais organizado pelo Vaticano.

Uma delas é a irmã Albertine, uma freira, de 29 anos, cujo nome secular é Albertine Debacke. Ela chega aos arredores do Vaticano com seu celular na mão, pronta para gravar novos vídeos para suas centenas de milhares de seguidores na Internet.

O Vaticano os chama de "missionários digitais" e o papa Leão XIV celebrou uma missa para eles na Basílica de São Pedro, onde os incentivou a criar conteúdo para aqueles que "precisam conhecer o Senhor".

A Igreja Católica, que durante anos se manteve cautelosa em relação às redes sociais, agora as vê como uma ferramenta fundamental para propagar a fé diante de uma presença cada vez menor nas igrejas.

Para a irmã Albertine, é o "terreno missionário" ideal.

Dentro da basílica barroca, os "influenciadores" religiosos que cercavam o novo papa transmitiam ao vivo o encontro em seus smartphones de um dos locais mais sagrados do cristianismo.

A irmã Albertine considerou altamente simbólico que o Vaticano organizasse a congregação de discípulos no Instagram.

"Estão nos dizendo que 'é importante fazer isso, estamos com vocês e vamos buscar juntos como podemos levar adiante essa nova evangelização'", declarou à AFP.

A cúpula dos "influenciadores" foi realizada como parte do "Jubileu da Juventude" do Vaticano, que atraiu um grande número de jovens a Roma.

'O grande influenciador é Deus'

Albertine Debacker, freira católica francesa e influenciadora digital — Foto: Alberto PIZZOLI / AFP
Albertine Debacker, freira católica francesa e influenciadora digital — Foto: Alberto PIZZOLI / AFP

A irmã Albertine tem 320 mil seguidores no Instagram e alguns de seus vídeos chegam a ter mais de um milhão de visualizações.

Na rede, ela compartilha uma mistura de orações com episódios da vida religiosa, muitas vezes a partir de uma abadia francesa.

Um dos motivos da convocação do Vaticano era expressar sua posição sobre a tendência do conteúdo religioso divulgado na Internet na era das redes sociais e da inteligência artificial (IA).

"Vocês não são apenas influenciadores, são missionários", disse-lhes o influente cardeal filipino Luis Antonio Tagle, um dos poucos líderes do Vaticano ativos nas redes sociais.

Ele declarou aos participantes do encontro que "o grande influenciador é Deus".

Mas Tagle também advertiu que "Jesus não é uma voz gerada por um programa digital".

O papa Leão pediu aos seus seguidores na Internet para buscar um equilíbrio, em momentos em que a sociedade está "hiperconectada" e "bombardeada por imagens às vezes falsas ou distorcidas".

"Não se trata apenas de gerar conteúdo, mas de criar um encontro entre corações", afirmou o pontífice americano, de 69 anos.

É um equilíbrio difícil para alguns padres que estão presentes nas redes sociais.

O padre Giuseppe Fusari não parece um padre comum, com suas camisas justas que revelam seus braços tatuados.

Com 63 mil seguidores no Instagram, ele mistura conteúdo sobre a arquitetura das igrejas italianas e sermões.

Estar online

Francesca Parisi, influenciadora e professora religiosa italiana nas redes sociais — Foto: Alberto PIZZOLI / AFP
Francesca Parisi, influenciadora e professora religiosa italiana nas redes sociais — Foto: Alberto PIZZOLI / AFP

Fusari disse à AFP que não há motivo para que os clérigos católicos não possam abraçar o mundo dos vídeos na Internet.

"Todo mundo usa redes sociais, então é importante que a gente também esteja lá", comentou Fusari, que chegou a Roma para o encontro de influenciadores vindo da cidade de Brescia, no norte do país.

Fusari diz que seu objetivo é alcançar o maior número possível de pessoas na Internet para compartilhar a "palavra de Deus".

Os padres e freiras não são os únicos que tentam atrair pessoas para a igreja pela Internet: também há leigos que propagam a fé.

Francesca Parisi, uma educadora italiana de 31 anos, juntou-se tarde na vida à Igreja Católica. Atualmente, ela tem cerca de 20 mil seguidores no TikTok, onde tenta tornar a fé católica mais moderna. Seu público-alvo são as pessoas que se afastaram da igreja.

Ela considera possível atraí-los de volta com seus smartphones.

"Se Deus fez isso comigo, garanto que também pode fazer com você", afirmou.

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sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Conversas de usuários com o ChatGPT apareceram por engano no Google; entenda

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Recurso de compartilhamento pode ter sido ativado por engano e expôs conversas com dados sensíveis no buscador.
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Por Darlan Helder, g1

Postado em 01 de Agosto de 2.025 às 12h25m

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ChatGPT — Foto: AP Photo/Matt Rourke
ChatGPT — Foto: AP Photo/Matt Rourke

Conversas de usuários com o ChatGPT estavam sendo indexadas e exibidas no Google. Pelo menos 4.500 links apareciam no buscador, muitos com informações pessoais e de identidade, segundo o site Fast Company, que revelou a situação nesta semana.

Em um dos casos identificados, uma pessoa detalhava ao ChatGPT sua vida sexual, comentava sobre a infelicidade de morar em outro país e buscava apoio para lidar com transtorno de estresse pós-traumático.

A Fast Company cita outro caso em que um usuário dizia ser sobrevivente de programação psicológica e que buscava meios para se desprogramar e mitigar o trauma que havia sofrido.

A exibição de conversas foi confirmada por Dane Stuckey, chefe de segurança da OpenAI, dona do ChatGPT, em uma publicação no X. Segundo o executivo, um novo recurso que torna os bate-papos públicos em buscadores pode explicar o ocorrido.

O recurso mencionado por Dane é o "Make this chat discoverable" (veja na imagem abaixo). De acordo com o executivo, a funcionalidade levou usuários a habilitá-la inadvertidamente, fazendo com que os chats aparecessem no Google.

"Acreditamos que esse recurso criou muitas oportunidades para as pessoas compartilharem acidentalmente coisas que não pretendiam, por isso estamos removendo a opção", disse o executivo.

Recurso do ChatGPT que exibia conversas em buscadores — Foto: Reprodução/X
Recurso do ChatGPT que exibia conversas em buscadores — Foto: Reprodução/X

"Estamos trabalhando para remover conteúdo indexado dos mecanismos de busca relevantes. Essa mudança será implementada para todos os usuários até amanhã de manhã [1º de agosto]", completou Dane. Ele disse ainda que a disponibilidade da ferramenta foi um "experimento de curta duração para ajudar as pessoas a descobrir conversas úteis".

"É possível que a forma de compartilhamento não tenha sido a mais segura. Mas não dá para afirmar com certeza se o problema foi esse ou se partiu de um descuido dos próprios usuários", analisa Cleber Zanchettin, especialista em IA e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) .
ChatGPT nega, mas depois admite caso

Usando as versões gratuita e paga, o g1 questionou o ChatGPT sobre a divulgação de links de conversas com usuários. Inicialmente, a ferramenta afirmou que não compartilhava essas informações.

Depois, ao ser confrontada com a declaração do chefe de segurança da empresa, reconheceu o problema.

Em sua central de ajuda, a OpenAI reforça que qualquer pessoa com o link compartilhado pode visualizar as interações ali. A empresa recomenda não compartilhar conteúdos sensíveis, pois quem tiver acesso ao link pode repassar a conversa para outras pessoas.

O g1 verificou que usuários no Reddit têm recomendado o uso do comando "site:chat.openai.com/share [acompanhado de uma palavra específica]" no buscador do Google para checar se há conversas públicas indexadas (veja na imagem abaixo).

Em um desses testes, a pessoa que compartilhou o método disse ter encontrado mais de 70 mil bate-papos públicos no mecanismo de busca da big tech. "Alguns deles são um pouco estranhos, alguns são até segredos de empresa", afirmou.

O g1 fez o teste, após o prazo dado pelo chefe de segurança da OpenAI para a remoção dos links, com algumas palavras, mas não obteve nenhum retorno no buscador.

Caso o link ainda esteja público, Cleber Zanchettin recomenda, primeiro, verificar e apagar os links compartilhados no ChatGPT. "Também existe a opção de solicitar ao Google a remoção de conteúdos que já foram indexados", completa.

Interação no Reddit — Foto: Reprodução/Reddit
Interação no Reddit — Foto: Reprodução/Reddit


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quinta-feira, 31 de julho de 2025

‘Suco Tarifinho’, ‘shampoo para carecas’ e ‘faz o Elo’: os memes brasileiros após mudanças nas sanções de

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Redes sociais foram inundadas com piadas sobre a redução do alcance das tarifas impostas pelo presidente americano
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Por Redação g1

Postado em 31 de Julho de 2;025 às 14h15m

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Imagens do "suco Tarifinho" circularam nas redes sociais. — Foto: Reprodução/X
Imagens do "suco Tarifinho" circularam nas redes sociais. — Foto: Reprodução/X

Após o estabelecimento oficial do tarifaço, que deixou de fora muitos produtos que estavam ameaçados, e do anúncio da aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, internautas reagiram compartilhando memes.

Nas redes sociais, explodiram piadas, como o suco Tarifinho, Alexandre de Moraes se perguntando onde vai comprar seu shampoo ou o ministro comendo taco, em referência ao TACO (Trump Always Chickens Out ou Trump sempre amarela), apelido dado ao presidente americano Donald Trump por conta dos seus recuos.

Shampoo de Moraes? Ué! — Foto: Reprodução/X
Shampoo de Moraes? Ué! — Foto: Reprodução/X


Meme sobre a lei Magnitsky. — Foto: Reprodução/X
Meme sobre a lei Magnitsky. — Foto: Reprodução/X


Apesar da redução dos danos, alguns produtos brasileiros importantes foram mantidos no tarifaço. — Foto: Reprodução/X
Apesar da redução dos danos, alguns produtos brasileiros importantes foram mantidos no tarifaço. — Foto: Reprodução/X

Perfis disseram que o presidente americano "arregou" na cobrança de tarifas. — Foto: Reprodução/X
Perfis disseram que o presidente americano "arregou" na cobrança de tarifas. — Foto: Reprodução/X

Além das criações novas, perfis brasileiros relembraram a brincadeira com TACO:

Meme envolvendo 'TACO' — Foto: Reprodução/X
Meme envolvendo 'TACO' — Foto: Reprodução/X


Meme envolvendo 'TACO' — Foto: Reprodução/X
Meme envolvendo 'TACO' — Foto: Reprodução/X


Meme envolvendo 'TACO' — Foto: Reprodução/X
Meme envolvendo 'TACO' — Foto: Reprodução/X


Meme faz piada com Donald Trump. — Foto: Reprodução/X
Meme faz piada com Donald Trump. — Foto: Reprodução/X

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