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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Começou a NRF 2012


"Grupo de brasileiros está em Nova York para o maior evento do varejo no mundo. Desde a semana passada há executivos visitando lojas em tours técnicos pela cidade."



*//* Postado por Bruno Mello - 14/01/2012


A 101ª edição da Convenção Anual da NRF – National Retail Federation – já começou para muitos brasileiros. Desde a semana passada há grupos visitando lojas em tours técnicos pela cidade de Nova Iorque. O evento inicia suas PALESTRAS neste domingo, mas no sábado já foi dada a largada oficial da maior delegação do Brasil, o da Grupo da GS&MD Gouvêa de Souza.

Assim como em 2011, espera-se que os brasileiros representem a maior e mais QUALIFICADA delegação internacional. A quantidade e QUALIDADE do grupo de executivos do Brasil obrigaram a organização da NRF a melhorar a infra-estrutura do evento. Além de um lounge internacional maior e melhor estruturado, o local das Big Sessions mudou e está maior.

Outra NOVIDADE é o Shop.org, que tem foco no varejo digital. O evento foi incorporado ao congresso e dará o tom das palestras com foco no comércio eletrônico e na multicanlidade. Para os delegados presentes em NY, haverá a oportunidade de assistir a palestras sobre tendências e de personalidades como Bill Clinton. E você acompanha tudo aqui no Mundo do Marketing.

Começou a NRF 2012

domingo, 15 de janeiro de 2012

Redes sociais são as que menos influenciam consumidores, diz pesquisa


"Estudo da KPMG Internacional identificou que fabricantes e varejistas online são as principais referências para quem está na web, seguidos por sites que comparam produtos."


**//** Por Sylvia de Sá | 13/01/2012


As REDES SOCIAIS exercem pouca influência na decisão dos consumidores brasileiros que estão na web. É o que indica uma pesquisa realizada pela KPMG Internacional, no Brasil e em outros 30 países, com o objetivo de identificar os hábitos de consumo relacionados à tecnologia móvel. De acordo com o estudo, os fabricantes ou varejistas online são os principais influenciadores, com 21%, seguidos por sites que comparam produtos ou que dão voucher de desconto (17%) e a opinião de outros clientes e sites de ranking (15%).

Os apontados como menos influentes foram blogs, chats e sites de classificação de terceiros (24%), página de um produto ou feita por fãs (22%) e redes sociais (18%). Em relação aos downloads feitos pelos internautas brasileiros, os jogos são os mais baixados, com 48%. Já a música ficou em segundo lugar (45%) e mapas aparecem em terceiro (41%). Quando o assunto é o aplicativo com mais downloads, os vídeos ficam em primeiro lugar (54%), seguidos por músicas (45%), gráficos e desenhos (empatados com 42%) e jogos (37%).

O estudo indicou ainda que, apesar do avanço dos telefones celulares, 80% dos brasileiros pretendem manter seu telefone fixo nos próximos 12 meses. A TV por assinatura também continua na preferência dos consumidores e 66% dos entrevistados devem continuar com o serviço em casa, contra 6% que desejam cancelar e 25% que não o têm. Entre os que pretendem descontinuar a assinatura, a falta de oferta de um preço justo (64%) foi apontada como o principal motivo.

pesquisa,mobile,redes sociais

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Pesquisa indica tempo médio que profissional deve ficar no emprego



"Segundo um estudo da Catho Online, período de dois anos e quatro meses pode ser considerado positivo pelas empresas. Percepção muda conforme idade dos recrutadores." 


*//* Por Cláudio Martins


O tempo mínimo de permanência dos profissionais em uma empresa considerado positivo caiu para dois anos e três meses. É o que aponta o estudo “Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros”, produzido pela Catho Online. Em 2009, o tempo mínimo aceitável era de 3,5 anos, índice que se mantinha estável desde 2005, com pequenas variações. Os dados foram coletados em abril de 2011 com a participação de mais de 46 mil entrevistados.


Segundo a pesquisa, essa percepção varia de acordo com a idade do recrutador. Para os mais jovens, a período de 2,3 anos pode ser considerado bom, enquanto para os mais velhos o tempo mínimo aceitável é de 4,4 anos. Em relação à média de permanência no mercado, cerca de 50% dos profissionais está há pelos menos dois anos em seu emprego atual e 75% acima de cinco anos. Outros 25% estão há um ano em seus postos de trabalho.


Veja também como os jovens profissionais podem planejar suas carreiras na entrevista com Fernando Mantovani, Diretor de Operações da Robert Half Brasil, na TV Mundo do Marketing.
catho, tempo média dos profissionais nas empresas