Total de visualizações de página

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Best Buy estuda cliente e cria plano de Marketing mais relevante


REPORTAGENS: Gipope - Marketing



POR COLABORADORES.



A Best Buy encarou o desafio de criar um plano de Marketing mais relevante para o seu comprador. Para isso, a varejista montou uma equipe que estuda regularmente o comportamento de 300 clientes fiéis por meio de pesquisa e de interação nos meios DIGITAIS. O objetivo é buscar, nos sentimentos das pessoas, insights para a comunicação tradicional e no ponto de venda.


A mudança do comportamento do comprador obriga as empresas a criarem mensagens que façam sentido para eles. O estudo da Best Buy mede o nível de stress, a ansiedade, a excitação e a esperança das pessoas ao longo do ano. “Com isso, quando o comprador entra na loja, procuramos reduzir o nível de stress dele, simplificando a sua vida”, afirma Mark Herzog, DIRETOR de Pesquisa da Best Buy. “Podemos combater as reações negativas com mensagens especificas”, completa.

A pesquisa constante durante o ano todo pergunta também onde as pessoas passam o seu tempo, com quem, o que fazem e qual tecnologia estão mais usando. “Tudo isso é relacionado à emoção deles”. Os clientes compartilham fotos destes momentos e dão pistas para onde deve seguir a COMUNICAÇÃO da varejista, que tem uma política de mudar o tema de acordo com a estação de ano.

“Percebemos uma mudança significativa nos sentimentos e emoções das pessoas no começo do verão, por exemplo”, conta Herzog. “Com isso, focamos a comunicação com o tema das férias com mais relevância, onde e como ele quer se encontrado e que tipo de mensagem será mais eficiente para cada momento da vida dele”, explica durante palestra na NRF 2012.
Best Buy estuda cliente e cria plano de marketing mais relevante

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Consumidor do futuro pode não ir mais à loja


REPORTAGENS: Gipope - Marketing


POR COLABORADORES.



“A compra pode mudar. Talvez as pessoas não precisem mais ir à loja porque elas terão uma experiência de compra melhor em casa”. A afirmação é de Bryan Eisenberg, celebrado articulista de jornais de negócios nos Estados UNIDOS e autor de livros como “Call to Action”, “Waiting For Your Cat to Bark?” e “Always Be Testing”. Agora, a explicação: segundo Eisenberg, as pessoas estão tendo cada vez menos tempo para sair às compras, as experiências nas lojas não são diferentes e há dispositivos que em breve permitirão até provar roupa em casa, virtualmente.

De acordo com Eisenberg, a tendência de mudança não é nova, mas o varejo continua quase o mesmo desde que foi inventado. “Pensar que o mundo online não é uma tendência é se comportar igual aos vendedores de cavalo do século XIX”, pondera durante sua apresentação na NRF 2012. “Temos que olhar para o Google Wallet. Muitas pessoas já consideram e estão usando o PAGAMENTO mobile”, acredita.

Em breve, o telefone inteligente será integrado à TV e terá papel ainda maior na vida das pessoas. Toda mídia está sendo digitalizada. “Os ANÚNCIOS em revistas já mostram vídeos quando escaneamos o QR code”, conta. “Mais de 50% das decisões de compra têm sido influenciadas por smartphones”. Como exemplo, Eisenberg cita o caso da Tesco, que criou uma loja virtual dentro do metro Korea.

“As pessoas estão cada vez mais ocupadas e o que estamos fazendo para facilitar a vida delas?”, questiona. “Se não oferecerem uma experiência diferente, as pessoas comprarão online. Já é possível fazer isso, com uma câmera e o Kinect a pessoa experimenta a roupa em casa”, conta. O caminho para mudar esta realidade é se comportar igual a empresas como Apple, Amazon, Google, Zappos e Best Buy. Elas se diferenciam dos demais concorrentes, são íntimas do consumidor, autênticas, ágeis e testam novos modeles de negócio com a ajuda das pessoas.
Consumidor do futuro pode não ir mais à loja

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Ralph Lauren: como manter uma marca clássica moderna


REPORTAGENS: Gipope - Marketing


POR COLABORADORES.



Diversificar o portfólio de marcas e inovar na COMUNICAÇÃO, apostando muitas fichas no meio DIGITAL, são duas das receitas de sucesso para a Ralph Lauren manter-se sempre moderna. Apesar de ter 45 anos, pode-se dizer que a marca é uma das mais tradicionais do mundo. Ganhar espaço, mantendo a sua reputação, é a tarefa do filho do fundador da companhia, David Lauren.


“O maior desafio é manter a essência das marcas e fazer prevalecer a cultura e a gestão da empresa para cada geração que chega para trabalhar”, afirma o Vice Presidente Publicidade, Marketing e Comunicação da Ralph Lauren Corporation. “Devemos acompanhar o ritmo de mudanças”, completa.

Entre as estratégias está o foco na comunicação digital e no ponto de venda. “O Digital é uma das nossas ferramentas mais eficientes, mas todas as outras também têm que ser”, enfatiza. Já nas lojas, o que é determinante é o envolvimento do shopper. “Fazemos com que a pessoa, quando entra na loja, tenha a sensação de emoção e entusiasmo a ponto de querer comprar tudo que está vendo e dizer “Não posso comprar nada”. Para logo depois sair com a sacola cheia”, ensina.
Ralph Lauren: como manter uma marca clássica moderna