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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Red Bull gera experiências musicais inovadoras multiplataforma


"Marca conecta ambientes de interação em narrativa que amplia potencial de engajamento de suas atitudes sem confundir consumidores em diferentes incursões."



*\\* Por Com:Atitude || 16/07/2012


entretenimento,música,redbull,ativação,offline,Red Bull Music AcademyNão é fácil citar as marcas que conseguem articular atitudes diversas de forma coerente e genuína aos olhos dos consumidores. Para alcançar essa tarefa, é preciso construir uma arquitetura de iniciativas sólida e bem organizada, que tenha como objetivo, principalmente, a cocriação e engajamento de consumidores. No caso da Red Bull, para atuar dessa maneira complexa, a marca utiliza um fio condutor de significados, e a partir dele, se insere em alguns ambientes: no esporte (dos radicais, como parkour até os TRADICIONAIS, como o patrocínio à Fórmula 1); na música e entretenimento. A mistura de atitudes é concretizada por meio destes universos simbólicos associados aos atributos e à identidade da marca.

Em vez de se confundir nessas diferentes incursões, ou gerar uma percepção difusa, a MENSAGEM é transmitida de forma integrada, baseada em inovação, criatividade e ousadia – aspectos que estão relacionados ao energético. Assim, o entendimento que se faz da marca está centrado nos conteúdos produzidos por ela e menos na materialidade de sua oferta.

Música: do real para o VIRTUAL
Um exemplo de atitude da marca é a Red Bull Music Academy, plataforma musical que tem como objetivo descobrir e capacitar novos talentos da música em âmbito internacional.

Já são 15 edições da iniciativa, que já passou por Berlim, Toronto, Londres, Madrid, Melbourne, Cidade do Cabo, dentre outras cidades. Este ano, a Red Bull Music Academy ruma para Nova York. Após processo de seleção, 60 produtores, vocalistas, instrumentistas e DJs de 35 países se reunirão para um workshop com especialistas da área. Em paralelo, este grupo promove diversas intervenções musicais na cidade, seja no metrô ou em outros espaços urbanos – o que acaba ampliando o IMPACTO da iniciativa.


entretenimento,música,redbull,ativação,offline,Red Bull Music AcademyNo escopo musical da marca, também está o Red Bull Beat Suite, ocasião que reuniu no mês de maio, em Melbourne, na Austrália, baixistas, percussionistas e especialistas em outros gêneros musicais, em um show experimental.

Com o intuito de engajar públicos maiores que aqueles que estavam presentes no show, a Red Bull levou para a internet a gravação completa do concerto, por meio do Beat Suite Tweets – aplicativo que transforma posts do Twitter em música. De acordo com os desenvolvedores do aplicativo, foi realizado um mapeamento que estabelece uma coerência entre as palavras digitadas e as melodias produzidas naquela noite em Melbourne.

Essa ativação da Red Bull extrapola a experiência física e convida o público a reinterpretar de forma individual momentos oferecidos pela marca. Além disso, com o aplicativo, ocorre a transferência de uma ocasião local para um contexto global, o que gera um ambiente de interações abrangente e agregador.

*Por Letícia Born. Esta reportagem foi publicada originalmente no portal Com:Atitude, da Edelman Significa, e agora no Mundo do Marketing de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

sábado, 14 de julho de 2012

Agências de Marketing miram no Rio, mas devem ver além das Olimpíadas



"Eventos são chamarizes para grupos nacionais e multinacionais voltarem o foco e investirem na capital carioca, mas é preciso cuidado e reflexão na hora de expandir os negócios."



*\\* Por Isa Sousa || 13/07/2012


Marketing Promocional,Jogos Olímpicos,Paraolimpíadas,Copa do MundoA confirmação dos Jogos Olímpicos e das Paraolimpíadas, em 2016, além da Copa de 2014, fez com que agências de Marketing Promocional voltassem os olhos para o RIO DE JANEIRO. Entre especulação e realidade, no entanto, existem prós e contras na hora de se estabelecer no mercado carioca e os eventos não devem ser considerados o foco principal.

Na corrida em direção ao Rio, há empresas que já estiveram na cidade e retornam, aquelas que chegam pela primeira vez e também multinacionais que expandem a atuação. Para algumas, o mercado está em plena expansão, porém, há quem veja o cenário com neutralidade e até enxergue um esfriamento das AÇÕES.

Entre os que acreditam nas possibilidades da cidade está a Inflama RIO. Aberta em março de 2012, a agência especializada em conteúdo e produção de eventos nasceu em São Paulo da sociedade entre o Grupo Talkability, da Bullet, e a holding L21 Participações. O investimento para o primeiro ano foi de R$ 1 milhão e o objetivo é superá-lo em 30% até dezembro. A empresa conta com clientes como a Ceras Johnson e Grupo Infoglobo no currículo e espera se consolidar para agregar outros.

Com a agitação e efervescência cultural carioca, para a empresa o Rio vem se destacando depois de amargar um esvaziamento e esquecimento do mercado promocional. “Vi os investimentos saírem daqui nos últimos cinco anos e tenho visto quase uma ressurreição. Um fator importante foi a diminuição da violência, que acaba refletindo na economia. É um caminho natural o retorno ou a criação de agências”, acredita Cristina Cadore, Diretora Geral da Inflama RIO, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Legado e vocação para o turismo
Os eventos mundiais em 2014 e 2016, porém, não devem ser vistos como motivos para agências se instalarem no Rio. Mais importante que ações que possam ocorrer no setor, estão os aprendizados que deixarão. “Acredito no legado dos eventos, não especificamente no período em que eles acontecerem. Entendo que vá haver uma transformação e que ela irá se perpetuar. Isso reflete na necessidade das marcas se ativarem, até mesmo no mundo da propaganda. Os consumidores estão demandando cada vez mais e as marcas precisam dialogar e canalizar experiências únicas”, afirma Cristina.


Marketing Promocional,Jogos Olímpicos,Paraolimpíadas,Copa do MundoConsiderada a cidade brasileira mais procurada por turistas estrangeiros em 2011, de acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), o Rio de Janeiro deverá crescer ainda mais e se tornar referência no setor. Para Augusto Cruz Neto, sócio-presidente da Mood, agência instalada no início do ano na cidade, a premissa de números cada vez mais positivos no setor turístico já é uma verdade.

A evolução econômica do país e, por consequência, o mercado emergente e repleto de oportunidades no Rio foram fatores essenciais para a empresa se inserir na cidade. “Entendemos que era uma boa oportunidade. É a principal e continuará sendo a maior cidade turística, o Rio será a Barcelona e a Milão brasileira”, diz o executivo da Mood ao PORTAL.

A vinda dos eventos esportivos nos próximos anos não deve ser excluída, mas o critério de escolha da cidade precisa passar por outros pilares. Além do futebol e de esportes olímpicos, o Rio tem vocação para outras modalidades e entretenimentos de grande porte. “Existe uma diferença de comportamento entre São Paulo, da onde a Mood vem, e o Rio. A beleza, as praias, o Rock in Rio, o surf e shows permitem à cidade compor um histórico diferenciado e que terá pleno crescimento”, avalia Neto.

Com uma expansão de 20% na receita no último ano, que motivou a ampliação da Mood, e contas da Schincariol, Multiplan, Canon, Philips TV e Revista Alfa, o executivo reforça, no entanto, que é preciso cuidado na hora de ultrapassar as fronteiras geográficas. “As agências saíram há um tempo porque a economia estava ruim e elas têm de ir para onde os negócios, as empresas e o consumo estão. Não é pelo futuro, é pelo presente também”, avalia o sócio-presidente, que pretende abrir a Mood Brasília nos próximos dois anos.

Marketing Promocional,Jogos Olímpicos,Paraolimpíadas,Copa do MundoPés no chão
Olhar o cenário presente para crescer também é o foco da Grey141, no Brasil desde 1973 e com 400 escritórios em 90 países. A agência abriu as portas no Rio de Janeiro em 2007, motivada pela conquista da conta da Leader. Desde então, de 10 funcionários, a empresa passou para 40 e hoje atende clientes como a Casa&Video, Senac Rio e NBC Universal.

A maior preocupação da Grey141 é que ela não abrisse as portas em um ano e fechasse no seguinte. “Não queremos ser uma agência ioiô, que sai de São Paulo e logo depois volta. Os nossos pés sempre estiveram no chão, sem planos audaciosos. Fomos motivados por um cliente de varejo e, daí em diante, nossos investimentos nunca foram eufóricos. O segredo é fazer as coisas com tranquilidade e tirar a pressão da operação”, pontua André Gomes, Diretor Executivo da Unidade Grey Rio.

De acordo com Gomes, toda a expectativa em relação ao Rio de Janeiro sobre os grandes eventos também não corresponde à realidade, e a maior parte das contas serão controladas por agências de São Paulo, onde os grandes clientes já estão. “Nem sempre o crescimento dos eventos significam um boom para nossa área. Não necessariamente o Rio de Janeiro vai desfrutar da maior parte deles”, avalia.

Retração do mercado
Se por um lado há os que acreditam no planejamento para abrir agências no Rio de Janeiro, por outro existe os que encaram o momento com ressalva para o Marketing Promocional na capital. Completando 19 anos em 2012, a Promo Office vê no mercado uma neutralidade, quase beirando a retração.

Assim como o Diretor Executivo da Grey141, Márcia Woolf, Diretora da Promo, também não enxerga nos eventos esportivos mundiais uma chance de aquecimento do mercado. “Tivemos a Rio+20 em junho que foi o grande exemplo. Ou as agências entram no circuito por meio de patrocinadores masters ou não serão chamadas, a maioria por não ter o capital social que os grupos pedem. O mesmo servirá para a Copa ou Olimpíadas”, acredita Márcia.

Um dos medidores usados pela executiva são os eventos da Petrobras, conta da Promo Office. A marca, que costumava fazer três licitações por mês, em julho teve apenas uma. A retração é vista pela Diretora como uma nova onda da crise enfrentada pelo setor em 2009.

A diferença dos períodos é que não cabem muitas alternativas. “Já existiram outras épocas em que (o setor) se estagnou e voltou rápido, mas agora não está voltando. Não é que temos zero trabalho, mas é perceptível, não só por quem está inserido no mercado, que poucas coisas estão ocorrendo. Vivemos um período morno e hoje tentamos sobreviver em um mercado neutro. A saída é buscar outras soluções, correr atrás de clientes e estabelecer cada vez mais RELACIONAMENTO”, afirma.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Michel Teló vira marca e terá produtos licenciados



"Cantor sertanejo fechou acordo com a empresa Angelotti Licensing. Expectativa é atingir 25 contratos assinados e movimentar cerca de R$ 200 milhões no varejo."



*//* Por Sylvia de Sá || 12/07/2012


Michel Teló virou marca. O cantor sertanejo e a Angelotti Licensing fecharam um acordo para o lançamento de produtos licenciados. A expectativa é atingir 25 contratos assinados e movimentar cerca de R$ 200 milhões em vendas no varejo. 


Entre os itens a serem colocados no mercado estão produtos dos setores de vestuário, CALÇADOS, álbum de figurinhas, livros, brinquedos, material escolar, cadernos e mochilas, alimentos, sucos, águas, biscoito e chocolates, além de produtos especiais, como celulares tematizados. Atualmente, a Angelotti Licensing conta com 38 marcas em seu portfólio, como Lilica Ripilica, Emerson Fitipaldi e Banda Restart.
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