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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Trazendo a experiência da TV para o mundo digital: Transmissão ao vivo


"O mercado de publicidade vem apostando muito em internet e vídeos online como forma de exposição de marca e a Internet já é a segunda mídia do bolo publicitário."



*//* Por Publicidade || 19/07/2012



Nós brasileiros somos formados pela televisão, ou seja, desde pequenos temos uma ligação com o conteúdo audiovisual. Hoje esse conteúdo é mais conhecido como vídeos online e o lugar que passamos a maior parte do tempo chama-se INTERNET. Nos tornamos digitais e adaptamos o hábito de consumir programas de televisão para o de assistir conteúdos na internet, mais interativos, ricos e exclusivamente do assunto que nos interessa.

É nesse contexto que há uma grande OPORTUNIDADE: transmissão ao vivo. Estamos acostumados a assistir em tempo real jogos esportes, palestras e discursos, mas temos acompanhado um amadurecimento impressionante de live streaming de eventos em geral - principalmente porque agora é possível assisti-los de diversos aparelhos e não apenas do computador. Confira os dados ao lado.

O mercado de publicidade vem apostando muito em internet e vídeos online como forma de exposição de marca – a Internet já é a segunda mídia do bolo publicitário e mais de 80 milhões de brasileiros que consomem vídeos. Seguindo essa tendência as agências estão cada vez mais investindo na transmissão ao vivo as campanhas publicitárias de seus clientes. Marcas e empresas quando investem em publicidade e exposição de marca querem fazer cumprir sua mensagem atingindo o público final. Pensando nisso – e na era digital – nada melhor para enriquecer a experiência do INTERNAUTA do que usar vídeos online em tempo real. Por quê? Confira os benefícios:

Ação inovadora
Diferente de formatos de mídia tradicionais o live streaming certamente é uma ação diferenciada que torna a experiência do usuário mais rica, aumenta o engajamento com a marca e agrega valor a campanha e a marca do cliente.

Abrangência
Os números acima estão aí para provar que a população nacional consome vídeos online. Com isso é possível mostrar para o cliente que ao transmitir ao vivo uma ação na internet ele vai atingir seu público alvo. Em alguns casos ainda pode aumentar o alcance distribuindo o conteúdo para qualquer aparelho conectado à internet como iPads, iPhones e Androids.
Se a ação for diferenciada ainda tem chance dela ser viralizada, potencializando ainda mais a audiência do evento.

Segmentação
Transmitir ao vivo conteúdos na internet dá a liberdade de apostar em diferentes conteúdos e abordagens. Dessa forma é possível segmentar a mensagem, não apenas de acordo com região geográfica, mas de acordo com os gostos dos internautas - o que para a marca pode fazer toda a diferença em fazer a mensagem ser assimilada ou não.

Multi-abordagens
Transmissão ao vivo não tem uma fórmula secreta para gerar mais audiência. Sendo assim, é possível apresentar ações diferenciadas, interativas e inovadoras, sem ter que limitar a criatividade a formatos específicos.

A Samba Tech oferece uma solução de Transmissão ao Vivo para atender esse mercado crescente. Com a melhor tecnologia de vídeo streaming da América Latina, a empresa:

:: Garante a entrega do vídeo, suportando picos de acesso simultâneo sem derrubar a transmissão.

:: Protege a transmissão de acessos não autorizados.

:: Distribui o conteúdo para qualquer aparelho conectado à internet.

:: Realiza a transmissão diretamente do Facebook (transmissão do mural/página da marca).

:: Acompanha a transmissão com suporte remoto durante o evento.

:: Entrega relatórios de como o evento é consumido.

A Samba já realizou o live streaming do quarto maior evento esportivo do mundo: os Jogos Mundiais Militares, do SWU, Teleton e Miss Universo. Além disso, conta com cases de parceria com várias agências do país (AgênciaClick Isobar, CUBOCC, Giovanni+Draftfcb, Aorta, etc.) que realizaram a transmissão para seus clientes (FIAT, Knorr, Antarctica, Smirnoff, AXE, GloboNews etc.) usando a tecnologia da Samba.

Que tal propor uma ação de transmissão ao vivo e usar a Samba para garantir a infraestrurtura?

* Por Pedro Filizzola, responsável pela Comunicação da Samba Tech. @Filizzola

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O que é o Newism e quais são os desafios das marcas


"Mais do que uma fase ou tendência, conceito definido pela empresa especializada em tendências trendwatching.com indica um estado exploratório contínuo por novidades."


*//* Por Isa Sousa || 17/07/2012


Newism,Novismo,Trend Watching,trendwatching.com,consumo,tendênciasCada vez mais o consumidor procura serviços e produtos inovadores e geradores de experiências em seu cotidiano. Essa busca incessante pelo novo foi definida pela EMPRESA de tendências trendwatching.com como Newism, conceito que une a paixão pela busca de novidades com um estado exploratório contínuo. Para se adaptar a esse “Novismo”, as marcas têm pela frente o desafio de entender e atender os desejos no tempo certo, o que nem sempre é fácil.

Mais do que uma tendência ou fase, o Newism é uma característica do mundo contemporâneo, que encontra repercussão maior em países emergentes como o Brasil, onde as novas possibilidades de consumir mudaram a forma de chegar aos produtos e dialogar com as empresas. Desde experimentar sabores diferentes de sorvete até programar a próxima viagem, o que se quer é um novo futuro e estilo de vida. O tema será, inclusive, debatido no dia 13 de agosto em São Paulo, durante o Seminário de Tendências de Consumo.

Um dos riscos das marcas nesse processo de diálogo com os consumidores é cair na armadilha da falsa-novidade. “É como ir a um restaurante em que está escrito ‘sob nova direção’ e não ter nada de diferente ou a propaganda dizer que o produto mudou completamente e na verdade só a cor alterou. Confunde-se novidade com real inovação e poucos de fato trazem coisas novas”, afirma Luciana Stein, Head na América Latina da trendwatching.com, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outro perigo é a incompreensão das empresas de que nem sempre é necessário lançar produtos a todo o momento, mas nos já existentes gerar canais para novas situações e criar oportunidades para os consumidores dialogarem entre si. O mundo, segundo a trendwatching.com, não quer estratégias como as usadas pela Apple no passado de lançar modelos de iPods a cada semana. “Não é mais uma saga enlouquecida. Apesar do surgimento de uma nova classe média no Brasil, que quer comprar cada vez mais, ela também quer usufruir de experiências e as marcas têm de propor isso a elas”, esclarece Luciana.

Newism,Novismo,Trend Watching,trendwatching.com,consumo,tendênciasA marca e o consumidor
Entre os fatores que definem o Newism, seis ganham destaque de acordo com a trendwatching.com. O primeiro deles é a “Destruição Criativa”, que aponta para um mercado mais inventivo e inovador, apesar das recessões econômicas enfrentadas por diversos países. De acordo com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual, em 2010 foram registradas duas milhões de patentes, o que demonstra que a criação tem superado a “destruição” ou neutralidade do mercado.

Nesse cenário, marcas que se atualizarem e, simultaneamente, mantiverem a essência terão espaço. A Chilli Beans é um case de sucesso ao entender quem é seu consumidor e o que ele busca. “A marca tem um entendimento bom do calor do mercado. Não é apenas lançar óculos escuros, mas compreender, por exemplo, que está em voga óculos de leitura e lançar modelos estilizados. Existe uma capacidade de deslocamento que permite a ela tomar direções sem perder a credibilidade. Nesse ponto, as marcas de luxo pecam”, indica a executiva.

A segunda diretriz para entender o chamado “Novismo” é o FSTR. (ou faster). Os destaques neste caso são para fenômenos como o Instagram, que em menos de um dia arrematou 10 milhões de usuários, ou o Draw Something, com 35 milhões de usuários em seis semanas. “Existe uma velocidade de viralização muito chocante. A REDE é como um fluxo de um rio, interminável”, avalia Luciana.

Newism,Novismo,Trend Watching,trendwatching.com,consumo,tendênciasAs experiências acumuladas
Como não basta apenas consumir, a “Acumulação de Experiência” entra como quarto ponto para demarcar o território do Newism. Intrinsicamente ligado a países em plena expansão econômica, o importante não é apenas comprar, é preciso que qualquer forma de consumo seja passível de compartilhamento. “Não é comprar o carro ou o relógio certos e da moda, é ter mais histórias para contar. As pessoas querem colecionar vivências e isso é cada vez mais um signo de prestígio social”, explica a Head da trendwatching.com.

A vontade de ter histórias para contar se une à conservação delas, por meio do quinto ponto, o “Fluxo de Status”. Nele, mais do que os produtos como centro das atenções, é necessário que o consumidor se coloque como parte principal. Ao ativar a marca por meio da co-criação de sabores com seu público, a Ruffles foi exemplo de entendimento do Newism. Da mesma forma, a Zaxy, marca jovem da Grendene, captou o novo modo de consumir ao reunir quatros consumidoras para divulgar seus produtos.

A iniciativa da Grendene exemplifica também a sexta diretriz do Novismo, o “Trysumers”, que é a constante avaliação dos produtos. Não apenas receptor do que chega a ele, o consumidor também emite informações por meio de avaliações dos produtos. Comprar não é mais um tiro no escuro e a partir de BLOGS e sites é possível saber se a bicicleta aparentemente cool ou a calça da moda têm qualidades e trarão benefícios. A 3M do Brasil é exemplo, ao gerar experimentação dos produtos da marca a partir de um programa de Test Drive. Em um ano, 220 mil pessoas interagiram no SITE e 630 amostras de produtos foram distribuídas em 129 cidades.

Para contrabalançar todas as diretrizes do que é o Novismo, o “To have is to (h)old” é o norteamento de que, mesmo em um mundo guiado pelo consumo e geração de experiências, ainda é preciso entender que alguns serviços e produtos não se tornarão ultrapassados. O “ter menos é mais” (Owner-Less) é uma tendência que permanecerá sem envelhecer. “Alugar ou compartilhar, desde carros até roupas e eletrônicos, fazer upgrades de sistemas ao invés da substituição deles ainda valerá e está à distância de um clique. É preciso que essa contratendência exista, ela serve para entender que não existem verdades absolutas”, diz Luciana.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Brasileiro é o mais preocupado na hora de comprar pela internet



"Mais de 60% dos consumidores no país consideram privacidade e segurança como itens fundamentais ao adquirirem bens e serviços, índice está acima da média global de 38,2%."



*\\* Por Isa Sousa || 16/07/2012


O Brasil está em primeiro lugar entre os países que mais se preocupam com privacidade e segurança na hora de comprar na INTERNET, com índice de 60,2%. Em segundo lugar está os Estados Unidos, com 41%. A média global é de 38,2%, de acordo com o “Estudo Edelman de Segurança de Dados e Privacidade 2012”, que traçou as apreensões de quem navega na web e o que as pessoas pensam a respeito da integridade dos dados ao comprar bens e serviços.

Entre os países PESQUISADOS, o Brasil é um dos poucos que vê em companhias de segurança a principal fonte para orientações ONLINE e privacidade, seguidas por organizações de defesa de consumidores, amigos ou família. Em todo o mundo, 68,3% da população concorda que os consumidores perderam o controle sobre como a informação pessoal é usada e compartilhada pelas empresas.

Caso a privacidade fosse quebrada pelo e-commerce, os pesquisados afirmaram que poderiam parar de usar produtos ou serviços da companhia ou ir para o concorrente. No caso do setor bancário, 80,6% dos brasileiros disseram que provavelmente ou muito provavelmente trocariam de instituição caso isto acontecesse. A média global foi de 79,5%. No caso dos cartões de crédito, 80,4% deixariam o serviço.

Para se protegerem, os entrevistados do país são os mais propensos a não usarem o internet banking, com 27,3% dizendo que não utilizam, mais que o dobro da média mundial, de 13,4%. No caso do varejo online, 80,2% dos consumidores no país são propensos a abandonarem empresas e-commerce, o índice global atingiu 75,1%.

Cerca de 35,5% dos brasileiros que usam a WEB estão significativamente mais preocupados hoje do que há cinco anos em relação à segurança e à privacidade de seus dados online. O Brasil ocupa a terceira posição e fica acima da média global de 28,1% neste quesito.

Edelman,pesquisa,e-commerce,Estudo Edelman de Segurança de Dados e Privacidade 2012