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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Bradesco, Itaú e Banco do Brasil estão entre bancos mais valiosos



"BrandFinance publica ranking com as 500 instituições financeiras com maior valor de marca no mundo. Caixa, Safra, Banrisul, Banco do Nordeste, BRB e Panamericano também são citados."



*#.||.#* Por Bruno Garcia, do Mundo do Marketing | 04/02/2014


O Bradesco, o Itaú e o Banco do Brasil são os bancos brasileiros com maior valor de mercado. As marcas foram citadas no ranking da consultoria BrandFinance, que lista as 500 instituições financeiras mais valiosas do planeta. 

O Bradesco é apontado pelo relatório como o 20° banco mais valioso do mundo, avaliado em US$ 10,6 bilhões. O Itaú aparece logo em seguida na 23° colocação com US$ 9,9 bilhões. 

O Banco do Brasil é o 35° no ranking, com valor de mercado de US$ 6,9 bilhões. As outras companhias brasileiras citadas na lista são a Caixa (49ª colocação, US$ 4,759 bilhões); Safra (314ª, US$ 320 milhões); Banrisul (323ª, US$ 309 milhões); Banco do Nordeste (335ª, US$ 288 milhões); BRB (454ª, US$ 173 milhões); BRB (454ª, US$ 173 milhões) e Banco Panamericano (481ª, US$ 159 milhões).

Com apenas nove bancos, o menor número entre os 10 primeiros domicílios avaliados, o Brasil somou um total de US$ 33,483 bilhões em valor de marca, o que o coloca em oitava posição no ranking dos 10 domicílios com os bancos mais valiosos. 

Nos extremos desta classificação estão em primeiro lugar os EUA, com 56 bancos e total de US$ 193,633 bilhões em valor de marca; e em décima posição a Austrália, com 17 bancos e valor de US$ 29,812 bilhões. 

A BrandFinance aponta também que a depreciação do real impactou de forma isolada o estudo das marcas brasileiras, que em outro cenário cambial poderiam estar em melhores posições. O banco mais valioso do mundo é o norte americano Wells Fargo, com marca avaliada em US$ 30,2 bilhões. 

Veja a lista com os 25 primeiros colocados a seguir:
Ranking 2014MarcaDomicilioValor da marca 2014/ em milhões de US$
1 Wells Fargo Estados Unidos 30.242
2 HSBC Reino Unido 26.870
3 Bank of America Estados Unidos 26.683
4 Citi Estados Unidos 24.518
5 Chase Estados Unidos 23.157
6 ICBC China 22.803
7 BNP Paribas França 20.206
8 Santander Espanha 20.021
9 China Construction Bank China 18.954
10 Agricultural Bank Of China China 17.783
11 Bank of Tokyo-Mitsubishi UFJ Japão 17.561
12 Bank of China China 16.725
13 Barclays  Reino Unido 14.166
14 J.P. Morgan Estados Unidos 14.039
15 Deutsche Bank Alemanha 13.491
16 Royal Bank Of Canada Canadá 11.060
17 Sberbank Rússia 10.950
18 TD Bank Canadá 10.855
19 UBS Suíça 10.644
20 Bradesco Brasil 10.600
21 Goldman Sachs Estados Unidos 10.160
22 Credit Suisse Suíça 10.144
23 Itaú Brasil 9.904
24 Capital One Estados Unidos 9.058
25 BBVA Espanha 8.533
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Tecnologias “vestíveis” serão um novo paradigma para o Marketing?



"Google Glass, smartwatches e outros dispositivos levam a computação a outro nível e prometem ser o próximo passo na evolução dos smartphones. Marcas podem aproveitar oportunidades."



*.#||#.* Por Bruno Garcia, do Mundo do Marketing | 03/02/2014



tecnologia,computação vestível,google glass,smartwatch,inovaçãoO ano de 2014 promete ficar marcado como marco da computação “vestível”. Durante a CES (Consumer Electronics Show) organizada em Las Vegas em janeiro deste ano, diversas empresas apresentaram dispositivos como smartwatches e minúsculos computadores que podem ser inseridos em roupas e objetos que utilizamos no dia a dia. 

Pulseiras que medem a intensidade da atividade física feita por um indivíduo, relógios inteligentes e computadores menores que um cartão de memória estão entre as novidades exibidas na feira. 

Não bastasse tudo isso, o mercado aguarda a chegada do Google Glass, óculos inteligente que trazem muitas das funções de um smartphone diretamente para os olhos. Muitos desses avanços estão acessíveis a qualquer um no médio prazo, mas será que eles conquistarão a adesão dos consumidores?

O maior obstáculo para dispositivos como o Google Glass e smartwatches está no comportamento das pessoas, que precisam incorporar estes gadgets aos seus hábitos. Os óculos da gigante das buscas, por exemplo, embora ainda em fase de testes, já foram alvo de críticas por serem considerados intrusivos.


O produto desperta muita curiosidade pelas possibilidades que gera, mas ainda é uma interrogação se as pessoas realmente estarão dispostas a utilizá-lo.
Mesmo para o consumidor brasileiro, conhecido por incorporar rapidamente novas tecnologias ao seu dia a dia, este movimento pode não ser tão rápido. 


“O Google Glass e outros dispositivos ainda precisam ser mais user-friendly para que sejam consumidos em massa. Há toda uma questão de investimento, desenvolvimento e, claro, curva de aprendizado em termos de usabilidade que precisa ser construída. 

Apesar do brasileiro ser um grande usuário de internet, é importante considerar as barreiras que temos, como baixo investimento, recente processo de inclusão digital, conexão lenta e instável e, sem dúvida, o receio em andar com um dispositivo de ponta pela rua e ser roubado”, avalia Vitor Lima, Professor da ESPM e Sócio Diretor da Branded, em entrevista ao Mundo do Marketing.

tecnologia,computação vestível,google glass,smartwatch,inovaçãoOportunidade para as marcas
Os novos dispositivos podem se popularizar mais rápido se as empresas encontrarem soluções e funções realmente inovadoras para eles.  O avanço tecnológico em si não basta para criar um novo mercado: ele precisa estar inserido em algum contexto que lhe dê uma função desejada ou necessária. 


“É preciso analisar dentro de uma arquitetura de valores que existem na sociedade se é ou não possível criar um negócio daquilo que estamos pensando em fazer. Ninguém lança um iPad, por exemplo, só porque aquilo estava na cabeça do Steve Jobs. 

Houve todo um processo de estudo e de análises prévias para o desenvolvimento do produto”, explica Silvio Meira, Chefe do Centro de Estudos Avançados de Recife (Cesar) e Presidente do conselho do Porto Digital, em entrevista à TV Mundo do Marketing.

Exemplos como o Nike Fuel Band, a pulseira inteligente que monitora as atividades físicas do usuário, reforçam a ideia de que mesmo companhias cujos negócios não estão diretamente ligados à tecnologia computacional podem criar produtos ou serviços de muito sucesso com o auxílio destes dispositivos. 


“Vejo as marcas como agentes facilitadores do nosso dia-a-dia e, por isso, não acredito em novas soluções sem uma conexão consistente com o propósito e essência da marca. As que investirem nesse tipo de projeto podem ampliar sua percepção de valor na medida em que gerem um senso de utilidade maior para o consumidor.

Um exemplo interessante é o Nismo, o smartwatch da Nissan, que tem como propósito melhorar o desempenho do carro e até mesmo monitorar a saúde do usuário para identificar sinais de cansaço”, diz Vitor Lima.

É possível que setores que não possuem uma relação direta com a tecnologia sejam mais beneficiados neste primeiro momento, como a indústria farmacêutica e a área médica. “Recentemente, o Google divulgou uma lente de contato para monitoramento dos níveis de glicose no organismo de pessoas com diabetes.


Esse tipo de iniciativa abre portas para desenvolvimento de projetos em parcerias e novos investimentos em diversos setores. O impacto das tecnologias disruptivas tende a ser muito positivo para todos desde que seja assumida a premissa da geração de valor por parte das marcas e senso de utilidade para o consumidor”, acrescenta o Professor da ESPM.

Gadgets ainda precisam evoluir
A computação “vestível” pode ser considerada uma macrotendência: algo que vai acontecer, mas cujo prazo ainda não é possível mensurar. “Não conseguimos prever exatamente quando elas vão acontecer, mas quem está antenado e atento às mudanças estará preparado no momento em que a mudança de fato ocorrer. 


Por muitos anos, falou-se em mobile como uma macrotendência, mas só agora se tornou realidade. Com a computação vestível, o processo será o mesmo”, afirma Martha Gabriel, Autora do best seller Marketing na Era Digital, em entrevista à TV Mundo do Marketing.
tecnologia,computação vestível,google glass,smartwatch,inovaçãoAs novas tecnologias prometem melhorar a performance das pessoas em diversas tarefas, mas elas dependem de uma mudança cultural para ganharem a adesão dos consumidores. Os óculos do Google podem ser justamente o produto que mais enfrentará barreiras. “Acho que não vai pegar. 

Algumas áreas podem ser mais beneficiadas, como educação e esportes. Mas falamos tanto de excesso de informação e economia da atenção, e agora vamos colocar algo na frente do olho para ficar o tempo todo interagindo conosco? É muito invasivo. Os “vestíveis” precisam de interfaces mais clean e menos invasivas para que possamos incorporá-los. 

Há ainda uma questão estética”, pondera Martha Gabriel, lembrando que os celulares também demoraram para pegar. “Para que as pessoas vejam valor nestes novos dispositivos, precisamos de uma cultura que destaque estes valores”, complementa.

O formato e o fato de chamarem a atenção para quem os utiliza podem afastar usuários, pelo menos em um primeiro momento. “No formato atual, acho que o Glass não é interessante o suficiente para uma pessoa comum utilizar. Vejo ele mais como um experimento. 


Porém, se falarmos de um Google Contact Lenses, aí podemos pensar em aplicações bem interessantes. Ele pode ter mais ou menos funções, não vai aparecer no seu olho e tem um potencial não intrusivo, pois a pessoa continua humana. Não tem a sua face modificada”, opina Silvio Meira.

Educação pode ser beneficiada
Se em algumas áreas, há dúvida se a computação “vestível” terá real utilidade, no mercado educacional parece estar certo dos benefícios das novas tecnologias.  “As instituições devem pensar em tecnologias mais a frente, prevendo como anunciar e se relacionar por meio delas. 


Um exemplo é Google Glass: com ele, o aluno poderá tanto fazer uma pesquisa quanto acessar o Facebook sem que o professor possa controlar. A internet vai fazer parte do corpo e da roupa das pessoas. Se a educação estiver lá, soará natural”, projeta Marcos Henrique Facó, Superintendente de Marketing da FGV, em entrevista ao portal.

Ainda assim, é preciso analisar com cautela cada nova plataforma antes de fazer grandes investimentos nela. Isso evita que as empresas sejam levadas por modismos e acabem gastando recursos em tecnologias que têm uma vida curta. “Muitas instituições de ensino entraram no Second Life construindo seus campi, mas foi um fracasso. Jogaram dinheiro no lixo. 


Na época, reuni uma equipe para pesquisar e entender a plataforma. Por fim, não vimos vantagem. Se é gratuito, nos lançamos e tentamos entender a ferramenta. Se é pago, pesquisamos antes”, conta Marcos Henrique Facó.

Faber Castell lança filtro para Instagram



"Ação Handmade Filter seleciona fotos publicadas no aplicativo com a hashtag #IdeiasFeitasaMao. As imagens selecionadas serão tratadas por um ilustrador."




#.*||*.# Por Luisa Medeiros, do Mundo do Marketing | 03/02/2014




A Faber Castell lança a ação Handmade Filter no Instagram e convida os internautas a postarem fotos com a hashtag #IdeiasFeitasaMao na rede social. 

A marca fará uma pré-seleção com as imagens mais criativas e em um segundo momento os materiais selecionados receberão o tratamento de um ilustrador que devolverá os desenhos para os participantes. 

Com a ação, a marca pretende ampliar a sua presença nas plataformas digitais, além de aumentar o relacionamento com seus consumidores e fãs. A criação é da agência David.