Total de visualizações de página

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

5 tendências para Smart TVs



"Opera Software apresenta relatório com cinco movimentos que impactarão o mercado de televisores conectados em 2014. Categoria vai ganhar mais conteúdo e relevância."




#.*||*.# Por Bruno Garcia, do Mundo do Marketing | 06/02/2014



smart tv,pesquisa,conteúdo,tendênciaO mercado de smart TVs passará por um grande crescimento em 2014. O preço destes dispositivos vai cair, tornando-os mais acessíveis e haverá um investimento maior das marcas para gerar conteúdo e relevância. 

Um relatório da Opera Software apresenta cinco tendências para este segmento no mercado global. As plataformas de vídeo da internet terão cada vez mais destaque nestes aparelhos, assim como os aplicativos disponíveis para estes ecossistemas.  

A publicidade interativa ganhará espaço a partir de tecnologias como o HTML5. E tudo isso será potencializado pela queda de preço desses itens, que farão com que eles cheguem a um número maior de consumidores. 

As tendências foram desenvolvidas por Aneesh Rajaram, Vice-presidente Sênior de TV & Dispositivos da Opera. A empresa mantém uma loja de aplicativos e trabalha em parceria com 50 fabricantes de TVs para desenvolvimento de conteúdo interativo, incluindo a Sony, Samsung, Philips e Toshiba. Veja as tendências a seguir:

1. Vídeos da Internet, agora na TV
Um número cada vez maior de pessoas devem conectar suas TVs à Internet em 2014, e a demanda por conteúdo - especialmente vídeo - vai aumentar. Esta é a categoria mais assistida de conteúdo online. Quem gosta de assistir vídeos em celulares e tablets vai migrar para a TV para assistir o mesmo conteúdo na maior tela da casa. 


A disponibilidade de conteúdo web de maior qualidade deve aumentar o número de aparelhos conectados. "Os usuários acessam aplicativos de música, jogos e mídia social, mas a demanda por filmes, séries, clipes e vídeos deve crescer a um ritmo acelerado em 2014", afirma o relatório.

2. Aplicativos de TV ganham relevância e serão usados
Aplicativos secundários e de segunda tela, que permitem usar o tablet ou smartphone para controlar a TV, já foram muito comentados. Mas pesquisas com telespectadores continuam mostrando que quando as pessoas procuram seus telefones durante seu show favorito ou partida de futebol, é para checar seu email ou mídia social e não para usar aplicativos relacionados ao programa, cenário que vai se alterar neste ano.  


"A maioria das Smart TVs já oferecem aplicativos independentes, mas em 2014 esses aplicativos devem fazer parte da programação e se adaptarão ao conteúdo, capturando a atenção do usuário na tela", afirma o VP da Opera.

3. Propaganda e interatividade
O conteúdo publicitário deve oferecer mais interatividade com a adoção de HTML5.  Um anúncio para um show de música poderia mostrar uma camada de informações com o número de ingressos disponíveis em tempo real, ou uma propaganda de uma pizzaria local poderia incluir uma opção de realizar um pedido. 


Estas novas possibilidades aumentam a relevância dos anúncios, facilitando acesso aos produtos que o consumidor realmente quer de uma maneira mais conveniente, sem usar outros dispositivos.

4. Mais escolha, mais conteúdo
As TVs ou dispositivos com a tecnologia streaming serão os principais portais trazendo conteúdo da Internet para a sala. Em 2014, as operadoras de TV paga, emissoras e redes de TV devem participar dessa tendência também, de acordo com o relatório da Opera. 


"As pessoas terão muitas opções para acessar conteúdo da Internet através das suas TVs, e uma variedade muito maior de conteúdo", afirma o VP da marca.

5. Smart TVs mais acessíveis
As vendas de Smart TVs de porte médio e pequeno devem crescer muito em 2014, criando ainda mais demanda por conteúdo online. Este mercado vai seguir pelo mesmo caminho que o de smartphones, onde as pessoas já exigem que até os dispositivos mais básicos incluam recursos inteligentes. Com este movimento, os preços serão reduzidos.


Aproveite e leia também: Análise de engajamento de TVs e redes sociais. Conteúdo exclusivo para assinantes Mundo do Marketing Inteligência. Acesse aqui.

Unilever é a maior anunciante do país



"Companhia investiu R$ 4,5 bilhões em publicidade no ano passado de acordo com o ranking da Ibope Media. Higiene pessoal e beleza cresceram 39% em 2013."



*#.||.#* Por Luisa Medeiros, do Mundo do Marketing | 06/02/2014



A Unilever foi a maior anunciante do país em 2013 de acordo com um ranking do Ibope Media. No ano passado, a empresa investiu R$ 4.5 bilhões em publicidade, passando a frente das Casas Bahia, que contabilizou R$ 3,3 bilhões. 

Entre os setores que mais investem em comunicação, comércio e varejo mantêm a liderança com 19% da verba aplicada em 2013, responsáveis por R$ 21,3 bilhões. Em seguida aparecem os segmentos de  higiene pessoal e beleza, com 10% de participação e R$ 11 bilhões movimentados. 

Outro destaque no ranking é O Boticário que pela primeira vez integra o ranking com um dos 30 maiores com um investimento de R$ 633.2 milhões, ocupando a 29ª colocação. 

O cálculo do Ibope leva em conta o valor cheio de tabela dos espaços, não contabilizando possíveis acordos entre anunciantes e veículos. Veja a lista completa a baixo. 

1 UNILEVER BRASIL                 4.583.558 
2 CASAS BAHIA                 3.358.342 
3 GENOMMA                 2.535.873 
4 AMBEV                 1.746.193 
5 CAIXA (GFC)                 1.674.515 
6 PETROBRAS (GFC)                 1.422.899 
7 HYPERMARCAS                 1.229.141 
8 VOLKSWAGEN                 1.206.439 
9 TELEFONICA ##                 1.172.919 
10 RECKITT BENCKISER                 1.127.015 
11 FIAT                 1.092.100 
12 BCO DO BRASIL (GFC)                 1.072.410 
13 SKY BRASIL                 1.057.046 
14 GENERAL MOTORS                    995.236 
15 GRUPO PAO DE ACUCAR                    974.777 
16 RENAULT DO BRASIL                    949.446 
17 PROCTER E GAMBLE                    904.762 
18 CERVEJARIA PETROPOLIS                    896.005 
19 BRADESCO                    889.335 
20 ITAU                    858.643 
21 L OREAL                    819.928 
22 COCA COLA                    785.982 
23 OI                    763.820 
24 TIM BRASIL                    754.786 
25 FORD                    692.550 
26 COLGATE PALMOLIVE                    667.270 
27 HYUNDAI CAOA                    665.483 
28 CLARO                    657.052 
29 O BOTICARIO                    633.216 
30 NET COMUNICACAO                    584.352 

Verba,publicidade,orçamento,Unilever

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Big Data já é realidade. Conheça modelos de implementação



"No ponto de venda físico e no virtual, empresas devem filtrar os dados mais relevantes para a tomada de decisão mais inteligente. Insights significam uma maior conversão em vendas."



#.*||*.# Por Bruno Garcia, do Mundo do Marketing | 05/02/2014



varejo,marketing,,big dataO Big Data Marketing é a ferramenta que vai gerar os melhores resultados no varejo daqui por diante. No ponto de venda físico ou no e-commerce, a organização de dados relevantes sobre o consumidor para a tomada de decisão e para a geração de insights com foco em vendas e relacionamento começa a ganhar mais força e pode ditar os rumos da competição. 

Embora poucas companhias estejam maduras o suficiente para a análise de um volume tão grande de informação, aquelas que souberem filtrar os dados mais importantes e cruzá-los conseguirão construir uma relação personalizada e criar ofertas que estejam de acordo com necessidades e os desejos de cada indivíduo.

A discussão referente ao Big Data dominou uma parcela significativa dos debates na NRF 2014, em Nova York, nos Estados Unidos. Grandes redes como Macy´s e Target já utilizam soluções baseadas na análise de grandes volumes de dados sobre os seus clientes para criar ações de Marketing mais assertivas. Nos canais eletrônicos, grandes e-commerces como a Amazon usam este tipo de análise para suas ações de inteligência de mercado.

As companhias, em linhas gerais, já armazenam uma grande quantidade de informação sobre seus clientes e também sobre seus prospects. O desafio está em integrar estes dados e fazer com que eles trabalhem para um objetivo comum. “Os dados ainda são tratados dentro de silos: cada departamento tem o seu dado, a sua própria visão do consumidor e, dependendo da organização, essas informações não são compartilhadas, o que é muito ruim. 


Não é possível ter uma visão do indivíduo para vendas, outra para relacionamento e outra para mídias sociais, por exemplo”, avalia Gabriel Menegatti, CEO da Simbiose Ventures, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Marcas devem ser íntimas dos consumidores
As empresas mais eficientes no varejo serão aquelas que se tornarem “íntimas” dos seus públicos, entendendo em tempo real as necessidades de cada indivíduo e entregando aquilo que eles demandam. As redes podem usar o Big Data para criar programas de fidelidade mais efetivos ou ainda para proporcionar um melhor ambiente, entendendo o que o público deseja ao entrar na loja.

O mesmo raciocínio se aplica ao comércio eletrônico. Nos EUA, as grandes redes investem mais em conhecer esta pessoa e enviar mensagens menos intrusivas e mais comunicativas. Além do varejo, tanto on quanto off, a publicidade digital se transformou em uma bolsa de valores. Mais de 30% da verba da publicidade norte americana está destinada a plataformas patrocinadas. 


Melhorar o Retorno sobre o Investimento (ROI) em alguns pontos percentuais, neste caso, pode representar uma economia de milhões. “No final do dia, o Big Data se resume a organizar milhões de dados a algumas KPIs que facilitem a tomada de decisão”, explica Gabriel Menegatti. 

O termo Big Data já é bastante utilizado, mas aplicá-lo na prática ainda esbarra em questões estruturais e conceituais. “Hoje este conceito é palpável. Temos condições de conhecer profundamente o perfil do cliente, de uma maneira nunca antes vista, para ter informações onde ele mora, trabalha, fazendo agrupamentos por venda, por dados de interesse, além de poder acionar esta audiência de forma extremamente personalizada, seja por e-mail ou em uma campanha. 


Conseguiimos gerar um banner para um grupo específico, sem dispersão. O modelo anterior, baseado na propaganda tradicional feita para televisão, dá lugar a um Marketing totalmente customizado”, acrescenta Cristian Gallegos, Sócio Diretor da Simbiose Ventures, em entrevista ao portal.

Relacionamento customizado permite experiência única
varejo,marketing,,big dataAlgumas grandes empresas de varejo brasileiras começam a trazer o Big Data para o centro das suas estratégias. Os resultados começarão a aparecer nos próximos meses. 

“Veja o exemplo de clubes relacionamento e cartões de fidelidade, que possuem muitas informações sobre o consumidor, mas na prática não conseguem transformar estes dados em alguma estratégia efetiva. 

O Big Data Marketing ajuda as empresas a serem mais eficientes e otimizarem  vendas, a partir da fidelização e da relevância, ou seja, em dois sentidos: para quem já é cliente e para quem ainda não é”, afirma Mauro Negrão, CEO da DataWise Marketing, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Em um trabalho feito para um grande evento comercial que reúne milhares de lojistas nos Estados Unidos, o cruzamento de informações obtidas no formulário de inscrições permitiu que cada participante recebesse um mapa dos expositores com um roteiro personalizado, de acordo com as suas áreas de interesse. 


“Cada lojista que visitava o local tinha prioridades muito específicas. Foram 25 mil formulários online e com isso pudemos imprimir roteiros para cada um deles, tudo com base nas escolhas apontadas no formulário online. 

Isso só foi possível graças à inteligência proporcionada pelo Big Data Marketing. Este é um exemplo prático de como podemos usar esta informação para propor uma ação de valor para o nosso público”, conta Mauro Negrão.

A grande barreira para que as empresas consigam entregar a experiência customizada durante a jornada de compra não está na tecnologia envolvida no tratamento das informações geradas pelo Big Data. 


As companhias precisam ter maturidade analítica e seus executivos, capacidade para interpretar a informação disponível. “Não adianta a companhia ter acesso a tantos dados e não saber como utilizá-los de maneira satisfatória. Este é o grande salto. 

O que o Big Data Marketing faz é cruzar estes dados de comportamento para montar modelos preditivos e agrupar pessoas com interesses comuns. É assim que se desenvolve a inteligência de mercado”, complementa o CEO da DataWise Marketing.

Cielo desenvolve índice para o varejo com base em Big Data
Com o intuito de ajudar o varejo provendo informações específicas sobre cada setor, a Cielo desenvolveu uma ferramenta baseada em análises de Big Data. O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) foi apresentado ontem, dia 4, no Rio de Janeiro, e mostra o comportamento e desempenho dos lojistas com base nas transações feitas com a plataforma de recebimento da operadora. 


Os dados que compõem o Índice são capturados da base de 1,4 milhão de pontos de venda ativos credenciados à Cielo em todo o Brasil, tanto nas lojas físicas como nos canais mobile e e-commerce.

O primeiro relatório do índice apontou os setores das companhias aéreas, supermercados e drogarias & farmácias como os que mais cresceram em 2013. As companhias de aviação tiveram alta de 17,6% nas vendas durante o ano passado. 


Supermercados & hipermercados tiveram 15,5% de crescimento no mesmo período, empatados com as drogarias & farmácias, que cresceram no mesmo ritmo. Descontada a inflação, a variação desses setores foi de 9,5%, 7,3% e 10,3%, respectivamente. 

Há também a possibilidade de analisar segmentos de mercados em micro e macro regiões, conhecer o ticket médio da compra até por estabelecimento comercial e fazer comparações com concorrentes.

Com tantas informações disponíveis, os profissionais de Marketing precisam estar preparados e ter uma visão mais estatística para desenvolverem estratégias que gerem vantagem competitiva. 


“No final do dia, tudo depende das pessoas. Se isso vai caminhar mais rápido ou devagar, tudo depende de quem está atuando  no nosso mercado. A tecnologia, seja do tamanho que for, é apenas uma forma de chegar a um objetivo. 

Mas se os indivíduos não mudam, se a cultura não se altera e a forma de fazer permanece a mesma, o resultado não vem”, avisa Cristian Gallegos, Sócio Diretor da Simbiose Ventures.