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sexta-feira, 21 de março de 2014

Pessoas já passam mais tempo diante de smartphone do que de TV


"Tendência mundial também se confirma no país: brasileiros passam 149 minutos ao celular ante 113 assistindo à televisão. Na China a mudança de hábitos é ainda mais evidente."




#.*||*.# Por Rodrigo Schmitt | 21/03/2014



O tempo passado pelas pessoas diante de smartphones ultrapassou o gasto em frente à TV. A tendência é mundial e também se confirma no país. Os brasileiros passam 149 minutos ao celular ante 113 assistindo à televisão. 

O estudo AdReaction, realizado pela Millward Brown este ano, mostra ainda que os americanos gastam em média 151 minutos diários nos seus mobiles, contra 147 em frente às TVs. Na China, a mudança de hábitos é ainda mais evidente: 170 minutos para os celulares contra apenas 89 para a televisão.

Ainda assim, os comerciais televisivos continuam com uma maior aceitação, mostrando que a mídia ainda ocupa posição estratégica para a construção de marca. A Millward Brown entrevistou mais de 12 mil usuários com idades entre 16 e 44 anos, em 30 países, e mostrou que apenas 35% das pessoas têm o costume de usar dois dispositivos ao mesmo tempo.

Durante esse comportamento simultâneo de duas telas, 62% dos entrevistados globais alegaram estarem acompanhando conteúdos diferentes e não relacionados, em um comportamento definido como uma espécie de empilhamento de atividades. Isso pode ser explicado pelo interesse da maioria em se manter sempre conectada aos amigos nas redes sociais.

Os usuários costumam apresentar um padrão ao alternar entre as telas. Geralmente começam na TV, que desperta interesse em conteúdos relacionados ao assistido presente em outras mídia, e segue então para o smartphone. A pesquisa destaca, no entanto, que todas as sequências de tela são possíveis.

O estudo concluiu ainda que os consumidores são mais receptivos a microvídeos, comerciais de TV com interatividade e anúncios televisivos que promovam aplicativos para celular e páginas nas redes sociais. 

As ações que oferecem mais entretenimento e recompensas são as preferidas, se comparado às ações multitelas que apenas passam informações.
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Anuário lista executivos mais influentes no Marketing Promocional


"Projeto reúne agências brasileiras e tem a chancela da Ampro. Bruno Mello, Editor Executivo do Mundo do Marketing, figura entre os profissionais incluídos na publicações."




*.#||#.* Por Luisa Medeiros, do Mundo do Marketing | 20/03/2014



O recém-publicado Anuário Brasileiro da Indústria da Promoção lista os executivos mais influentes do mercado e as melhores empresas que atuam no setor. A obra organizada em conjunto pelas agências de Live Marketing do Brasil cita o nome de 20 homens e 20 mulheres. 

Entre eles, está Bruno Mello, Editor Executivo do Mundo do Marketing; Kito Mansano, Presidente da AMPRO; e João Dória Júnior, Presidente do Grupo Dória. 

Roberta Medina, Vice-Presidente do Rock in Rio; Andrea Mota, Diretora Executiva do O Boticário e Milena Seabra, Gerente Geral de Marketing do grupo GRPCom aparecem na lista de mulheres mais influentes. O projeto contou a coordenação do portal Promoview e teve a chancela da Ampro.
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quinta-feira, 20 de março de 2014

Leite Elegê é retirado de circulação por suspeita de intoxicação


"Procon Carioca recebeu mais de 10 reclamações de pessoas que passaram mal. Na semana passada, Parmalat e Líder foram acusadas de usar formol para mascarar diluição em água."




*#.||.#* Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 20/03/2014



A Elegê foi obrigada a suspender as vendas de leites desnatados no município do Rio de Janeiro após suspeitas de intoxicação de pessoas que tomaram o produto. O Procon Carioca registrou mais de 10 reclamações de pessoas que passaram mal e obrigou a BRF a retirar três lotes da bebida, que totalizam mais de 4 mil litros. 

Os códigos dos produtos sob suspeita de estarem estragados são CDSA 16:533, CDNZ23:553 e CDVP06:093. A empresa informou que não houve queixas em outros estados, mas investiga se há produtos impróprios para o consumo em todos os mercados.

A marca alegou em nota que a “impropriedade se trata de uma quebra da cadeia de proteína que gera sabor e cor alterada no produto, o que não causa danos à saúde ou à integridade física dos consumidores”. A BRF informou ainda que a alteração “não possui relação com o crescimento microbiológico e/ou adição de químicos”. 

No Reclame Aqui, havia 54 queixas de consumidores de diversos estados registradas desde 3 de fevereiro até o fim da tarde desta quinta-feira, dia 20 de março.

Semana passada, o Ministério da Agricultura e o Ministério Público do Rio Grande do Sul já haviam denunciado a contaminação do leite das marcas Parmalat e Líder, da fabricante LBR, com formol. 

A substância cancerígena seria usada para mascarar a diluição do produto com água. A empresa ainda não se pronunciou sobre a questão.
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