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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Corona é a marca mais valiosa da América Latina


"Brasil perde representatividade no ranking BrandZ, da Millward Brown Vermeer e WPP. Entre as nacionais, estão Skol, em segundo, Bradesco, em quinto, e Brahma, oitavo."



*$:$* Por Luisa Medeiros, do Mundo do Marketing | 24/09/2014



A marca de cerveja mexicana Corona foi considerada a empresa mais valiosa da América Latina, de acordo com o ranking BrandZ, organizado pela Millward Brown Vermeer com a WPP. 

A fabricante está avaliada em US$ 8 bilhões, em uma valorização de 21% em relação à última avaliação. A companhia é percebida como sólida junto aos consumidores mexicanos e também estrangeiros.

As empresas mexicanas detêm a maior representatividade na lista das 50 mais valiosas, sendo responsáveis por 33% do grupo. Destacam-se além das fabricantes de cerveja, as operadoras de telecomunicação, varejo e instituições financeiras.

Na edição de 2014, as participantes somaram US$ 129,2 bilhões em valor, o que representa uma queda de 4,5% em comparação ao ano anterior, quando totalizaram US$ 135,3 bilhões. Três setores registraram crescimento: cerveja, com um aumento de 13%, alimentação subiu 21% e varejo teve alta de 14%. 

Posição das brasileiras
As marcas brasileiras, por sua vez, tiveram uma redução na participação, que em 2013 era de 28% e neste ano passou para 24%. Entre os fatores que levaram ao resultado negativo, está a forte queda da bolsa de valores nacional. 


As brasileiras com melhor posicionamento são a Skol, que ocupa a segunda posição geral do ranking, o Bradesco, que aparece no quinto lugar, e a Brahma, no oitavo lugar. 

Nos países vizinhos, o Chile cresceu 1% em participação, impulsionado pelas empresas varejistas, enquanto a Colômbia e o Peru mantiveram os mesmos shares registrados no ano passado, com 16% e 4% respectivamente. A Argentina, por sua vez, mantém sua representação em 1%, devido à petroleira YPF.
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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Kibon apresenta três novos sabores de picolés


"Lançamentos chegam no Dia do Sorvete. Magnum Infinity, Fruttare Mousse Morango e Max Algodão Doce, este último da linha Kids, são as novidades e apostas para o verão."



*$:$* Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 23/09/2014



A Kibon aproveitou o Dia do Sorvete, comemorado nesta terça-feira, para apresentar novos sabores de picolés, já de olho no aumento do consumo do produto no verão. Os lançamentos são Magnum Infinity, Fruttare Mousse Morango e Max Algodão Doce, este último da linha Kids. 

Algumas inspirações para as novidades vieram de sugestões dos próprios consumidores.
O Magnum Infinity é produzido com sorvete de caramelo com chocolate e cobertura de chocolate 70% cacau, com pedacinhos do fruto. O preço sugerido é de R$ 6,50. 

O lançamento da linha Fruttare apresenta consistência cremosa e é pouco calórico (menos de 100 calorias por unidade). O preço sugerido é de R$ 4,50. Já o picolé infantil tem cor azul e cristais coloridos dentro e deve custar R$ 2,75.
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Brasil fica em último lugar no ranking de entregas de e-mail Marketing


"Apenas 60% das mensagens enviadas pelas empresas chegam à caixa de entrada dos destinatários. Setor de saúde e beleza são as que têm mais êxito em atingir o público-alvo."



*#:#* Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 23/09/2014



O e-mail Marketing é uma estratégia adotada por muitas empresas, mas ele pode não estar sendo totalmente aproveitado. De acordo com o Relatório de Benchmark de Entregabilidade 2014, da Return Path, a cada 10 malas diretas enviadas no Brasil apenas seis chegam à caixa de entrada dos usuários. 

As demais mensagens são consideradas spam ou se perdem após serem bloqueadas pelos provedores, que cada vez mais investem no refinamento de seus filtros.
Os dados deixam o país na última colocação no ranking de nove nações pesquisadas, com 60% de informativos entregues. 

No topo da lista, aparecem empatadas Austrália e Alemanha, com 89%, seguidos por Reino Unido e Estados Unidos (87%), França (84%), Canadá (83%), Itália (81%) e Espanha (76%). A média global é de 83%.  

Ao realizar um recorte por setores da indústria e do comércio, o estudo constatou que as empresas ligadas a saúde e beleza são as que têm mais êxito em atingir o público-alvo, com entrega de 96% das mensagens, enquanto as de software e internet são as mais prejudicadas, com apenas 43% de taxa de entregabilidade.

Outro dado aborda a expectativa no aumento do volume de e-mails recebidos em época de compras do fim de ano. O desempenho no período manteve a constância dos demais meses de 2013, pelo menos em campanhas legítimas.  

Em novembro, pela primeira vez, mais de 50% das mensagens foram abertas em dispositivos móveis, sendo a maioria delas em iPhone e iPads, que não oferecem o recurso do webmail de alguns provedores, para que os clientes marquem uma mensagem como spam, poupando os remetentes de quaisquer danos à sua reputação. O estudo completo está disponível para download gratuito.
E-mail marketing, Return Path