"Marca substituirá unidades Nokia no país. Prateleiras inteligentes funcionarão por meio do mesmo sensor usado como acessório do videogame Xbox. Abertura é nesta quarta."
*:* Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 28/04/2015

Um ano após adquirir a área de dispositivos da Nokia, a Microsoft começa a substituir a marca no varejo, remodelando mais de 50 pontos de venda em 13 estados brasileiros.
Em 12 meses, os espaços, que incluem lojas e quiosques, estarão com novo visual e portfólio, que inclui produtos como smartphones Lumia, Office 365 e cartões Xbox Live e Skype.
O objetivo é chegar a mais de 100 PDVs até o fim de 2016.
A primeira loja que ganha a marca Microsoft, em vez de Nokia, será aberta nesta quarta-feira no Shopping Eldorado, em São Paulo.
A empresa só contava com unidades próprias nos Estados Unidos, Canadá e Porto Rico. Além da troca da fachada, do mobiliário e da ampliação da oferta de produtos, o espaço receberá prateleiras inteligentes, inéditas no varejo brasileiro. Elas funcionam por meio do mesmo sensor utilizado como acessório do videogame Xbox.
O sistema Kinect identifica a necessidade de o cliente interagir com o equipamento, em tempo real. Um exemplo disso é quando a pessoa olha ou pega algum produto em exposição. Na mesma hora, vídeos sobre o item são exibidos na tela de uma TV e acessórios compatíveis são sugeridos.
No Brasil, as lojas e os quiosques utilizam o modelo de franquias com os parceiros Águia Telecom e Nextop e ainda há planos de expansão para quase triplicar o número de PDVs até o fim de 2016.
A unidade do Shopping Eldorado será a primeira do país e também da América do Sul. A oportunidade é vista como uma excelente oportunidade de ampliar a presença da Microsoft no varejo da região.
"Cálculo é do IPC Maps. Ainda assim, alta não é desprezível se comparada à previsão para o PIB no ano, que deve registrar curva decrescente. Interiorização das compras é destaque."
*:* Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 27/04/2015

A potencialidade de consumo dos brasileiros deve chegar a R$ 3,7 trilhões em 2015, segundo estudo do IPC Maps. Apesar de uma comparação com o resultado de 2014 apontar para um crescimento de cerca de R$ 468 bilhões, cerca de 14,3% nominais, a alta real deve ser de apenas 0,1%. Os números do levantamento deste ano acabaram distorcidos por uma mudança no critério de medição do PIB pelo IBGE. Houve a inclusão de setores que, anteriormente, não eram considerados.
O crescimento quase nulo retrata o momento pelo qual passa a economia, mas, ainda assim, não pode ser tido como desprezível. “Considerando a perspectiva de retração do PIB em 0,5%, esse resultado mostra que o consumo registra alta superior à da economia. É ele que está sustentando o PIB para que ele não caia ainda mais”, ressalta Marcos Pazzini, Diretor do IPC Maps responsável pelo estudo, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Assim como o valor total de consumo foi impactado pelos novos cálculos do PIB, pelo IBGE, a distribuição desse consumo pelas classes econômicas também sofreu interferência do novo critério de classificação da ABEP. Como resultado, há maior concentração dos domicílios na classe média e de baixa renda (C e D/E) e redução nas classes A e B. O IPC Maps 2015 indica que o cenário de consumo do país será puxado pela Classe B.
Mudança de hábitos
O resultado indica ainda uma mudança nos hábitos de consumo da população, que, até o ano passado, reservava boa parte de sua renda para o pagamento de crediários. O consumidor está hoje menos disposto a se endividar e ter os parcelamentos em suas despesas, como resposta ao cenário econômico instável.
Os itens básicos lideram o consumo, como manutenção do lar, com 26,7% (incorporam despesas com aluguéis, impostos, luz, água e gás); alimentação, 17,1%, sendo 11,9% no domicílio, 5,2% fora dele e 1,2% com bebidas; transportes, 7,5%, sendo 4,7% com veículo próprio e transporte urbano com 2,8%; saúde, medicamentos, higiene pessoal e limpeza, 7,1%; vestuário e calçados, 4,6%; materiais de construção, 4,4%;, seguidos de recreação e viagens, 3,2%; eletrônicos-equipamentos, 2,3%; educação, 2,2%; móveis e artigos do lar, 1,9%; e fumo, 0,6%.
Também chama a atenção a perda da participação das capitais no consumo nacional, que passou de 32,5% para 30%. O interior ganha destaque no crescimento. Com as novas metodologias, o Nordeste também perdeu participação do ano passado para este, embora continue na mesma posição. A Região Sul é que prevaleceu no resultado.
Segundo a previsão, a liderança no consumo é do Sudeste, que registrará uma participação de 49% em 2015, ante os 49,2% do ano passado. O Sul projeta elevação para 17,7%, contra os 16,8% consumidos em 2014. Já o Nordeste registrará a fatia de 19% (em 2014, foi de 19,5%) o Centro-Oeste ficará com 8,4% e o Norte 6%, ante os 8,5% e 6,0% registrados no ano anterior, respectivamente.
"Rede especializada em cama, mesa, banho e decoração investe em uma loja online. Vendas terão condições especiais de pagamento e só não contemplarão a região Norte do país."
*:* Por Roberta Moraes, do Mundo do Marketing | 27/04/2015

A Camicado começou a operar pela internet para oferecer mais de 3,5 mil produtos aos consumidores que ainda não possuem uma loja por perto. O e-commerce vai entregar em todo o país com exceção apenas à região Norte.
O canal conta com condições especiais de pagamento e parcelará as compras em até 10 vezes no cartão Renner. Além disso, a sinergia com as 60 lojas físicas da rede permitirá que as trocas de mercadorias possam ser efetuadas também nestes pontos de venda.
Para o lançamento, o sistema de busca do site foi aprimorado e recebeu opções de filtros por produto, marca e material, assim como a alternativa de redimensionamento de imagens, facilitando a visualização dos produtos.
O site recebeu uma vitrine customizada baseada no histórico de compras ou de navegação do cliente. Outro destaque é o serviço de consultoria online para listas de casamento, open house e bodas.
O e-commerce faz parte do plano de expansão da rede, que pretende chegar a 2021 com 125 unidades.