"Gestão de saldo e de gastos futuros dos usuários estarão disponíveis no gadget. Lançamento está previsto para ocorrer em paralelo à chegada da tecnologia ao Brasil."
*-.:.-* Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 24/06/2015

A Ticket desenvolveu um aplicativo para o Apple Watch no Brasil. As funções da ferramenta são voltadas para gestão de saldo e de gastos futuros dos usuários por meio de uma experiência interativa e pessoal.
O lançamento está previsto para ocorrer concomitantemente à chegada da tecnologia ao mercado brasileiro. A novidade busca evidenciar a empresa do grupo Edenred no posicionamento de inovação, direcionado para a criação de soluções atreladas à tecnologia, além de reforçar sua visão de futuro.
O gadget teve pré-venda realizada em abril nos Estados Unidos e países da Europa e Ásia. Os modelos, que custavam entre US$ 349,00 e US$ 17 mil, esgotaram-se em poucas horas.
Não há data definida para a comercialização no Brasil, mas 86% dos internautas do país tiveram o desejo despertado pelo produto, segundo levantamento da eCMetrics.
O preço, no entanto, ainda é barreira, uma vez que 73% estariam dispostos a gastar entre R$ 500,00 e R$ 700,00 e 20%, de R$ 701,00 e R$ 900,00.
*-.:.-* Postado por Luiz Alberto Marinho - 23/06/2015
Muitos publicitários pensam que criatividade e ciência são conceitos antagônicos. Talvez estejam equivocados. Essa foi a mensagem principal de um dos melhores seminários desta tarde aqui no #canneslions.
A ZenithOptimedia trouxe para o palco de Cannes o Professor Brian Cox, estrela de uma série da inglesa BBC sobre as maravilhas da natureza. O papo girou em torno de uma série de analogias entre natureza e criatividade.
Por exemplo, da mesma maneira como a natureza apresenta padrões que se repetem sistematicamente, o comportamento humano possui suas características universais que podem ser capturados por um sistema eficiente de informação.
A natureza possui modelos em torno dos quais se organiza, assim como acontece com os mercados. As leis da natureza são simples e definem as relações entre espécies e elementos.
Por sua vez as marcas tentam decifrar as leis do mercado e compreender como elas determinam o equilíbrio de forças no cenário competitivo. Por tudo isso, a conclusão é que a natureza pode sim ser uma boa fonte de inspiração.
A aparente oposição entre ciência e criatividade é provavelmente uma derivação de outro falso embate - o da informação contra a invenção. Muitos criativos seguem acreditando que é melhor basear-se na sua própria visão de mundo do que na visão que a sociedade tem do mundo.
Infelizmente para os que acreditam nessa tese, ciência, tecnologia e informação vieram para ficar e já estão modificando radicalmente o processo criativo. Resistir a essa onda é perda de tempo.
"Mais de 38 milhões querem ser donos do próprio negócio. Poder ganhar mais, crescer profissionalmente e não ter chefe são fatores que impulsionam essa vontade."
*-.:.-* Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 23/06/2015

O baixo crescimento do salário em relação às contas impulsiona a vontade do brasileiro de ser o dono do próprio negócio. O desejo de empreender da população brasileira cresceu 22% em dois anos, tendo como motivações a possibilidade de ganhar mais dinheiro e não ter um chefe.
Segundo pesquisa Data Popular, crescer profissionalmente também atrai os profissionais. O levantamento aponta que 78% das pessoas que quererem empreender já estão tomando algumas iniciativas como forma de se preparar para abrir a própria empresa.
Mesmo com atual cenário econômico sem grandes estímulos, 38% estão pesquisando a área em que desejam atuar, 28% estão guardando dinheiro para investir e 12% estão se aperfeiçoando com cursos e estudos.
A região Norte é a que concentra o maior percentual de pessoas com desejo de ser o patrão (55%), seguida do Nordeste, com 33%, Sul, com 26%, Centro-Oeste, com 24% e Sudeste, com 24%.
O estudo traçou um perfil desse futuro empreendedor e verificou que 53% são homens e 47% são mulheres. Sendo, 50% da classe média, 28% da classe alta e 22% da classe baixa.
Em relação à faixa etária, 54% possuem entre 18 e 35 anos, 19% têm entre 36 e 45 anos e 27% têm mais de 46 anos. Já no ensino, 50% possuem ensino fundamental, 37% têm ensino médio e 13% têm superior.