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sábado, 28 de novembro de 2015

Black Friday: um mau negócio para varejistas

"Data joga lucros para baixo e não converte compradores em clientes fiéis. Metade dos americanos considera uma má ideia comprar nesta sexta, diz pesquisa." 

*=.=.=* Por Renata Leite | 27/11/2015


Michael Silverstein, Diretor da Boston Consulting Group
Chegou a tão aguardada Black Friday, em que clientes correm para a web e para as lojas atrás de ofertas. 

Especialmente no atual cenário de crise no Brasil, muitos comerciantes não perderão a oportunidade de escoar produtos como não conseguiram o ano inteiro, mas será que a data é mesmo boa para as empresas? Pode ser que não, como ressalta Michael Silverstein, Diretor da Boston Consulting Group, em post publicado no LinkedIn. 

Uma pesquisa da consultoria realizada com 10 mil consumidores americanos mostra que a metade considera uma má ideia comprar nesta sexta-feira. Essa parcela diz que ficará longe das lojas.


A população americana ainda se mostra preocupada com a economia e inclinada a poupar, reflexos da Grande Recessão de 2008. Por isso, as famílias fixaram os gastos de fim de ano no mesmo nível do ano passado, ou seja, em US$ 988,00. 

Os entrevistados também disseram que sairão com uma lista de presentes em mão, o que tende a reduzir as compras por impulso. Se o orçamento previsto para os presentes for gasto durante a Black Friday, nada mais tende a ser comprado depois. Com isso, os varejistas verão seus lucros derrubados.

Michael Silverstein ressalta que, para os fabricantes e varejistas, a Black Friday é tudo menos um dia de vendas rentáveis. Os consumidores leais de uma marca compram o ano todo e sem desconto e são eles que, embora em número pequeno, respondem pela maior parte da rentabilidade do negócio. 

As expectativas de que os clientes atraídos pelos preços baixos da data se tornarão clientes fiéis não tendem a se concretizar. Os comerciantes acabam apenas perdendo dinheiro.
Black Friday, Boston Consulting Group, varejo

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Sul é a região que melhor remunera os executivos de marketing

"Estudo de Remuneração da Michael Page aponta que algumas posições obtiveram um incremento de até 25% no salário. Segmentos de do bens de consumo tiveram os melhores reajustes." 


*.$-$.* Por Bianca Ribeiro | 27/11/2015


Os executivos de marketing que atuam nos segmentos do bens de consumo, no região Sul, tiveram os maiores aumentos salariais em 2015, em relação à outras localidades do Brasil. 

O dado faz parte do Estudo de Remuneração 2015 da Michael Page, que consultou mais de 100 mil profissionais, nos últimos 12 meses, nas seis regiões do país, dos setores de Serviços, Farmacêutico, TI e Telecom, Química e Agronegócios, Agências de Publicidade, Bancos, Construção Civil e Bens de Consumo.

Naquela região, o Diretor de Unidade de Negócio obteve um incremento aproximado de 25% na renumeração em comparação com 2014. Já o Gerente de Grupo/Categoria e o Gerente de Inteligência de Mercado também ganharam acréscimos de cerca de 24% e 23%, respectivamente. 

O Gerente de Inovações também conseguiu 23%. Um dos principais motivos para a melhoria salarial foi o acúmulo de função provocado pela redução dos times por conta da crise econômica, como mostra a matéria Departamentos de Marketing devem passar por reestruturação em 2016.

Os profissionais de marketing que atuam nos setores de serviços B2B e TI e Telecom também conseguiram aumentos na remuneração acima da inflação. Destaque para os cargos de Gerentes de Marketing Online, Princing e de Comunicação.

Confira os cargos de marketing com maiores aumentos salariais em 2015 na região Sul:

Dove desenvolve embalagem personalizada com nomes e apelidos de bebês

"Ação batizada de “Meu baby Dove” já está nas prateleiras e conta com 47 nomes nos rótulos de shampoos e sabonete líquido da linha de Hidratação Sensível."

*-.=.-* Por Bianca Ribeiro | 26/11/2015

A Dove apresentou embalagens personalizadas com nomes e apelidos de bebês. A ação batizada de “Meu baby Dove” já está nas prateleiras e conta com 47 nomes nos rótulos de shampoo e sabonete líquido da linha Hidratação Sensível. A ideia surgiu após observar o hábito recorrente dos pais de colocar o nome dos filhos em seus pertences.

Pensando nisso, a iniciativa foi preparada com o objetivo de tornar os momentos do banho, especiais, oferecendo um produto exclusivo para cada consumidor. Para atingir um número maior de pessoas, foram pesquisados os nomes mais registrados no país nos últimos dois anos, além dos apelidos mais comuns.

A partir da primeira semana de dezembro, a marca também disponibiliza a compra dos produtos no e-commerce por encomenda de embalagens personalizadas, com os nomes que não forem encontrados nas prateleiras. Além do shampoo e sabonete líquido, no site também será possível encomendar o condicionador e loção hidratante.

Confira a lista de nomes disponíveis:
Sabonete líquido: Alice; Arthur; Bia; Caio; Carol; Clara; Enzo; Fefe; Felipe; Guto; João; Juju; Julia; Lelê; Leo; Lucas; Luiza; Matheus; Nina; Sofia; Thiago; Vivi.

Shampoo: Ana; Bela; Bento; Bru; Clarice; Dani; Davi; Diego; Duda; Gabi; Gigi; Gui; Laura; Lorena; Luca; Ma; Manu; Maria; Marina; Miguel; Pedro; Rafa; Rô; Theo; Vitor.
Dove, Meu baby Dove, embalagem, Unilever