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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Profissionais de lojas e armazéns planejam acelerar investimentos em TI até 2020

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Solange Calvo, 
2016/05/04, 17:00
Postado em 05 de maio de 2016 às 13h25m


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Zebra Technologies, empresa global de serviços e soluções de monitoramento, anuncia os resultados do estudo Warehouse Vision 2020. Ele mostra que mais de 40% dos entrevistados citaram que ter tempo de entrega menor é uma medida fundamental que deve ser implementada em lojas e armazéns.

A pesquisa foi realizada em outubro de 2015 e abordou 1.378 profissionais de operação e gestores de tecnologias de lojas e armazéns em 12 países, incluindo o Brasil.


No levantamento, 76% dos entrevistados esperam um aumento nas tecnologias de localizações nas lojas e no volume de produtos expedidos, o que indica uma demanda maior dos consumidores.

As expectativas dos consumidores impulsionarão um maior investimento em TI e nas funções operacionais das lojas durante os próximos quatro anos, e as empresas de manufatura e logística continuarão a fazer ajustes para a entrega direta aos consumidores.

O estudo mostra ainda que metade dos profissionais de operações e de TI planejam mudar para um sistema melhor e mais moderno, enquanto 75% deles estão se programando para que em 2020 consigam controlar melhor seus itens enviados para as lojas.

Mark Wheeler, diretor Warehouse Solutions da Zebra Technologies, diz que os tomadores de decisão de TI e os profissionais de operações em armazéns e centros de distribuição têm de identificar de forma consistente novas maneiras de melhorar a produtividade e reduzir os custos para se manterem competitivos.

Ainda de acordo com a pesquisa, 51% dos entrevistados esperam um aumento do investimento em sistemas de rastreamento que monitoram estoques e armazéns em tempo real, este número aumentará 76% até 2020.

Os executivos também antecipam um aumento na entrada de mercadorias a serem rotuladas com códigos de barras ao longo dos próximos cinco anos para 82% em 2020.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Raspberry Pi ganha câmera de 8 megapixels da Sony

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Raquel Freire
por
Para o TechTudo

27/04/2016 06h00 - Atualizado em 27/04/2016 06h00
Postado às 23h30m


O Raspberry Pi ganhou duas novas câmeras de 8 megapixels. Uma delas oferece tecnologia tradicional e outra possui infravermelho, destinada para visão noturna. Ambas são equipadas com sensor IMX219, da Sony, que apresenta resolução superior a da antiga câmera, de 5 megapixels.

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Os dois modelos custam U$ 25 (cerca de R$ 90). Integrando a linha Exmor R, o sensor suporta resolução máxima de 3280 x 2464 pixels nas fotos e captura vídeos Full HD (1080p) a 30 fps. 
Raspberry Pi ganha câmera de 8 megapixels da Sony (Foto: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)
Raspberry Pi ganha câmera de 8 megapixels da Sony (Foto: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)

As câmeras têm dimensão de 2,38 x 2,5 x 0,9 cm, operam entre –20º C e 60°C e funcionam com todos os modelos do Raspberry Pi.
 
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Câmera de visão noturna da Raspberry Pi (Foto: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)
Câmera de visão noturna da Raspberry Pi (Foto: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)

O primeiro acessório oficial da Raspberry Pi Foundation foi lançado em 2013. O motivo para tanta demora na atualização da câmera é que a fundação e seus parceiros compraram grande quantidade do antigo sensor OmniVision OV5647, fazendo com que o estoque durasse muitos anos.

Via Raspberry Pi Blog e Engadget

Microcomputador dispensa bateria e funciona com energia das ondas de rádio

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Paulo Alves
por
Para o TechTudo

01/05/2016 06h00 - Atualizado em 01/05/2016 12h55
Postado em 04 de maio de 2016 às 22h00m


Engenheiros da Universidade de Washington, nos EUA, desenvolveram um microcomputador WISP que funciona sem bateria. Com o corpo menor que uma moeda, o mini PC retira energia de ondas de rádio já presentes no ar, dispensando também alimentação na tomada. 

O truque é feito graças à tecnologia RFID, que, originalmente, serve para transmitir informação por radiofrequência em cartões, tags NFC e até próteses.

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Na prática, o dispositivo captura ondas de radiofrequência que já estão no ambiente, emitidas por diversos outros eletrônicos continuamente, e as converte em energia elétrica. 

Como seu consumo é baixo, o resquício de ondas de rádio no ar é suficiente para mantê-lo em operação indefinidamente – para isso, é equipado com antenas maiores do que o computador em si.
Wisp mede menos que uma moeda (Foto: Divulgação/Universidade de Washington)
Wisp mede menos que uma moeda (Foto: Divulgação/Universidade de Washington)

A ideia dos pesquisadores, em conjunto com a Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, é usar o computador em projetos da Internet das Coisas. Ou seja, como não precisa de bateria, o PC poderá equipar móveis, eletrodomésticos e outros aparelhos de casa que originalmente não têm recursos inteligentes sem se preocupar com a troca de baterias.

Performance
A potência do pequeno computador não pode ser comparada com a oferecida por smartphones ou muito menos computadores convencionais. Aliás, em termos de desempenho, o mini PC ainda está muito aquém do famoso microcomputador Raspberry Pi, que é maior e opera com fonte de energia elétrica externa, via USB.

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Apesar das dimensões pequenas, antena ainda é grande demais Wisp mede menos que uma moeda (Foto: Reprodução/Universidade de Delft)
Apesar das dimensões, antena ainda é grande demais (Foto: Divulgação/Universidade de Delft)

Porém, assim como o Raspberry, o WISP também é criado com a premissa do código livre, o que significa que potencialmente qualquer desenvolvedor do mundo poderá usá-lo para criar seus próprios projetos – seja uma tranca de porta, um controle de luzes para casa ou um chip para a roupa.

O computador é modesto, mas pode ser programado como qualquer outro, e pode ser adaptado para praticamente qualquer tipo de sensor.
Disponibilidade
Por enquanto, o desafio é criar uma maneira de programá-lo sem precisar conectar a um computador com ajuda de cabos. Afinal, a configuração sem fio é essencial para tornar o WISP um verdadeiro microcomputador independente.

“Nossa visão é ter computadores sem bateria configurados por meio de software programáveis verdadeiramente sem fio, onde e quando quisermos”, diz um dos integrantes do grupo de pesquisa Przemyslaw Pawelczak.

Como ainda se trata de pesquisa em desenvolvimento, não há previsão de lançamento do WISP no mercado.