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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Pesquisadores criam primeira corrida de drones controlados pela mente

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Felipe Alencar
por
Para o TechTudo

16 06h00 - Atualizado em 03/05/2016 06h00
Postado em 13 de maio de 2016 às 23h45m


Uma corrida de drones foi realizada recentemente por pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. A grande novidade na competição foi o poder de controlar os aparelhos com a mente usando a técnica chamada de "Brain Drone Racing". 

Os pilotos usaram um headset, que na verdade é um eletroencefalograma (EEG), calibrado para captar a atividade elétrica do cérebro de cada participante. 

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A comunicação entre o eletroencefalograma e o drone foi feita por uma interface cérebro-computador. O software podia ser usado em um notebook conectado ao headset e também ao robô.
Drones são controlados pela mente (Foto:Reprodução/YouTube)
Drones são controlados pela mente (Foto: Divulgação/Universidade da Flórida)

O controle dos aparelhos exigiu concentração e foco. Os pilotos deviam pensar em algo como “andar para frente”. 

Então, o eletroencefalograma na cabeça de cada um dos usuários captava a atividade elétrica do cérebro naquele momento, o software interpretava os sinais e enviava os comandos para o gadget.

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Diferente dos filmes de ficção científica, a corrida de drones não foi nada emocionante, já que os aparelhos se moviam bem lentamente. O grande atrativo estava na forma em que a tecnologia estava sendo empregada ali.
 
Com o avanço, é possível imaginar, por exemplo, que uma pessoa amputada poderia controlar a sua prótese robótica apenas com a mente.
 
Confira abaixo o vídeo onde os pesquisadores explicam como a tecnologia funciona. 
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Entenda o que são as novas placas Founder Edition GTX da Nvidia

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Filipe Garrett
por
Para o TechTudo

12/05/2016 06h00 - Atualizado em 12/05/2016 06h00
Postado em 12 de maio de 2016 às 23h30m


A chegada das novas Geforce GTX 1070 e 1080 veio acompanhada de uma novidade extra. A Nvidia apresentou as versões Founder Edition das placas de vídeo. Os componentes são conhecidos por chegar ao mercado mais cedo, além de oferecer assinatura da fabricante e garantia de peças de melhor qualidade.
 
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As placas da edição especial são mais caras que os modelos padrão. Na GTX 1070 o preço passa de US$ 379 para US$ 479 (R$ 1.565). A 1080 vai de US$ 599 para US$ 699 (R$ 2.430).

No desempenho, as versões sofrem pouca alteração, afinal a Founder Edition é basicamente o lançamento da Nvidia sem a customização de outros fabricantes.
Consumidores poderão comprar placa de vídeo "puro-sangue" da Nvidia (Foto: Divulgação/Nvidia) (Foto: Consumidores poderão comprar placa de vídeo "puro-sangue" da Nvidia (Foto: Divulgação/Nvidia))
Usuários poderão comprar placa de vídeo GTX 1070 
e 1080 'puras'  (Foto: Divulgação/Nvidia)

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Em geral, as chamadas placas de referência, ou Founder Edition, servem de base para que marcas parceiras, como Zotac, EVGA e MSI desenvolvam versões personalizadas, que usam clocks mais altos e tecnologias de refrigeração específicas.

Assim, uma das vantagens das placas é a disponibilidade. Os componentes largam na frente, já que chegam ao mercado mais cedo, enquanto que os lançamentos dos fabricantes parceiros da Nvidia ainda devem levar algumas semanas, ou meses, para ganhar ao consumidor.

O design com assinatura da Nvidia e a garantia de que as placas usam componentes de melhor qualidade também são pontos positivos do produto. Os materiais, que acabam encarecendo a placa de vídeo na edição, garantem vida útil estendida e maior durabilidade.
A tecnologia de refrigeração, com direito a ventoinha e câmara de vapor possui um encapsulamento de alumínio. O modelo deve garantir operação silenciosa e eficiente da placa que, sem margem para overclock, pode operar nas faixas de temperatura estabelecidas pela Nvidia.

Via VideoCardz, PC Gamer
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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Operadoras móveis ampliam satisfação do cliente e receita com serviços digitais

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Solange Calvo, 
2016/05/11, 14:00
Postado em 11 de maio de 2016 ás 17h40m


Business-Intelligence1
A Capgemini, provedora global de consultoria e serviços de TI, divulga relatório que revela a insatisfação dos consumidores com as operadoras de redes móveis da Europa e Estados Unidos, em razão da falta de investimento em serviços digitais.

O levantamento, realizado pelo Instituto de Transformação Digital da Capgemini Consulting, divisão global de consultoria em estratégia e transformação do Grupo Capgemini, mostra que mais da metade das 48 operadoras pesquisadas registraram uma Net Promoter Score (NPS, métrica do setor usada para avaliar a lealdade e satisfação do cliente) zero ou negativa. Isso significa que seus clientes não as recomendariam para amigos e colegas.

A pesquisa “Unlocking Customer Satisfaction: Why Digital Holds the Key for Telcos”, que abordou 5,7 mil clientes de 48 operadoras móveis de nove países, incluindo Estados Unidos e países da Europa, reflete uma mudança no setor. O avanço da internet e das aplicações móveis está gerando uma alteração significativa nas expectativas dos consumidores em relação às suas operadoras de telefonia.

Os canais físicos estão caindo em desuso. Apenas 8% dos consumidores pesquisados consideram a existência de lojas físicas essencial para as operadoras de serviços móveis. Os consumidores almejam uma melhor experiência digital, mas apenas um terço (36%) afirma que suas operadoras estão satisfazendo esse desejo.

Por outro lado, a pesquisa também revela que algumas operadoras têm focado na experiência digital do cliente, o que revela uma correlação positiva entre o uso de canais digitais e o NPS conquistado pelas operadoras móveis.  Aquelas que possuem alto NPS também registraram 33% de crescimento médio da receita entre 2012 e 2014, enquanto as com NPS baixo sofreram uma queda de 7% em sua receita no mesmo período.

As empresas de telecomunicações correm o risco de perder clientes, pois aproximadamente metade (46%) dos consumidores, que classificaram como “fraco” o uso de tecnologias digitais por suas operadoras, planejam trocar por outra no próximo ano, comparado a 14% dos consumidores que consideraram “ótimo” tecnologias digitais pelas empresas que os atendem.

A demanda por uma experiência diferente é tão grande que mais da metade dos usuários de redes móveis (58%) disse que passaria a comprar serviços de operadoras totalmente digitais.

O vice-presidente da Capgemini Consulting, Romain Delavenne, afirma que as expectativas dos consumidores em relação às provedoras de serviços de telecomunicação mudaram, mas muitas operadoras não conseguiram suprir essas expectativas, levando a um nível baixo de satisfação dos clientes.  

“A implantação lenta de serviços digitais é um dos principais problemas. Um sinal claro de que as operadoras precisam acelerar sua transformação digital para não correrem o risco de serematropeladas por empresas totalmente digitais”, completa.

Está claro, segundo a pesquisa, que o investimento em tecnologias digitais é essencial para aumentar a satisfação dos clientes, mas muitas operadoras tradicionais estão sobrecarregadas com plataformas e canais de distribuição legados, que dificultam a obtenção de uma verdadeira transformação digital.

O sucesso das novas operadoras totalmente digitais ou híbridas na satisfação do cliente e no crescimento da receita indica o caminho de transição para os concorrentes mais tradicionais. “Para muitas operadoras com mais tempo de mercado, a obtenção rápida de benefícios a partir dos serviços digitais pode ser conquistada com o lançamento de novas operações totalmente digitalizadas em curto prazo, mantendo paralelamente o trabalho básico voltado à transformação digital”, conclui Delavenne.