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sábado, 28 de maio de 2016

Veja pontos importantes e tire suas dúvidas sobre a TV 4K no Brasil

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Isabela Giantomaso
por
Da redação

28/05/2016 06h00 - Atualizado em 28/05/2016 06h00
Postado em 28 de maio de 2016 às 2130

As TVs 4K, ou UltraHD, possuem resolução de tela maior do que nos aparelhos Full HD. Com 3.840 x 2.160 pixels, os televisores com o recurso oferecem uma imagem mais nítida, detalhando até mesmo texturas. A tecnologia também costuma sair da fábrica com recursos Smart e Wi-Fi integrado, além de um processador mais avançado.

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Mas, para uma qualidade superior, o custo também acaba ficando mais alto. São quatro vezes mais pixels do que as imagens em Full HD e a conexão precisa ter um mínimo de velocidade para oferecer um bom conteúdo em streaming, por exemplo.

Para tirar todas as dúvidas sobre o funcionamento da TV 4K no Brasil, veja os principais pontos da tecnologia com a opinião das fabricantes sobre cada recurso. 
SMART TV Samsung com 78 polegadas ocupa espaço mas pode ser vista de perto na sala (Foto: Melissa Cruz / TechTudo)
SMART TV Samsung com 78 polegadas ocupa espaço mas pode ser 
vista de perto na sala (Foto: Melissa Cruz / TechTudo)

O Upscaling oferece qualidade 4K?
O Upscaling é um recurso paliativo embutido nos televisores para simular imagens de alta qualidade em conteúdos com uma resolução inferior, do Full HD para baixo. 

Para alguns usuários, a ferramenta, ao ‘esticar’ os pixels na tela, realmente reproduz um vídeo mais nítido, mas as fabricantes destacam que, mesmo tentando extrair o melhor do material original, a tecnologia funciona bem em imagens que demandam pouco. No caso, um vídeo em HD não terá um resultado tão bom ao usar o Upscaling como o FHD (1920 x 1080 pixels) teria.

Sobre a ferramenta, a Sony afirma que utiliza técnicas de tratamento de imagem antes de ‘esticar’ o vídeos e, assim, nem todos os pixels são repetidos na mesmo proporção. “Caso a imagem tenha um ruído ou imperfeição, isso vai ficar quatro vezes mais visível”, aponta a fabricante.

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Posso usar qualquer cabo HDMI?
O HDMI, que transfere imagem e áudio em um único cabo, costuma ser uma opção dos usuários para espelhar a tela do computador na TV. No caso de um conteúdo 4K, mesmo que o televisor tenha suporte para a alta resolução, as marcas alertam que só é possível transmitir imagem com o HDMI 1.4 ou superior.

Segundo a Philips, não basta só o cabo e a TV suportarem o formato. “Além de ter uma TV e um cabo com a especificação Ultra HD, também é necessário um reprodutor (PC ou notebook) com suporte à resolução”, lembra a companhia.
hdmi-marca-dagua (Foto: Melissa Cruz/TechTudo)
HDMI 1.4 ou superior é necessário para exibir resolução 4K 
(Foto: Melissa Cruz/TechTudo)

E o som?
Ao longo dos anos, todas as fabricantes de televisão no Brasil têm investido na qualidade das imagens. No entanto, do que adianta ter uma TV 4K, com vídeo nítido, se o áudio não oferece imersão? Neste caso, as marcas ressaltam que o investimento em som também é contínuo.

A Samsung explica que hoje o consumidor cria uma limitação física no aparelho, mas que acessórios, além do alto-falante embutido, também podem colaborar para a sensação de estar no cinema. “Cada vez mais o usuário quer só a tela. Para isso, um aparelho complementar como o home theater ou a soundbar podem ajudar”, ressalta.
Soundbar HW-J250A/ZD da Samsung é do tipo ativo e custa em torno de R$ 400 (Foto: Divulgação/Samsung) (Foto: Soundbar HW-J250A/ZD da Samsung é do tipo ativo e custa em torno de R$ 400 (Foto: Divulgação/Samsung))
Soundbar HW-J250A/ZD da Samsung é do tipo ativo e custa em 
torno de R$ 400 (Foto: Divulgação/Samsung)

Posso assistir a qualquer conteúdo em 4K?
Alguns usuários podem adquirir uma TV 4K achando que todo o conteúdo será reproduzido em alta resolução. Porém, ainda não há tanto material disponível para isso, mesmo que o mercado esteja produzindo no formato cada vez mais. Assim, as fabricantes afirmam que tentam informar o consumidor sobre a limitação de conteúdo no ato da compra.
“Ainda há pouco conteúdo em 4K e para isso a venda é voltada para educação, alertando para a reprodução de vídeo nativo ou utilizando recurso da TV [Upscaling]”, aponta a LG.
As marcas ressaltam que a Globo Play, a Netflix e o YouTube já possuem material em 4K.

No entanto, a Panasonic alerta para a necessidade de uma boa velocidade de Internet. “O consumidor precisa ter uma conexão a partir de 25 Megabits por segundo para aproveitar o conteúdo Ultra HD na Netflix, por exemplo”, lembra a fabricante.

Distância
A distância recomendada entre uma TV 4K e o telespectador pode ser um impasse para alguns usuários, assim como talvez já seja no televisor Full HD. Na tabela abaixo, é possível conferir a medida ideal entre a tela e o sofá, para não correr o risco de comprar um aparelho que não poderá entregar o melhor no espaço da sua sala ou quarto.
Distância recomendada entre o sofá e a tela para TV de tela grande 4K ou Full HD (Foto: Divulgação/Samsung)Distância recomendada entre o sofá e a tela para TV de tela 
grande 4K ou Full HD (Foto: Divulgação/Samsung)

4K HDR
Vale lembrar que o 4K não é o que há de mais avançado em qualidade de imagem. Para especialistas da área, o 4K HDR pode ser o próximo passo para os televisores, oferecendo detalhes mais perceptíveis.

O padrão pode se destacar ao lado do 8K, que dificilmente é percebido com grandes diferenças. Nas imagens com grande alcance dinâmico (High Dinamic Range), a TV produz mais brilho e contraste, acabando com a escolha entre um e outro ajuste. Com as configurações trabalhando juntas, a nitidez do vídeo aumenta.
Imagem cedida pela Samsung mostra diferença entre 4K e 4KHDR (Foto: Divulgação/Samsung)
Imagem cedida pela Samsung mostra diferença entre 4K e 4KHDR 
(Foto: Divulgação/Samsung)

Conclusão
A tecnologia 4K tem potencial para melhorar a experiência dos espectadores com as TVs, mas as limitações técnicas podem ainda ser obstáculos para os usuários, principalmente ao considerar os preços cobrados pelos aparelhos. 

No entanto, as fabricantes estão investindo cada vez mais nos modelos, o que pode baratear o formato em um futuro próximo.
Vale lembrar que os usuários devem ficar atentos também para quais conteúdos desejam assistir, sabendo que poderão ter que usar um recurso paliativo como o Upscaling, que não transforma a imagem de fato em Ultra HD. 

Além disso, é importante observar o espaço entre a TV e o sofá ou a mesa, detalhe importante durante a compra do aparelho. 
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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Israelense Chip PC ingressa no mercado brasileiro

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Solange Calvo, 
2016/05/27, 17:00
Postado em 27 de maio de 2016 às 21h35m

Mercado brasileiro de TI
A ChipPC, fabricante israelense de thin clients e soluções Virtual Desktop Infrastructure (VDI) chega ao Brasil com operação local sob o comando de Dagoberto Freitas, gerente geral da empresa no País. 

A empresa quer ganhar capilaridade e para isso busca parceiros [distribuidores e integradores], com perfil voltado a projetos de virtualização e para ambientes de VDI.

A ChipPC trouxe na bagagem todo o portfólio de equipamentos thin clients, zero clients, smart clients, software de gerenciamento e soluções para VDI, porém o destaque é para o modelo de thin client LXD-2.

De acordo com a empresa, ele é pequeno, com 152 mm de altura por 107 cm de largura, e bastante leve, pesando apenas 365 kg com fonte.  

O equipamento apresenta baixo consumo de energia (em funcionamento até 6 watts), sendo o consumo 70% menor que os desktops convencionais. Seu preço sugestão ao usuário final no Brasil pode ficar em torno de R$ 1,5 mil.

A companhia antecipa que possui planos de fabricação e/ou montagem local dos equipamentos com objetivo de se beneficiar da MP do Bem com incentivos fiscais e reduzir os custos de importação e logística dos equipamentos.

Freitas destaca que a empresa tem planos ambiciosos de expandir a operação para América Latina, em países como Argentina, Colômbia, Chile e Peru.

“O Brasil será nosso hub principal na América Latina. Temos planos de expandir na região com presença local e também por meio de parceiros de negócios e canais de venda”, finaliza.

BMW mira em compartilhamento de carros e investe em app Scoop

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Solange Calvo, 
2016/05/27, 18:00
Postado em 27 de maio de 2016 às 21h15m

BMW
A montadora alemã BMW divulgou que sua unidade de investimento de risco aplicou um valor não revelado na empresa californiana Scoop Technologies, que desenvolveu o aplicativo de compartilhamento de veículos Scoop.

A decisão da BMW é a mais recente em uma série de investimentos promovidos por montadoras de veículos na indústria de tecnologia. 

Depois de vários anos de incerteza sobre como responder aos desafios criados pelas empresas de tecnologia, as montadoras de veículos estão correndo para participarem das inovações que tenham impacto sobre a indústria, aplicando recursos acumulados durante vários anos de fortes vendas.

A Scoop é um de vários investimentos que a BMW fez em serviços de transporte por aplicativos e em tecnologia de veículos conectados à Internet.

A Toyota Motor anunciou na terça-feira (24) investimento na empresa de transporte urbano por aplicativo Uber Technologies. Já a Volkswagen anunciou no mesmo dia que vai investir US$ 300 milhões na Gett, pequena companhia voltada para o mesmo segmento que o Uber.