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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Entenda as diferenças entre as tecnologias HDR10 e Dolby Vision


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo

19/07/2016 06h00 - Atualizado em 19/07/2016 06h00
Postado em 21 de julho de 2016 às 23h10m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
HDR é uma sigla cada vez mais importante nas decisões de compra de quem decide investir em novos monitores ou televisores. A tecnologia, que garante imagem melhor graças a uma apresentação de cores de melhor qualidade, se divide em dois grandes formatos na atualidade.

Globo Play na Smart TV ganha programação em 4K HDR, com mais qualidade
De um lado, há o HDR10, formato livre e de distribuição mais simples, e do outro, o Dolby Vision, tecnologia HDR proprietária e de melhor qualidade técnica, mas com menor oferta de conteúdo e de televisores compatíveis. A seguir, você vai entender melhor as diferenças entre HDR10 e Dolby Vision.

HDR
Imagem à esquerda apresenta foto original, sem HDR. Nos cortes à direita, o HDR é aplicado com diferentes gradações, dando ideia das diferenças entre HDR10 e Dolby Vision, respectivamente (Foto: Divulgação/Adobe)
Imagem à esquerda apresenta foto original, sem HDR. 
Nos cortes à direita, o HDR é aplicado com diferentes gradações, 
dando ideia das diferenças entre HDR10 e Dolby Vision, 
respectivamente (Foto: Divulgação/Adobe)

O termo refere-se a uma tecnologia que permite que gravação e reprodução de imagens se beneficiem de cores mais vivas (HDR é uma sigla em inglês para aumento de alcance dinâmico)

O recurso está presente em monitores, TVs e câmeras de diversos tipos. No caso específico das TVs, o HDR é importante em aparelhos de alta resolução, uma vez que o nível de detalhe de displays com 4K (ou resoluções superiores) acaba beneficiado por uma reprodução de cor mais viva e próxima do real.

Há dois formatos de HDR oferecidos na atualidade e cada um deles tem suas especificidades: o HDR10 e o Dolby Vision.

HDR10
Sony e Samsung são os grandes fabricantes que ainda não lançaram produtos com Dolby Vision (Foto: Divulgação/Sony)
Sony e Samsung são os grandes fabricantes que ainda 
não lançaram produtos com Dolby Vision (Foto: Divulgação/Sony)

HDR10 é um formato aberto, que pode ser implementado por vários fabricantes e suportado por diversos tipos de conteúdo de maneira mais simples, já que não exige o pagamento de licenças para que produtores de filmes e séries ao utilizarem em suas obras. Outro ponto positivo é que dispositivos HDR precisam ser compatíveis com o HDR10: não existe TV ou monitor apenas com HDR do tipo Dolby.

Além dessa vantagem, a implementação do suporte dessa tecnologia é mais simples porque não exige hardware específico no televisor (e nem mesmo reprodutor de Blu-Rays e etc).

 A soma desses aspectos estão dando a dianteira para o HDR10 no momento: a tecnologia é suportada por uma maior quantidade de conteúdo (seja em streaming ou em mídia física) e possui uma maior base instalada de hardware, já que televisores com HDR10 acabam mais baratos de fabricar que aqueles com Dolby e, no fim das contas, quem suporta Dolby acaba tendo que suportar HDR10 em seus aparelhos.

Em outras palavras, se o televisor vem com HDR garantido na caixa, o HDR10 é suportado, já que é o padrão da indústria.
Embora o HDR10 tenha a liderança no momento, em virtude da facilidade de distribuição do formato, é preciso destacar que esse cenário pode mudar: a tecnologia rival da Dolby é mais cara, mas é melhor tecnicamente.

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Dolby Vision
Atualmente, LG é o único fabricante de TVs com Dolby Vision no Brasil (Foto: Divulgação/LG)
Atualmente, LG é o único fabricante de TVs com 
Dolby Vision no Brasil (Foto: Divulgação/LG)

O formato proprietário da Dolby, no momento, é uma exclusividade dos aparelhos 4K da LG no Brasil (no exterior, marcas como Visio e Philips oferecem produtos com esse sistema).

Já de cara, a grande diferença com relação ao HDR10 é que a tecnologia da Dolby é paga: ou seja, para dar suporte ao Dolby Vision em um filme, o produtor precisa pagar licenças de uso da tecnologia à Dolby. Além disso, o televisor (e até reprodutor de Blu-Ray, no caso dessas mídias) precisa ser compatível com o formato, do contrário ele não será exibido no televisor.
Apesar do caráter mais restritivo na forma de distribuição, no papel, o Dolby Vision tem claras vantagens diante do HDR10: em tese, o formato suporta até 10.000 nits (unidade de medida para brilho), enquanto que o HDR10 vai até 1.000. Porém, é importante lembrar que TVs atuais não chegam com facilidade à casa dos 1.000 nits e que essa especificação do Dolby pode vir a fazer diferença em novas gerações de Smart TVs, com displays melhores.

Outras vantagens técnicas são na forma como o Dolby instrui à TV sobre as imagens: a cada frame, a tecnologia HDR proprietária fornece dados de como a imagem deve ser exibida pela TV, reduzindo muito o nível de distorções e artefatos na imagem. Além disso, as cores no Dolby Vision são em 12 bits de profundidade ao passo que, no HDR10, ficam em 10 bits (bit é uma unidade de informação, quanto maior o número, mais detalhe).

Conclusão
Netflix é uma das poucas fontes de conteúdo em Dolby Vision (Foto: Reprodução/Netflix)
Netflix é uma das poucas fontes de conteúdo em 
Dolby Vision (Foto: Reprodução/Netflix)

No Brasil, apenas a LG fornece suporte à Dolby Vision em sua linha de televisores 4K. Nesse sentido, quem quer garantir sintonia com a tecnologia de ganho dinâmico de cores precisa considerar as TVs da marca. 

Que, como explicado anteriormente, também suportam de forma compulsória o HDR10, já que para ostentar a homologação do formato HDR o fabricante é obrigado a suportar o HDR10, tido como formato padrão no momento
Como a oferta é restrita e a tecnologia Dolby ainda não engrenou entre quem produz o conteúdo HDR (a rigor, no Brasil, a fonte mais acessível de vídeo em 4K com Dolby Vision seria a Netflix), efetuar uma compra em cima da premissa da maior qualidade do sistema não parece muito prática. No fundo, o Dolby Vision só tem vantagens sobre o HDR10 se você tiver o que assistir nele, e isso, no momento, está longe da realidade.

Quem, no entanto, investir em um televisor com Dolby Vision acaba tendo a certeza de que terá as duas tecnologias ao seu dispor. Mas, para tirar proveito da tecnologia da Dolby e ver imagens com qualidade de cor ainda superior ao HDR10, será preciso encontrar conteúdo compatível em Blu-Rays e streaming, algo que pode se mostrar bem difícil.

Via Cnet, Expert Reviews

terça-feira, 19 de julho de 2016

Competição global seleciona 70 startups para um ano de incubação na França


Solange Calvo, 
2016/07/19, 11:00
Postado em 19 de julho de 2016 às 17h55m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Startups brasileiras já podem se inscrever na segunda temporada do French Tech Ticket. É uma competição global aberta para empreendedores com startups em fase de criação ou de crescimento, para concorrer a € 45,000 em financiamento.

Após uma primeira temporada bem-sucedida, com 23 equipes de startups de 23 países alocadas em Paris, a segunda temporada da competição está mais ambiciosa, segundo a empresa.

Serão 70 equipes vencedoras em todo o mundo, hospedadas por mais de 40 incubadoras de alto renome por toda a França a partir de janeiro de 2017. Todo segmento é elegível ao prêmio e os times de startups devem ser compostos por grupos de duas a três pessoas.

Os membros devem possuir fluência em inglês, pois o programa será realizado inteiramente no idioma. Além desses requisitos, as equipes vencedoras devem estar preparadas para se mudar para a França em janeiro de 2017 e dedicar 100% do seu tempo ao desenvolvimento do projeto pelo período de um ano.

Os interessados devem se inscrever até o dia 24 de agosto no site. As startups ganhadoras serão anunciadas ainda em dezembro deste ano.

Forcepoint cria unidade de consultoria em Segurança da Informação


Solange Calvo, 
2016/07/19, 10:00
Postado em 19 de julho de 2016 às 17h35m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

O Escritório do Chief Security Officer (CSO) da Forcepoint é a nova unidade interna da companhia. Ela foi criada para prover sua própria estratégia de segurança e apoiar empresas em processo de avaliação ou aprimoramento do seu sistema de segurança vigente, ou mesmo sob ataque ativo.

Segundo a empresa, a nova unidade é formada por especialistas que agregam décadas de experiência no setor de segurança da informação e com amplo engajamento em todos os aspectos da comunidade global de segurança. 

Além disso, é altamente capacitada a compartilhar o aprendizado das organizações mais consistentemente seguras do mundo e revelar as táticas mais recentes dos cibercriminosos.

Em forma de trabalho pro bono aos clientes, o Escritório do CSO criou um conjunto de recursos inovadores para ajudar as empresas a concretizarem um programa de segurança altamente eficiente e eficaz.

Entre eles estão Avaliação da Estratégia de Ameaças— Em um exercício de mesa de duas horas, os líderes de segurança seniores do Escritório do CSO analisam as estruturas vigentes e auxiliam no entendimento das ameaças enfrentadas e qual o posicionamento de defesa.

E Revisão da Estrutura de Segurança—Teste de simulação de ameaças em um ambiente de sandbox seguro para avaliar a eficácia das defesas das organizações contra os malwares mais recentes e outras ameaças. 

Compartilhamento da inteligência de segurança mais recente do Forcepoint Security Labs e das ferramentas de última geração, bem como da modelagem de ameaças para entender os riscos e pontos cegos.