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sábado, 13 de agosto de 2016

Neurônio artificial criado pela IBM pode dar 'cérebro' aos computadores


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo

10/08/2016 06h00 - Atualizado em 10/08/2016 06h00
Postado em 13 de agosto de 2016 às 20h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Pesquisadores da IBM conseguiram desenvolver um neurônio artificial que usa materiais convencionais da eletrônica e pode abrir o caminho para o desenvolvimento de computadores. A tecnologia funciona com componentes capazes de simular a forma pela qual o cérebro humano trabalha.

O que são redes neurais e como elas podem revolucionar a robótica
O laboratório da IBM construiu uma rede de 500 desses neurônios artificiais para estudar a operação do componente na transferência de dados, similar ao funcionamento do nosso cérebro. O projeto chama a atenção pelo uso de materiais conhecidos e por oferecer um design que pode permitir a instalação em massa, copiando a característica do cérebro de baixo consumo de energia.
Imagem mostra a rede de neurônios. Cada ponto prateado equivale a um neurônio artificial (Foto: Divulgação/IBM)
Imagem mostra a rede de neurônios. Cada ponto prateado 
equivale a um neurônio artificial (Foto: Divulgação/IBM)

Não é a primeira vez que componentes eletrônicos inspirados pelo nosso cérebro são construídos, mas é a primeira situação em que os neurônios artificiais foram desenvolvidos a partir de materiais bem conhecidos.

A IBM usou um composto feito de germânio, usado em mídias como CDs e DVDs, e que por ser conhecido e acessível, pode permitir a fabricação em massa e, o mais importante, em unidades miniaturizadas do neurônio artificial.

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Essa característica significa que o projeto da IBM pode ser adaptado para ocupar o espaço dos transistores, componentes que podem ser entendidos como os neurônios presentes num processador.

Em princípio, os neurônios funcionam de forma similar aos transistores usados atualmente. Entretanto, a criação dos técnicos da empresa têm uma diferença fundamental: há um elemento de aleatoriedade embutido em cada neurônio artificial, capaz de fazer com que eles funcionem de forma imprevisível – assim como nossos neurônios. 

Isso significa que, em uma boa parte dos casos, o resultado de uma operação submetida à rede de neurônios da IBM não pode ser previsto. Se o sistema fosse composto de processadores e transistores normais, todos os resultados teriam que ser sempre os mesmos.

Essa característica, somada ao fato de que o design é escalável (pode ser fabricado e montado em massa, como no cérebro) e consome pouca energia, torna o projeto como base viável para o desenvolvimento de um cérebro artificial que opere de forma similar ao humano. 

Uma máquina desse tipo teria aplicações interessantes em sistemas que usem redes neurais, deep learning, além de óbvias aplicações no estudo e desenvolvimento de interfaces entre cérebro humano, máquinas e próteses.

Via IBM, Ars Technica

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Como copiar e mover fórmulas no Excel


André Sugai
por
Para o TechTudo

12/08/2016 08h00 - Atualizado em 12/08/2016 08h00
Postado em 12 de agosto de 2016 às 20h30m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Para mover uma fórmula do Microsoft Excel existem duas opções: clicando e arrastando da maneira correta ou copiando e colando a fórmula que deve ser adaptada para a ação. Se você já teve problemas ao movimentar fórmulas dentro de uma planilha, é possível que o procedimento tenha sido realizado da maneira incorreta. Confira no tutorial abaixo como fazer a atividade da forma certa. 

Como remover e desativar links no Excel
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Opção 1: clique e arraste a fórmula
Passo 1. Abra uma planilha no Microsoft Excel que tenha alguma fórmula;
Planilha com a fórmula que será copiada (Foto: Reprodução/André Sugai)
Planilha com a fórmula que será copiada 
(Foto: Reprodução/André Sugai)

Passo 2. Posicione o mouse sobre a borda da célula onde se encontra a fórmula, assim que o cursor do mouse se transformar em um ícone de mão;
Ícone alterado na planilha (Foto: Reprodução/André Sugai)
Ícone alterado na planilha (Foto: Reprodução/André Sugai)

Passo 3. Clique e mova a célula para a posição desejada.
Fórmula movida (Foto: Reprodução/André Sugai)
Fórmula movida (Foto: Reprodução/André Sugai)

Opção 2: copie e cole a fórmula
Passo 1. Clique na célula que contém a fórmula;
Célula que contém a fórmula que será copiada (Foto: Reprodução/André Sugai)
Célula que contém a fórmula que será copiada 
(Foto: Reprodução/André Sugai)

Passo 2. Na barra de fórmulas insira o $ entre todos os ítens somados e pressione Enter;
Fórmula alterada (Foto: Reprodução/André Sugai)
Fórmula alterada (Foto: Reprodução/André Sugai)

Passo 3. Clique na célula da fórmula e pressione Ctrl+C para copiar ou Ctrl+X para recortar;
Fórmula copiada (Foto: Reprodução/André Sugai)
Fórmula copiada (Foto: Reprodução/André Sugai)

Passo 4. Vá na célula de destino e pressione Ctrl+V para colar a fórmula copiada.
Fórmula colada(Foto: Reprodução/André Sugai)
Fórmula colada(Foto: Reprodução/André Sugai)

Com estas duas opções será muito fácil mover fórmulas em suas planilhas de Excel.

Malware finge ser WhatsApp para atacar, identifica PSafe


Solange Calvo, 
2016/08/12, 07:30
Postado em 12 de agosto de 2016 às 20h05m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

A empresa de segurança da informação PSafe identificou que uma nova versão de malware chegou para confundir usuários de Android. Batizado de WhatsApp.CreditCardStealer, o vírus que simula o WhatsApp vem tentando roubar informações de cartão de crédito dos usuários por meio de phishing, exibindo uma falsa tela que solicita os dados do cartão de credito do usuário.

De acordo com a empresa, o vírus foi identificado pelos especialistas em segurança da PSafe, o WhatsApp.CreditCardStealer. Ele inicia seu processo de infecção por meio de um e-mail que convida o usuário a instalar o Novo WhatsApp, com funções inéditas. 

Ao clicar no link malicioso e instalá-lo em seu celular, o usuário é surpreendido com uma mensagem de erro e o app falso desaparece, porém, o WhatsApp oficinal continua funcionando normalmente, fazendo com que o usuário acredite que nada tenha mudado.

A partir daí, o ícone de atalho do Google Play é desativado e uma mensagem de erro aparece toda vez que o usuário tenta acessar a loja virtual, evitando a instalação de ferramentas antivírus. Dessa maneira, o vírus se mantém inativo por cerca de quatro horas, dificultando sua detecção por parte de ferramentas automatizadas de análise.

O ataque
Após esse período, o malware passa a executar seu real comportamento malicioso, solicitando as informações do cartão de crédito da vítima, o que dá a impressão de que esses dados são necessários para liberar novamente o acesso ao serviço da Google Play.

As informações são enviadas para o servidor do hacker por meio da url: http://goglstats.co.ua/google-stats/watcher.php. Além disso, o vírus também faz o cadastro do celular em um serviço de SMS pago, fazendo com que o usuário tenha prejuízo financeiro.

Por ser um dos aplicativos mais utilizados no mundo, o WhatsApp se torna extremamente visado por hackers. Apenas este ano, o app PSafe Total já bloqueou mais de 166 mil vírus que se passam pelo WhatsApp ou que fingem adicionar funcionalidades especiais ao app oficial.

A infecção por esses malwares geralmente se dá por meio de e-mails, SMS e posts ou mensagens em redes sociais que condicionam o usuário a baixar e instalar os aplicativos contaminados em seu celular.

Para evitar este tipo de problema, o CEO da PSafe, Marco DeMello, alerta que somente um cérebro eletrônico é capaz de se defender de um ataque cibernético e que, para isso, é de extrema importância o uso de um antivírus.

Além disso, o usuário deve ficar atento ao excesso de solicitação de permissões e evitar baixar aplicativos de fontes não oficiais, recebidos por e-mail ou via SMS.