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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

USB, HDMI e P2: conheça adaptadores de diferentes entradas para notebooks


Barbara Mannara
por
Para o TechTudo

02/10/2016 06h00 - Atualizado em 02/10/2016 10h56
Postado em 05 de outubro de 2016 às 21h50m

Quem usa um notebook no dia a dia tem que abrir mão de algumas conectividades ou recursos por causa do design mais compacto e portátil. Muitos dos ultrabooks ou ultrafinos, por exemplo, não vêm com leitor de CD/DVD.

Além disso, é comum que as conexões USB e HDMI sejam limitadas para um ou dois plugues em modelos mais básicos. A ausência de conector de rede (Ethernet) também é comum com o uso substituto do Wi-Fi.

Carregador universal para notebook: conheça modelos à venda no Brasil
Para ajudar a deixar o seu notebook ainda mais completo, é possível encontrar adaptadores no mercado nacional para diferentes entradas. Confira algumas dicas nesta lista, com faixa de preço. Alguns dos acessórios, inclusive, servem também para fazer adaptações em TVs, caixas de som, monitores e outros aparelhos eletrônicos.
Confira os adaptadores para diferentes entradas do notebook (Foto: Thiago Barros/TechTudo)
Confira os adaptadores para diferentes entradas do notebook 
(Foto: Thiago Barros/TechTudo)

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1. Adaptador USB
Para os notebooks que vêm com poucas saídas USB é possível expandir para mais conectores usando um adaptador. O preço é econômico, a partir de R$ 9,90, e o gadget oferece mais 4 portas USB para o aparelho. 

Além disso, é possível converter mini/microUSB, usado em câmeras e celulares, para plugar no USB tradicional do notebook usando um cabo que custa em torno de R$ 10. Também há adaptadores para USB 3.0 com transmissão da dados mais rápida, que custam a partir de R$ 90 com 4 portas extras.
Adaptador USB oferece mais portas para conectar no notebook (Foto: Divulgação/MD9)
Adaptador USB oferece mais portas para conectar no notebook 
(Foto: Divulgação/MD9)

2. Adaptador HDMI
O HDMI pode ser também expandido com um adaptador multiplicador que custa a partir de R$ 53 em lojas online (3 portas extras). Assim, você pode conectar mais dispositivos ao mesmo tempo no notebook, como monitores e TVs.

O HDMI é um conector que transmite áudio e vídeo em alta resolução, mas nem todos os notebooks vêm com ele de fábrica. Para resolver isso, é possível comprar um conversor de USB para HDMI com preço a partir de R$ 199 em lojas nacionais.
Adaptador HDMI permite adicionar mais portas ao seu notebook (Foto: Divulgação/Multilaser)
Adaptador HDMI permite adicionar mais portas ao seu notebook
(Foto: Divulgação/Multilaser)

3. Adaptador P2 (áudio)
O conector P2 (3,5 mm) é comumente usado em fones de ouvido ou caixas de som externas. Ele vem na maioria dos computadores, mas normalmente é apenas 1 plugue. Você pode aumentar isso com um adaptador que custa R$ 6 em lojas online para poder conectar dois fones ao mesmo tempo, por exemplo. 

Também há adaptador de P2 para RCA, que tem preço de R$ 14. Também é possível usar adaptador para transformar o seu P2 em um USB (fêmea) para plugar dispositivos de áudio com conector USB (macho) por a partir de R$ 4.
Cabo P2 pode ser expandido para plugar dois fones de ouvido (Foto: Divulgação/Splitter)
Cabo P2 pode ser expandido para plugar dois fones de ouvido 
(Foto: Divulgação/Splitter)

4. Adaptador de cartão de memória
Caso seu notebook não tenha entrada para cartões de memória SD, saiba que é possível comprar um adaptador que se conecta via USB. Um modelo intermediário custa cerca de R$ 20 mas pode ser até mais barato em lojas online. 

Há suporte para Windows e ele é compatível com diversos modelos de cartões como o SD, microSD, MMC, M2, MS Duos e mais. Também há modelos em formato de pendrive (também via USB), mas com design compacto para micro SD (usualmente encontrado em celulares e câmeras). O preço fica a partir de R$ 19.
Adaptador para cartão de memória pode ser conectado no notebook via USB (Foto: Divulgação/Multilaser)
Adaptador para cartão de memória pode ser conectado no 
notebook via USB (Foto: Divulgação/Multilaser)

5. Leitor de CD/DVD
Os notebooks com design mais compactos, como ultrafinos ou ultrabooks, normalmente não oferecem o drive de CD/DVD. No entanto, isso pode ser resolvido de forma simples com a compra de um leitor externo, que se conecta via USB no computador. 

O preço fica a partir de R$ 79 para modelos mais simples e os que possuem leitor de Blu-Ray podem ser comprados por R$ 129. A maioria dos modelos também permite gravar CDs e DVDs. Com isso, você pode assistir seus filmes em DVDs ou ouvir álbuns de músicas em CDs no dia a dia, além de fazer os backups de dados.
Leitor e gravador de CD/DVD externo é plugado via USB (Foto: Divulgação/Asus)
Leitor e gravador de CD/DVD externo é plugado via USB 
(Foto: Divulgação/Asus)

6. Adaptadores para VGA e DVI
Muitos monitores antigos ou projetores vêm com conectores VGA ou DVI de vídeo. No entanto, para modernizar isso e se conectar com notebooks mais modernos, há cabos conversores de HDMI para VGA com preço a partir de R$ 29 e cabos custando R$ 24 para o DVI/HDMI. O seu notebook com plugue VGA também pode ser convertido para vídeo e áudio em RCA, com adaptador que custa R$ 24,90 em lojas online. 
Adaptador converte conector VGA para HDMI (Foto: Divulgação/Empire)
Adaptador converte conector VGA para HDMI 
(Foto: Divulgação/Empire)

7. Adaptador de rede (Ethernet)
Muitos dos notebooks mais modernos, ou compactos, não oferecem a entrada de rede (Ethernet), já que a maioria dos usuários usa a conexão Wi-Fi (sem fio). No entanto, caso não seja possível usar a função wireless por algum motivo, você não precisa ficar sem internet no computador. 

Para resolver estão disponíveis adaptadores Ethernet que são plugados via USB. A transmissão de rede é de cerca de 10/100 Mbps (em modelos mais simples). É possível encontrar adaptadores com preço a partir de R$ 20 no mercado nacional.
Adaptador permite conectar cabo de rede Ethernet via USB (Foto: Divulgação/Rj45)
Adaptador permite conectar cabo de rede Ethernet via USB 
(Foto: Divulgação/Rj45)

Google revela celulares Pixel, Chromecast Ultra e roteador Google Wifi


Thássius Veloso
por
Da redação
04/10/2016 13h06 - Atualizado em 04/10/2016 17h02
Postado em 05 de outubro de 2016 às 21h30m

O Google renovou hoje (4) sua linha de produtos para telefonia e para a casa. Em um evento nos Estados Unidos, o buscador mostrou o Google Pixel e o Google Pixel XL, smartphones que sucedem a linha Nexus, mais recentemente composta pelo Nexus 6P e Nexus 5X.

Eles têm uma câmera superpotente, considerada a melhor já vista em um telefone celular pelo site DxOMark, especializado em fotografia. Os smartphones chegam em três cores: azul, cinza e preto.
Google Pixel é anunciado como sucessor dos celulares Nexus
Google Pixel (Foto: Reprodução/Google)
Google Pixel tem câmera com abertura f/2.0 
(Foto: Reprodução/Google)

O Pixel e o Pixel XL oferecem as funções de HDR+ e estabilização Smartburst, apesar de manter os mesmos 12,3 megapixels de antes. 

Já a câmera frontal, para selfies, tem 8 megapixels e abertura f/2.4. Quanto aos preços: o modelo com 5 polegadas custa US$ 649 (R$ 2.112, pelo câmbio de hoje e sem impostos), na versão de 32 GB. Já a opção com 5,5" sai por US$ 769 (aproximadamente R$ 2.503), com 32 GB. De acordo com o Google, não há data certa para que os produtos desembarquem no Brasil.

O Chromecast Ultra também entrou na lista de lançamentos. A versão mais recente do acessório para TVs, que permite instalar aplicativos e passar vídeos do smartphone diretamente para a telona, chega com capacidade de exibir vídeos em 4K e é 1,8 x mais rápido do que o modelo anterior. O acessório de streaming tem preço sugerido de US$ 69 (cerca de R$ 224).

O Google Home, acessório doméstico que entende perguntas, foi anunciado pelo preço de US$ 129 (R$ 420, em conversão direta). Outro acessório, o roteador Google Wifi tem a promessa de encontrar os melhores pontos de internet da residência.
Chromecast Ultra traz imagens em 4K (Foto: Reprodução/Google)
Chromecast Ultra traz imagens em 4K 
(Foto: Reprodução/Google)

O buscador também apresentou os óculos Daydream View, que prometem maior imersão em realidade virtual para smartphones munidos com tecnologia tecnologia Daydream, a começar pelos Pixels. Ele vai custar US$ 79 (R$ 257, pelo câmbio do dia) e chega em novembro nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha e Austrália. Não há previsão para a disponibilidade no Brasil.

Colaborou: Luciana Maline

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Conheça os robôs mais curiosos criados com o Raspberry Pi


por
Para o TechTudo

04/10/2016 06h00 - Atualizado em 04/10/2016 06h00
Postado em 04 de outubro de 2016 às 23h00m

Depois de 10 milhões de unidades vendidas para usuários de perfis que vão do curioso ao inventor, o Raspberry Pi acabou se tornando uma plataforma relevante para o desenvolvimento de projetos caseiros de robótica. 

Embora o Arduino seja mais ideal para esse tipo de uso, a natureza livre e fácil de usar, desenvolver e hackear do Raspberry Pi acabou dando aos computadores desse tipo espaço também entre os robôs, já que a exemplo do Arduino, a placa é barata e pode funcionar aliada a um enorme conjunto de periféricos e sensores compatíveis.

Cinco sistemas operacionais para usar no Raspberry Pi
Raspberry Pi é um tipo específico de computador, com hardware simples, compacto e barato, voltado sobretudo para projetos de desenvolvimento de software. Atualmente, existem quatro modelos do computador: Raspberry Pi, Raspberry Pi 2, Raspberry Pi Zero e Raspberry Pi 3. No Brasil, é possível encontrar o Pi 3, versão mais atual e com configurações mais fortes, por preços que partem dos R$ 230.
Raspberry Pi está no centro de diversos projetos interessantes e criativos de robótica (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)
Raspberry Pi está no centro de diversos projetos interessantes 
e criativos de robótica (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)

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RobotPiv 1.0
Esse projeto mostra um robô com sensor ultrassônico, capaz de detectar obstáculos para evitá-los. O termo sensor ultrassônico pode assustar, mas na verdade trata-se de um HC-SR04, sensor compatível com Raspberry muito usado pela comunidade de inventores e que no Brasil é fácil de achar por preços abaixo de R$ 15. 

O problema, na verdade, é fazer o sensor funcionar, se comunicar com o Raspberry e garantir que o Raspberry entende as informações sobre obstáculos a tempo de corrigir a direção do robô.
RobotPiv 1.0 usa sensor ultrassônico para detectar, e evitar, obstáculos (Foto: Divulgação/Giacomo Bonatti)
RobotPiv 1.0 usa sensor ultrassônico para detectar, e evitar, 
obstáculos (Foto: Divulgação/Giacomo Bonatti)

Como mencionamos, o RobotPiv 1.0 é um exemplo recorrente de um tipo de robô muito construído com o Raspberry simplesmente porque é relativamente fácil de montar e ideal para iniciantes em eletrônica, desenvolvimento e em Linux. O projeto do RobotPiv 1.0, em específico, está liberado em open-source para quem quiser copiar e fazer o seu.

Pi Tank
A parte mais legal desse projeto é o uso de um Raspberry Pi 2 numa construção completamente open-source: ou seja, você pode baixar os arquivos do projeto para imprimir os pedaços do robô em uma impressora 3D.
Pi Tank usa sensor Kinect e permite interação via smartphone (Foto: Divulgação/MadisK)
Pi Tank usa sensor Kinect e permite interação via smartphone 
(Foto: Divulgação/MadisK)

Associado a um Kinect, o Pi Tank pode ser controlado por celular e permite que desenvolvedores criem aplicações para ele: com criatividade, é possível escrever um software que dê comportamento mais autônomo ao robô.

BrickPi
Essa iniciativa é bem bacana porque, de certa forma, é mais acessível que o exemplo anterior. Enquanto o Pi Tank precisa de uma impressora 3D para confecção de alguns componentes, o BrickPi tem como proposta o uso do Lego para a construção de das partes móveis e estruturas de um robô. 

Para criar um robô com Lego, o interessado precisa de uma variedade de peças do tipo Technic do jogo de montar, um Raspberry Pi e uma placa acessória, que se conecta ao Raspberry e é responsável por distribuir sinais elétricos pelos componentes de Lego usados no projeto.
BrickPi tem potencial aumentado pela versatilidade proporcionada pelo Lego (Foto: Divulgação/BrickPi)
BrickPi tem potencial aumentado pela versatilidade proporcionada 
pelo Lego (Foto: Divulgação/BrickPi)

Lego oferece inúmeras possibilidades para montar robôs: desde dispositivos dotados de capacidade de movimento e detecção de obstáculos a projetos mais audaciosos, como braços mecânicos e etc. O problema do BrickPi é o custo, relativamente alto (US$ 180 para o kit inicial, equivalente a R$ 585), e o fato de que o usuário precisa ter acesso a conjuntos do Lego Technic, que, normalmente, também são caros.

CamJam EduKit 3
O CamJam é um kit vendido para os que estão interessados em começar na robótica: ele vem com uma placa para acionamento de um motor elétrico, rodas, dois motores (um para cada roda), um estabilizador, sensor ultrassônico, sensor para identificar linhas, além de jumpers, resistores e outros componentes eletrônicos menos votados.
CamJam fornece a estrutura completa para criar um robô móvel a partir do Rasbperry Pi (Foto: Divulgação/CamJam)
CamJam fornece a estrutura completa para criar um robô 
móvel a partir do Rasbperry Pi (Foto: Divulgação/CamJam)
O que você faz com tudo isso? A ideia é montar um robô com o Raspberry Pi ao centro, alimentado por pilhas. Com um pouco de curiosidade, o usuário pode configurar o uso do sensor ultrassônico para que o robô detecte, e evite, obstáculos no seu caminho. O sensor de linha pode ser usado para que a máquina reconheça linhas no chão e as siga. Um CamJam EduKit 3 pode ser encontrado por US$ 30 (R$ 97) em sites especializados.

R2-D2
Usando o Raspberry Pi Zero, a versão mais barata e compacta do computador, é possível criar um R2-D2 controlado por controle remoto. O projeto requer apenas um brinquedo na forma do personagem de Star Wars (o que significa que pode ser adaptado para mais ou menos qualquer coisa em que caiba um Raspberry Pi Zero e que não seja pesada demais).
Robô usa uma série de APIs para reconhecer voz e rostos, além de detectar obstáculos (Foto: Divulgação/Greensheller)
Robô usa uma série de APIs para reconhecer voz e rostos, 
além de detectar obstáculos (Foto: Divulgação/Greensheller)

No  projeto, o inventor aplicou APIs de reconhecimento facial e de voz que permite, por exemplo, dar comandos ao robô. Ao contrário dos demais exemplos, essa intervenção deve ser vista como um pouco mais exigente em termos de conhecimento, e material, de eletrônica, além de desenvolvimento.

Como proceder para o Raspberry Pi rodar filmes? Descubra no Fórum do TechTudo.