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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Resource IT e DocYouSign anunciam parceria para transformação digital


Leticia Cordeiro, 
2016/10/17, 11:00
Postado em 18 d3 outubro de 2016 às 21h35m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Resource IT passará a oferecer assinatura eletrônica e plataformas de gestão de transações digitais da DocYouSign no Brasil.

A brasileira Resource IT assinou um acordo estratégico com a DocYouSign, provedora de soluções de assinatura eletrônica de documentos, para impulsionar a transformação digital e a eficiência operacional de empresas no Brasil. A Resource IT passa, assim, a oferecer assinatura eletrônica e plataformas de Gestão de Transações Digitais (DTM) aos seus mais de 300 clientes com atuação na região.

Fernando Medeiros, diretor de novos negócios e Inovação da Resource IT no Vale do Silício, considera o movimento natural e necessário. Há muita sinergia entre as nossas estratégias de atuação. Somos companhias multinacionais que compartilham do mesmo sentimento de prover o uso de tecnologias para substituir processos demorados, complicados e manuais a fim de aumentar a eficácia, reduzir custos e melhorar a satisfação de nossos clientes.

As soluções da DocYouSign prometem acelerar os ciclos de negócios e trazer mais economia aos trâmites de assinatura e envio de documentos, que, normalmente, envolvem demanda de funcionários, papel, impressão, transportes etc. Com os nossos serviços, as empresas reduzem o tempo dessas transações, aumentam a segurança e satisfazem clientes em setores que vão desde o financeiro, de seguros e imobiliário até o de recursos humanos e bens de consumo, diz André Adedo, diretor de desenvolvimento de negócios e soluções da DocYouSign para a América Latina.

Com metade dos executivos das empresas já esperando uma transformação digital substancial em seus negócios nos próximos cinco anos, segundo dados do Gartner, há cada vez mais preocupação com a melhoria dos níveis de serviço ao cliente.

O processo é metódico, envolve diversos passos e não pode ser executado do dia para a noite. É nesse contexto de mercado que queremos atuar para colaborar com a transição, completa Medeiros.

Mais da metade dos europeus utiliza mobile payments, mostra estudo da Visa


Susana Marvão, 
2016/10/17, 09:15
Postado em 18 de outubro de 2016 às 21h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Número de consumidores que utiliza regularmente um smartphone, tablet ou wearable para efetuar pagamentos triplicou em relação ao ano passado.

Atualmente, 54% dos consumidores europeus utilizam regularmente um dispositivo móvel para realizar pagamentos em diversas situações, comparativamente aos 18% no ano passado.


A Visa lançou o estudo “Digital Payments 2016” onde se constata que o número de consumidores que utiliza regularmente um dispositivo móvel – seja um smartphone, tablet ou wearable – para efetuar pagamentos triplicou.

Atualmente, 54% dos consumidores utilizam regularmente um dispositivo móvel para realizar pagamentos em diversas situações, comparativamente aos 18% questionados sobre o recurso a pagamentos móveis para a compra de bens e serviços do dia-a-dia, quando da realização desta mesma pesquisa no ano passado.

O estudo, que inquiriu mais de 36 mil consumidores online em 19 países europeus, revela como a adoção de pagamentos digitais por parte do consumidor mudou dramaticamente nos últimos 12 meses. Há um ano, lê-se no comunicado de imprensa, 38% das pessoas afirmaram nunca ter usado um dispositivo móvel para fazer pagamentos, não tendo inclusive planos de o fazer. Hoje em dia, esse número desceu para 12%.

Ao olhar para os dez países onde os pagamentos móveis são mais predominantes, estes dividem-se em duas categorias: mercados em desenvolvimento, como a Turquia e a Romênia, que foram ultrapassando os métodos de pagamento tradicionais adotando com maior rapidez as novas tecnologias; e os mercados desenvolvidos – particularmente os nórdicos – que estão a evoluir para a adoção de novas tecnologias a ritmos distintos.

Curiosamente, os utilizadores de pagamentos móveis afirmam encontrar-se igualmente à vontade tanto na realização de compras mais dispendiosas, assim como nos pagamentos do quotidiano através de dispositivos móveis.

O estudo revela também que a atividade de mobile banking está aumentando em todos os grupos etários. Pela primeira vez, mais de metade dos entrevistados europeus, em todas as faixas etárias, utilizam este tipo de serviços. Enquanto os millennials continuam como a categoria que mais utiliza estes serviços, outros grupos etários aproximam-se rapidamente. Com uma taxa de crescimento de 33%, a maior taxa de crescimento encontra-se na faixa etária dos 55-64, enquanto os millennials (18-34) apresentam uma taxa de crescimento de 24%.

Por toda a Europa, o número de inquiridos que utiliza os serviços de mobile banking contribui para que cada vez mais pessoas mantenham o controlo dos seus gastos e das suas responsabilidades financeiras – dois quintos (41%) afirmam verificar regularmente o seu saldo online ou através de uma aplicação bancária.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Carros conectados podem salvar receitas da indústria automotiva


Ana Rita Guerra, 
2016/10/17, 10:00
Postado em 17 de outubro de 2016 às 21h40m


A transformação digital também está atingindo a indústria automotiva. As montadoras de veículos se encontram em meio a um processo de transformação que tem as tecnologias digitais como origem, mas apenas aquelas que forem bem-sucedidas em se reinventar conseguirão se manter relevantes e sustentar suas receitas, diz a consultoria McKinsey & Company.

A firma sustenta que carros conectados abrem três novas avenidas de receita para as montadoras. A primeira é a venda de produtos e serviços diretamente para o dono do veículo, na forma de pacotes de atualização de mapas online, streaming de áudio e mesmo serviços de concierge.

A segunda avenida é a venda de dados digitais em grandes volumes (big data) a outras companhias, como seguradoras e varejistas, que podem analisar essas informações para adequar seus produtos e serviços.

Em terceiro lugar, há a possibilidade de usar os canais digitais integrados ao carro para viabilizar publicidade direcionada ao motorista – como promoções nas concessionárias locais e de empresas de produtos e serviços para o carro.

Segundo a McKinsey, hoje 65% das vendas de carros começam no ambiente digital, com o consumidor pesquisando as características e funcionalidades de modelos diferentes e comparando preços. Esse percentual deve chegar a 80% em 2022.

Os carros conectados também apresentam enormes oportunidades de redução de custos tanto para a montadora quanto para o usuário, segundo a McKinsey. Para a indústria, a análise remota de dados capturados por sensores nos carros digitais permite reduzir gastos com pesquisa e desenvolvimento e com materiais, monitorando tanto o comportamento de diferentes partes do carro como o estilo de condução, que pode ajudar na criação de sistemas para gerenciamento de combustíveis.

Para o motorista, os dados produzidos por seu carro podem ajudar a reduzir custos com seguro, dado seu perfil de uso, além de informar sobre a necessidade de manutenção antes de uma quebra e sugerir formas de otimizar os padrões de condução para reduzir o consumo de combustíveis.

O principal desafio para as fabricantes de veículos nos próximos anos será criar produtos e serviços que sustentem suas receitas ao mesmo tempo que reduzem custos para si próprias e para o próprio consumidor, explica a consultoria. Só assim poderão navegar um mundo em que as prioridades das pessoas em relação a mobilidade estão rapidamente mudando e a competição aumentando.

Essa quarta-feira, 19 de outubro, ocorre em São Paulo a McKinsey Digital Conference, em que temas como esse e outros ligados à transformação digital serão discutidos por especialistas da consultoria e clientes.